Algo sinistro aconteceu, um homem misterioso faz um teste de vida com um garoto e depois vai ate um hospital onde acontece um parto em que a criança nasce morta. Depois de 5 anos, um garoto estudante do 1ºano do ensino médio chamado Taiyo Kasai acaba de descobrir um Hozon, no qual vai precisar usa-lo para proteger sua família. Kasai terá que ter ajuda de Tanzu Crinz para isso...

Rua Kazan, 10h30min AM. Kasai acaba de acordar com os gritos de sua irmã:
— Kasai acorda logo! Vai se não eu vou colocar gelo em um lugar que não é com colocar gelo!
— Qual o seu problema? Eu fico te atazanando logo de manhã? – Diz Kasai furioso.
— Na verdade não...
— É porque eu nunca te encho o saco, nem de manhã, a tarde ou noite!
— É que o Pai está te chamando lá na cozinha.
— Am? O que ele quer?
-Sei lá. – Encerra a conversa Kirina.

Kirina sai do quarto e deixa Kasai só, ele começa a lembrar e fica pensado sobre o que aconteceu na noite de ontem. E pensa consigo – “A minha irmã, embora ele estivesse inconsciente em boa parte dos acontecimentos de ontem, ela viu os monstros... Quero dizer hunianis. Mas ela veio até aqui agora e não comentou nada sobre ontem, tem alguma coisa estranha acontecendo.” – Kasai fez essa analise. Em seguida pego o Hozon que tinha guardado na gaveta do computador e observa e percebe que há o kanji de fogo (火). Kasai então relembra o que Tanzu disse – “Primeiro, sua irmã não viu nada! Só eu e você vimos àqueles monstros porque só pode vê-lo quem possui um Hozon.” – Então Kasai coloca novamente o Hozon no bolso, sai do quarto e desce a escada até a cozinha. Kasai vê seu pai Walther Taiyo, sentado na cadeira tomando café da manhã, todo dia é assim, ele sempre esta ali, com o terno pronto para trabalhar, cabelo de lado, óculos brilhando sobre a luz, pernas cruzadas e lendo o jornal do dia. Kasai o interrompe:

— Hei pai, o que foi? A Kirina disse que você estava me chamando...

— Você? – Exclama Walther.

— Quero dizer, senhor.

— Quando vai sair o resultado da prova de ontem?

— Haa, que prova de ontem? – Responde Kasai com outra pergunta.

— Você sabe muito bem. Quando sair me mostre.

— Haa, ta-ta bom!

Kasai se se senta à mesa. Sua mão esta no fogão, fazendo o seu café, assim que termina leva ate Kasai e cochicha baixinho – “Não se preocupe com seu pai, ele esta ficando doido. Depois eu o ponho na linha.” – Então Kasai sorri e pensa – “Caramba! Eu tenho uma pai marreto e chato. Mas em compensação tenho minha mãe ela é tão gentil que eu não sei como ela atura meu pai, é como dizem: os opostos se atrem. E pra piorar ainda tenho uma irmãzinha louca que sempre quer ferrar comigo... só minha mãe que salva aqui!” – Depois disso Kasai toma o seu café e pensa em contar o que tinha acontecido na noite de ontem para sua família, mas isso seria loucura. Então ele deixa avisado que iria ate a casa de Hernán, pois ele é uma pessoa que Kasai pode contar e confiar.

Hernán é o melhor amigo de Kasai, ele mora na rua de trás. Kasai vai até lá pensando – “Kirina, mesmo estando lá, ela não consegui ver os hunianis, e hoje, ela não lembra de nada, pois não comentou nada, será que foi o Tanzu? E mesmo assim, será que Hernán vai acreditar?” – Kasai chega ao portão da casa de Hernán e toca a campainha. Então ele escuta uns gritos vindos da casa:

-Hernán!!!! Olha a campainha!!!! Vai ver quem é!!!!!

-Por que você não vai?

-Vai logo moleque, ou eu viro seu fígado ao contrario!!!!

-não, meus fígados nãooooo!!

Kasai escuta tudo e estranha. Hernán abre o portão e fica surpreso com Kasai e diz:

-Kasai? O que esta fazendo aqui?

-O que eram esses gritos lá de dentro da sua casa?

-Ah, é a minha tia que esta como minha babá. – Responde Hernán

-Seus pais estão viajando de novo?

-É, dessa vez foi para o Azerbaijão, mas o que você quer?

-Podemos conversar no seu quarto?

-Não sei não, minha tia vai falar um monte de merda, mas vamos tentar.