Down Theater (Terminado)

12 Capítulo 12 - O ato encerra em fogo


Notas iniciais
O Fogo do terceiro ato!

O ato encerra em fogo

A manhã trouxe consigo o horizonte alaranjado, avisando claramente: O terceiro ato terminará em fogo. A brisa ainda estava gélida. Um grupo de gaivotas voltava do mar. O planalto rochoso, uma gigante cadeia de montanhas, que davam à precipícios, aonde separava a terra do mar, o fogo da água.

O Mundo atrás da cortina, algo tão lindo e majestoso, tão ilimitado. Tão cruel e violento para pequenas crianças. Porém estas sete não eram mais, pequenas e inocentes crianças, estavam ali no centro do palco os mais incansáveis e corajosos atores de todo os tempos, nunca ouve sequer um ator, que sonhasse estar no lugar deles, e nenhum nunca se atreveria a estar.

Porém, seus nomes nunca seriam lembrados, e se falhassem, nunca haveria sinal de sua própria existência. Este é o show, bem vindos a ele.

Um único grifo patrulhava o céu, um pouco abaixo das nuvens. Suas penas eram escuras, porém não alcançavam o negro. E este era o nosso conhecido ator Mors, aquele que tinha mergulhado com um colosso no primeiro ato, e cortado em dois uma víbora de metal, porém o que o esperava neste segundo ato era menos heróico. E menos perigoso, ele quis se lembrar. E não só disso lembrou, enquanto entre as asas de sua montaria alada, via a constante costa ao seu lado, lembrou do lindo rosto de Alice, lembrou dos dias que passava antes de ter conhecido o teatro. E mesmo que o garoto lutasse por sua vida, aquilo tinha se tornado sua vida, muito mais simples do que viver sem objetivo. Agora ele tinha uma razão, sobreviver, e encerrar o show, e era isso que faria.

Ele desceu da proximidade das nuvens, mergulhando até a próximo aos precipícios. O menino avistou, enquanto passava perto da costa, um único dragão vermelho. Caius e sua ave estavam agora em sua antiga posição, perto das nuvens, sem nenhum sinal das outras crianças. O menino nas nuvens mandou um sinal para Mors.

Mors entendeu-o, e seguiu com sua criatura, mantendo certa distancia, da besta vermelha a sua frente. A mesma nem o notou. Os grifos eram criaturas silenciosas no vôo, diferente dos dragões, ou até mesmo gaivotas. Talvez o barulho das ondas também serviam de silenciador para o bater de asas do grifo.

As criaturas voadoras, o réptil com asas, e o a ave com estatura de cavalo, moveram-se perto da costa. Até uma entrada, aonde os planaltos eram cortados, por um grande rio, que jogava suas águas no Mar. O pequeno dragão vermelho pairou sobe o rio, subindo-o, se dirigindo até uma beira do planalto pedregoso esquerdo do rio. Mors o acompanhou, e vislumbrou a metros da sua frente um ninho de dragões, de todos os tipos e tamanhos, descansando a beira do amanhecer. O menino não os contou, não se atreveria, mas sabia que passava de uma centena. A morte vermelha nas pedras não o notou, até que:

O Dragão vermelho pousava junto a seu grupo, porém a vida já tinha deixado seus olhos. As bestas observaram o cadáver do animal cair perto deles, com a barriga furada, donde seu sangue escorreu entre as pedras. Ao horizonte não muito longe dali, o assassino voava para cima em direção das nuvens.

Mors não se atreve a olhar para trás, ele sabia que tinha todo o grupo das dezenas de répteis famintos por vingança em suas costas.

Ele sentiu o calor do fogo, de um deles passar sobre sua cabeça. Ele continuou focado em subir, o mais rapidamente possível as nuvens. E assim o fez.

Caius estava esperando-o na direção contraria. Enquanto Mors ia em direção as nuvens, avistou os outros atores, saindo delas, liderados pelo grifo de Caius. O grupo avançou como uma chuva de tiros ao surpreendidos dragões abaixo deles.

Mors atravessou as nuvens, e então seu grifo parou no ar, flutuando por um segundo, até cair pra baixo como um tiro. Ele viu as luzes do fogo, passando embaixo das nuvens.

O garoto, tirou rapidamente sua espada do suporte de couro que estava na sela de seu grifo, empunhando-a fortemente, com a mão direita, e com a esquerda segurando as rédeas.

As nuvens atravessaram sua visão e então a visão da batalha encheu seus olhos.

Pelo menos uma dezena de dragões prosseguia um dos atores lá embaixo. O primeiro dos répteis o viu, e partiu a seu encontro. Este era cinza, seu corpo era coberto de espessas escamas, asas sem penas, cobertas de pele e cartilagem, curvadas para trás, sua cabeça era como a de um lagarto, porém tinham chifres, que partiam de sua nuca, e circulavam seu pescoço até o rabo, tinha uma boca grande, uma mordida e um humano inteiro poderia ser abocanhado, tinha olhos reptilianos, assim com seu nariz, e quando abria a boca um bafo quente de chamas enchia o ar. O mesmo bafo quente tentou ir de encontro a Mors.

O menino se virou para a direita numa manobra evasiva com o grifo, o fogo passou pelo menino. Porém sem machucar nada além de parte de sua manga.

Quando chegou perto das mandíbulas, o dragão cessou o fogo, e foi de encontro à ave de Mors, com uma mordida, porém o mesmo foi mais rápido, desviando da mesma, Mors clavou sua lamina no grosso pescoço do réptil, cortando-o, enquanto o grifo circulava-o e descia o céu ao mesmo tempo. As garras do monstro tentaram alcançar o menino, quando passava por baixo de seu corpo, porém as forças do animal cessaram, e sua cabeça decapitada caíra, e depois o corpo inteiro.

Os outros dragões não eram diferentes, menos apenas, pelo tamanho e coloração.

Mors agora estava próximo aos outros, e de não muito longe, conseguiu avistar o primeiro feixe. Este era Vincent, seguido de dois dragões do mesmo porte, enquanto o menino cortava o ar, porém o garoto manobrou o grifo, parando-o no ar, os dragões não tão ágeis, foram a sua frente pelo impulso, um deles tentou morder o animal de Vincent, porém este desviou. Vincent tirou do suporte de sua cela dois boomerangs, circulados com laminas e atirou-os de encontro ao dragão mais próximo, as duas armas, foram como uma bala ao réptil, um cortando asa esquerda, e a outra a direita. O Dragão rugiu, enquanto cuspia fogo, porém seu corpo estava à mercê da gravidade, e seu corpo em alguns segundos encontraria o mar. O dragão restante, foi de encontro a Vincent, que partiu para baixo daquela atitude, ofuscado por outro dragão que ia até Mors.

Mors demorou a notá-lo, então quando se deu por si, o dragão já estava a poucos metros dele, pronto para matá-lo entre suas duas mandíbulas. Um vulto voou por sua esquerda. Montada no grifo Rune gritou, enquanto também fugia de outros dois dragões.

— Este é meu presente por ter me derrubado! – Ela pegou duas flechas ao mesmo tempo, e as disparou.

Uma certeira atravessou entre os dois olhos da besta de asas, fazendo-a cair para o lado. Mors foi salvo por metros.

E Rune sumiu em meio à confusão de grifos, e dragões. Deixando um belo presente para Mors, por vencê-la no treinamento. O menino nem poderia agradecer, já que outro dragão já o avistava-o, desta vez pequena, do tamanho de seu grifo, Mors cruzou o céu, e o encontrou de frente. O menino mais uma vez, tentou o mesmo movimento no ar, porém o dragão era mais habilidoso que o anterior, assim o seguiu.

— Droga.

O Animal cuspiu fogo, as labaredas passaram pelas costas de Mors, queimando sua roupa, e causando doloridos novos ferimentos no menino. O garoto moveu sua montante novamente, numa manobra a aérea, que quase custou sua montaria, o menino virou-se para o dragão novamente, e assim que passou próximo do mesmo, utilizou sua montante, para cortar parte de uma de suas asas. A besta perdeu o controle do vôo, batendo de frente a outro dragão que perseguia Caius. O menino de cabelos loiros, nem pôde agradecer, pois outros quatro dragões o perseguiam no ar.

— Cortesia! – gritou Mors.

Caius agradeceu, mostrando a palma de sua mão esquerda, sumindo numa cortina de fogo. Por um misero minuto Mors observou Caius, um grande dragão vermelho voava lado a lado, do menino loiro. Assim Caius teve sua oportunidade, assim que o dragão tentou morder a montaria, Caius parou no ar, a cabeça do dragão estava à frente do bico de seu grifo. Caius aproveitou para tirar sua lança do suporte, rapidamente levando-a depois ao pescoço do animal. A ponta da lança era grande, e em dois movimentos, Caius cortou metade de seu pescoço, A fera só pôde cair.

Mors avistou acima de si, lutando contra dois dragões, Amy.Mors voou em sua direção para ajudá-la, a menina, já preocupada com os dois que a perseguia, de um lado para outro, soltando fogo, ou tentando arranhá-la, mal notou Mors chegando.

Seus cabelos estavam soltos indo contra a direção em que a menina navegava no ar, sempre que o grifo mudava de direção. Sua perna esquerda estava machucada, aonde Mors viu o corte que uma das garras do dragão deixaram nela. Algumas penas de seu grifo também tinham sido queimadas. Mors foi até o dragão mais próximo, menor que o outro, porém ainda mais ágil, conseguiu ver a presença do menino, tentando derrubá-lo com a calda, porém Mors aproveitou que a cauda do animal tinha batido em seu peito, e mesmo que o golpe tenha doído, a montante de Mors cortou o rabo, espalhando sangue por sua camisa. O Dragão deixou Amy e cuspiu fogo em Mors, queimaduras o esperaram, porém se o menino não fosse de encontro à fera, Amy poderia morrer. Mors enfrentou as labaredas com seu grifo, sentiu o hálito do animal em sua boca próxima, e assim, com um movimento com a mão direita, sua montante, arrancou a mandíbula de baixo do dragão, quebrando também seu maxilar, e a fera caiu ao Mar.

Quando deu atenção a Amy, a menina já tinha enterrado quatro facas, no peito do outro dragão, que devido à quantidade dos ferimentos, morreu ali mesmo no ar, depois caindo.

-Obrigada Mors. – a menina agradeceu, e depois apontou para baixo. – Tommy está com problemas!

Mors olhou na direção do pobre menino, sem nenhum modo sabia pilotar seu grifo, seus movimentos bruscos e estranhos haviam feito os dois baterem em um ou mais dragões. O que fez vários deles segui-los. Um dos dragões ateou fogo na cela de Tommy, e também na asa esquerda do grifo, a ave perdia atitude, e no meio disso a cela desprendeu-se de Tommy, e o menino perdeu as rédeas caindo.

— Cuide dos dragões. – disse Mors a Amy. – Eu vou salvá-lo.

A Garotinha no mesmo instante mergulhou céu abaixo, em direção dos dragões, atirando facas nos mais próximos.

Mors mergulhou ainda mais abaixo, quando avistou o corpo de Tommy indo de encontro à boca de um outro dragão, esperando sua presa. Mors planou rapidamente, e pegou o braço do garoto, bem a tempo da mandíbula do dragão fechar atrás dele.

O menino se virou e colocou Tommy atrás dele, tentando sentá-lo no grifo. Porém já era tarde, outro dragão se aproveitou da distração de Mors, e suas mandíbulas, e seus dentes apontaram-se para os dois.

— Mors! – Tommy gritou, enquanto o menino tinha pegado-o com os braços. – Não me deixe cair!

— Cale-se!- gritou Mors, empurrando Tommy do grifo, esperando que caísse no mar, e assim o Tommy caiu.

A boca do dragão já estava preste a abocanhá-lo, Mors tentou retirar sua montante, inutilmente, se fizesse, seria morto. Então pulou. Enquanto observava o réptil abocanhar seu pobre grifo. Mors gostaria de ter dado um nome a sua montaria, porém ela estava perdida. O menino bateu o braço esquerdo nos espinhos do pescoço do dragão, caindo atrás deles, e segurando em um deles, quase caindo. O Réptil notou o invasor peculiar, e soltou o grifo morto de Mors, que também caiu no Mar. O dragão se moveu, balançando seu pescoço, tentando desequilibrar Mors, o que de certo aconteceu. O Dragão também mergulhou ferozmente, e as mãos de Mors soltaram.

— AMY!

A garota atendeu o chamado, e então jogou duas facas. Mors se esforçou para pegá-las, uma quase ia céu abaixo, nunca teve tanta sorte. Com as duas adagas na mão, fincou uma em cada cartilagem das asas do bicho, fazendo o mesmo urrar de dor. Porém já estava feito, e assim Mors conseguiu se equilibrar em sua nova montaria. O dragão tentou protestar, porém as adagas eram inconquistáveis. E o dragão obedeceu a sua dor, quando Mors apertava a adaga na asa direita, o dragão virava pra esquerda, e quando o menino forçava as duas, o dragão subia. Em toda minha vida, nunca me imaginei montado num grifo, pensou quanto mais agora num dragão. Agora Mors estava em cima dum dragão, o que o machucava, por suas escamas duras e rijas, porém os outros répteis não o viam, e assim se sentiu camuflado, o que o fez planar embaixo da confusão de fogo e golpes acima de sua cabeça. Muitos dragões já morreram, pensou, Porém ainda tem dezenas, como podemos sobreviver assim? Os grifos não foram o bastante. Ele se lembrou de Dáhlia, O que diabos aquela menina está fazendo?

Não demorou muito e ele então viu fogo, não dos dragões e sim de Dáhlia. Graças a deus, Nossa menina-artilharia.

Mors percebeu onde ela e seu grifo estavam, na costa, em pé em cima de dos precipícios, e em terra firme, aonde Dáhlia havia esperado junto com o seu pequeno grifo. Com dezenas de armas flutuando ao seu redor. Enquanto fazia carinho na sua montaria com a mão, ordenava a artilharia, com a outra. Bazucas, lança-granadas, lança-foguetes, atiradores de mísseis, e tudo que a artilharia pesada que guardava no camarim tinha a lhe oferecer.

— Vamos explodi-los! – ela mirou suas duas mãos ao céu. – FOGO!

E assim as armas responderam, os dragões mal puderam se desviar do mar de tiros. Um tentou cuspir fogo, porém seu fogo só ativou os mísseis antes, o que não adiantou de nada, sendo que outro dragão maior que voava à o seu lado recebeu as explosões, caindo, sem boa partes dos membros. Outro dragão foi acertado no pescoço por um tiro de bazuca, seu sangue limpou o mar abaixo dele. O pequeno dragão esverdeado tentou desviar dos mísseis, porem duas granadas explodiram em sua asa esquerda, fazendo-a desaparecer, e parte de seu tórax também. Vários dragões caiam, enquanto partes de seus corpos eram explodidos. Outros eram consumidos pelo fogo que as explosões causaram no ar. Mors se lembrou de um ditado: Quem muito brinca com as chamas, acaba por elas se queimando. E nenhum outro serviria tão bem naquele instante. Mais explosões foram de encontro aos répteis que caiam em linha, banhando o mar de sangue. Por sorte Caius e os outros se afastaram das explosões, não sem um dragão fugir das explosões tentando atacar Caius, mas o menino era astuto, e voou perto de Dáhlia, fazendo uma explosão por fim derrubar seu perseguidor. Mas isso custou algumas queimaduras, e ter parte da asa de sua ave queimada. Uma última explosão acertou um dragão bem no tórax, e esse foi o ultimo a cair. Dáhlia parou a artilharia no comando de Caius.

— Ali, está aquele grande! – gritou Caius apontando. – Ele é o guardião.

Um enorme dragão negro, três vezes maior que qualquer outro, seus olhos grandes e humanos. Só pode ser este, pensou Mors.

O negro réptil, porém tinha sua própria guarda de bestas, os dragões sobreviventes rodeavam-no. Utilizando uma formação para defendê-lo. Mas na chuva de explosão de Dáhlia, uma de suas asas estava fatalmente ferida, o que forçava o dragão-guardião a aproximar-se da costa devagar, pois logo cairia se não pousasse.

— Acabou-se a munição! – gritou Dáhlia a Caius.

— Droga! – ele então deu a ordem. – Vamos atacá-los juntos.

Os outros atores, e suas montarias seguiram Caius, mergulhado no céu, para poder atacar o guardião perto da costa. Porém assim que Amy chegou perto, dois dragões arrancaram ferozmente a asa de seu grifo, que caiu ao mar junto com ela. Vincent, foi banhando em fogo quando se aproximou, fazendo suas celas soltarem, derrubando-o.

Droga, assim morreremos, pensou Preciso aproximar-me do guardião.

E assim Mors passou sobre eles. Caius até pensou ser um dragão tentando derrubá-lo, porém depois reconheceu aquele que o montava.

— Você montou um dragão!? – Ele se surpreendeu, e então notou que o menino ia sozinho entre os dragões. – SAIA DAÍ, ELES VÃO TE... – Caius engoliu suas palavras, quando Mors passou despercebido por três deles. – Ele vai levar os créditos...

O Guardião já tinha se estabelecido no planalto pedregoso. Mors foi até ele, passando por outros dragões despercebido, ao menos quando estava perto de aterrissar no planalto notou:

— CAIUS! – o menino gritou. – ESTOU DESARMADO!

Caius se chocou.

— O que?! – ele bufou montando em seu grifo. – Você está indo sem arma matá-lo?

— Me dê sua lança!

— Mas você vai levar os créditos de novo... – O esforço de Caius foi em vão, Mors novamente estrelava o ato.

— CALE A BOCA, E ME DÊ ESSA LANÇA!

Mors pulou de sua nova montaria, quase caindo do precipício atrás dele, porém com impulso nos pés correu a toda velocidade a frente.

Caius então a segurou fortemente sua lança, esperou Mors pousar no planalto pedregoso, e assim que viu o menino no chão, jogou-a o mais forte que pôde. Dois dragões que guardavam o Guardião perceberam pelos gritos do menino e assim cuspiram fogo em sua direção. Mors segurou a lança de Caius, correndo o máximo que podia, atravessando, o fogo em que foi banhado. Os ferimentos e queimaduras pouco importava. Mesmo que o fogo tenha o engolido. O menino correu, empunhando a lança com toda força que pode, com sua roupa em chamas. Apenas os olhos do guardião reagiram, quando Mors jogou a lança em direção a cabeça do dragão, matando-o.

— Eu... consegui. – Disse Mors enquanto o dragão urrava, e morria, com a lança presa em sua face. Agora as forças de Mors acabavam-se, e mais uma vez uma menina ia salvá-lo, desta vez era Dáhlia montada em seu grifo, o tirou dali, aonde mais dragões poderiam banhá-lo em fogo.

Mors apenas viu de longe, deitado no grifo de Dáhlia que se distanciava dali. Viu Caius e Rune, derrubar os dragões restantes. Caius utilizou o outro arco que Rune lhe dera, e assim, os dois venciam os dragões restantes, que não sabiam como responder, já que seu líder estava morto.

O menino avistou lá embaixo, numa pequena praia de areia, debaixo dos precipício, Tommy e Amy, tirando Vincent do Mar.

— Conseguimos novamente. – O fraco garoto disse.

— Sim. – Dáhlia respondeu. – e desta vez fizemos um estrago ainda maior.

Mors concordou. Observando a baía que deixavam no horizonte, com o mar em sua volta vermelho em sangue e corpos. E seu céu repleto de fumaça das explosões de Dáhlia. E o planalto dos dragões, se enchia em fogo.