Donos de min
7 Cura da dor
Tranquei a porta indo até o armário que ficava em baixo da bancada peguei algumas bebidas destiladas que sobraram dá ultima festa privada que a alcateia e as feiticeiras resolveram fazer em minha residência para não dizer invadirem me perguntava como as paredes dessa casa aguentava meus amigos estava recheada com no mínimo cento e cinquenta pessoas o som era alto e a bebida a vontade arrombei as portas dos outro armários pegando os litros de vinho William usava para dar sabor em alguns pratos especiais subi desastrada uma das minhas grandes não qualidades eram o jeito desengonçado sempre fui estabanada me atrapalhando em pedras e rachaduras levando tombos e ganhado charmosas cicatrizes joguei o imenso número de garrafas sobre a cama me sentando no chão como uma boneca quebrada me espatifei arrancando a rolha de um dos vidros e engolindo uma enorme quantidade de líquido quanto mais gole mais êxtase maior a felicidade os compostos químicos liberam endorfina pelas minhas correntes sanguíneas abri a gaveta da mesa de cabeceira procurando algum remédios para ser clara analgésicos a base de ópio tomei comprimidos e comprimidos com a ajuda da água batizada coisas se misturavam minha visão estava embaçada algumas lembranças vieram mais se iam assim como chegaram rápido demais as drogas não calavam os gritos da minha cabeça a bebida me deixava rancorosa entende dor só se cura com dor fui até a cozinha com a garrafa em uma das mãos caindo e me levantando não tive vergonha do meu estado deplorável tive nojo de não estar pior olhei o faqueiro as lâminas brilhantes ofuscavam os restos de sentindo peguei a maior capaz de fazer o estrago previsto estava sozinha como em todos os dezesseis anos de vida todo esse tempo quem podia me julgar quem sentiu oque senti cravei a faca nós pulsos a intensidade omitiu os pensamentos me desprendendo de qualquer culpa queria que o buraco fosse grande o suficiente para me tirar daquela cozinha me levando para o céu ou purgatório se isso realmente existisse qualquer coisa estava bom conforme o sangue sai a pele pálida ficava o remédio fazia efeito me deixando enjoada a bebida me cegava o corpo era pequeno para tanta droga tudo cercado pela viscosidade vermelha tudo manchado estrondos ocorreram na porta me alertando um pouco para ver o breu a escuridão noturna sorri para a morte feliz em ir embora.
Um barulho irritante soou em um pausado intervalo o “Pi” me fez abrir os olhos em linhas a luz fluorescente me cegou o cheiro mórbido me enojava respirei fundo me sentindo cômoda com algo em meu pulso com a dor de cabeça tomei uma dose de coragem e um copo de loucura para levantar meu corpo a sala azul o coberto colérico esporava minha pele o número de travesseiros levantava minha coluna os pulsos estava infixados recebia soro a máquina monitorava os batimentos cardíacos que aumentaram diante da antipatia estava em um quarto patético de hospital lamentável, olhei para os cantos com os cinco ali alguns sentados outros em pé mais cada um preso com seus pensamentos e culpas Fabian claro devia ser o primeiro a atacar censurar todos os meus atos.
_Se quisesse morrer podia ter me pedido fazia isso mais rápido _ Sorri cínica enquanto ele me prensava na cama.
_Então, por favor, poderia terminar para min _ Fiz beicinho e cara de meiga.
_Deixa ela em paz tudo isso e culpa nossa_ Pectro segurou o braço do irmão era visível as suas honestidade e boas intenções, Fabian arfou e voltou a se sentar cruzando os braços em uma cadeira perto da cama.
_Será que dá próxima vez posso me enfeitiçar e fazer bem feito? _ Brinquei durante todo o tempo que convive com os meninos um dos costumes que aprendi foi o dom de brigar.
_Queria ser seu alfa só para poder te mandar calar a boca.
_Pedi conselhos para seu irmão ele sabe muito bem como calar minha boca _ Pectro saiu pela porta pisando duro não parei de atacar nem um segundo e mesmo com a sua saída não arranquei a face revoltada não queria ninguém me vigiando era o melhor, perderia meu amigo ele perderia a função de babá.
_Quero falar com você sozinha _ Pediu James.
_Tudo bem mais eu não quero falar com você sai daqui todos vocês saiam daqui _ Firmei os obrigando com poderes a porta bateu a tristeza ficou era melhor assim dava trabalho demais para o outros.
POV James
_Como pode ter agarrado a Corinne _ Berrava pela milésima vez Pectro era óbvio a intensidade de amor dele mais ninguém intendia ela é perfeita em seus defeitos inclusive quando se trata de nunca desistir era apaixonado por Doll mas mentir a ela me doía me deixava incapaz de ama-la minha vontade de contar tudo explicar toda situação atrapalhava os planos como queria que fossemos normais e pudesse faze-la minha tantas mentiras impedia que confiasse em min.
_Sabe como é difícil namorar com ela? sinto os seus sentimentos sei que a ama eu também se a namorasse se sentiria bem mentindo e negando seus maiores desejos ?_ Usei tom baixo não tentando me justificar tentando mostrar como me sentia_ Todos dessa sala gostam dela mesmo assim ninguém desisti também não vou desistir entenderam? Só e difícil toda essa mentira.
Ninguém disse mais nada estava certo era muito para os cinco não havia saída plano de fuga que nós poupasse disso a verdade para ela era ainda pior ficamos sentados na sala tentando achar alguma forma de concertar a noite tocou o chão não comemos nada o dia inteiro não fizemos nenhum movimento o domingo era fúnebre com cheiro de sangue forte.
_Estão sentindo? _ Perguntou o mais novo, todos assentimos saímos de casa percebendo todos os lobos da alcateia também farejando o cheiro que aumentava mais era o cheiro de Doll.
_Vamos! _Ordenou Fabian corremos até a casa a porta estava trancada ele arrombou com dois chutes a madeira veio a cair sangue escorria pela cozinha caminhamos ela estava atrás da bancada uma faca e garrafa no chão enormes cortes nos pulsos coberta de sangue todos ficaram sem ação juntei minhas forças a pegando no colo ela abriu um lindo sorriso exibindo fileiras de dentes perfeitos me assustei com seu sarcasmo coloquei ela dentro do carro Pectro foi comigo invadindo o banco do carona dirigia acima do limite de velocidade desviando de todas as tartarugas do caminho ela passou dias no hospital do qual não saímos até que ela abrisse os olhos carmins.
_Se quisesse morrer podia ter me pedido fazia isso mais rápido _ Fabian Foi o primeiro a encara-la perdeu Rosália tinha fobia a perder Doll.
_Então, por favor, poderia terminar para min _ Fez beicinho e cara de pidona.
_Deixa ela em paz tudo isso e culpa nossa_ Pectro tinha coragem de brigar com Fabian assim mais era necessário pois estava certo em vez de proteger a sufocávamos .
_Será que dá próxima vez posso me enfeitiçar e fazer bem feito? _ A sua persistência arrancou risinhos disfarçado dos quatro.
_Queria ser seu alfa só para poder te mandar calar a boca.
_Pedi conselhos para seu irmão ele sabe muito bem como calar minha boca _ Ouvir aquilo foi demais até para min me fortalecendo para também me anunciar.
_Quero falar com você sozinha _ Pedi.
_Tudo bem mais eu não quero falar com você sai daqui todos vocês saiam daqui _ Minhas pernas se moveram mesmo minha cabeça exigindo que não, fomos expulsos do quarto sendo colocados de castigo na sala de espera.
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