Dramione - Your Touch, Magnetizing

19 Blackburn é mais que um bom beijador


Notas iniciais
Olá gente! Aqui é a irmã da Foxnissone ela está aqui do meu lado com o braço enfaixado pedindo para eu postar esse cap faz dois dias (me desculpa a maldade, andei ocupada.) Postarei esse capítulo que ela fez, e como é a minha primeira vez aqui, me desculpem se fiz algo errado. A partir agora, escreverei o que minha irmã ditar: Olá queridos, eu estou com o braço ruim, mas não deixarei de postar! Sei que tudo fica mais dificil por causa d volta as aulas, mas reviews sempre são bons, não? Nesse capítulo, lhes apresentarei Ezra Blackburn, que entrou de cabeça na nossa história e talvez mude tudo. Um novo amigo de Hermione que talvez esconda segredos perigosos, ou não. Irei deixar um gif para mostrar uma cena que lerão à seguir, e o meu Ezra Blackburn é interpretado pelo lindo Gregg Sulkin (se quiserem procurem mais fotos dele no Google), e a Austy Tillonix é ninguém menos que Lucy Hale. Aproveitem, e comentem! O que será que Ezra irá fazer? Vai interferir em tudo? Vai ajudar ou bagunçar? (QUALQUER ERRO DE DIGITAÇÃO, ME DESCULPEM, NÃO TIVE COMO CORRIGIR COM O BRAÇO RUIM) Beijos

– Quero sair daqui. — Hermione se levantou rapidamente e apanhou seus cachecóis.
Ela fuzilou Draco com os olhos e bateu a porta do Três Vassouras sem pensar duas vezes.
A nevasca estava forte, os passos dela eram curtos e cautelosos.
Cobriu o rosto até os olhos.
Caiu duas vezes na neve escorregadia, cambaleou algumas, mas prosseguiu o caminho com os olhos semicerrados.
– Quer uma ajuda? — Escutou uma voz familiar. Virou-se rapidamente, esperando que ali estivesse Draco, de braços abertos.
E ali ele estava, o garoto da Corvinal. Os cabelos loiros escuros, nariz empinadinho, mandíbula quadrada e olhos verdes.
Ele chegou tão perto dela que Hermione conseguia sentir seu hálito de Hortelã e mel.
– Sou Ezra Blackburn, muito prazer.
– Hermione Granger. — Ela disse por debaixo dos panos, timidamente olhando para os lados.
– Permite-me lhe acompanhar? — Ele estendeu o braço para ela. — Oras, vamos. É só um braço amigo, e você quase caindo. Só quero ajudar
– Pareceu querer ser mais que amigo lá dentro. — Ela juntou seu braço com o dele, e apoiou nele. Suas costas já estavam doendo devido à última tombada, e suas pernas latejavam.
– Mas isso foi lá dentro. — Ele riu. — Desculpa se te assustei, eu sempre quis fazer aquilo.
– Você é piradinho, hein! — Ele fez que sim com a cabeça. — Pelo menos seus lábios são legais.
– Eles são espetaculares, diz ai. — Ele gabou-se, rindo.
Mexas loiras pulavam para fora do gorro preto, devido à ventania forte.
– Ai Merlin...
– Que foi? — Ele questionou.
– Estou de braços dados com um menino que acabei de conhecer e já beijei.
– Bem, Hermione Granger, tudo tem sua primeira vez, não?
– Creio que sim Ezra Blackburn.
– Por favor, me chame de Ez.
– Então me chame de Mione.
– Não... Gostei do seu nome. E para que desperdiça-lo com um simples apelido? Já percebeu o quanto dizer Hermione Granger é delicioso? O som que Granger faz, no fim, é impossível de não se falar, Hermione Granger.
– Ta legal, Ez, se é assim que quer ser chamado. — Ela riu. — Então, conte-me o que um menino da sua idade...
– 17- Ele Respondeu.
– 17, estava fazendo sozinho numa mesa, com a vontade de beijar e ter amizade com alguém desconhecido?
Ela tentava mudar de assunto para que imagens de Draco encostando sua boca na de Pansy sumissem de sua cabeça.
– Austy terminou comigo faz um mês. — Hermione já conseguia ver Hogwarts.
– E o que isso tudo...
– Ela simplesmente parou de falar comigo do nada. Isso não é coisa que se faça.- Ele a interrompeu. – Ela fez merda comigo, e eu a perdoei. Mas acho que eu não era o bastante, então ela simplesmente me ignora, como se fossemos nada mais que pessoas que estudam na mesma escola.
– Que terrível! — Hermione soltou.
Ezra era realmente bonito. Draco era mais, mas Ezra era realmente charmoso.
Eles ficaram em silêncio por alguns minutos, andando calmamente pelo caminho cheio de neve.
– Não quero falar de mim. — ele admitiu. — Diga-me então, Hermione Granger, o que já rolou entre você e o menino loiro emburrado?
Hermione parou de repente.
– Que?
– Ah, por favor...
– Eu te conheço faz dez minutos.
– E dai? Já nos beijamos e eu já até te contei um pouco de como o amor da minha vida acabou comigo. Faz favor.
– Eu não tenho nada com ele. — Segurou novamente em seus braços grossos.
– Não minta, aquilo foi mais do que obvio. O que você e o loiro tinham?
– o Draco não tem...
– Ahaa! O nome dele é Draco! Sabia!
– Se você parar de me cortar, eu posso te conta, combinado? — Ela riu, e ele concordou, com um sorriso que mostrava seus dentes bem alinhados.
– Eu e ele tínhamos um lance.
– Mais do que um lance, pelo modo como ele me olhou quando eu sai do bar. A menina que ele beijou não estava mais lá, e ele estava pálido.
– Vadia. — Ela tossiu. — Posso terminar?
– Fique à vontade.
– Nós meio que terminamos.
– Quem terminou?
– Não sei bem...
– Fala!
– Ta, mas não foi culpa minha! Tinha mais gente envolvida!
– Como assim?
– Longa história, Ez...
– Conte-me, então.
– Quer mesmo passar as próximas horas conversando com uma menina totalmente desconhecida sobre um menino que viu por vinte minutos? — Hermione perguntou, retirando o cachecol da boca quando entraram em Hogwarts. Nem Draco, nem Harry, nem ninguém viera atrás dela a não ser por Ezra.
– Em primeiro lugar, não somos totalmente desconhecidos.
– Ta, mas somos desconhecidos.
– Responda-me: qual sua cor e seu som favorito? A matéria que mais gosta, livro que adora, um cheiro que te inebrie e comida favorita.
– Pérola. De chuva. Runas antigas. Hogwarts, uma história. Cheiro de pergaminho novo e... Queijo Quente. — Hesitou em falar o último, enquanto sua mente era bombardeada com imagens dela e do Draco comendo as especialidades dele. — E os seus?
– Laranja. De vento. Poções. Lágrima Imperial. Talvez você não conheça, é um livro trouxa, Austy que me apresentou. Cheiro de baunilha e Avelã coberta de chocolate. — Ele lambeu os lábios.- Viu? — Ele se sentou num degrau de uma escada estreita. Hermione sentou-se dois acima dele. — Agora nos conhecemos bem, você não tem mais desculpas. Além do mais, se você aguentar meus palpites e histórias sobre a Austy depois, claro que sim!

– Então, por favor, comece primeiro, não depois de mim.

– Quer ver se minha história é tão deprimente quanto a sua? – Riu baixinho.

– Gostaria de comparar. – Ela admitiu, mas fez um carinho rápido em seu ombro como um sinal de “eu te entendo”.

– Eu e Austy viemos para Hogwarts juntos. – Ele suspirou. – Ela caiu na Lufa-lufa. E eu, na Corvinal. E também veio Matthew, mas ele caiu na Sonserina. Você deve conhecer ele, não?

Ah se conhecia. Matthew SlugLaurentis era simplesmente gostoso. Sim, gostoso. Ele era do sétimo ano. Sua mandíbula quadrada com barba rala mal feita, o topete de cabelos negros e os olhos cor castanhos claros contrastavam com seus lábios chamativos. No verão, ele caminhava todas as manhãs em volta do Lago Negro. Havia um peitoral definido e uma barriga tanquinho trincada. A voz era aveludada e sexy. – Não que tenha sequer dirigido uma palavra à Hermione, mas ela já escutara a voz dele elogiando uma menina na biblioteca. Eles estavam se beijando no fundo, ela estava sentada numa das pequenas janelas de vidro que ao seu lado tinha uma grande estante abarrotada de livros, estava com dois na mão, e ele ajeitava seu cabelo, e ela sorria marota para ele. – Ele era goleiro do time de Quadribol e um às em DCAT.

– Sim, conheço, — Respondeu, após alguns segundos, como se fosse indiferente.

– Então, depois que estávamos namorando por sim... QUATRO ANOS. Começamos no segundo. – Ele completou.- Ela terminou comigo nas férias, e eu fiz questão de ir à casa dela pessoalmente perguntar o que havia acontecido, estava muito triste. E eu bati na porta do seu apartamento e ela sorriu, me abraçou, me disse que estava errada, e que queria voltar. Mas mês passado ela terminou comigo de novo, e nunca mais dirigiu uma palavra olhando para mim.

– Como ela é? – Questionou Mione.

– Maravilhosa, é claro. Os olhos da cor de tempestade, pele quase brilhante, corpo perfeitamente desenhado pelos deuses, inteligente, e faz brincadeiras sem zoar os outros. Seus cabelos quase castanhos pairam sobre sua cintura fina, e ela usa pulseiras para esconder o fato de ter sofrido no passado, de ter se cortado, e essas cicatrizes foram feitas antes de vir para Hogwarts, mas elas durarão por muito tempo ainda. São muito profundas. Se fossemos como água, eu seria como uma garoa, e ela, uma tempestade de tornados.

– Oh... – E então Hermione percebeu que ela era a garota da biblioteca. Mas decidiu não falar nada. – Realmente, Ezra, isso é muito triste. – Falou com sinceridade.

– Pois é, venha partilhar sua dor, Hermione Granger, tire Austy de minha cabeça e me faça quebrar minha mente pensando em sua relação com o tal de Draco.
– Eu não queria ter feito aquilo, em primeiro lugar... — Ela começou.
– Aquilo o que?
– Acabar com tudo.
– Então, por que você fez isso?
– Eu não tive escolha. Foi para a proteção dele.

(Cena de Ezra e Austy no apartamento dela)

Notas finais
E ai? O que acharam? Reviews? Perguntas? Bjos