Doris & Sissi
24 Rua Conselheiro Crispiniano
Yolanda não compareceu, mas foram contempladas com a primeira-dama.
Um acidente com bebida levou-as ao toilet.
Doris não precisou interpretar, havia mesmo derramado champanhe em Sofia, com um empurrãozinho de Sissi.
No palco, Menotti declamava de forma aliterada, causando vaias e aplausos.
A algazarra instaurada corroborou com seu plano, tal como um jogo, também precisava de sorte e improviso.
Sissi trocou-se, conseguindo um traje oficial da equipe.
Estendendo generosamente a mão, ajudou as damas deixarem o Theatro horrorizadas.
Vislumbrou Doris na companhia da pianista Guiomar, antes de flagrarem-na, misturou-se ao público, deparando-se com Romeu alarmado.
“O carro, foi roubado”
“Merde!”
Notas finais
Ladrão que rouba ladrão...
Algumas considerações da história:
A Praça Ramos de Azevedo só passou a ter esse nome em 1928, em homenagem ao arquiteto do Teatro Municipal.
A Rua Conselheiro Crispiniano é a parte lateral atrás do teatro, onde o carro estava estacionado. Essa rua de fato existia nessa época.
Menotti Del Picchia poeta e romancista, também participou da revolução de 1932, estava semana de arte e fez um discurso que foi vaiado mesmo.
Guiomar Novaes foi uma pianista muito famosa na época.
Sofia Pais de Barros foi a primeira dama de São Paulo e do Brasil, esposa do Washington Luís.
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