Don't Deserve You
11 Capitulo 11
Notas iniciais
~Katherine
Estou de costas pra porta da mansão, esperando Stefan abrir a porta. Eu realmente espero que estejamos sozinhos, porque aguentar a trupe não dá pra mim.
– Hey, pensei que não vinha. — Stefan abre a porta, com duas taças de champanhe.
– Porque não viria? — eu digo, entrando. — Eu aprovo boca livre.
– Não vai querer? — me oferecendo uma taça.
– Serio? Você que se desculpar com champanhe. — digo pegando a taça.
– Eu sei que o que falei ...
– Querido, se você vai entrar nesse assunto logo de cara, deveria ter me oferecido, um uísque australiano.
– Engraçadinha, entendi a dica. Discutiremos jantando, já que comida e você combina.
Nos entramos e eu sinto um cheiro maravilhoso. Mais não digo nada, a mesa está linda, com velas e tudo.
– Você que decorou? — pergunto apontando a mesa.
– Sim. Gostou? — ele diz e vai pra cozinha.
– Não sei, quando me decidir te falo. — eu digo, e ele dá um sorriso.
– Nunca facilita, né?
– Eu já te disse, não gosto de coisas fáceis.
Ele rir e se vira, o cheiro está maravilho uma coisa que amei sobre ser humana era comer, meu Deus, eram tantas coisas gostosas, e eu realmente estou amando esse cheiro.
– O que você preparou para nós? — não resisto, e pergunto.
– Nhoque e lasanha, comidas tipicas da Itália. — ele diz.
– Massas? Serio? — eu digo para implicar.
– Pensei que gostaria. — ele diz, e franze a testa, eu amo quando ele faz isso.
– Brincadeira. — eu digo, e pego a travessa e vou até a mesa e a coloco.
Nos sentamos e ele me serve, e então enche nossa taça de vinho, e eu dou uma mordida e gemo, de tao bom que está.
– Está uma delicia. — eu digo, e então olho pra ele, e ele está me olhando estranho.
– Realmente está uma delicia. — ele diz.
– Você nem comeu. — eu digo apontando pro prato intocável dele.
– Não estou falando da comida. — ele diz, e então percebo que ele está falando de mim, abaixo minha cabeça e sorrio. Droga, estou ficando idiota. — Você está linda.
– Agora que você diz isso?
– Você está certa, deveria ter te dito na hora que entrou, e provavelmente te dá um beijo.
– Bem, nunca é tarde pra um beijo. Mais agora estou com fome.
Volto a comer, e ele começa. E então começamos a conversar sobre tudo, algumas época felizes, outras nem tanto, ele me fala sobre Lexi, e eu lhe conto mais sobre meu tempo com Nadia em Paris, passamos o jantar todo assim, e nada de entrarmos no assunto que me trouxe aqui. Ele juntou as coisas e levou pra cozinha, e me mandou sentar na sala. Eu me sento e olho pra lareira, e sei que em alguns segundo tudo pode mudar, assim que ele começar a falar, e eu não sei o que vou ...
– Hey, trouxe a sobremesa. — ele diz interrompendo meus pensamentos. E se senta ao meu lado.
– Sorvete? — eu digo, quando ele me mostra a taça, com sorvete e calda de chocolate, com apenas uma colher. — Serio? Uma colher, vamos dividir? Tipico.
– Pare de reclamar, — ele diz colocando a taça na mesinha em frente, — E venha se sentar aqui. — ele diz, me puxando pro seu colo. E pegando a taça.
– Lembra foi nesse sofá que você fez eu me sentar e escrever num diário, porque tentei me suicidar. — eu digo.
– Lembro, ah! como foi que você disse: Que tipo de babaca sentimental ...
– Escreve tudo o que sente? — eu completo. — Mais era verdade, escrever num diário? Meu Deus isso é pura idiotice.
– Katherine, eu sempre escrevi em diários. — ele diz e eu não seguro e começo a rir.
– Isso é coisa de mulherzinha. — eu falo.
– Até eu queimar todos quando estava sem memoria. — ele diz ignorando o que eu disse.
Então ele enche a colher de sorvete, e coloca na minha boca.
– Serio de todas as coisas doces que já comi nestes seculos, o soverte foi a melhor invenção.
Nós comemos o sorvete, e ficamos falando e implicando um com outro, quando ele empurra a taça pro chão, e me beija com vontade. Fui pega completamente de surpresa, claro que não reclamo por isso, minhas mãos envolvem os ombros. Seus lábios são quentes, e o interior de sua boca, bem macio. Ele então nos muda de posição, me colocando de frente em seu colo, e então suas mãos desce um pouco para apertar minha bunda. Então o empurro um pouco, e o olho em seus olhos.
– Ual, não que eu esteja reclamando, mais o que foi isso? — eu digo.
– Eu te amo. — ele simplesmente solta, e uma alegria me envolve completamente.
– E quem não ama. — eu digo, mais ele sabe que estou exultante com essas palavras.
Então me aproximo e fecho meus dentes sobre o seu lábio inferior e chupo suavemente na minha boca, então ele me envolve meu cabelo em sua mão, enquanto a outra ao redor da minha cintura, e me puxa contra a ele, eu solto um gemido baixo na minha garganta, e então começo a tirar o casaco dele, ele se livra do casaco rápido enquanto brinco de passear minhas mão no seu corpo, e quando finalmente ele está sem camisa, e eu com o vestido na cintura, escutamos uma mala caindo no chão, e um grito.
– Ai meu Deus! — Elena e Damon estão nos encarando, fomos pegos no flagra.
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