Notas iniciais
Eu volteeeeei ~le Pascoal. Antes que levantem essas varinhas, eu tenho justificativa por esse tempo sem postar. Esse capítulo estava escrito à séculos, e galera, o cabo do meu notebook quebrou. O notebook não carregava mais, e quando eu tava postando, a bateria acabou pra ajudar tudo, meus pais estão construindo mais um andar aqui em casa que vai ser meu quarto. E grana não tem, R$40,00 pra consertar, barato talvez, mas cara, eu to literalmente zerada. Então, sem postar até consertar!! (E foi consertado ontem ^^) Obrigada a todos que não abandonaram a fic, e quero dizer que estava com saudades.. Bom capítulo. Nanny c2'

Harry e Ron, estes foram os aurores que eu pedi para me acompanhar, estes eram os caras que eu confiava em toda aquela confusão.

Dei duas batidas na porta de madeira simples, o lugar ficava no meio do nada.

O bilhete indicava um bar, numa cidadezinha próxima de Brighton, o antigo lar da Elizabeth. Então, eu falei com o cara do balcão, que me indicou uma porta nos fundos. Com as varinhas em mãos, preparados para uma armadilha, encontramos uma caneta. Imediatamente demos conta que era uma chave de portal, Elizabeth era inteligente.

Assim que tocamos no pequeno objeto, ele nos levou para uma cabana de madeira no meio do deserto. Aquele lugar me lembrou um desenho trouxa, de uma cachorro macabro, que Esther adorava.

Assim que a porta abriu, um sujeito magricela, com uma grande cicatriz e um olhar profundo disse:

–Ela já está esperando por você. – Apenas isso, nós colocamos o pé dentro da casa, e o homem sumiu por algum cômodo.

–Draco? – A mulher que eu olhei na entrada da porta, surpreendentemente, era Elizabeth Justice. Ela estava mais magra, mais pálida, mais frágil. Ainda sim, ela estava com um olhar firme de assustar qualquer um. – Vejo que trouxe dois aurores, só vou lhes explicar que isto é um trégua temporária, na verdade vocês não deviam estar na luta. Matar Granger é minha prioridade, mas não todo meu plano. A pequena irritante também, mas eu não tinha escolhas.

–Sabemos, Justice. – Harry cuspiu as palavras.

–Então não tentem graçinhas, há cinco homens aqui para cada um de vocês, Andrea está cuidado da pestinha e eu só preciso de um grito para a garota morrer. A casa é temporária, nem perca o tempo revistando aqui depois da nossa conversa.

–VÁ DIRETO AO ASSUNTO. –Um grito rouco saiu da minha garganta e a mulher pulou assustada. Depois levantou um olhar de ódio para mim e disse:

–Como quiser. – Suas palavras eram frias, e logo vi seu lábio começar a tremer – Eu tenho um filho. E ele é seu.

Um barulho saiu da boca do Ronald, Harry arregalou os olhos. E eu perdi o ar. Não era possível. Minha cabeça começou a girar.

–Depois daquele torneio que eu tentei matar a Granger, eu fugi. Descobri que estava grávida de alguns meses, não sei como não tinha notado antes, acho que estava desesperada. – Sua voz tremeu.

–Está mentindo. – Eu falei com tanta convicção na voz que a garota assustou – Você desviou o olhar, pode ser treinada para mentir, mas sua voz falhou, e nem mesmo você parece acreditar nisso. Quando você fugiu não estava grávida, nós tivemos nossa última vez uns três meses antes. É impossível que não tenha notado.

–Eu... E-eu.

–Você nada. De quem é essa criança? Se é que existe uma criança, e por que me chamou aqui? Quero apenas a minha filha.

–Malfoy! – Apesar da voz firme, eu vi seus olhos desesperados. –Trouxe a sua filha porque preciso de um favor. Eu apenas devolvo a sua filha se você prometer cuidar do meu filho.

Um riso sinistro e desesperado saiu da minha garganta. Ela me olhou profundamente.

–Você... – Eu ri de novo nervoso – V-você está brincando não é, sua louca?

–Meu filho é seu. Acredite ou não. Sendo ou não, está na cabeça daquela criança que você é o pai, e que não o quer. Ele odeia sua filha por quere-la –Ela abriu um sorriso maldoso – Mas ele está morrendo, está doente. Ele quer conhecê-lo – O sorriso dela se desfez.

–Você é louca, VOCÊ ESTÁ MATANDO UMA CRIANÇA. –Eu não me contive, e Harry e Rony continuavam parados, como estátuas, tentando absorver toda aquela conversa.

–NÃO DIGA ISSO! EU O AMO. EU SÓ TENHO A ELE – Os olhos delas marejaram, e eu fiquei a um ponto de pular no pescoço daquela mulher. Harry pressentiu e segurou meus braços.

–Se acalma, Draco. Estamos em desvantagem – Ele sussurrou. – Nós aceitamos o acordo, traga a Esther e a criança. Depois resolveremos nossas divergências sem envolver inocentes nisso – Ele rugiu para ela.

–Sábias decisões Potter.

Eu não podia acreditar aquilo é loucura. Estamos no meio de um problema, pessoas estão morrendo e a mulher disse que quer coisas a mais do que matar minha mulher. Não posso deixar tudo isso e cuidar de uma criança, ela nem é minha. Mas acredita que sim. Não posso deixar essa criança quebrada e maltratada ser criada por aquele monstro.

Entrou então na sala um garotinho magro, loiro, que incrivelmente tinha algumas feições finas que lembrava a mim, ele tinha um olhar perdido, incrivelmente preto, a boca pequena e grossa tremia, e o nariz fino muito parecido com o meu.

–Vo-você é meu pai? – Eu não consegui dizer nada, o choro estava preso na minha garganta, e um soluço esgoelado saiu, e eu assenti um pouco.

Outro soluço mais alto do que o meu saiu do canto da sala, e lá estava minha filha, muito mais suja, suas roupas tinham sidos substituídos por uma camisola branca, e seu cabelo estava trançado. Seu olhar tinha tudo que poderia esperar de um filho de um Malfoy e de uma Granger, coragem, medo, vergonha, nojo, decepção e força.

–Então você é realmente pai desse menino idiota? –Sua voz saiu rouca e quebrada.

–Esther... Eu...

–E você não o quis, assim como não quis a mim.

– Você sabe que não é assim, eu não sabia da sua existência, muito menos da existência do... Do...

–Nathan. – O pequeno menino loiro soltou com a voz contida. –Meu nome é Nathan Justice, e você é Draco Malfoy.

Sim pequeno Nathan, eu sou Draco Malfoy, eu não sou seu pai de verdade, estamos sobre constante ameaça pela louca da sua mãe, que nos fez entrar em mais uma mentira, e agora como eu vou explicar para Hermione toda a situação? E como vai reagir a minha verdadeira filha? E você pequeno? É uma criança quebrada, revoltado por causa de um homem que não é o seu pai, vivendo na mentira e sofrendo nas mãos dessa mulher... Eu não posso te deixar aqui. Mas como eu vou conseguir aguentar tudo isso?

Notas finais
Lamento ser tão pequeno depois de todos esses meses sem postar... Mas era o que estava escrito, e eu não to tendo tempo para escrever mais, tenho 5 trabalhos gigantes para fazer, e na semana que vem eu tenho simulado. 5 provas em um dia e 6 na outra. Depois estarei livre, e prometo postar com todo gás... Comentem!!! Favoritem!! Recomendem!!! Beijooooos :* Nanny c2'