Dramione - House Of Night

27 Finalmente tudo estava dando certo.


Notas iniciais
E aí galerinha do bem, tudo bom?????? Cheguei com mais um cap pra vocês (eu escutei um "viva!"?)
Eu pretendia postar logo mas acabei demorando mas o que importa é que agora o cap está aqui!!!! hehehe

Queria fazer uma dedicação especial para minha linda, maravilhosa, querida e fofa leitora Tábata(mais conhecida como SrtaLovegood) pois seus comentários me fazem abrir um sorriso de orelha a orelha!
Esse é pra você!!!!!!!!! ♥

Obrigada pelos reviewssssss, amo vcs!!!!!!!!!

No meio do caminho pra casa Hermione acordou assustada. Olhou pro lado e encontrou Blás dirigindo. Ela tinha sonhado com Tom Riddle e o corpo de Draco morto à sua frente.

- Você está bem? — Blás perguntou dando uma rápida olhada nela e logo depois voltando a prestar atenção na estrada.

- Não. — Ela respondeu com os olhos fechados abraçando o próprio corpo.

Passou a olhar pela janela do carro a paisagem lá fora, totalmente absorta em pensamentos.

- Chegamos. — O moreno anunciou alguns minutos depois.

Ela tirou o cinto de segurança, abriu a porta e desceu. Blás já estava ao seu lado a olhando preocupado.

- Obrigada. — Ela agradeceu a ele com um sorriso. — Por tudo.

Ele sorriu abertamente pra ela e sem mais delongas ela jogou seus braços ao redor dele e o abraçou. Blás era um amigo maravilhoso.

- Não há de que. — Ele respondeu. — Mas agora quero que você tome um banho e descanse. Isso é uma ordem!

Ele se separou dela e lhe lançou um olhar de general. Entrando na brincadeira, Hermione arrumou sua postura e bateu continência.

Se despediram com mais um abraço rápido e Hermione entrou no prédio. Com o restante das forças que tinha, saiu do elevador e andou até uma das últimas portas do corredor. Entrou em casa, largou a bolsa no sofá e se arrastou pra cama.

Agora que estava ali, podia realmente sentir o cansaço tomando conta de seu corpo. Tirou os sapatos de qualquer jeito e se jogou na cama. Em menos de cinco minutos já havia pego no sono.

Acordou preguiçosamente muitas horas depois. Ainda sonolenta, procurou o celular com as mãos e olhou a hora no visor. 17 horas e 23 minutos. Se espreguiçou e jogou as cobertas pro lado, levantando em seguida.

Abriu seu armário em busca de alguma roupa qualquer e colocou encima da cama pra que vestisse quando saísse do banho. Ainda se arrastando e com preguiça, caminhou pro banheiro do quarto e se despiu. Tomou um banho rápido pois ainda tinha planos de sair naquele dia.

Ainda fazia frio lá fora, então colocou uma calça jeans, um casaco bem grosso e seu sobretudo preto por cima. Penteou os cabelos e os prendeu em um rabo de cavalo meio torto. Pegou a bolsa, as chaves e saiu de casa.

Já do lado de fora do prédio, deu sinal pra um táxi que passava e entrou. Deu o endereço da Escola de Música e Dança Beauxbeatons e o motorista seguiu. Pagou a corrida quando ele estacionou em frente a escola e desceu.

Foi direto pra sala da Diretoria, queria avisar que estava bem e que voltaria a dar aulas no dia seguinte. Àquela altura, todos já sabiam do que havia acontecido com ela.

Deu duas leves batidas na porta intitulada “Madame Maxime, diretora de Beauxbeatons.” e logo ouviu um sonoro “entre”. Ela abriu a porta com calma e viu que a mulher estava de costas, sentada em sua cadeira. Subitamente a cadeira se virou pra ela e os olhos da mulher quase saltaram pra fora das órbitas.

Ela se levantou num impulso e correu de encontro à Hermione pra abraçá-la. A mulher era uns bons centímetros mais alta que Hermione, então a morena se contentou em praticamente abraçá-la pela cintura.

- Ai meu Deus, não acredito que está bem! — Ela segurou o rosto da morena como se pra conferir que ela estava bem mesmo. Hermione sorriu.

- Estou, graças a Deus.

- Fiquei tão preocupada quando soube. Não só eu como todos que te conheciam. Seus alunos quase tiveram um ataque. — Ela falou gentilmente. Hermione alargou o sorriso. Não poderia ter arranjado emprego melhor.

- Já que estou bem e segura, talvez eu já possa vir trabalhar amanhã. — Hermione falou meio incerta. Madame Maxime sorriu em contentamento.

- Isso é música para meus ouvidos. — Ela agitou os braços freneticamente. — Pode voltar quando quiser. Hoje mesmo aviso aos seus alunos que as aulas voltarão e que você está bem.

- Obrigada. — A morena sorriu e com um último abraço se despediu da diretora.

De novo chamou um táxi que passava na rua. Dessa vez saiu de lá com um outro rumo, a casa dos Weasley, a Toca.

Desceu do táxi na estrada próxima à casa e caminhou até à entrada. Bateu na porta um pouco hesitante mas logo deixou a hesitação de lado quando um dos gêmeos abriu a porta.

- Hermione! — Ele falou alto e em menos de uma fração de segundos já estava abraçando-a. — Como é bom ver você bem! — Ele falou aos risos. Depois virou-se pra dentro de casa e gritou: — Gente, Hermione está aqui!

Uma voz abafada veio de lá de dentro: — Saia da frente e a deixe entrar seu imbecil!

Hermione riu sonoramente ao reconhecer a voz de Molly.

Fred, que ela reconheceu sabe se lá como, deu passagem pra que ela entrasse e antes que pudesse ver alguém, centenas de braços a apertavam.

- Oh Hermione minha querida, ficamos tão preocupados! Que susto que nos deu!

- Mamãe quase teve um infarto quando Gina ligou contando. — Jorge falou.

- Não fale como se você também não tivesse ficado desesperado, Jorge! — Molly ralhou com ele. O ruivo limitou-se a rir. — Você é da nossa família, nós a amamos tanto e não podíamos imaginar perdê-la, Hermione. — Molly desabou em lágrimas e Hermione juntou-se à ela. As duas se abraçaram e logo o abraço se transformou em um abraço grupal.

Uma correria na escada chamou a atenção de todos que rapidamente se separaram. Rose e Hugo olhavam atônitos pra mãe.

- Mãe! — Gritaram os dois em uníssono correndo em direção à ela. Hermione abaixou-se até ficar na altura deles e os abraçou tão forte que quase não conseguia respirar.

- Meus amores! Eu senti tanto a falta de vocês! — Ela desatou a chorar novamente.

Os demais se dispersaram pela casa, afinal, aquele era um momento só dos três.

Depois de se soltarem, Hermione voltou a olhar pra escada e encontrou Rony observando a cena. Suas feições não eram muito boas.

- Ora, ora, olha só quem está viva. — Rony deu uma risada sarcástica. — Vê no que dá se meter com aquele tipo de gente? Tsc, tsc.

- Draco não tem nada a ver com isso! Não é culpa dele se existem pessoas capazes de fazer tais coisas horríveis no mundo. — Ela respondeu agressivamente. As duas crianças apenas olhavam de um pra outro.

O ruivo riu.

- E que “tipo de gente” você se refere? — Ela perguntou fazendo aspas no ar. — Se não fosse por ele eu estaria morta nesse exato momento. — Ela continuava a falar, com raiva.

O silêncio se instalou entre os dois e Hermione pegou Hugo e Rose e foi até a cozinha se despedir de Molly e dos outros.

- Acho que já vamos. — Hermione falou ao passar pela porta. — Ainda quero passar no hospital pra saber como Draco está. — Ela soou triste na última frase.

- Não se preocupe Hermione, ele vai melhorar logo, ele é um cara forte. — Fred falou pra consolá-la.

- Vai sim. — Ela reafirmou e sorriu. — Vão buscar suas coisas pra irmos pra casa? — Ela falou pros filhos e eles assentiram e subiram as escadas correndo.

Nesse meio tempo, Hermione contou à eles tudo o que aconteceu desde o dia em que fora sequestrada. Já fazia mais de 3 dias e parecia que fora ontem.

Quando as crianças voltaram com as mochilas, eles se despediram e saíram da casa. Logo pegaram um táxi e rumaram para o St. Mungus, hospital onde Draco estava internado.

Cumprimentou algumas secretárias da recepção, que já a conheciam e foi direto pro quarto onde Draco estaria. Pelo vidro da pequena janela com persianas, viu Narcisa e Draco conversando.

Abriu a porta calmamente e logo os dois pares de olhos se viraram pra ela. Os dois sorriram ao vê-la e Narcisa levantou indo abraçá-la. Atrás dela as duas crianças estavam meio receosas.

Após abraçá-la, Narcisa saiu deixando os quatro à sós.

- Você parece melhor. — Hermione falou, se aproximando da cama.

- Você também. — Ele sorriu.

- Tio Draco? — Rose perguntou, se aproximando também. O loiro sentou na cama e estendeu os braços.

- Oi pequena! — A menina caminhou até ele e o abraçou.

- Você está bem? — Ela perguntou com a voz baixinha. — Tia Gina nos contou o que aconteceu.

- Estou sim! — Ele sorriu pra ela, afim de tranquilizá-la.

Ainda na porta do quarto, Hugo estava meio receoso. Abria e fechava a boca várias vezes como se quisesse falar algo. Hesitantemente, ele se aproximou da cama. Os três pararam pra observar o ruivinho.

- Huhum, — Ele limpou a garganta antes de começar a falar. — eu queria agradecer por ter salvo minha mãe. — Ele falou tão baixo que quase não se pôde ouvir.

Hermione olhava um pouco surpresa com a atitude mas logo sorriu.

- Não precisa agradecer. — Draco quebrou a tensão. — Eu não poderia deixar que nada acontecesse, afinal, o que seria de nós sem ela? — Ele riu e pra maior surpresa deles, Hugo também riu.

Hermione olhava pros dois com lágrimas nos olhos enquanto conversavam algo e riam. Apesar de Draco estar no hospital, tudo estava se tornando incrivelmente perfeito.

Notas finais
Vocês acham que tudo continuará perfeitamente bem? Ou tudo vai simplesmente por água abaixo? Façam suas apostas!
Não percam os próximos capítulos de House of Night!