Dont Let Her Go.
8 I'm sorry...
Notas iniciais
– Regina... — a loira sussurrou... Assim que a loira terminou de falar o nome, a escuridão tomou conta, a loira tombou, caindo nos braços de Mary Margaret que estava atrás dela, alguns segundos após a loira cair inconsciente ambulâncias foram chamadas, e o Dr.Whale que estava presente no casamento correu para ajuda-la.
- Ela ainda está viva, respirando, porém a quantidade de sangue que está perdendo... — ele parou por um segundo e tirou o casaco de paletó que utilizava, puxou as mangas da camiseta social para cima e começou a fazer pressão nas feridas mais profundas.
Todos estavam em choque, inclusive a noiva, que mal conseguia se aguentar em pé, Daniel estava irritado, porém também temia, Emma havia conseguido fugir, e isso não era bom, pois ela teria todos os motivos para acusa-lo de no mínimo dois crimes que daria a ele um grande tempo de cadeia.
Assim que a ambulância chegou, Emma foi levado ao hospital local, e levada a sala de cirurgia, Ruby e Mary Margaret saíram rapidamente do local, embarcando no carro de Ruby dirigindo até o hospital, Regina continuava estática, a cena da mulher desmaiando se repetia e repetia na sua cabeça, até que então foi tirado do transe pela voz de Daniel, que chamava por ela.
- Regina...? Regina? REGINA! — Berrou o homem por final.
- O que é? — ela perguntou, olhando pra ele.
- Vamos terminar com isso... — ele se virou para o padre — Continue padre, por favor.
- O que? Você quer continuar com isso depois de ver Emma adentrar a igreja sangrando daquele jeito? Não, isso não vai acontecer hoje. — ela falou e se virou, saindo correndo pela porta da igreja, então entrou no carro e dirigiu até o hospital. No carro rasgou o vestido, tocando-o no banco de trás, lágrimas queimavam seu rosto, o desespero tomava conta de seu corpo, ela dirigiu até sua casa, pegou um vestido qualquer e colocou, dirigiu tão rápido que poderia ser multada, chegou até o hospital rapidamente.
- Como ela esta? — perguntou Regina chegando perto de Mary Margaret e Ruby.
- Ela esta em cirurgia... não teve ferimentos internos muito sérios, a maioria são superficiais.
- E o que aconteceu com ela? Alguém tem alguma pista? — perguntou a morena agoniada.
- Ela chegou até a igreja com Graham, estava no meio da floresta, ele disse que ela falou alguma coisa sobre ser sequestrada durante os dois dias que não estava aqui.
- Alguém sequestrou ela? Porque alguém faria isso? — ela perguntou confusa.
- Nós não sabemos ainda, vamos esperar ela acordar pra falar com Graham, e descobrir quem fez isso. — falou Mary Margaret.
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- DROGA! DROGA! — berrava Daniel tocando copos na parede do esconderijo que haviam prendido Emma. — Seus inúteis, vocês deixaram ela fugir! — Berrou o homem, apontando para os dois que estavam lá também.
- Mas chefe... — tentou argumentar um dos homens.
- Sem mas! EU FALEI PRA FICAREM DE OLHO NELA! — ele respirou fundo, elevou uma das mãos até a testa e andou de um lado para o outro, pensando no que faria. — Vocês fiquem aqui, qualquer coisa me liguem, não saiam daqui.
- Sim chefe — os homens acenaram com a cabeça, olhando o homem que saia do cômodo e entrava no carro.
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- Hey Baby, novidades sobre a Emma? — falou David, que entrava no hospital e passava seus braços abraçando Mary Margaret.
- Não ainda... — ela falou, porém foi interrompida quando Dr.Whale apareceu no corredor, ele ia em direção a eles.
- E então doutor? — perguntou Regina.
- Ela está estável, a cirurgia ocorreu bem, e ela esta acordada.
- Já? — perguntou Mary Margaret.
- Sim, terminamos a cirurgia há uma hora, deixamos ela em observação para ver se nenhuma das feridas infeccionaria, e agora o efeito da anestesia esta passando.
- Eu posso falar com ela? — perguntou Regina, seus olhos brilhavam, e um sorriso apareceu no seu rosto quando o doutor divulgou que o estado de saudade da loira estava melhor e que não haviam muitos riscos.
- Sim, mas apenas você, ela estava chamando por você. — ele sorriu para os outros, e então novamente olhou para Regina. — Por aqui.
Ela seguiu o homem até o quarto de Emma, chegando lá ele seguiu seu caminho e Regina entrou no quarto de Emma.
- Hey... — sussurou Emma, sorrindo.
- Hey... como está se sentindo? — perguntou a morena, que agora se aproximava da cama da loira, porém não escondia o sorriso.
- Melhor agora... — a loira segurou as mãos da morena que agora sentou no canto da cama da loira.
- O que aconteceu? — perguntou a morena.
- Antes de qualquer coisa, — respirou fundo a loira, que se sentou na cama, ajeitando-se de um jeito que não doesse tanto. — Eu fiquei encarcerada em um quarto, sozinha, e isso me deu tempo pra realizar que... Eu amo você, e eu não consigo viver sem você, e eu quase morri, e a única coisa que passava na minha cabeça era você, e o nosso filho... I can't... Eu não posso viver sem você. Você se casou com Daniel? — Emma estava com medo da resposta, um sim poderia destruir suas esperanças, e a quebraria de vez.
- Não... eu disse que iria adiar... mas eu não quero me casar, não com ele. — a morena então pegou a mão da loira e apertou, dando um sinal de força, e então a loira a fitou, e sorriu.
- I love you.
- I love you too.
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- Daniel, precisamos conversar — disse Regina.
- Claro, o que aconteceu Querida? — perguntou o homem que temia saber o que iria ocorrer.
- Vem cá — ela disse pegando a mão dele e levando o homem até um dos armários do hospital.
- O que foi querida?- cínico, ele pegou sua mão e elevou até a face da morena, que agora fitava o chão.
- Não posso casar com você. — ela tirou o anel do dedo — eu não amo você, e você não me ama. — ela sorriu e entregou o anel ao homem, que então se irritou.
- Como não amo? Se eu não te amasse não teria te pedido em casamento, mas deve ser coisa daquela idiota da Emma, aquela idiota só vai te machucar, e quando ela te machucar não conte comigo, você é outra idiota que não vê o que esta na sua frente. — as palavras eram cuspidas descontroladamente.
- Você é um idiota. Você tem dois dias pra tirar seu lixo da minha casa. — a morena falou e então saiu do armário.
- Vocês vão me pagar sua vacas — dizia Daniel que então socou a parede do armário.
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