Há quem resuma Marlin ao opróbrio de um jovem pai solteiro: solitário, decadente e sem vida própria, como se a paternidade lhe incubisse de um fracasso inevitável. Entretanto, Gill, o vizinho do andar de cima, possuia uma perspectiva diferente sobre a situação. Ele tinha, afinal, um fator único para entender a situação:

Os sons! A música! As conversas! Histórias antes de dormir! “Bom dia” calorosos no café da manhã. Aquela parecia uma casa recheada de felicidade.

Qual não foi seu espanto ao se deparar com a criancinha ruiva de olhos marejados escondida no seu andar.

—Até nunca mais!

Chorava Nemo.