Don't kill the magic!

3 There's no place that you can hide...


Notas iniciais
Ooi pessoinhas que reservam alguns minutos do dia para ler essa fic... Pedimos desculpas pela demora, a Mary está viajando para um planeta que não contém internet e meu not resolveu ser possuído pelo slenderman por isso no momento estou com o da mamis linda (beijos para a mamis por finalmente deixar antes que a Mary me matasse)! É nesse capítulo que os paranaues começam a aparecer de verdade, as gurias começam a se fuder, pistas do passado delas, uma pitada de romance e é claro... Minha amada Hope barraqueira!! Peço que as leitoras fantasmas apareçam se puderem e tals! Bom, tá ai o capitulo... Desculpem pelos erros ortográficos pois não deu tempo de revisar... Boa leitura! XxMay e Mary

Pov. Hope

– Se essa sapa velha acha mesmo que eu vou passar um hora do meu tempo preciso com um de vocês ela está muito enganada – falei irritada, poxa, podia ser qualquer pessoa do mundo que eu não me importaria. Mas esses quatro? Tinha que ser, ou o universo me odeia ou é carma, é. Acho que é Carma por tudo que eu já fiz pra sapa... Por que eu não podia ser santa igual à Cassie? Se bem que o universo parece odiá-la tanto quanto a mim, bom estamos quites.

– Como se eu quisesse desperdiçar meu tempo com você, ruivinha – esse tal de Daniel tem alguma coisa que me irrita e ao mesmo tempo me deixa intrigada... Mas o que mais me chama atenção nesse grupo de ridículos é o tal de Moore, ele é o mais quieto e misterioso. Alguma coisa ele esconde, e eu vou descobrir o que é.

– Claro quem não amaria passar horas do dia com meninas lindas como nós?! – Cassie disse convencida – Vocês deviam se considerar sortudos, nós duas... Nem tanto assim. – ela disse cínica, o loirinho ia abrir a boca para responder, mas não deixei.

– Tá, é o seguinte. Eu to amando isso tanto quanto vocês – disse sarcástica – E sem contar que eu simplesmente amo um barraco... Mas, pelo jeito vamos ter que aguentar a companhia um do outro o ano todo, vamos ter que passar tempo junto querendo ou não. Então é melhor todo mundo calar a boca e dar uma chance para os outros, não que eu goste de vocês eu simplesmente não quero gastar meu tempo sambando na cara de cada um – terminei com meu sorrisinho cínico que eu tanto amo.

– Primeiras impressões geralmente estão erradas, então... Paz? — pergunta Cassie, sei que ela está cansada de tanta briga. Cassandra não nasceu para tretar!

– Ok, mas com uma condição. — disse Moore sorrindo sapeca — tentem não se apaixonar por nós!

– Isso é preocupação de vocês queridos — joguei um beijo para ele que revirou os olhos.

– Ok ruivinha, vez do pai aqui falar — disse Moore convencido — Vamos fazer assim, eu e o Mike treinamos a ruivinha. Daniel e Luke treinam com a barbie ali. Bruxos com Bruxa, Vampiros com Vampira.

– Barbie o cacete — Cassie disse ainda irritada — Mas eu concordo, cada um sua espécie.

– Aguenta esses idiotas sem mim Wittstock? — disse sorrindo, é claro que ela conseguindo.

– É mais fácil você pirar sem eu por perto; Grimaldi! — ela disse piscando — Então, todos de acordo? — os meninos e eu concordamos.

Pelo jeito vou ter que aguentar o resto de aborto pelo resto do ano, se tiver um assassinato na Golden High quero deixar bem claro que não tive nada a ver com isso‏.

Pov. Cassie

– Se concentra. — ordenei novamente. Era a décima quinta vez que eu tentava fazer Luke me hipnotizar, mas ele não conseguia. — Cara relaxa. Você tem que me fazer acreditar e esta fracassando demais.

– Aff. — falou me olhou nos olhos. — Diga: "eu amo você." — Rosnei.

– Olha só menino se você ficar de graça, eu juro que te hipnotizo e te faço fazer coisas que você duvide. – disse brava.

– Não vamos transar. Lamento. – ele disse debochado.

– Ei ei. — gritou Daniel que estava sentado numa pedra nos observando — Vocês podem parar de namorinho. Estamos aqui pra treinarmos. — Revirei os olhos.

– Daniel vem aqui demonstrar a ele como se faz. . — Daniel se levantou sem nenhuma vontade e parou na minha frente. Olhei no fundo dos seus olhos castanhos chocolates e por um momento esqueci tudo em minha cabeça.

– Tire o gorro. — Franzi a sobrancelha um pouco tonta como se eu estivesse embriagada e levei a mão na cabeça retirando o gorro. Só quando o vento frio me atingiu que eu percebi o que eu fazia.

– Muito bem... — resmunguei. — Luke entendeu? — perguntei me virando pra ele irritada — Faça igual ele venha.

– Sim tia Barbie. — Respirei fundo ignorando a provocação dele e olhei no fundo dos seus olhos.

– Diga: "Eu sou uma Barbie mimada.".

Fiquei olhando para ele sem entender nada por um momento. Minha mente estava meio nebulosa e antes que eu percebesse estava falando. Os dois começaram a gargalhar o mais alto possível, emburrei na hora.

– Você é ridículo. — rosnei.

– Você foi quem disse. — Senti minhas presas latejarem e sai de perto parando em frente à Hop.

– Olha só me deixa arrancar a cabeça deles, por favor? — implorei e ela riu.

– Ai bebê bem que eu queria permitir isso mas você não duraria uma hora numa penitenciaria, então temo que terei que te impedir. — falou Hop dando um sorriso triste.

– Merda. – murmurei a contragosto.

– Acho que já deu por hoje. – o loiro aguado falou com um sorrisinho irritante — Agora vamos ver o que vocês sabem! – ai que vontade de tirar esse sorrisinho da cara dele. Durante toda a luta Daniel e seus clones fizeram questão de ressaltar todos os nossos defeitos. Postura. Atitude. Ataque. Foi quando finalmente Scroll apareceu que fomos liberados para sair da detenção. Quando a detenção acabou eu estava pior que caco de vidro. Se pensei que estava sendo má com eles. Eles foram o capeta comigo.

– Quero minha cama... — choraminguei tirando a roupa. Entrei no chuveiro caindo de sono e assim que eu já estava vestida me joguei na cama mal prestando atenção em Hop.

"Estava sendo perseguida. Meu agressor estava próximo, era pesado e arfava. Meu peito se contraia cada vez que eu o ouvia chegar cada vez mais perto. O ar do local era opressivo, cheirava a mofo e poeira de cemitério. O local era pouco iluminado por tochas e por mais que eu corresse nunca saia do lugar.

– Não ha lugar onde você possa se esconder de mim, princesa. — falou a voz rouca.

Eu queria gritar. Virar-me e olhar quem me seguia, mas a coragem me faltava. Algo dentro de mim dizia que se eu me virasse algo de ruim aconteceria. Continuei a correr arfando e de repente tropecei. E foi ai que vi todo o meu mundo ruir. As heras prenderam minha perna com a força de aço.

– O que eu te fiz? — chorei fechando os olhos e me encolhendo ouvindo os passos de meu perseguidor se aproximando.

– A questão é o que você ainda não fez queridinha. — disse a voz masculina no meu ouvindo. O bafo quente cheirando a boteco de quinta.

– Por favor... — implorei. Ele riu e senti braços fortes me agarrarem. Tentei gritar me soltar, mas nada funcionava. Por fim desisti deixando o medo me consumir.”.

Acordei gritando mais do que minha garganta permitia. Senti as lágrimas quentes escorrendo pelo meu rosto e o frio me envolvendo.

Eu tremia e soluçava.

– Cass... — falou Hop saindo da sua cama e me abraçando.

– Foi horrível... — chorei.

– Calma, calma. Foi só um sonho. — sussurrou.

– Foi real de mais... – disse desesperada – Ele tá atrás de mim Hop, eu sei que está.

Pov. Hope

Ainda na detenção...

E eu aqui pensando que ia ser fácil ensinar dois bruxos, achava que ao menos eles sabiam o básico. Mas os inúteis não conseguiam nem fazer uma simples pena levitar, pelo amor de Katherine. Esses dois não servem para nada.

– Pelo amor da Rainha, o que vocês dois tem? – disse entediada. – Vocês só precisam fazer a porra da pena levitar por dez segundos e pronto. Cadê a dificuldade nisso? – Perguntei brava, e por impulso levantei os dois no ar. – Parece difícil? Não, não é difícil! Se eu consigo levantar os dois com uma mão, não pode ser tão difícil levantar a porcaria de uma pena apenas alguns centímetros do chão! – disse soltando eles no chão sem a menor delicadeza. Não tenho paciência com idiotas.

– Porra Hope, eu to tentando! Mas eu nunca aprendi magia na minha vida, é pedir demais um pouquinho de paciência? – Mike pediu fazendo biquinho. Tá, ele até que é fofinho, mas ninguém nunca vai saber que eu disse isso.

– Tá bom Michael. Olha meninos, mais uma vez ok? – disse suspirando, era tão simples... – Olha, vocês só precisam se concentrar. Não tem segredo, vocês já nasceram com o poder. Isso quer dizer que vocês são bruxos naturais, são mais poderosos que as outras classes. O poder de você vem da natureza, imaginem ele fluindo levemente pelos seus corpos e deixem ele assumir o controle por alguns segundos. Mas só por alguns segundos, se não vocês vão explodir alguma coisa. — Disse demonstrando outra vez, levantei minha mão direita e respirei fundo. Logo a pena subiu três metros no ar e lá ficou. – Viram? Tentem outra vez.

Os meninos me olharam como se eu fosse um tipo de aberração, gente será que eles sabem que também tem poderes? Porque, sinceramente, do jeito que eles estão reagindo parece que nunca viram uma bruxa em ação. Michael respirou fundo e tentou novamente, o vi se concentrando e senti o poder fluir por suas veias. Logo a pena começou a se levantar, Mike olhou para mim com um sorriso orgulhoso, sorri de volta para ele. Agora foi a vez de o Henrique tentar. Moore respirou fundo e se concentrou, encarou a pena por vários segundos, mas nada acontecia. Tinha alguma coisa errada, não conseguia sentir o poder vindo dele. Como eu vou desbloquear o poder desse menino?

– Moore, o que está acontecendo? É só levantar a maldita pena por dez segundos e nós acabamos por hoje. – disse entediada, porém estava preocupada com o Henrique. Não é normal um bruxo ter tanto problema para levitar uma simples pena.

– Falar é fácil ruivinha. Eu juro que estou tentando, mas caralho. É impossível! – Moore disse cansado. – Eu não vou conseguir fazer isso. Sinceramente, eu desisto. – Ele disse e saiu em direção ao interior da floresta.

– Eu vou atrás dele, fica aqui Griffim. – disse para Michael e comecei a entrar cada vez mais na floresta. Senti um arrepio me lembrando do meu último pesadelo, o cenário era muito parecido com o do sonho. Pela primeira vez desde que entrei na Golden High, senti uma pontada de medo. Ignorei esse sentimento, acendi uma bola de luz na mão direita e comecei a procurar pelo Henrique. Depois de minutos de caminhada o encontrei deitado no centro de uma clareira olhando fixamente para as estrelas. – Finalmente te encontrei, não consegue levantar uma pena, mas sumir no meio do nada você consegue. – falei cínica e ele riu sem graça.

– Sabe Hope, estou começando a me acostumar com esse seu jeito. – ele disse ainda fitando as estrelas. – Até que é divertido. – sorriu me olhando.

– Todos me amam Moore, você não é o primeiro. – brinquei sorrindo de volta. – Por que você saiu desse jeito? – perguntei intrigada, entendo que ele não tenha conseguido fazer a pena levitar, mas não precisava sair correndo.

– Pra você deve ser a coisa mais fácil do mundo Grimaldi, mas para mim não é. Você foi criada desde pequena como uma bruxa, já eu fui criado como eu guerreiro. Sei todos os tipos de luta que você pode imaginar, mas nunca aprendi um único feitiço. Meu pai era um dos conselheiros da Rainha Katherine, o protetor dela. Eu nasci para ser o guardião da próxima princesa por isso fui treinado em artes marciais e não em feitiçaria... – ele falou sem desviar os olhos do céu estrelado. – Isso tudo é muito difícil para mim, enquanto eu estiver aqui na Golden High vou ter que aprender a controlar meu poder. E vou ficar aqui até achar a tal princesa, e eu nem sei se ela existe.

– Tecnicamente a próxima rainha é a vadia da Alexis, você não deveria ser o "guardião" dela? – falei absorvendo toda a informação.

– Não, meu compromisso é com a verdadeira princesa. A que tem o sangue da Rainha Katherine, mas nem sei se vou encontra-la algum dia. – Tinham teorias que diziam que uma suposta filha de Katherine estava viva e andando escondida por ai aguardando o momento de reaparecer e cumprir a tal profecia que tanto falam, mas eu não acreditava que qualquer membro da família real ainda estava vivo, eles foram mortos anos atrás pelos rebeldes.

– Tá, é o seguinte. Eu não vou muito com a sua cara desde o momento que você resolveu me encher. Mas eu vou te ajudar a desbloquear seus poderes, vou treinar você e te ajudar a achar a suposta princesa. Não vai ter tão difícil, afinal, Hope Grimaldi é a melhor bruxa de toda a Golden High – disse convencida.

– Obrigada Hop, mas não ache que eu vou parar de implicar com você – ele deu uma risada gostosa.

– Nem sonharia com isso – disse para as estrelas e levantei em seguida lhe estendendo a mão direita – Vem, vamos voltar antes que a Cass fique louca!

– Tá bom. – respondi simplesmente, segurou minha mão e levantou em seguida. – Obrigado ruivinha!

– Por nada Moore. Agora vamos! – acendi novamente a bola de luz e segui o caminho de volta para Cassie, depois de alguns minutos a vi tentando ensinar Luke a hipnotizar. Parece que não sou apenas eu que está tendo problemas.

– Já está bom por hoje – Mike disse apressado – Vamos ver o que vocês sabem – ele disse debochado.

O treino deles foi difícil e extremamente pesado, mas acho que me sai melhor que a Cassie. Henrique me olhava uma hora ou outra e ria do meu cansaço enquanto eu apenas lhe mostrava o dedo do meio.

A diretora chegou nos liberando da detenção, me despedi dos meninos e segui Cass em silêncio até o quarto. Nem me dei o trabalho de trocar de roupa; simplesmente me joguei na cama e adormeci.

Acordei com os gritos desesperados de Cassie. Alerta de pesadelo. Ela estava muito mal, chorando desesperada.

– Foi tão real Hop, tão real... – ela dizia encarando a parede branca enquanto eu a abraçava.

– Calma Cass, foi só mais um pesadelo. Sempre acontece, lembra? – disse tentando acalmar a mesma.

– Eu estava correndo, era uma floresta muito escura, tinha alguém atrás de mim. Alguém mal Hop, acho que queria me matar. Ele me amarou numa árvore, não importava o quanto eu gritasse, ninguém aparecia. – gelei na hora, esse sonho foi muito parecido com o meu. Só que no meu pesadelo eu encontrava a Cassie e seu perseguidor, mas acordada antes de conseguir salvá-la.

– Ok Cass, você me convenceu. Não são apenas pesadelos. Eles estão tentando nos dizer alguma coisa, e eu prometo que vou descobrir o que é. — disse a abraçando mais uma vez. – Ele disse alguma coisa? – ela fez que sim com a cabeça. – O que?

– "Não existe lugar que você possa se esconder" – ela disse tremendo. – To com medo Hop...

– Nada vai te acontecer Cassie, eu prometo – disse seria, e é verdade. Não vou deixar ninguém chegar perto da minha menina.

Notas finais
Obrigado por ler e até o próximo! Não sei a data exata, mas prometo que não vai demorar tanto como dessa vez!! Por favor, deem uma chance para essa fic! Ela está ficando muito maneira e no próximo as gurias já se fodem legal shausah e teremos algumas "risadinhas" nele u.u XoxoMay e Mary
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.