Don't Cry, I'm Here
16 Capítulo 16
Notas iniciais
#SUUUUUUUUUUUUUUUUUUPEEEEEEEEEEEEEEEERHemorragiaNasal
Don't cry, I'm here.
- Finalmente te achei, Caimey. – Uma moça de cabelo negro, vestindo um vestido roxo até os joelhos e bota negra, disse surgindo do nada.
- Robin-chi! – Caimey exclamou.
- Olá, você deve ser Monkey D. Luffy-san, não? – Robin questionou para o moreno.
- Sim, e você?
- Eu sou Nico Robin, essa é Caimey e aquela é Nojiko. – Apontou para uma moça, cuja direção era a deles, de cabelo azul escuro que ia até os ombros. A jovem usava uma camiseta quadriculada verde e uma calça num tom de bege, junto com as sandálias.
- Nojiko e Robin? – Luffy indagou – Nami já me falou de vocês.
- Luffy, certo? – Nojiko perguntou e ele assentiu – Nami me falou de você. Como ela está?
- Bem... Mas ela tá um pouco brava comigo.
- Por quê? – Caimey entrou na conversa.
- Espere, não é melhor contar enquanto nos leva até a casa dela? – Nojiko sugeriu.
- Sem problemas! Sigam-me, meus bons! – Monkey exclamou, fazendo a menina de cabelo verde rir, e começou a andar.
O0o0o0o Voltando à sorveteria o0o0o0O
-... E... E então o Usopp ficou com... – Nami deu mais uma gostosa gargalhada antes de continuar a narrativa, coisa que fez a muito custo, pois sua barriga doía e estava sem folego de tanto rir – Com o n... Nariz preso na fechadura da porta! – Novamente riu até se acabar – T... Tudo porque os meninos queriam saber o... O que estávamos conversando e... E não tinham a chave do quarto!
- Ideia de Mugiwara-ya, suponho. – Law comentou divertido e também rindo, não tanto quanto a ruiva, mas mesmo assim achava engraçada a história.
- N... Não só dele! O... Ace também... F... Foi ele quem colocou o... O nariz do Usopp na fechadura para... Para ver se abria. – Estava puxando o ar com dificuldade.
- Ei, vai morrer desse jeito, Nami-ya. – Traffy declarou observando a face delicada totalmente rubra.
- D... Desculpa, mas... Foi muito engraçado! Principalmente por eles t... Terem fugido e deixado o coitado lá. E ainda desceram a escada rolando! Ai, minha barriga. – Abraçou a barriga e tentou parar de rir, em vão.
- Sua louca, venha cá. – Trafalgar a puxou para si, a enlaçou pela cintura e deu-lhe um pequenino beijo no topo da cabeça laranja – Vamos, se acalme para nós podermos voltar para sua casa, ainda tem cinema hoje, se lembra?
- Não sei se consigo ir ao cinema... E se...? – Não terminou a frase, pois o moreno erguera seu rosto e depositara um selinho em seus lábios rosados.
- Esqueça os "E se...?", Nami-ya. A ruiva que eu conheço ia levantar a cabeça e socar quem risse dela.
- Ei, não me confunda com o Eustass. – Ela reclamou – Você tem razão, melhor enfrentar logo. Mas antes... – Segurou-o pela gola da camisa e o beijou de forma nada inocente, porém sem deixar de ser terna.
Havia necessidade e ardor em seus gestos. Law ficou surpreso, porém logo fechou os olhos e tomou o controle da situação, pedindo passagem com a língua quente e macia. Evidentemente, a passagem foi concedida. Nami e Traffy se correspondiam em perfeita harmonia, e o beijo era apaixonante, luxurioso e passava um sentimento de aconchego, como se ali fosse o lugar deles, um ao lado do outro, um... Apaixonado pelo outro (Lawko-san, o Sr. Canto vai ter muita companhia, né?). Trafalgar se perdeu no gosto doce e levemente cítrico de laranjas da ruiva que invadia sua boca e no corpo belo e delicado preso em seu abraço, enquanto essa se derreteu naqueles braços fortes a envolvendo e nos lábios macios capturando os seus com desejo. Infelizmente, o ar resolveu esconder sua presença (Como o bom ninja queele é, sabe, do Esquadrão Inseto do Exército Maniwa? #FãsDeKatanagatariEntenderão. [risos]) e eles se separaram.
- Nami-ya, eu tenho me segurado muito, mas se fizer isso de novo, não responderei por meus atos. – Law murmurou pausadamente, tentando recuperar um pouco de ar.
- Então não responda. – Nami sussurrou com o rosto escondido na curva do pescoço dele, fazendo-o te um arrepio. Oh, aquela mulher queria deixa-lo louco!
- Não me provoque, Nami-ya. – Disse com a voz baixa e com leve tom de aviso.
- Adoro quando você me chama de "Nami-ya", Law. – Ela comentou dando um suspiro – Isso me dá arrepios. – Abriu um sorriso matreiro.
- De novo a conversa sobre você me achar sexy? – O moreno questionou divertido.
- Seu chato, vai ficar falando disso até quando? – Fez bico, soltou-se de seus braços, virou para o outro lado e emburrou.
- Nami-ya, você é linda até quando faz birra. – Law comentou e a abraçou por trás.
- Você acha que eu sou linda? – Indagou se encostando ao peito dele.
- Eu sei. – Inalou o rico cheiro de laranjas dela – Vamos embora, Nami-ya? Logo nós vamos ao cinema, e os outros iriam se chatear caso chegássemos atrasados.
- Você é insistente! – Levantou-se e esperou Traffy fazer o mesmo – Devo acreditar que me elogiou só para conseguir me convencer? – Foi até a porta da sorveteria, ouvindo os "Volte sempre!" das garçonetes, dirigidos diretamente para Law, e tentando ignorar o ciúme recém-descoberto que tinha pelo futuro médico.
-... Não, não deve. – Ele respondeu, segurou sua mão e os dois foram andando pelas ruas não muito movimentadas. Nami olhou para ele surpresa – Você é linda, Nami-ya. Minha linda Nami-ya.
- Não me lembro de ser sua. Aliás, eu continuo solteira e desimpedida. – Mostrou-lhe a língua.
- Isso machuca, Nami-ya. – Fingiu depressão para depois sorrir, puxar a ruiva para si novamente e passar seu braço pela cintura dela, sem nunca parar de caminhar – Você é minha.
- Já disse que... – Foi interrompida por outro beijo quente e que a deixou nas nuvens, cujos breves minutos de duração mais pareciam longas eternidades – Você precisa começar a me deixar terminar as frases, Law. – Ela disse ofegante após o beijo.
- Então diga frases mais curtas, como um "Sim".
- E para qual pergunta eu responderia um "sim", no momento?
- Seja minha namorada. – Nami arregalou os olhos, não acreditando no que ouvia.
- I... Isso não foi uma pergunta. – Balbuciou e virou o rosto, para esconder suas bochechas rubras por causa do olhar firme e, ao mesmo tempo, carinhoso do moreno.
- Nami-ya, quer ser minha namorada? – Law segurou se queixo e a fez olhar para aqueles olhos cinza que ela tanto gostava.
-... E... Eu... – Ela estava perdida naquele mar cinza, mas sua razão finalmente voltou para seu devido lugar e a pergunta foi respondida – Sim! Eu quero! – Nami parou de caminhar, fazendo-o parar também, o abraçou com força e o beijou com vontade. Law estava contente, agora aquela ruiva esquentada era sua e apenas sua. Ele a segurou pela cintura, a ergueu e girou, sem nunca separar os lábios.
O0o0o0o Casa de Nami o0o0o0O
- Bem, ela não está aqui. – Nojiko declarou – Alguma ideia de onde ela possa estar?
- Luffy-chi disse que tinha que ver o irmão. – Caimey comentou – Acho melhor nós irmos para algum hotel e passarmos aqui amanhã.
- Está certa, Caimey-san. – Robin concordou – Vamos.
- É, é melhor. – A azulada aquiesceu e elas s foram embora.
O0o0o0o No caminho da casa da ruiva, algum tempo depois o0o0o0O
- Estou feliz. – Nami disse sorridente, apertando rapidamente a mão de seu namorado. Sim, era um pouco estranho usar essa palavra para descrevê-lo, no entanto, ela estava contente com isso.
- Seu sorriso de orelha a orelha já denunciou isso, Nami-ya, pode apostar. – Law comentou, mas eu seu rosto também havia um grande sorriso, o que não lhe era comum. Porém, a ruiva tinha esse efeito ele, e não havia como Traffy ir contra isso, mesmo se quisesse.
- Fala de mim, mas seu sorriso está quase tão grande quanto o meu! – A ruiva exclamou.
- Culpa sua, não posso fazer nada. – Ele declarou.
-... Nós estamos parecendo dois idiotas apaixonados e isso está me dando medo. – Ela disse com certo espanto – Mais um pouco e ficaremos como aqueles casais melosos dos filmes açucarados até além da alma de Vivi e Kaya.
- Não corremos esse risco, Nami-ya. Do jeito em que trocamos farpas, isso só vai acontecer quando Mugiwara-ya deixar de gostar de carne.
- Então não vai acontecer nunca. – Disse, pegou a chave na bolsa, terminou de chegar em casa, abriu a porta e se esquivou de uma massa de pelos castanhos. Chopper passou por sua dona e pulou em Traffy, que se esquivou com rapidez admirável e jogou sua maleta para sua namorada.
- Segura para mim? Vou acalmar nosso amado amigo. – Chopper pulou, Law se safou, e os dois ficaram uma boa meia hora brincando, tendo Nami como espectadora. Até que o cão se cansou e deitou no chão de barriga para cima, mexendo as patas e pedindo carinho.
- É um malandro mesmo! – A ruiva exclamou, se aproximou e fez carinho na barriga fofa.
- Já cansou, Chopper-ya? Está mesmo fraco. – Trafalgar zombou e também acariciou o cachorro.
- Chopper, Law agora é meu namorado. Então nada de pular nele e lambê-lo no rosto, okay?
- Está com ciúmes do próprio cachorro? – Nami se ergueu e entrou em casa, sendo seguida pelo seu "sádico ridículo".
- Não. Mas se ele te lamber, você não vai me beijar até escovar os dentes muito bem escovado e lavar a boca.
- Você é má. – A enlaçou por trás e depositou um beijo no pescoço macio da mulher, e ela teve mais um arrepio – Preciso ir. Coma alguma coisa e se apronte, volto logo para irmos ao cinema.
- Claro, capitão! – Fez continência com exagero, tirando risadas dele – Até. – Virou-se até ficar de frente para Law e tomou os lábios dele novamente.
- Até, Nami-ya. – Ele murmurou depois do beijo e foi-se embora, pois sabia que se ficasse ali por mais tempo, iria torna-la sua com meio dia de namoro. E o que Traffy poderia fazer? Afinal, ela o deixava completamente desnorteado, mesmo quando não tinha a intenção!
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