Notas iniciais
Heeeeeeey migos, então, primeiro capítulo da minha primeira parceria com a lindeza da Morg, focada em Percabeth - obvio que vai ter outros casais que poderemos focar um pouquinho.
Boa leitura!

- Vamos, Cabeça de Alga. Apareça.

Segurei o riso mais uma vez. Observava Annabeth andar de um lado para o outro, me procurando em todos os lugares possíveis do meu chalé. Aqueles olhos cinzentos perfeitos brilhavam de um jeito perigoso e já estavam claramente irritados por não conseguir me encontrar. Ela bateu o pé no chão, e cruzou os braços.

- Okay, eu desisto. Você ganhou.

Sorri e me movimentei lentamente, para que ela não descobrisse meu esconderijo secreto. Quando achei um lugar bom pra me levantar sem bater a cabeça, me levantei e sorri. Annabeth me olhou tão irritada que eu pensei que ela fosse me dar um soco.

- Você é tão irritante.

- Irritantemente maravilhoso, só pode.

- Eu já disse que você ficou muito convencido? – Annabeth ergueu as sobrancelhas, e sorriu quando eu a puxei para perto de mim.

- Acho que eu posso ser bastante convencido de vez em quando.

Ela riu e mordeu o lábio. Aquela provocação quase me matou, e eu tive que puxá-la para mais perto de mim, e colar meus lábios aos da mesma. Annabeth passou a mão pelo meu abdome até chegar em meu pescoço, agarrando-o. Um baterista descontrolado ensaiava seu solo dentro do meu coração.

E ele nunca se cansava de ensaiar, principalmente quando Annabeth me beijava daquele jeito.

E da última vez que esse baterista resolveu tocar um show inteiro, não deu em algo para todas as idades, se é que vocês me intenderam. Mas estávamos no chalé de Poseidon, e eu acho que seria um desrespeito muito grande fazer amor com Annabeth ali. Por mais que eu estivesse louco para isso.

- Hm, Percy – ela se separou, com as bochechas tão vermelhinhas que eu não consegui conter um sorriso.

- Já sei – resmunguei, sentando-me na cama – Estamos num lugar “sagrado”.

Annabeth sorriu e sentou do meu lado.

- E mesmo assim, não daria. – Franzi as sobrancelhas, não entendendo nada. – Hm, a caneta é vermelha.

Concordei lentamente com a cabeça. É o modo da Annabeth dizer que está menstruada. Sei lá porque, mas é muito constrangedor para ela falar isso, então simplesmente criamos um código qualquer, e pum.

- Sabe aquele livro que eu li, Jogos Vorazes? Eu me pergunto se houve tributos femininos menstruados no meio dos Jogos. Eu ficaria muito constrangida e desconfortável.

- E eu me pergunto se daqui a milhões de anos Panem possa realmente existir, como você me contou.

- Os deuses não deixariam. Só se tivessem outros governando.

- Se eu ficasse no lugar de Poseidon, eu provavelmente destruiria o mundo.

Annabeth riu, e deitou a cabeça no meu colo. Fiquei fazendo cafuné nela por alguns segundos, até ela dizer:

- Você realmente destruiria tudo, Cabeça de Alga.

- Esta confiança em minha pessoa me cativa. — ri, mexendo em seu cabelo suavemente.

- Mas é verdade, não? — ela disse, sorrindo. — "Percy Jackson, o deus dos mares...". Uau, isso não soa bem.

- Ah, claro. E o que soa bem na sua opinião? Tem como responder a minha pessoa ou sua genialidade seria demais para minha cabeça?

- Minha genialidade sempre foi demais para sua cabeça, Cabeça de Alga. — ela riu mais ainda com minha tentativa de ficar bravo. — "Annabeth Chase deusa da sabedoria. "... Isso soa bem.

- Claro, claro que soa. — eu disse. Ficamos alguns segundos em silêncio, até que uma curiosidade me bateu e eu pergunto — Se você fosse, qual seria a sua primeira ordem?

- Se eu fosse uma deusa super inteligente, não uma semideusa super inteligente? — ela riu, para depois ficar perdida em sua cabeça. — Provavelmente, faria meu sonho, sabe? Ser arquiteta. Fazer monumentos que durassem anos.

-Resumindo, iria construir coisas.

-É, resumindo, sim. E você, Cabeça de Alga?

-Isso já foi respondido. Destruiria tudo. Faria uma enorme bagunça! — eu disse, bagunçando o cabelo de Annabeth até parecer um ninho de ratos.

-Cabeça de Alga! — ela disse, gritando, levantando na minha direção. Eu mal conseguia devolver os soquinhos, pois estava muito ocupado rindo. Ela parecia irada. Que sorte ela deixar sua faca no chalé 6, senão... Eu nem gosto de pensar o que aconteceria.

-Ai...Você tem que ver seu rosto...

-É – ela me cortou – Você definitivamente tem razão, você destruiria tudo!

-Isso foi uma conclusão sábia de sua parte.

-Ai, Cabeça de Alga, eu juro pelos deuses...

Antes que ela conseguisse dizer outra coisa, me aproximei e meus lábios se encontram com os dela. Ela de início resistiu, mas depois parou e se deixou levar pelo sentimento.

-Como você consegue beijar tão bem?- eu pergunto, entre sussurros.

-Tive muita experiência. — ela me provoca, encostando sua boca perto de meus ouvidos, me arrepiando.

-Espero que essa "experiência" se limita a mim.

-Você pode manter suas ilusões, se quiser. — Continuo beijando Annabeth. O momento estava perfeito. -Percy...- ela sussurra, mas não interrompe o beijo.

Notas finais
botamos a annabeth lendo jogos vorazes mesmo, não to nem ai u-u hhahaha, gostaram? o que acham que vai acontecer? criticas? elogios? xingamentos? SIMBORA PROS REVIEWS!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.