Dragonex

1 Prólogo


Notas iniciais
Esta história foi criada por mim.
Espero que gostam e divirtam-se ao lê-la!

A batalha era intensa, os mortos repousavam no chão ensanguentado que uma vez foi limpo, que era colorido com uma relva densa e bela. Agora era palco de uma terrível batalha entre dragões. Criaturas de poderes absurdos e ferozes oponentes.

- Protegem a Pedra Negra, os inimigos não podem tê-la! – A voz de Kahu ecoou nos ouvidos dos restantes dragões do seu lado, que ficavam mais motivados ao ouvir estas palavras – A pedra primordial da destruição e do cãos, aquela que abre as fendas dimensionais não pode ser levada pelos nossos inimigos, não até concluirmos o objetivo… — Disse para si mesmo, enquanto olhava para a pedra primordial negra que tinha na mão. A sua aparência era de um dragão-humanoide pálido.

- Tragam-me aquela pedra negra, só a Pedra Branca pode salvar o nosso mundo! – Gritou o oponente, também o dragão-humanoide vermelho Retura, que como o outro, tinha a pedra na sua mão direita – Só a pedra da luz e pacifica pode derrotar a outra! — Finalizou, levantando voo, pronto para combater Kahu que avançou contra o mesmo, encravando no dragão, uma lança draconiana roxa.

- O teu lado está morto! – Comentou o inimigo, encravando a lança no peito, aumentando a dor ao outro ser – Ele pode estar, mas o lado dele não! – Respondeu-lhe, com um sorriso no rosto.

- O que? – De súbito, Retura tirou a pedra negra da mão pálida de Kahu sem ele notar e lançou-a no ar. Segundo, ele lançou a contra parte da pedra negra para o solo espesso, dando numa colisão entre as duas.

- Morre! – O dragão branco degolou o dragão vermelho e quando tentava pegar nas duas pedras, elas fizeram um ataque de vento, empatando a criatura e levando-a para longe.

As pedras de repetidamente, começaram a fundir-se em uma só, resultado de vários olhares sobre elas. Vários feixes de luzes eram vistos e o olhar, a curiosidade aumentavam cada vez mais. Finalmente, as pedras primordiais fundiram-se, formando uma esfera gigante negra, que começara a encolher até que chegou a um ponto que explodiu, laçando fumo e poeira contra as outras criaturas que morriam de curiosidade. Alguns protegeram-se e outros ficaram severamente feridos, pois apesar de serem apenas fumo e poeira, estes tinham diversas catástrofes sobre quem fosse atingido.

Após segundos de ataques poucos catastróficos, os olhares draconianos ficaram perplexos com o que viam perante eles. Um dragão negro humanoide, a fazer pressão com os pés de dois dedos sobre o solo que ganhava rachaduras, os braços esticados e dois espinhos a crescerem à medida que ele tornava-se ainda mais forte. O mais notável foram aqueles três chifres em forma de espinho, fundidos com a criatura.

- Warrrr! – De súbito, um rugido ouviu-se, aquela criatura ergueu as asas e começou a voar para o céu onde se formava uma fenda, coberta por feixes roxos e negros. Os olhos alaranjados do mesmo estavam voltados para aquele fato.

- Ele vai tentar fechar tal fenda! – Gritou Kahu, levantando voo para impedir o dragão misterioso de cumprir o seu misterioso objetivo, pelo que parece, ele havia entendido o objetivo do dragão negro, enquanto o resto ainda lutava – Um dragão nascido das duas pedras… um novo dragão guardião nunca visto antes!

O misterioso continuava a voar, contudo, foi empatado pelo outro que pôs-se à frente do mesmo – Não passarás daqui, misterioso guardião!

Num ápice, a mão esquerda da criatura negra formou um bastão longo, com a aparência de uma arma humana-draconiana. O outro ficou perplexo. – O que? – Kahu levou um golpe direto na bochecha pela arma, de seguidamente, um murro no estomago, dando-lhe a oportunidade de vomitar sangue branco.

- Wurrrrr… — O outro só rugia, não pronunciava nada, ao chegar ao portal, o dragão juntou as mãos e separou-as, formando uma luz densa em forma de lança. Olhos fechados e bastante concentrado, o espécime desconhecido abria-os lentamente e à medida que fechara as mãos, assim o portal também – Nãooo!! – Kahu chamou-lhe de novo à atenção.

Ele virou-se e levou um poderoso pontapé no maxilar, mas ripostou, dando uma cabeçada na nuca do inimigo, fazendo-lhe uma rachadura num dos seus chifres ondulados – Tu não tens alma! – Gritou Kahu, tentando soca-lo, contudo, o espécime agarrou-lhe o punho sem esforço e finalmente pronunciou, com uma voz grossa – É por isso que eu não tenho medo! – Afirmando isto, o dragão voltou a dar uma cabeçada mais potente, com o resultado do dragão branco derrotado.

- Jamais abrirás este portal! – Comentou.

- Isso é o que veremos. – Um sorriso sínico foi expressado pela criatura pálida, que levantava as mãos, lançando um raio contra o “dragão sem alma”. O ataque foi um sucesso, resultando numa colisão entre o portal, que aumentou o tamanho drasticamente, deixando a criatura incrédula – Não!

Uma explosão ocorreu, tudo ficou inteiramente branco.

100 Anos Depois:

Cadáveres destas criaturas pousados no solo, esqueletos visíveis e sangue bastante seco. Uma guerra que terminou em dois meses e trinta e cinco dias. A fenda ainda estava aberta, expandindo-se para outras partes deste mundo inteiramente desconhecido.

De novo, a mesma esfera que criou o dragão voltou a aparecer e em segundos, desapareceu, formando de novo a criatura que voou extremamente rápido contra a fenda, soltando rugidos furiosos.

Mas e Kahu? O que aconteceu com este maléfico e ganancioso dragão?

Notas finais
Espero que tenham gostado
Aceito todo o tipo de crticas!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.