Dramione - Orgulho e Preconceito
74 The End
Notas iniciais
Não me matem se não sair como o esperado, porque eu estava tão triste por se o último que não consegui escrever muita coisa, então saiu pequeno.
Espero realmente que gostem, mas não vou me despedir ainda porque tem mais um capítulo depois desse....
HERMIONE GRANGER
_Julie! Jane! Vamos dar tchau para todo mundo, ainda temos que ir à casa da vovó Cissa. – chamava minhas filhas inutilmente. – Amor, chama elas.
_Tudo bem. – riu ele e foi chama-las, o que não demorou nem dois minutos e elas já estavam de volta para dar tchau a todo mundo.
Ele tinha esse dom, um dom de fazê-las obedecer que eu não possuía, e isso não era nada bom.
Não demorou muito e logo estávamos os quatro dentro do carro indo para a mansão dos Malfoy, onde a minha querida e amada sogra morava. E não, eu não estou sendo sarcástica. Ela era uma ótima pessoa, ela era amorosa, carinhosa, como uma mãe para mim.
_Chegamos! – anunciou Draco ao estacionar o carro em frente a enorme e luxuosa mansão na qual havia crescido e passado por mals bocados.
_Eba! – alegram-se elas batendo palminhas no banco de trás.
Saímos então do carro e fomos adentrar pelos enormes e pesados portões de ferro que nos dava passagem para o enorme e belo jardim onde Julie e Jane adoravam brincar nos finais de semana.
_Mãe? – chamou Draco enquanto passávamos pela porta da frente e entravamos no hall de entrada– Chegamos.
_Estou na cozinha. – escutamos ela gritar de volta.
Fomos para onde minha sogra estava e assim que entramos na cozinha demos de cara com uma mulher de avental sujo, farinha na cara, com uma tigela e uma colher na mão.
_O que está fazendo, mãe? – perguntou Draco rindo do estado da mãe.
_Bolo de chocolate. – sorriu. – Minhas coisinhas lindas da vovó.
_Vovó! – disseram juntas e foram dar um beijo nela – Hum... Gosto de chocolate.
_Elas vivem falando juntas, não? – perguntou a Cissa rindo.
_Sim. – respondi. – Olá, Cissa estava com saudades.
_Eu também Hermione, eu também.
Enquanto a Cissa fazia o bolo e as meninas ajudavam como podiam, Draco e eu ficávamos observando-as abraçados, era uma cena linda de se ver, minha sogra babando nas netinhas que se melecavam com a calda de chocolate.
_Agora que já colocamos o bolinho no forno vamos para o jardim? A vovó tem uma surpresa para as duas princesinhas. – disse ela pegando na mão delas e guiando-as para o jardim.
Draco e eu a seguimos até um pequeno arbusto onde havia várias flores.
_Que fozinha bonita vovó. – disse Julie admirada com o colorido das flores.
_Gostou Julinha? – perguntou Cissa sorrindo. – O que vocês acham de plantarmos algumas?
_Podemos mamãe? – perguntaram ao mesmo tempo.
_Claro que podem. – sorri para elas. – Papai e eu vamos passear um pouquinho e logo voltamos.
_Ta bom mamãe. – responderam, e logo colocaram a mão na terra.
Draco e eu começamos a caminhar pelo jardim de mãos dadas até que chegamos a árvore que tinha uma casinha de madeira em cima da mesma, e ficamos olhando o horizonte.
_O que está pensando, amor? – perguntou-me depois de um tempo.
_Estava pensando em nós dois e o quanto lutamos para chegar até aqui.
_Passamos por muita coisa mesmo. – concordou comigo – Mas, algo me dizia que iriamos ficar juntos, desde aquele dia em que nos vimos pela primeira vez no Beco Diagonal.
Eu me lembrava daquele dia como se fosse ontem. Eu andava distraída olhado para todos os lados, encantada com o mundo bruxo quando esbarrei nele. Ele não havia sido muito gentil comigo, mas, algo nele havia me encantado.
_Parece que foi ontem, não é? – perguntei.
_Sim. – sorriu – Assim como o soco que ganhei de você no terceiro ano. Doí até hoje só de lembrar.
_Mas, você mereceu. Não tinha nada que contar para o seu pai do Bicuço. – disse irritada.
_Verdade. – ele riu.
_Mas, você esqueceu-se daquele dia em que entrou para o time de Quadribol da Sonserina? E me chamou de sujeitinha de sangue-ruim? Aquilo não foi legal.
_Não tem como esquecer, o Ronald ficou cuspindo lesmas. – ele riu, mas, viu que eu não achava graça nenhuma e completou – Mas, me desculpe por isso. Eu era um idiota naquela época.
_Bom, passamos por muita coisas juntos. Algumas boas e outras ruins, mas, cá estamos nós. – disse dando-lhe um selinho – Com duas maravilhosas filhas.
_Fizemos um bom trabalho, não acha? – perguntou dando um sorriso perfeito – Temos uma família linda, somos felizes e nada pode nos separar.
_Não, não há nada que possa. Somos perfeitos um para o outro.
_Sim, mas, temos nossos defeitinhos. – ele riu.
_Sim. Nós temos. – eu ri – Mas, superamos eles. Eu superei o meu orgulho. Meu orgulho de dizer que era apaixonada por um sonserino Malfoy de sangue-puro.
_E eu o meu preconceito. Preconceito de dizer que era apaixonado por uma Grifinória, irritante e sabe-tudo sangue-ruim. – sorriu beijando-me.
_Nós vencemos, Draco. – abracei-o fortemente e ele retribuiu o abraço mais apaixonado e carinhoso de todo o universo sussurrando em meu ouvido.
_Vencemos o ORGULHO & PRECONCEITO.
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