Dramione - Orgulho e Preconceito
66 Hormônios da gravidez
Notas iniciais
E esse capítulo vai para Sky Rosenbach que me mandou uma linda recomendação. Gente a cada recomendação que eu recebo eu fico feliz da vida, pulo de felicidade, me sinto a autora mais sortuda do mundo Nyah!
Agora sem mais delongas... AO CAPÍTULO meia boca.
Capítulo 66 – Hormônios da gravidez
POV. DRACO MALFOY
|| Alguns meses depois... ||
_Amor, vamos logo. Gina e Harry devem estar cansados de tanto nos esperar.
Hoje era dia do almoço na casa dos Potter e Hermione estava a duas horas, literalmente, se arrumando, eu estava cansado de esperar. Sentei no sofá e peguei O Pasquim para ler enquanto ela não vinha, já era a segunda vez que o pegava para ler.
_A Gina e o Harry que esperem, não vou com qualquer roupa. – gritou ela lá de cima.
_Meu santo Merlin me dê paciência com essa mulher. – sussurrei.
_EU OUVI ISSO MALFOY! – gritou.
Passaram-se uns vinte minutos e então ela desceu, ela estava linda, como sempre. Usava um vestido florido com os cabelos soltos, sua barriga a deixava mais linda, ela já estava de seis meses e parecia que teria os bebês a qualquer momento. Sim, digo bebês porque decidimos não saber o sexo até a hora do nascimento.
_Pronto, vamos logo. – disse ranzinza.
_Você está linda. – eu disse.
_Quer dizer que eu sou feia? – perguntou ela.
_Não. – tentei pensar em algo – Só que está mais magra.
_EU ERA GORDA? – gritou.
_Merlin! Não. – disse – Hoje você está difícil hein?
_Então eu era fácil, né Malfoy? – perguntou já batendo os pés.
_Opa! Vamos logo antes que a coisa fique feia. – disse.
Sem falar mais nada ela pegou sua bolsa e me acompanhou até o carro. Não estávamos mais aparatando para não fazer mal para os bebês e nem a ela mesma, pois, já ficava enjoada sem aparatar, imagine aparatando então?
Fomos o caminho inteiro sem dizer uma palavra. Ela, provavelmente, estava com raiva de mim e eu tinha medo de dizer alguma coisa e ela interpretar mal.
Chegamos à casa dos Potter e tocamos a campainha, Gina foi quem atendeu.
_Achei que não viriam mais. – falou dando-nos um abraço e dando passagem para passarmos.
_Hermione demorou em se aprontar. – eu expliquei.
_Está explicado. – disse ela olhando para Hermione que me lançou um olhar mortal.
_Mione! – disse Harry vindo abraça-la. – Estava com saudades.
_Eu também Harry. – ela sorriu.
_E como vão os bebês? – perguntou ele passando a mão na barriga dela.
_Ótimos. Vivem se mexendo. Draco costuma dizer que estão brincando. – ela riu. – E o seu bebê?
_Está mais que ótimo. – disse Gina passando a mão na sua barriga. – E fomos ontem ao hospital para saber o sexo.
_Sério? – perguntei. – O que é?
_Menina! – disse Gina com os olhos brilhando. – Só falta escolhermos o nome.
_Já escolhemos vários na verdade. – disse Harry – O difícil é se decidir entre eles.
_Verdade. – dissemos Gina, Hermione e eu em uníssono.
_Nossa! – disse Harry e riu.
_Vamos comer então? – perguntou Gina – Estou morrendo de fome.
_Eu também. – disse Hermione.
_Essas mulheres vão acabar com a comida do mundo desse jeito. – eu falei para Harry que riu.
_Não sou um zumbi, mas, se continuar com suas gracinhas eu como o seu cérebro, que já não é grande. – ela disse entredentes.
Olhei para Harry sem entender absolutamente nada.
_Hormônios da gravidez, Gina está igualzinha. – explicou-me.
_Eu não posso falar nada para ela. – falei indignando.
_Não se preocupe, é só uma fase. Quando completar sete meses isso diminui. – ele riu.
_Espero mesmo. – falei.
_O quarto já está pronto? – perguntou ele.
_Ainda não. – falei.
Já havíamos arrumado um quarto para os bebês, mas ainda era um cômodo vazio.
_Se quiser ajuda eu e Rony ajudamos você. – falou – E aposto que o Blásio também.
_Obrigada. – sorri com a ideia. – Vou conversar com a Hermione e depois aviso vocês.
_Tudo bem. – sorriu ele – Acho melhor irmos. A não ser que queira ver a senhora Malfoy nervosa novamente. – disse-me levantando.
_Vamos! – disse apenas.
Elas estavam conversando na cozinha enquanto arrumavam a mesa, assim que botamos o pé na cozinha vimos Gina subindo em uma cadeira para pegar uma travessa, e ela se desequilibrou.
_AAAH! – gritou apavorada, mas Harry a pegou antes que caísse no chão.
_Gina, meu amor, tome cuidado! – ele disse colocando-a de pé – Porque não me pediu que eu pegasse para você? – perguntou pegando a tal travessa.
_Você estava conversando com o Draco na sala, e eu não quis atrapalhar. – falou dando de ombros, meio sem graça.
_Poderia ter chamado mesmo assim. – insistiu ele.
_Bom, então vamos comer? Essa macarronada está com uma cara ótima. – disse Hermione.
||Mais tarde... ||
_O próximo almoço é na nossa casa, não é querido? – disse Hermione a eles.
_Sem dúvidas. E eu faço a sobremesa. – disse levantando a mão.
_Essa eu quero ver. – gargalhou Harry.
_Aposto que fica melhor do que a sua Potter. – disse erguendo a sobrancelha.
_Vamos, Draco. – falou Hermione rindo.
Despedimo-nos e entramos no carro, íamos agora para casa o mais rápido possível, já eram quase cinco da tarde e o Jorge levaria o Teddy as seis para lá.
Uma vez por mês ele dormia em casa conosco. Ele realmente amava Hermione.
_Eu achei que o pudim estava muito bom. – comentou.
_Estava sim, aposto que Luna amaria ele. – ri.
_Não sobraria nada para nós. – gargalhou – Ela ama pudim mais do que o Rony ama comer.
_Com certeza. – ri com ela.
Rimos muito enquanto íamos para casa, até que ela parou de rir e disse:
_Me desculpe.
_Pelo quê? – perguntei confuso.
_Por estar agindo feito uma maluca esses dias. – falou – Eu não sei o que anda acontecendo comigo, às vezes sinto tanta raiva, que qualquer coisinha me irrita. E você tem sido tão carinhoso e amoroso comigo... Não merece isso.
_Não precisa se desculpar. Não é sua culpa. – disse olhando em seus olhos e voltando olhar a estrada – São os hormônios da gravidez. Toda grávida fica assim, Harry disse que Gina fica insuportável às vezes.
Ela riu um pouco.
_Sério amor. Não fique preocupada comigo, eu não vou te largar por causa de uns hormônios doidos. – eu a fiz rir e isso era um ótimo sinal.
_Te amo meu herói.
_Eu te amo meu anjo. – disse beijando sua testa – E amo vocês ai dentro. – completei passando a mão da enorme barriga dela.
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