Dr Frank Parker

3 Ajuda de uma velha amiga


Uma tropa de soldados vindo em direção os seus Welldaps!

Seus monstros não eram suficientes para derrotar aquele enorme exército de outras criaturas.

-Quem é aquele intrometido de coroa? – Perguntou, enquanto digitava a mesma pergunta em seu teclado.

“Rei Ronald VIII, mais conhecido como Rei Roo, Rei de toda Merinyatonw” – Respondeu uma voz computadorizada.Frank via seu exército ser derrotado e não podia fazer absolutamente nada!

Algumas horas depois os Welldaps vieram machucados e fracos.

-Bando de incompetentes! – Gritou Frank para os Welldaps.

– Vão todos se cuidarem da próxima vez aquele reizinho vai ver que não se brinca com quem pode.

Depois disso, os Welldaps foram tratar de seus ferimentos e treinar.

-Maldição! Mais um plano falho. – Resmungou Frank, rasgando seu mais recente esquema de dominação mundial.

-Aqueles merinianos me frustraram pela última vez! – Falou Frank, fechando seus punhos sobre sua mesa.

Não muito longe dali...

Trovões e relâmpagos tremem a terra abaixo, ao que ela se ergue de seu trono, parcialmente coberta pela escuridão.

Fyona era a fada das trevas, temida por todos os seres.

Tinha belos cabelos lilás e um vestido roxo longo que mostrava suas belas curvas. Era uma fada muito bonita, tinha unhas pintadas de verde e eram muito longas.

-DORING VENHA CÁ SUA INÚTIL! – Gritava Fyona fazendo com que seus criados corressem para todos os lados.

-Cha-chamou Se- senhora? – Perguntava a jovem criada.

-É claro!Prepare minha nave viajarei daqui a algumas horas. AGORA! – Ordenou fyona, enquanto observava uma jóia em seu dedo.

Com isso a criada preparou a nave e foram partir.

Fyona tem agentes por toda parte, ouvindo... Observando. Ela nunca age sozinha, e sempre prefere fazer uso de outros. Alguns dizem que é porque é preguiçosa, outros que são mais sábios, entendem melhor os motivos. Ao empregar outros, ela sempre evita de cometer um ato maligno diretamente. Dessa forma, ela sempre pode manter suas mãos limpas e ajudar os corruptos que a ajudam. Dois males com uma só cajadada, por assim dizer.

Voltando a Merinyatonw...

Já estava de noite e Frank resolveu investigar Merinyatonw pessoalmente. Havia flores por todo lado, animais correndo e alguns seres no lago.

“Que lugar mais repugnante”

Pensava Frank, enquanto se desviava das flores.

Não muito longe dali...

Enquanto viajavam, Fyona aprimorava seus feitiços quando de repente a nave bateu em algo e caiu.

-O QUE FOI ISSO? – Pergunta Fyona com uma raiva imensa.

-Ba Batemos em alguma co coisa! – Respondia o piloto gaguejando.

-EU NÃO TE PAGO PARA BATER! VAMOS DESCER E INVESTIGAR ESSE PLANETA! – Ordenou Fyona.

-Vo vou solucionar isso a agora! – Disse o piloto.

“Esses criados de hoje em dia! Argh são inúteis”

Ela havia batido nas grandes montanhas de Merinyatonw. Fyona era a única fada que não voava, apesar de ter asas grandes e bonitas. Não voar era o castigo que era merecia depois de ter quase matado a rainha das fadas

Ela andava com os braços cruzados quando caiu em buraco.

-Imbelious – Dizia Fyona, fazendo com que uma nuvem verde aparece embaixo de seus pés, a fazendo flutuar.Ao ficar com seus pés no chão, Fyona observou o lugar onde parara.

“Apenas uma pessoa é capaz de ter essa vasta quantidade de recursos tecnológicos a seu dispor... Dr. Frank Parker!”

Fyona sentou-se na cadeira em que Frank trabalhava e ficou o esperando...

-Welldaps limpem minha sala, lustrem minhas armas e encerem o chão agora! – Ordenou Frank, enquanto entrava em sua sala.

Frank notou que tinha alguém em sua sala, suas armas estavam reviradas e seus experimentos estavam derramados.

-Ora, ora, ora... A última pessoa que invadiu meu laboratório desapareceu sem deixar rastros... – Disse Frank, enquanto arrumava seus equipamentos.

-Você não teria coragem de fazer isso comigo... Ou teria? – Disse Fyona, virando-se.

-FYONA? O que faz aqui?Até onde eu saiba você estava viajando com seu namorado o Capitão Revenge... – Disse Frank, enquanto se encostava a cadeira.

Capitão Revenge tinha uma cicatriz que atravessava seu olho direito e era muito temido nos sete mares. Nenhum navio está a salvo de sua ganância em alto mar, assim como nenhum porto em terra firme. Mesmo outros corsários temem suas velas negras, Revenge não divide seus mares com NINGUÉM.

-Revenge não é tão malvado quando você e eu... – Sussurrou Fyona no ouvido de Frank.

-Sai de mim! – Disse Frank se afastando de Fyona – Eu sei que sou gostoso mais larga do meu pé!

-Tudo bem... – Disse Fyona saindo do laboratório.

-Espera! – Disse Frank.

-O que foi? – Disse Fyona com um brilho no olhar.

-Como você entrou aqui? – Perguntou Frank.

-Digamos que eu “cai” aqui... – Respondeu Fyona

-Ok... – Disse Frank.

-Olha... Quero sua ajuda, há um tal de Rei Ronald atrapalhando meus planos e quero que você dê um jeito naquele metido

-O que eu ganho em troca? – Perguntava Fyona,

enquanto observava as armas e experimentos de Frank.

-Hmmm...Muito bem, muito bem...Te darei tudo o que quiser...Armas, experimentos, fama... O que você desejar. – Respondeu ele, retirando as mãos de Fyona de seus experimentos.

-Quero que você me dê metade de seu reino! – Disse Fyona, enquanto sentava-se na cadeira de Frank.

-Está maluca mulher? 25%? – Perguntou Frank.

-Ok... – Concordou Fyona.

-Ahhh muleke! Quer dizer... Que bom... – Disse Frank um pouco envergonhado.

-He he... Alguns dias depois, Fyona havia acabado seu experimento, o mesmo transformava qualquer ser vivo em...

Continua pessoas!