Dramione - RIDDLE?Riddle.
18 Capítulo 18
Notas iniciais
– Simplesmente vamos procurar as Horcruxes. — Disse Draco saindo da loja, estava furioso com o que acabará de saber... Sua morena está disposta a morrer, estava disposta a deixá-lo.
– Você sabe que elas podem estar com ele, então pode ser inevitável dele invadir meu corpo. — respondeu Mione dando de ombros.
– Então o que devemos fazer? — perguntou Ron, todos ficaram em silêncio, ninguém sabia o que fazer, o que dizer. — Ei, cadê o Harry? — perguntou Ron percebendoa ausência do amigo. Sua resposta veio com o sino da porta da loja que estavam, Harry saiu com uma coisa grande na mão, era a adaga.
– Vocês esqueceram isso. — Disse balançando a adaga.
– Me de isso aqui... — falou o loiro indo até o moreno mas foi barrado pela morena — Hermione...
– Você não vai encostar nessa adaga Draco Black Malfoy só se for para enfia-la no meu estômago. — o olhava nos olhos quando disse as tais palavras. Ele não podia acreditar no que ela acabará de dizer, os olhos arregalados e a boca aberta mostrava isso.
– Não acredito que disse isso para mim! Nunca faria isso com você e você sabe disso! Não vou deixar Harry nem ninguém te mate! — gritou, a raiva que estava aculada agora estava se discipando aos poucos.
– Eu vou ficar com adaga, vou esconde-la, além do mais ela foi cara. — Disse Harry estreitando os olhos.
– Quanto foi? — perguntou Ron.
– Três mil galões.
A boca dos três quase foram para o chão.
– Velha foda. — exclamou Mione.
– É.
– Mais um motivo para não ter pegado essa merda... — resmungou baixinho Draco.
– Não comece... — repreendeu a morena e aparentou. Foi seguida por Harry e Ron.
– Vou descobrir onde você escondera essa adaga Potter e vou destrui-la. Não vou perder a pessoa que amo. — E aparentou.
***
Draco aparentou em seu quarto na casa abandonada, Mione estava senda com os braços e as pernas cruzadas. Ela olhou para o relógio, era 23:15.
– Onde você estava? — perguntou o encarando com o queixo erguido.
– Isso não te interessa. — respondeu o loiro colocando a varinha na mesa.
– Como assim isso não me interessa? — a morena estava com os olhos arregalados e marejados. — Sou sua namorada!
– UMA NAMORADA QUE PREFERE ABANDONAR SEU NAMORADO, QUE LINDA NAMORADA EU TENHO. — berrou puxando os cabelos com força. Hermione se levantou com as lágrimas caindo por sua face.
– Você tem que entender....
– EU NÃO QUERO ENTENDER!
Draco caiu de joelhos e desatou a chorar, chorava como uma criança que tinha medo de escuro. Com as mãos cobrindo o rosto, gritava, soluçava, xingava, Mione se ajoelhou em sua frente e segurou seu rosto.
– Me desculpe...
– Eu só queria ser feliz ao seu lado, ficar com você para sempre, ficar com meu amor. Receber tapas e broncas por deixar nossos filhos comerem a sobremesa antes do almoço... Por que não posso ter você? — nenhuma resposta, o loiro fungou — Só queria ter você nada mais, isso é pedir muito? Desejar que a pessoa que você ama fique com você para sempre? Eu só queria ver você com aquela barriguinha de grávida, ver minha morena entusiasmada para decorar o quarto do nossa filha. Por que Merlin não é justo comigo? — as lágrimas caíram mais.
– Nos vamos ficar juntos meu amor! — beijou seus lábios.
– Como eu quero que isso aconteça Hermione! Mas os fatos comprovam, você vai.... O que não quero que aconteça...
– Eu lhe prometo Draco que sempre estarei do seu lado, mesmo que se alguma coisa aconteça e não consiga que seja de corpo, será de alma. — o loiro a beijou apaixonadamente.
– Você não é minha namorada... — sussurrou baixinho. Se afastou um pouco e tirou uma caixinha de veludo preto do bolso, a abriu lentamente, nela, tinha duas alianças, as alianças eram metade de ouro e metade de prata, uma delas tinha um pequeno diamante. Draco pegou a mão direita e o anel do pequeno diamante. — Você é minha noiva, esposa.
Silêncio, silêncio absoluto no quarto. A morena sorriu levemente para o loiro.
– Sim, eu sou.
***
– COMO ISSO PODE SER POSSÍVEL?! — berrou Lord Voldemort lendo mais uma vez o Profeta Diário.
" Aluna e amiga de Harry Potter mata aluno de Hogwarts.
Hermione Granger amiga de Harry Potter, cometeu um assassinato na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ela matou o aluno Cameron Walker com a maldição imperdoável e ilegal Avada Kedavra. Os pais do aluno estão desolados. " Eu não aguento mais, ela já levou meu filho, tenho medo que leve outras pessoas inocentes... " disse aos choros a mãe de Cameron. Recentemente descobrimos por Dolores Umbridge que, Hermione Granger está foragida, parece que seus amigos Harry Potter e Ronald Weasley não estão mais em Hogwarts, será que eles são cúmplices de Granger? Os Aurores do Ministério da Magia estão procurando por eles vinte e quadro horas para que não aconteça mais desgraças como aconteceu com o pobre aluno Cameron Walker. O Profeta Diário lamenta muito por sua morte e que a justiça seja feita. "
– Rita Skeeter.
Lord Voldemort lançou o jornal no ar e rapidamente com a varinha o jornal virou cinzas. Jogou a cadeira que estava sentado contra a parede a fazendo se despedaçar.
– E agora tenho que sair a procura daquela inútil! Preciso daquele corpo o mais rapido o possível! ELFO!
Um elfo veio correndo aos tropeços, um pedaço de pano sujo cobria seu pequeno corpo magro, seu nariz era grande. Ele era parecido com Dobby.
– S-s-sim se-senhor... O que o se-senhor deseja? — perguntou timidamente se encolhendo cada vez mais com as palavras grosserias que Voldemort dizia.
– Aquele imbecil de Lucios não serve para nada! Tenho que sair agora para procurar minha filha!
– O-o senhor... Senhor quer que traga alguma coisa para o senhor?
O Lord o olhou com nojo.
– Cale a boca seu elfo estúpido. Só dirija a palavra para mim quando eu pedir. Não será perdoado da próxima vez....
– S-sim se-senhor....
O elfo arregalou os olhos.
– Avada Kadavra!
O corpo do pequeno elfo caiu no chão duro, os olhos opacos, morto. Voldemort chegou perto do corpo olhando de cima a baixo com desprezo.
– Eu o avisei.
– Se continuar assim não teremos mais elfos domésticos para limpar a mansão e o senhor vai ter que fazer isso... — resmungou baixinho Lucios Malfoy entrando na sala de jantar. Lord o encarou com uma sobrancelha levantanda.
– O que você disse Lucios?
Ele engoliu em seco.
– Nada Milord.
– Pois se você disser isso novamente — apontou para o corpo do elfo -, o próximo será você.
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