Dramione - Heart Attack {Hiatus}

35 Juntando pedaços do passado


Notas iniciais
BOMBA!! Me senti no TV Fama agora shuahsauu' Oiiii amorzinhos, como vão vocês? Olhem quem deu as caras por aqui? A tia Nanny ;* ;* Bom, muitos de vocês não sabem, mas eu fiz pequenas modificações dos primeiros capítulos (Não melhorei muito, aquilo está irrecuperável), mas foi uma reforma boa. NÃO VAI AFETAR NADA NA HISTÓRIA, não precisam voltar! Mas enfim, é isso. Lá nas notas finais eu converso com vocês. Beijooos amores :* Bom Capítulo

–Hermione, você tem que ver isso! – A fala do Harry me fez descer as escadas desesperada. Eu havia acabado de levantar, a cama do quarto onde Draco dormia, estava vazia e fria, provavelmente ele tinha ido olhar as crianças.

Isso havia se tornado um hábito. Draco acordava, me dava um beijo que deixava um gosto de promessa, e ia para o quarto de Nathan e Esther. Tem cinco dias que Nathan está conosco, recebemos uma visita surpresa do Blásio, que criou um curioso laço com um garoto. E combinamos de que esta noite iriamos à toca, apresentar o mais novo membro da família.

–O que foi Harry? Quer me matar?! – O moreno estava sentado na sala, tinha uma xícara de algo quente em mãos e uma grande quantidade de papéis na outra. – O que são? Relatórios?

–Positivo – Ele deu um sorriso de canto e olhou para a escada, agora sempre que falávamos de trabalho nos certificávamos que não tinha nenhuma criança por perto. –Eu consegui a localização de Brendda.

–Quem diabos é Brenda? –Eu disse coçando os olhos e bebendo o café da xícara de Harry.

–A prima da Anne, a que estava no dia em que a Anne e o David se conheceram. Eu consegui entrar em contato com ela, mas ela se recusava a falar. Ela foi madrinha da Elizabeth... Então, quando eu mencionei Nathan, ela ficou tentada a conhecê-lo.

–Eu não vou tirar meu filho da segurança dessa casa em troca de informações, Harry! – O moreno se assustou com a minha fala. Ainda mais com a certeza que eu pronunciava as palavras “meu filho”.

Ele sabia que a relação entre o mini-Draco (como ele apelidara) e eu não era a das melhores, mas eu fazia o possível e o impossível para arrancar um sorriso do loirinho, e quando conseguia, ficava o resto de dia feliz. E isso emocionava a todos eu acho.

–Eu sei que não, e foi nessa hora que Draco entrou. Precisávamos de um sonserino bom de lábia, então ele foi hoje ao ministério e usou a lareira da minha sala para conversar com a mulher. E conseguiu convencer que as informações que ela tinha, seria um passo a mais para conseguirmos pegar Elizabeth, dar o tratamento que ela precisa, e manter a segurança de Nathan.

–E Brendda aceitou?

–Obviamente, temos um encontro em uma lanchonete hoje à noite.

–Mas hoje iremos à toca...

–Eu, você e Draco não.

–E quem vai com as crianças? Ron? –Eu revirei os olhos – Ele não sabe nem cuidar de si mesmo. E Gina não consegue olhar três crianças.

Harry empalideceu, e eu arregalei os olhos. Havia me esquecido que a ruiva estava grávida. Ele deve ter pensado que eu estava me referindo à criança que ainda nem nasceu.

–Harry eu estava falando de George. Sinto muito.

–Está tudo bem Mione, uma hora eu vou ter que me acostumar com a ideia de ter um filho. Mas então, Blásio se ofereceu para leva-los.

–Blásio? Blásio Zabine. O sonserino? Na toca, Harry, francamente.

–Estou falando sério. Ele e a Luna.

–Harry, o que tem no seu café?

–Café. – Ele me olhou estranho.

–Não parece! É de manhã, acabei de acordar, e você me dá essas informações?

–Estou falando sério, Hermione – Ele riu. –Mas então, esteja pronta 18h, combinamos de nos encontrar 18h30 e eu quero chegar mais cedo, para checar o lugar.

–Acha que Brendda pode estar envolvida com Elizabeth?

–Isso descobriremos hoje.

*-*-*-*-*-*-*

–Então, você é Hermione Granger? – O olhar da ruiva morena era frio. Ela era uma mulher bonita, mais velha com certeza. Mas tinha pintado seus cabelos de vermelho sangue, e sua pele era somente um pouco mais clara do que a de Blásio. Seus lábios estavam pintados de roxo e seus olhos cor de mel me fitava com curiosidade. –Você matou a minha melhor amiga.

Eu empalideci, não gostava do título de “assassina”, mas era exatamente isso que eu era.

–Hum, hum. – Draco tossiu forte. – Sra. Hamptons, eu não acho que é sobre isso que viemos falar, mas já que deseja conversar sobre o assunto, eu fico feliz em lhe dar a lista de pessoas que a sua amiga matou. – Merda, Draco! Precisamos da confiança dela.

Eu o chutei por de baixo da mesa e olhei para o lado. O suor escorreu pela testa de Harry. Do outro lado da mesa, Brendda se encostou no banco e bebeu um pouco da sua bebida alcoólica.

–Ele é seu macho? – Ela ergueu o copo em direção ao loiro, mas seus olhos continuavam em cima de mim. –Parece que ele esquenta sua cama a noite. Ou mais do que isso, pela forma como te defende. – Seu sorriso deixou claro que Brendda, na época de Hogwarts, era uma sonserina.

Eu e Draco checamos ela antes de vir, mas não encontramos informações sobre Hogwarts. Ela não tinha um emprego, era sustentada por seu marido rico, Jared Hamptons. Ele era 15 anos mais velho do que ela. Draco já não gostou dela, a achava interesseira, mas eu não a julguei, minha mãe era 11 anos mais nova do que meu pai.

–Sim, ele é. Agora me fale sobre Anne, Elizabeth e David.

–E Connor você quer dizer... – Ela deu um sorriso maldoso e revirou os olhos, um movimento muito estranho por conta de algumas rugas que já se formavam ali.

–Connor? – Harry questionou.

–Ele tem mais com essa história do que você imagina.

–Pode explicar, então. –Draco murmurou.

–Sabe, senhor Malfoy. Eu fui uma sonserina, por isso, eu não sigo ordens de outro sonserino. –Ela riu baixinho. – A história tem que começar do inicio meus pequenos.

Ela fixou o olhar em um ponto no copo em suas mãos, e começou:

–Anne e eu nos conhecemos em Hogwarts, eu da sonserina e ela da corvinal. A amizade durou mais do que os sete anos. É o tipo de amizade que dura uma vida inteira. Ela não era um monstro sabia? Ela era boa, gentil, um pouco ciumenta e paranoica, mas não eram características de uma assassina. Não me lembro de ter autorizado a gravação, Sr. Potter. -Seu olhar ainda estava fixo no copo.

–Eu não achei que haveria problemas.

–E não há, mas você deve pedir permissão antes, não? –Ela disse zombeteira e prosseguiu mesmo com o gravador ligado. – Um dia, eu estava dormindo na casa dela, e decidimos ir à uma festa. Lá eu conheci Connor. Nós bebemos, rimos e apresentamos nossos amigos. Havia química entre os dois, não tinha como negar. Exatamente o oposto de mim e Connor, que era só algo de uma noite. Então Connor não ficou muito feliz com a falta de atenção que David estava dando à ele, e me agarrou. –Ela sorriu como se se lembrasse da noite.

“-Nos beijamos a noite inteira, David e Anne não. Mas eles trocaram o endereço. Quando cheguei em casa, eu estava caidinha pelo loiro, e ela tinha ficado fascinada com o moreno. Só que meu príncipe encantado não mandou uma coruja, o contrário de David, que no dia seguinte chamou Anne para um encontro. E mais um, mais um, e mais um. –Ela cantarolou, e eu fiquei preocupada se não tinha que tirar a bebida dela.

–Então eles namoraram, e você e Connor também.

–Oh, a Srta. Granger fez a lição de casa. –Ela zombou – Sim, eles namoraram, e Connor me pediu em namoro. Na época eu achava que ele gostava de mim, igual eu estava apaixonada por ele. Mas não era bem assim, ele me usava para fazer ciúmes.

–Então Connor gostava da Anne? – Harry perguntou meio chocado.

–Não bobinho. –Ela gargalhou e bebeu mais um pouco. – Connor era apaixonado por David.

Notas finais
Gostaram????? Bombástico né? Meus anjos, estou respondendo os comentários AGORA! E quem me chamou no wpp esses dias, viu que eu não estou entrando. YEAH! Eu troquei de número, migos, e de celular também. E infelizmente meu celular foi apreendido ¬¬' merda de escola militar HUSHAUSHUAH' Então no próximo capítulo eu passo meu novo número para vocês... Obrigada por ter lido. Nanny c2'
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.