Notas iniciais
Eu disse a uma das leitoras que ia postar "agora", mas deu um probleminha e tive que sair e só AGORA pude voltar...

Capítulo 6

Agora eu quero que imaginem uma sala escura, uma mesa no centro e uma luz bem no centro fazendo os rostos ficarem escondidos, e não esqueçam daquela musica de violino ao fundo, tudo isso para dar um ar de máfia italiana...

-O que deseja saber, Sakura? – Naruto falou como um verdadeiro mafioso...

-Dom Naruto... – Para tudo! Estou num hospital não no filme do Poderoso Chefão! – Naruto, sem que nem nos conhecêssemos direito e por isso acho que pode me falar exatamente o que se passa aqui.

-Vamos ver se consigo... – ele parou para pensar um pouco – Itachi é o camaradão daqui, trabalha com aquelas madames que querem puxar aqui e esticar ali, as vezes trabalha de graça em casos que Sasuke passa para ele.

-Casos como crianças? – Naruto assentiu, sabia que havia tido muitos casos de crianças queimadas em Tóquio nos últimos tempos e estas precisariam fazer a reconstituições em seus corpos.

-Sasuke é o exibido, resolve casos complicados demais para mentes simplórias como a minha, palavras dele. – Naruto fez cara de bravo – O Sasori que você viu ai fora é o maior inimigo do Sasuke!

-O por quê? – assunto interessante...

-Parece que é algo lá do passado deles, algo do colegial. Eu não sei, pois só conheci Sasuke quando entrei na faculdade.

-Obrigada Naruto! Isso já me ajudou muito! – fui ate ele lhe dando um beijo nas bochechas.

-Não quer saber do resto do pessoal do hospital? – eu já estava ate saindo da sala.

-Outro dia! Ou melhor! Vai lá na casa do Sasuke e do Itachi hoje a noite! Pode convidar toda nossa equipe!

O que pode acontecer se eu der uma festinha na casa dos Uchiha’s sem os informar antes?

Sasuke

-Doutor Uchiha? – parecia mesmo que hoje não conseguiria trabalhar em paz, Ino estava a minha porta – O senhor Iruka Umino chegou.

-O mande para um quarto e chame minha equipe. – ela assentiu saindo da sala rápido.

Peguei a ficha e também sai da sala já me dirigindo entre os corredores, vi Sakura passar rápido por mim sorrindo, o sorriso dela em meio de tantas pessoas consegue se sobressaltar...

-Ele esta no quarto 3057. – ouvi Ino me falar, ela estava ao meu lado com o tablete em mãos – O Doutor Neji e a Doutora Hinata já estão encaminhando para lá.

-Ótimo, informe Tsunade sobre a chegada e que depois dos primeiros exames a deixo mais entre os detalhes.

Entrei no elevador sozinho, pois Ino correu para falar com Tsunade, olhava mais um pouco a ficha de Iruka enquanto o elevador não parava. Contudo, logo cheguei o andar e vi Neji entrando no quarto, com todos já naquele pequeno quarto voltei minha atenção para o homem de roupas simples e chapéu olhando pela janela, de costas para nós.

-Senhor Umino. – Hinata o chamou, ele se virou, mas seu rosto era um pouco escondido pelo chapéu – Podemos conversar?

-Se sente. – Neji indicou a cama para que o mesmo se sentasse e nós ficamos em volta – Pode nos dizer o que sente?

-Irritação nos olhos, ardor, coceira e sensação de cisco no olho, além de não pode olhar a luz diretamente. – ele disse rápido terminando com um suspiro.

-Sensibilidade à luminosidade... – Hinata comentou olhando para mim que ate então apenas o olhava.

-Preciso ver. – disse me aproximando de Iruka que tirou o chapéu e os óculos escuros. Havia uma pequena membrana avermelhada na superfície dos olhos e estranhamente estava quase tomando metade de seu rosto – Vou precisar de uma amostra. – Hinata assentiu.

-Senhor Umino, vamos precisar que continue aqui até termos certeza que não seja algo contagioso e as possíveis causas. – informou Neji colocando suas luvas.

-Deixarem vocês retirando as amostras, nos vemos no laboratório. – disse dando as costas a eles.

-Só isso? – pude ainda ouvir Iruka perguntar isso antes de eu sair, algo comum meus pacientes acharem minha aparição pouca.

Sakura

-Sakura! – ai! Droga! Essa voz... – Sakura! – fui empurrada para frente e por pouco não cai, a culpada disso? Tsunade e seus peitos que chegam antes dela em qualquer lugar.

Momento reflexão:

Eu devo ter jogado chiclete na cruz!

Comido o pão que o diabo pensou em amassar!

Porque olha a falta de sorte!

Essa mulher me dá medo e do nada ela aparece como uma assombração peituda!

Estou precisando tomar banho de sal grosso e pular as sete ondas!

Espera ai...

Com tamanha falta de sorte se eu tomar banho de sal grosso vão me confundir com salmão defumado e se seu for pular as sete ondas é capaz do Aquaman me puxa e a Iemanjá me cuspir de volta!

Volta oferenda!

-Sakura! Estou falando com você! – Tsunade gritava atrás de mim, então me virei sorridente, aquele sorriso de pavor!

-Tsunade, querida! – como sou falsa! Queria era ter falado “e ai como vai o capeta?”

-Quando é que você vai começar o seu trabalho? Pois sei que nem sua sala ainda você foi ver.

-Como pode saber disso? – é! Agora quero ver me responder!

-Eu sei de tudo aqui. – agora fiquei mais apavorada ainda...

-Eu juro que aquele refrigerante já estava derramado quando cheguei na sua mesa!

-O que?!

-Ah mentirinha! – ah! Te peguei! Hahahaha!!!

-Sakura, isso aqui é um hospital, um lugar sério! Espero que não esteja achando que esta no jardim de infância. – ok, agora estou me sentindo mal...

-Não seja tão dura com ela Tsunade... – agora quem estava com cara de medo ou talvez surpresa, ainda não sei, mal consigo olhar o rosto dela por culpa dos peitos.

-J-jiraya? – ela se virou encarando um velho grande com roupas grandes e cabelo grande, já falei que ele é grande?

-Olá! – cumprimentei sorridente, já que o cara me salvou de mais xingamentos – Oi!

É, eu fiquei no vaco...

Eles ficaram se encarando, ela surpresa e ele sorridente, sorriso familiar...

Mas eu que não vou ficar aqui segurando vela!

Fui pra festa que ainda tenho que fazer e contar pros Uchiha’s!

Nos vemos lá!

Sasuke

Eram umas duas da manhã quando estacionei meu carro na garagem, estava cansado, mas já sabia muito bem o que Iruka tinha agora só precisava ver com minha equipe as possíveis causas.

Ouvi o som de uma música assim que sai do carro, olhei em volta e não eram dos meus vizinhos, claro que não seria. Meus vizinhos são pessoas, na grande maioria sérias e assim como eu preferiam a tranquilidade.

-Deve ser... – pensei olhando as chaves em minhas mãos, então corri em direção da porta a abrindo – SAKURA!!!

Notas finais
Então por hoje é só galerinha!
Beijos e boa noite!