Dream.
18 Turn to you part. 2
Notas iniciais
Estou super decepcionada com vcs! Ta ai so uma parte do capitulo. Mm sei pq to postando pq s nao merecem! Mas ta ai.
Todos esses anos, todos esses doze anos o procurando, sonhando com o dia em que eu o encontraria e o abraçaria como se fosse a ultima coisa que eu fizesse em minha vida. Todos esses doze anos vivendo de lembranças, vivendo de uma foto. Todo esse tempo imaginando o dia em que veria seu sorriso encantador brilhar e seu olhar valente me aquecer. Ao encarar sua face pude ver o meu pequeno ali, eu pude ver o garotinho assustado que chegou no orfanato em uma tarde chuvosa de uma sexta feira. Aquilo foi a confirmação de que ele era o meu Justin. -Nao consigo acreditar! I-isso é impossível. Como? — dizia eu desacreditada, soltando ele e olhando em sua face que esboçava toda a alegria que era permitida por seu sorriso transmitir. -Tudo é possível. — disse Justin e o envolvi novamente em um abraço apertado. Meu mundo girava tão rápido, que eu mau conseguia organizar meus pensamentos, minha cabeça girava em confusão mas meu sorriso nao negava a euforia que dominava o meu ser naquele momento. -Como voce descobriu? Como me achou? — perguntei. Eu realmente queria saber, pois todos esses anos eu fiz de tudo para acha-lo e nao consegui. Acho que foi que obra do destino, pois Justin Bieber ser o meu pequeno Justin, era e ainda é a coisa mais improvável que possa acontecer. Nomes iguais, isso é comum, mas acho que no fundo eu sabia. Toda aquela sensação de segurança e felicidade que e sentia quando ele estava próximo tinha que ter uma razão. E realmente tinha. -sua foto. A nossa foto. Mas acho que dentro de mim eu já sabia, eu me sentia diferente quando chegava perto de voce e ainda me sinto. É estranho... Eu nao sei explicar. — dizia ele aparentemente atordoado mentalmente. Sorri com isso, a sua sobrancelha erguida formando leves ondas em sua resta, seu olhar, o jeito que ele movimentava as mãos, o modo no qual sua boca se movia quando ele falava. Tudo nele, era exatamente do mesmo jeito que antigamente. Como eu nao percebi antes. A semelhança e incrivelmente perfeita, os trejeitos, as manias... Tudo. -Senti tanto a sua falta. Pensei que nunca mais fosse te ver de novo. -admiti quebrando aquele silencio que havia se instalado no quarto minutos antes. -Eu também. Passei todos esses anos tentando te encontrar...- disse ele. -Eu tambem. Nao consigo acreditar! — disse ainda sorrindo. Eu podia jurar que estava sonhando, essa era a única explicação obvia para isso. Tudo isso só pode ser um sonho. -Isso é um sonho? — perguntei a ele, afim de receber a confirmação. Mas ao invés disso recebi um abraço apertado. -Isso parece um sonho pra voce? — perguntou ele no meu ouvido e naquele momento senti meus músculos se enrijecendo e um arrepio se manifestando desde a minha nuca ate os meus pés. Sorri e acho que ele percebeu pois pude sentir uma respiração forte em minha nuca fazendo-me arrepiar ainda mais. Me afastei dele para que ele nao percebesse o efeito ue tem sobre meu corpo, efeito desconhecido ate por mim. Ao nos separamos nossos rostos ficaram próximos, olha-lo daquela maneira, te a visa e sua boca perfeitamente desenhada e rosa ali na minha frente, era o convite perfeito para que eu encostasse os meus nos seus. Mas a pouca sanidade que ainda havia em minha cabeça me impediu de fazer isso. E o que eu estava pensando? Ok, reencontrei meu amor de infância mas não somos mais crianças, ele namora e eu bem, nao estoura procura de um relacionamento nesse estão momento. Ele se aproximava cada vez mais de mim ate o ponto em que nossos corpos estavam colados. Por um segundo o desejo Que travava uma batalha com a minha sanidade, tomou o controle da briga e por um segundo, quis selar nossos lábios. Mas nesse mesmo segundo um barulho começou a soar pelo quarto, no mesmo instante voltei a minha plena em pouco abalada consciência, sai de perto dele, que bufou em irritação. -É seu celular. — disse vendo o aparelho que tocava sem parar. Ele tateou os bolsos a procura de seu aparelho e nao achou, deu um giro de 180 graus pelo quarto e começou a procura-lo. Eu o ajudei, achei o aparelho jogado no chão perto da cama, me abaixei e peguei-o. Vi no visor uma foto dele e da Selena se beijados e o nome "Selly" escrito acima da foto. Entreguei o celular a Justin que logo atendeu.
-Oi. -Sim. -No hotel. — dizia ele dando respostas curtas e breves, fitei a cama e observei melhor cada foto dele que estava ali. Tinha ele vestindo uma roupa do hóquei e com um taco na mão. Outra dele com um senhor já de idade. Ele com uma mulher, que provavelmente seria a mulher que o adotou... Fotos e mais fotos, lembranças e recordações de tempos que nao voltam mais. -Tambem te amo. Tchau. — pude escutar ele dizendo em sussurro ao telefone. Ele a amava, ao escutar aquilo meu coração se apertou. Infantilidade daninha parte achar que eu fui a única que escutei ele dizer tais palavras. Infantilidade e ingenuidade de minha parte. Mesmo sabendo que depois de todos esses anos ele poderia e com certeza nao sentiria ,ais nada por mim, eu continuava achando que no dia em que nos encontrássemos ele me abraçaria, me beijaria e diria um eu te amo. E assim seriamos felizes para sempre. Oras Miley, o que voce estava pensando?! Isso só acontece em contos de fadas da Disney. -Pronto. — disse ele se sentando à minha frente na cama onde eu observava as fotos perdida em meus pensamentos. -É tudo tão estranho. — admiti. — Em um segundo voce era o cara que eu mais odiava e deseja ficar longe, mas agora... — ri fraco — Agora me sinto tão feliz por você estar perto de mim. — finalizei e recebi mais uma vez aquele sorriso lindo que rapidamente foi trocado por uma fisionomia seria. -Por que nao respondeu minha cartas? — perguntou ele me encarando. -Cartas? Do que voce esta falando? Você que nao respondia as minhas! — disse já em um tom elevado. Eu sempre escrevi milhares e milhares e cartas pra ele, eu ficava dias esperando na frente da caixa do correi uma carta dele, cartas que nunca chegavam. -Eu nunca recebi cartas suas. Voce nunca se preocupou em me encontrar. Já eu, ficava dias esperando em frente a caixa de correspondência o carteiro aparecer e trazer uma carta sua. Mas isso nunca aconteceu. — disse ele em um tom de voz triste e enti meu coração apertar mais um vez. -Suas cartas nunca chegaram. — disse apenas e depois disso um silencio incomodo se instalou ali por alguns minutos. -Quando voce se foi, foi tudo tão difícil... — disse ele cabisbaixo mirando o chão quebrando o silencio. Ele parecia ta vulnerável falando tudo aquilo, parecia que sua armadura havia sido desarmada, que este estava sem proteção alguma. -Lembro que todo dia eu ficava olhando pela janela do sótão, esperando você voltar. Passava o dia todo ali... — disse ele e dessa vez pude sentir meus olhos lacrimejarem, mas eu como sempre as controlei. — Você era a minha família, a única coisa que eu tinha. — continuou. Vê-lo ali declarando tais fatos era torturante. Eu me sentia culpada. Sentia um misto de culpa e arrependimento de ter abandonado ele lá. Mas o que eu poderia ter feito? Aquilo estava além da minha vontade. Nao vou negar que uma parte de mim queria mesmo ir, mas eu simplesmente o abandonei ali, sozinho, sem ninguém. -De-desculpa. — disse com a voz entrecortada e no mesmo instante ele virou seu rosto na minha direção. -Desculpa. Eu nao queria ter te deixado lá. — continuei, minha voz estava embargada por causa do choro que estava preso na minha garganta. -A culpa nao foi sua. E tambem depois de um tempo e fui adotado. Pattie foi e ainda é a melhor mãe que eu podia ter. — disse ele na tentativa de me ausentar da culpa, mas nao deu certo. Eu anda me sentia a culpada pela tristeza e por tudo que ele deve ter passado com a minha ausência. — Jeremy foi um bom pai, no pouco tempo em que esteve presente. Mudar para o Canadá foi incrível. Sem contar em Jazzy e Jaxon... Mas e você? E sua família? — perguntou Ele mudandi o rumo da conversa. Ri fraco com isso e no mesmo momento aquela tristeza e angustia que eu sentia se esvaiu do Meu corpo. -Bom... É uma longa história. — disse sorrindo em retribuição ao sorriso que ele me dava. Ele fitou o relógio em seu pulso direito e disse. -Tenho tempo. [...] Ficamos ali conversando durante um bom tempo, quando fitei o relógio levei uma baixa susto. -Meu deus! Já suas duas horas da manha. — disse meio desesperada enquanto calcava as minhas Uggs que estavam jogadas ao chão. -O tempo passava rápido quando estamos juntos. — disse ele de um jeito meio diferente. -É, mas todos devem estar preocupados. Lucy deve ter me ligado umas mil vezes! — disse ajeitando a minha roupa. — Falando nisso, onde ta meu celular? — disse rodando me volts do quarto para ver se o achava. -Como você consegue ser tão atrapalhada? — perguntou Justin risonho se levantando da cama para me ajudar a procurar. -Voce nao pode dizer nada. Se me recordo bem quem sempre acabava preso dentro do refrigerador era você! — disse me lembrando do dia em que ele havia ficado trancado dentro do grande refrigerador que havia no orfanato e por pouco nao morreu congelado. -Mas isso foi por sua causa. Se me lembro bem a "garotinha nao tomo leite quente" era você, que sempre me obrigava a ir pegar leite frio de noite pra você. — dizia ele procurando por entre as divisórias do pequeno sofá que havia em frente a cama. Ri me lembrando disso e ele me acompanhou.
Notas finais
O capitulo nao esta bom, eu sei, mas a outra parte esta mt boa, nao postei o clãs completo pq vcs nao merecem. Espero pelo menos receber reviews nesse caps. Pq senão, nao vejo razão pela qual continuar essa FIC. Vcs podem achar a é drama da minha parte mas nao é, tenho 15 leitoras e nem a metade comenta, isso então me da motivação nenhuma pra continuar. Então... Quero chegar a 100 reviews e se nao chegar nao posto mais. Desculpa as minhas leitoras:SwagGirl E Gigilolotititoto123, BellaHenderson, LizyCyrusBieber, drewlovato (bem vinda), - ErikaGuedes, MissSwaggie, Jess Good Enough - Amanda.
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