Dragão Sol
2 The Friday hot
Passaram-se 15 anos.
Nossa história agora se afasta drasticamente do inicio, afinal, já se passaram 15 anos. Uma nova época, uma nova história. Um novo local. Um novo personagem.
Escola Asahi (朝日), Sendai. 1º ano do ensino médio, sala sete. Uma sala comum com cerca de 30 alunos. É sexta feira, ultima aula. Um grupo de estudantes esta reunido em uma mesa no canto da janela esses alunos são: Kasai Taiyo, Hernán Tibre, Kunachi Toro, Bennyhime Hebi, Gamim Chien e Rona Onaji. Hernán e Gamim estão discutindo, Hernán diz:
- Eu estou falando que o cara é tecladista!
- Então! É porque o cara toca piano!
- Que piano? O cara arruma teclado!
- Teclado de quê?
- De computador!
- Mas você não explica.
- É porque ele tem o teclado, mas ele arruma e não toca. Então ele é tecladista!
- Mano, você entende muito dessas paradas!
Kasai pensa consigo “eu não acredito que ouvi isso”. Nesse momento o sinal bate e Hernán sai correndo pela porta! É hora de ir para casa e descansar no final de semana. Kasai diz:
- Hei, Kunachi! Depois pergunta para o Hernán se ele vai até a Big Fritas depois já que ele saiu correndo igual a uma frutinha! Para a gente comer um lanche. Quero comemorar que hoje é sexta-feira!
-Ah, ok! – Diz Kunachi
Kasai desce um andar, pois sua sala é no 2º andar. Ele sai da escola pelo portão principal e se despede de alguns de seus amigos. Ele tem que buscar sua irmã menor, Kirina. Kasai pode ir por um caminho mais perto e por outro caminho mais longo. Kasai resolve ir pelo mais longo, no qual ele não costuma ir. Ele segue sozinho. Derrepente umas sombras estranhas aparecem na parede. Ele pensa — “Mas que coisa estranha, não tem ninguém aqui! O que será essas sombras?” – depois grita – “Olá! Tem alguém ai?” — então as sombras começam a andar em direção a um beco. Kasai segue a sombra. Ela começa a andar mais rápido, forçando Kasai a “apertar” a passada, para não perder de vista a sombra misteriosa. Quando Kasai finalmente percebe, a sombra sumiu e ele esta numa pequena rua de comércio com um rio seco do lado. Ele estava vazio e o chão estava meio molhado por causa da chuva. Kasai pensa novamente – “Acho que alguém esta de zoeira comigo! Eu vou pra casa...”, ele atravessa a ponte do rio, olha para o lado, para o vão do rio seco e se lembra – “Isso me enche de ódio! Só de pensar que quando ele era cheio de água, varias pessoas se matavam aqui... me da um desprezo! Hã? O que é aquilo?” – Kasai vê uma algo brilhando no fundo quase de baixo da ponte. Ele passa reto e ignora... Pensa bem e volta, desce até a vala do rio que tem uns 5 metros de profundidade. Pega o objeto brilhante, é uma pedra, e pensa consigo – “Por que eu estou pegando isso?” – ele coloca a pedra no bolso e vai embora.
Kasai chega até a escola para pegar a sua irmã, Kirina. Quando ela o vê, da uma “mochilada” em sua cabeça. Então Kasai diz:
- P-por que você fez isso!
- Por que você demorou tanto para vir me buscar? Olhe em volta! Não tem mais ninguém!
- Desculpa ai, foi mau. É que eu tive que resolver uns problemas no caminho... Mas pra recompensar, eu vou te levar pra Big Fritas hoje.
- Big Fritas? Aeee! Pelo menos era o mínimo que você tinha que fazer depois de me fazer esperar tanto!
Kasai chega à Lanchonete Big Fritas com sua irmã, vê Hernán, Kunachi e Bennyhime numa mesa. Eles vão até a mesma e Hernán diz:
-Nossa Kasai! Que demora! Sua irmã sai da escola 7:00h e já são quase 8:00h
-Haaa! Outro? – disse Kasai.
-Já deu tempo de comer uma batata frita misturada com refri sapeado de sal!
-Como você é nojento Hernán! – Diz a irmã de Kasai, Kirina.
-Não sou não! – Hernán fala em sua defesa.
- É SIM! — Kunachi e Bennyhime falam ao mesmo tempo.
- Vocês me odeiam T.T
Depois de todos saciarem, eles percebem que Kasai está muito quieto. Bom, ele sempre foi uma pessoa meio brava. Hernán mora na rua ao lado de Kasai. Então eles se despedem na porta e Kasai questiona:
— Hernán, você não mora pra cá? Vamos juntos!
— É que minha mãe não está em casa e eu tenho que ficar na casa da minha tia. Eu não gosto dela, ela me chuta quando estou pulando amarelinha! – diz Hernán
— Quem vai te dar um chute sou eu se não calar a boca! Exclama Kunachi.
— Então, até pessoal! – Kasai se despede. Ele pega sua irmã e vai para casa. Os dois vão conversando no caminho:
— Aquele seu amigo Hernán é doidinho! Eu adoro ele! — diz Kirina.
— Você só pode estar doida. Ele fala demais!
— Falando nisso, você quase não falou hoje lá na lanchonete. Tem algo estranho acontecendo!
— Não tem nada acontecendo... Hei, está escutando esse barulho? – observa Kasai.
— Não. – responde Kirina.
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