Dragon Ball UD
6 A despedida de Sadala! Rumo ao universo onze
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Na fortaleza de Frost, a batalha pelo destino do Universo 6 alcançou seu auge!
Enquanto Piccolo enfrentava o terrível Gast, o namekuseijin formado pela fusão de todo o seu povo do universo seis, Goten e Caulifla se infiltravam nas masmorras para libertar a lendária Kale!
Piccolo, ao despertar o poder de Piccolo Orange, derrotou o rival com poder e técnica, encerrando a ameaça dos namekuseijins unificados! Mas o verdadeiro terror os aguardava no topo do castelo…
Ali, Pan e Uub se chocaram contra Frost, agora mais sombrio e poderoso do que nunca! Mesmo lutando juntos, os dois jovens guerreiros foram dominados pelo vilão, que revelou seu trunfo: a própria lua era, na verdade, uma Super Esfera do Dragão!
Com Pan e Uub à beira da derrota, Goten e Caulifla surgiram para enfrentar o tirano! Logo Kyabe também se uniu à batalha, e juntos, os três saiyajins colocaram suas vidas em jogo contra Frost em sua forma suprema, forçando seu corpo ao insano 150% de poder absoluto!
O choque foi devastador! A colossal Death Ball de Frost colidiu contra o Kamehameha de Goten, o Galick Ho de Kyabe e a energia dourada de Caulifla! No embate final, o orgulho e a coragem dos saiyajins superaram o ódio e a ambição do demônio do frio… e Frost foi destruído para sempre!
O Universo 6 estava livre! A Super Esfera do Dragão havia sido conquistada!
Mas… quantos inimigos ainda aguardam nossos heróis em sua viagem cósmica?!
Após o intenso confronto com Frost, o povo saiyajin promoveu uma grande festa em homenagem a Uub e seus amigos, como agradecimento pela salvação do planeta. O banquete era digno de lendas — mesas repletas de iguarias, carnes assadas e frutas exóticas. Uub, seguindo a tradição de Majin Buu, devorava tudo com entusiasmo quase sobrenatural, atraindo olhares divertidos de todos à volta.
Pan, ainda um pouco deslocada entre tantos rostos desconhecidos, preferiu manter-se perto de Piccolo, que, sereno como sempre, se contentava com um copo de água e observava o movimento silenciosamente. Até que os saiyajins Brassic e Karela surgiram e a levaram para uma roda cheio de saiyajins jovens que a aplaudiram pela coragem.
Alguns até mesmo disseram que iriam se inspirar nela para se tornarem mais fortes quando ficassem mais velhos.
Do lado de fora do castelo, Goten buscava um pouco de ar fresco — e uma missão. Ele havia acabado de chamar Whis para relatar o sucesso da equipe e a localização da esfera do dragão.
Whis apareceu em meio a uma luz suave, ouvindo com atenção o relato do jovem.
— Entendo. Então a esfera era, de fato, aquela lua... — comentou Whis, erguendo o cajado. Com um toque, fez a superfície da lua se desfazer como areia ao vento, revelando a colossal esfera do dragão oculta em seu interior, a uma estrela reluzia no centro do orbe mágico. — Ótimo trabalho. Levarei ela para o universo 7 imediatamente. Continuem firmes, o destino dos universos depende de vocês.
— Senhor Whis... — Goten hesitou, curioso. — Sobre aquela reunião dos anjos... o que decidiram?
Whis sorriu de leve, mas seu olhar estava mais sério do que o habitual.
— Não posso revelar tudo, Son Goten. Mas saibam que o tempo está contra vocês. Zen’Oh quer resetar tudo em um ano. Corram, não desperdicem nenhum segundo. É tudo o que posso dizer por agora.
— Entendi... Obrigado mesmo assim. — Goten agradeceu, sentindo o peso da responsabilidade. Whis acenou com gentileza e desapareceu com a esfera do dragão em meio a uma centelha de luz.
Assim que se virou para retornar ao castelo, Goten foi surpreendido por Caulifla, que se aproximava com seu jeito sempre confiante, trazendo duas coxas assadas em mãos.
— Toma, essa é sua. — disse ela, atirando um pedaço de carne para Goten com um sorriso de canto. — Então essa missão de vocês é séria mesmo... ouvi tudo. Não deve ser fácil carregar esse tipo de responsabilidade, hein?
— Nem um pouco. — Goten pegou a carne e se encostou no parapeito, dividindo o momento com ela. — Sinto que os doze universos estão sobre nossos ombros. Mas não podemos vacilar aqui.
Caulifla mordeu um pedaço da carne, observando o céu estrelado.
— Sabe, vocês do universo 7 são mais fortes do que parecem. Venceram o Torneio do Poder, e até eu tenho que admitir que, se existe um time capaz de salvar tudo, são vocês.
Goten sorriu de leve, sentindo a sinceridade nas palavras dela.
— E sua protegida? Como ela está?
— Vai ficar bem. Kale é mais forte do que aparenta, até mais do que eu. Só precisa de confiança... mas não se engane, quando ela fica séria, ninguém segura.
Caulifla virou-se para Goten, os olhos brilhando de desafio.
— Escuta, Son Goten... quando tudo isso acabar, eu quero lutar com você. Sério. Você não é seu pai, mas é forte, e eu quero ver do que é capaz. E não será um treino dessa vez, entendeu?
Goten retribuiu o olhar, agora mais confiante.
— Fechado! Depois que essa missão terminar, quero te enfrentar também, mas vou te avisando: vou treinar como nunca pra te dar trabalho, afinal não sou fracote.
Ela deu uma risada, jogando o cabelo para trás.
— No seu nível atual, não vai nem encostar em mim. Mas quem sabe, com dedicação, você me surpreenda, vou ficar esperando.
— Pode apostar que vou treinar até não aguentar mais. Não vou decepcionar você, Caulifla.
Ela lançou um último olhar, com aquele típico sorriso provocador.
— Espero mesmo, Son Goten. Quero ver até onde você consegue chegar. Não me decepcione, tenho muita expectativa em você.
— Não irei. — ele respondeu, num sussurro.
Caulifla se afastou, voltando para a festa, enquanto Goten ficou alguns instantes olhando para as estrelas de Sadala, sentindo o coração acelerado — não só pela missão, mas também pelo desafio lançado por aquela guerreira saiyajin.
Se perguntava como estaria as coisas na terra. Se todos estavam bem.
Na sala do tempo, Goku e Broly devoravam montanhas de comida após um treino tão intenso que o chão ainda tremia sob seus pés. Dende, já prevenido, havia pedido para que pegassem leve — afinal, reconstruir a sala após as últimas destruições não era tarefa fácil nem para um Kami-Sama.
No meio do banquete, uma luz suave iluminou o ambiente e Whis surgiu, o semblante mais preocupado do que de costume.
— Espero que estejam bem. — disse Whis, forçando um sorriso enquanto observava as pilhas de pratos vazios. — Goku, preciso conversar com você, é importante.
Os dois guerreiros pararam imediatamente, atentos à gravidade na voz do anjo.
Whis relatou tudo o que havia acontecido: a ascensão de Frost, o perigo enfrentado no universo 6, a vitória de Goten, e o desafio que ainda estava por vir.
— Caramba, Frost ficou tão forte assim? Eu queria ter lutado com ele... — Goku levou a mão à nuca, surpreso, mas não escondendo o orgulho ao ouvir sobre o desempenho do filho. — Ainda bem que o Goten estava lá!
Whis se aproximou, o tom da conversa se tornando ainda mais sério.
— Antes de partir, Goku, tenho um favor a pedir. — disse Whis, fitando o saiyajin nos olhos. — Entre em contato com Jaco. Sabemos que Freeza está agindo nas sombras, aparentemente em conluio com a influência de um anjo caído. Preciso que peça para Jaco investigar um nome: Dr. Myuu.
— Dr. Myuu? Quem é esse? — Goku franziu o cenho, confuso.
— Um cientista deste universo. Ele está desenvolvendo algo para Freeza. Uma arma, possivelmente direcionada contra nós, anjos. Se o Daishinkan decidir intervir, todo o universo 7 pode estar em risco. Por isso, encontre Jaco e investigue. Não podemos correr esse risco, entendeu?
Goku, agora com a expressão mais séria do que nunca, fechou os punhos.
— Pode deixar comigo, Whis. Se esse Dr. Myuu está tramando algo tão perigoso, vou resolver isso rapidinho.
— Estou contando com você, Goku. — Whis bateu seu cajado, sumindo no mesmo instante, deixando apenas um leve brilho no ar.
Goku olhou para Brolly e sorriu de lado.
— Brolly, nosso treino vai ter que esperar. Preciso falar com o Jaco agora. Tem algo grande acontecendo.
Antes que Brolly pudesse responder, Goku levou dois dedos à testa, concentrou-se, e em um instante desapareceu, se teleportando diretamente para encontrar o patrulheiro galáctico.
Brolly ficou ali, um pouco perdido, cercado de comida, enquanto Dende e Sr. Popo se entreolhavam, já antecipando mais confusão à vista.
De volta ao planeta sadala.
O dia já havia começado. O Rei de Sadala ordenou que abastecessem a nave dos guerreiros z. E quanto estavam para partir, eles foram se despendido dos saiyajins do sexto universo.
— Obrigado por nos ajudar. — Kyabe estendeu a mão para Goten.
— Eu que agradeço. Graças a vocês, vi que eu realmente estou estagnado, que preciso evoluir ainda mais. — Goten apertou a mão do saiyajin. — E na próxima, eu serei o vitorioso.
— Vamos ver. — Kyabe riu.
— Obrigado por tudo pessoal! — exclamou Uub na rampa da nave. — Até a próxima.
— Até mais! — Pan berrou, acenando para os saiyajins.
Piccolo apenas acenou para eles e entrou na nave.
Goten seguia para a nave, já se preparando mentalmente para a próxima etapa da missão, quando sentiu uma aura intensa se aproximando rapidamente por trás. Em um reflexo, ergueu a mão e bloqueou um soco — era Caulifla, agora vestida com o tradicional traje de combate saiyajin, o sorriso selvagem estampado no rosto.
— Até mais, Son Goten. — ela disse, e sem aviso tentou outro golpe, desta vez mirando o queixo do rapaz.
Goten se esquivou no último instante, saltando para o lado, mas não perdeu a chance de revidar com um sorriso malicioso.
— Vai sentir minha falta, né? — provocou ele, pousando elegantemente na rampa da nave.
Caulifla riu, cruzando os braços.
— Nem morta! Mas vou admitir, foi divertido te ver tentando acompanhar o meu ritmo no treino e durante a batalha. — ela piscou para ele, sem esconder o desafio nos olhos. — Treina bastante, porque da próxima vez... talvez eu não pegue leve contigo. E se lembre que se perder vai fazer algo para mim.
Goten encarou a guerreira por um instante, retribuindo o olhar intenso.
— Pode deixar, Caulifla. Na próxima, vou te surpreender. — e, antes de embarcar, lançou um sorriso atrevido. — Se cuida, garota marrenta. E tenta não pensar tanto em mim enquanto eu estiver salvando os universos.
— Quem disse que eu penso em você? — ela retrucou, mas havia um leve tom corado em seu rosto. — Vai logo antes que eu resolva explodir sua nave... ou talvez um soco nessa sua cara besta, ainda não decidi.
Goten deu uma risada, balançando a cabeça, e acenou uma última vez antes de entrar na nave.
— Até a próxima, Caulifla!
Ela sorriu de volta, mordendo o lábio de leve, e o assistiu partir para o interior da nave.
E feito as despedidas, a nave voou para longe do planeta. Piccolo novamente ajustou as coordenadas com base no Super Radar do Dragão. Eles iriam para o universo 11 agora.
Pan apertou os cintos, Uub já estava dormindo no assento e Goten, sorrindo como um bobo, decidiu pela primeira vez que pegaria pesado nos treinos, tanto é que durante a viagem até o universo 11, ele passou a treinar na sala de gravidade junto de Uub.
Ele não podia continuar sendo fraco. Gohan, seu irmão, conciliava o trabalho com o treino. Ele tinha um poder imenso e uma forma simplesmente única, o Bestial.
Seu pai possuía o Instinto Superior. Vegeta o Ego Superior. E o que Goten tinha? Apenas o Super Saiyajin. Ele precisava ficar mais forte, e era o que iria fazer durante essa jornada.
E assim eles rumaram para o universo 11, onde o caos estava instalado desde a morte de Vermoud.
Toppo, o aspirante a deus da destruição, assumiu o cargo. Mas o universo 11 acabou mergulhando em vários conflitos, os vilões perderam o medo após a queda do deus da destruição.
Então a tropa do orgulho se espalhou pelo universo para conter as ameaças crescentes. Jiren, o guerreiro mais poderoso dos universos não estava lá no momento.
Ele havia desaparecido. Estava em uma missão dada pelo próprio Daishinkan.
E era nesse cenário, que os guerreiros z se aproximavam do universo 11.
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