– Mãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaae! Mãaaaaaaaaaaaaaaaaae!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Alguns segundos depois...

– Minha Nossa Senhora menina, o que foi? — Minha mãe entra no quarto desesperada.

– Mãe, eu vou sair com o Cadú. Preciso de você!

– Hum, então você resolveu viver. Bom, vamos lá.

Ai, ai, depois de tanto tempo, ter minha mãe me arrumando era maravilhoso. Ela arrumou meu cabelo loiro em grandes cachos sensuais, fez uma maquiagem suave e delicada, com cara de boneca e batom rosa. Escolheu um vestido branco que eu nunca usava: um decote em “V” cruzado na frente, costas abertas, justo nas costelas, mas caia lindamente pelo quadril e ia até o joelho. Coloquei sapatos com bico de boneca dourados. Por baixo, uma lingerie branca com fios dourados. Eu deixei ela brincar à vontade, sem dar pitacos em sua produção. Quando acabou, ela me colocou em frente ao espelho. Ual. Uma mistura de menina-mulher-inocência-sensualidade.

– Mãe... — Eu disse sem fôlego.

– Você é linda filha. Eu quis lhe mostrar isso. É isso que ele vê. Tenha fé em você. — Ela disse segurando meus ombros, atrás de mim no espelho.

Eu estava sentindo-me leve, como em comerciais de amaciante, com o sol a pino e a garota em meio a plantações de girassol.

Alguns minutos depois a campainha tocou. Ouvi meu pai falando com um homem que reconheci a voz e não pude acreditar que ele teve a delicadeza de descer do carro e buscar-me na porta de casa.

Desci as escadas e encontrei um homem lindo, vestido de calça jeans, tênis e uma camiseta polo vermelha que fazia seus olhos cor de mel mais profundos, segurando um grande buquê de gérberas rosa.

– Minha nossa, acho que estou mal vestido. – Ele disse assim que me viu.

– Você está ótimo. Fico feliz que tenha vindo conhecer minha família. – Eu disse recebendo as flores de suas mãos. – Por um acaso você imaginou que eu gostava desse tipo de flores por que?

– Por que elas são grandes, fortes e coloridas. Vivas como você.

– Obrigada, são minhas preferidas. — Respondi corando. Oh Deus, de volta aos meus 15 anos de idade.

Ouvi alguém coçar a garganta e voltei para o mundo real.

– Carlos Eduardo, este é meu pai Carlos e esta é minha mãe Flora.

– Muito prazer rapaz. – Disse meu pai estendendo a mão. Minha mãe veio e abraçou-me.

– Nossa filha, ele é lindo mesmo! – Ela disse e claro eu fiquei um pimentão. Vi que ele pela primeira vez também ficou encabulado e ri.

– Bom, vamos?

– Vamos minha linda. – Ele me pegou pela mão. – Foi um prazer conhecê-los. – Disse aos meus pais.

Ele abriu a porta do seu carro para que eu entrasse. Quando partimos ele colocou a mão em meu joelho e apertou.

– Meu Deus Bia, você está querendo me matar? – Ele estava respirando forte.

– O que eu fiz? Quer me levar de volta... – Minha voz saiu baixa. Nossa, eu ainda estava com medo da rejeição deste homem.

Ele parou o carro do nada, soltou o cinto e veio até mim.

– Não, princesa, não. Eu disse isso porque você está deslumbrante. Você não tem ideia de como está linda. Eu estou excitado só de olhar pra você. Minha vontade é de tocar cada parte do seu corpo aqui e agora. – Ele olhava fundo nos meus olhos. Eu não resisti e o agarrei num beijo apaixonado. Eu precisava confirmar se era verdade e sua boca, sua língua, sua vontade deixaram bem claro tudo o que disse.

– Tudo bem senhor, para onde vamos?

– Hum, eu preparei uma surpresa pra você. – Ele sorriu lindamente e despojado. Meu sorriso preferido.

Chegamos ao seu prédio e senti um nó na garganta. Nem um jantar? Uma conversa? Era assim que ele ia me reconquistar? Oh Deus, ele ia me humilhar de novo. Congelei, mais uma vez no banco. Ele veio até a minha porta. – Eu sei tudo o que está passando pela sua cabeça meu amor. Mas vamos combinar assim: você vem comigo. Quando quiser ir embora, você está totalmente à vontade para isso.

– Eu quero ir agora... – Eu ainda estava grudada no banco e minhas pernas pareciam gelatina.

– Não, agora você não vai. E você acabou de me dar uma ideia para deixar tudo mais divertido. – Ele abaixou e me pegou no colo. Com o pé fechou a porta e fomos para o elevador.

– Minha linda, quanta saudade eu senti desse cheiro. – Ele estava cheirando meu cabelo e meu pescoço. Fechei os olhos com a sensação de proximidade e o medo foi diminuindo.

Quando chegamos ao seu apartamento eu não pude me controlar.

– Oh Meu Deus, Cadú! – Coloquei as mãos na boca e lágrimas escorriam em meu rosto. O apartamento todo estava cheio de gérberas, assim como ele fez no dia seguinte de nossa primeira vez em minha casa. A mesa de jantar estava posta e linda. Havia velas por todos os lados. Era lindo de se ver.

Ele veio por trás de mim e me abraçou.

– Eu quis recomeçar de onde tudo deu errado e fazer tudo certo.

– Posso dizer que está indo muito bem. Pra ficar perfeito só falta dizer que você fará o jantar. – E olhei com cara de quem estava duvidando.

– Hum, isso é a perfeição? Então eu sou um deus, princesa! Espero que goste de comida simples e boa pois hoje eu pilotarei o fogão.

Era tão lindo vê-lo tão despojado, simples e brincalhão. Meu coração derretia a cada palavra, cada gesto.

Sentei no balcão da cozinha.

– Vou fazer comidinha de casa. Há muito tempo não sinto o cheiro de tempero caseiro. O que acha de arroz, brócolis gratinado, filé mignon acebolado e uma mega salada colorida?

– Tudo mais que perfeito! O que eu faço?

– Pode picar os temperos e o brócolis.

– Hum, você não vai ficar triste de eu ficar cheirando cebola e alho? – Eu disse com a faca na mão e um olhar perverso.

– Bom, se assim eu já te acho deliciosa, temperadinha vai ficar melhor ainda. – Pronto, molhadinha! Ele consegue apertar todos os meus botões.

Descalça o ajudei e foi tudo muito natural e divertido. Conversas, beijos, brincadeiras. Este era um Cadú que eu achei que só existisse em meus sonhos.

Jantamos calmamente e estava tudo muito bom.

Com sua taça de vinho ele foi até o som e colocou uma música clássica e sexy para tocar.

– Dança comigo? – Oh, não! Não! Não! Não! Seria perfeito demais...

– Hum, vamos ver do que mais esse mocinho é capaz. – Recoloquei meu salto e fui dançar com ele.

E ele dança. Dança muito. Aproveitou a música e misturou passos tango, bolero e tudo mais que uma dança absurdamente sexy poderia englobar. Sem medo nem vergonha ele tocava todo o meu corpo, me apertava, me alisava, me envolvia. Eu não podia acreditar em tudo isso. Como uma continuação da dança, eu pulei e agarrei sua cintura com as pernas e o beijei fervorosamente. Ele me encostou em uma parece e colocou as mãos por baixo do meus vestido, apertando minha bunda. Eu gemi em sua boca e uma dor começou a crescer em meu ventre.

– Você é tão gostosa e ainda dança. – Ele disse com a boca em meu pescoço.

– Eu não sabia que você dançava também. – Eu disse, com a respiração entrecortada. Ele mordiscava meu queixo, mandíbula, pescoço. Todo aquele calor dele me preenchendo. Ele era o meu sol. Ele deslizou um dedo dentro da minha calcinha até minha abertura. Quando sentiu minha umidade, grunhiu como um gato selvagem. Então, do nada ele parou.

– Bia, eu sei como foi a última vez e eu quero muito você. Mas prometa que não vai fugir. – Ele abaixou a cabeça. – Se estiver com medo de nós e sentir que fará isso eu irei parar agora e levá-la para casa. Tenho todo o tempo do mundo pra te esperar e...

– Cala a boca Cadú! – Agarrei ele de volta. Ele estava falando demais e eu não queria pensar. Eu só queria ele. Queria seu pau imenso e quente dentro de mim.

Ele entendeu o recado e fomos para o quarto.

– Hoje eu quero aproveitar cada pedaço seu.. devagar... e quero ver você uivar de prazer como nunca antes. – Ele disse isso comigo em pé, virada de costas pra ele, com o dedo no meu clitóris, pressionando. Ah, eu vou explodir.

– Vire. – Disse ele autoritário e eu obedeci.

– Tão linda. – Ele começou a tirar o meu vestido devagar, e ao mesmo tempo que o sobia, passava a ponta dos dedos delicadamente sobre a minha pele, causando pequenos choques de prazer. Ele o dobrou e colocou na cadeira ao lado.

– Hum, é realmente uma visão. – Ele olhava pra mim com desejo e eu não me senti inibida por estar apenas com roupa íntima e saltos. Na verdade me senti poderosa. Minha pequena leoa estava acesa e pronta para o ataque.

Ele tirou meu sutiã e acariciou meus mamilos. Eles já estavam duros e inchados, sensíveis ao toque. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás. A expectativa só fazia minha dor interna aumentar e junto com ela meu desespero por ele.

Ele deitou-me na cama e começou a tirar meu sapato. Beijava, chupava e mordia cada pedaço de cada pé e aquilo era tão... – Cadú... – Eu gemi. Ele sorriu em satisfação.

– Eu sei princesa. Eu sei.

Ele subiu sobre mim atacou um dos seios com a boca. Forte. Chupando com vontade, daquele jeito dolorido e delicioso que só ele sabe fazer. Com as mãos começou a tirar minha calcinha. Passou para o outro seio que estava carente por sua boca.

– Ah.... – Eu grunhi de dentro da garganta.

Ele olhou pra cima e encontrou meu olhar ardendo. Sorriu malandro, lindo e começou a descer. Eu já sabia aonde ia.
Parou entre minhas pernas e mordeu um dos grandes lábios. – Eu senti tanta falta deste cheiro. – Ele disse e eu pude sentir a sua respiração na minha boceta. Ele ergueu minhas pernas e me deixou completamente exposta. Abriu minha boceta e começou a chupar forte meu clitóris. Eu gritei de prazer. Ele atacou sem piedade. Eu logo comecei a tremer. – Vem princesa. Na minha boca. – A sua língua era tão dura e ágil e eu gozei, tremendo com sua boca em mim. E ele não parou. Continuava o ataque mais e mais. E vieram orgasmos secundários. Ele enfiou dois dedos em mim e começou a ação. Eu já quase não me movia. Gozava, e gozava e gozava. Quando ele parou eu estava esgotada.

– Hum... cansada, princesa?

– Huhum.

– Pode abrir esses olhinhos e que ainda não acabei com você.

É Hoje, é meu fim, vou morrer...

Abri os olhos e ele estava se despindo sem tirar os olhos de mim. Pude ver novamente seu corpo perfeito, esculpido, torneado, mas sem exageros. Assim que eu gosto. Ah, aquelas coxas. Ele virou de costas para colocar sua roupa na cadeira e eu vi aquele imenso e lindo traseiro. Perfeito. Ele olhou por cima do ombro pra mim e riu. Minha leoa acordou de seu sono pós-orgasmos múltiplos e resolveu agir. Levantei devagar na cama e fui engatinhando até a beirada em que ele estava. Ele ficou parado olhando pra mim. Sentei-me e o puxei pra perto. Seu pau estava enorme, lindo e quente. Com vontade peguei ele nas mãos e comecei a acariciar.

Olhei seus olhos e ele estava totalmente excitado. – Tô com fome. – Disse olhando em seus olhos e o abocanhei. O melhor gosto do mundo. Gosto de Cadú. Ele agarrou meu cabelo e gemeu. Eu chupei com vontade, até o fim da garganta. Quanto mais ele grunhia, mais forte eu chupava.

– Pare, Bia, pare, ou vou gozar na...grrrrrrrrrrrrr

Quando ele disse isso eu agarrei sua bunda com vontade chupei com mais força e mais rápido. Ele gozou falando meu nome, em transe. Quando terminou, olhei pra ele, pegando os restinhos que estavam nos cantinhos da minha boca – Meu picolé preferido.
Ele abaixou a cabeça e balançou – Você me mata, menina. Mas isso vai ter revanche.

Seu olhar iluminou-se de novo e ele veio sobre mim na cama. – Agora eu vou foder você meu amor, duro, com vontade, até te sentir tremer de novo. Quando olhei pra baixo, ele já estava duro de novo. Além de tudo, um deus do sexo. Passou o braço esquerdo embaixo da minha cabeça e entrou em mim. Forte, com tudo. Eu comecei a tremer assim que a cabeça do seu pau atingiu o ponto da minha dor. – Cadú, Cadú... – E apertei minha boceta em volta dele. Seu olhos se arregalaram em surpresa depois ficaram ferozes. E ele meteu, com força, com vontade. E eram gemidos, e palavras. Quando gozei de novo, enfiei minhas unhas em suas costas e percorri toda a extensão. Ele gritou e gozou também. Mas não parou de bombar. Quando abriu os olhos falou – De novo. – Com os dentes cerrados.

– O que? – Perguntei. Ele estava tão alucinado que só respondeu – Unhas. – Eu sorri maldosamente e o unhei um pouquinho só. – Se você quiser mais querido, vai ter que me fazer gozar de novo.- Ele grunhiu e me puxou até que eu estava sentada em cima dele. Ele começou a meter embaixo de mim novamente. Ah, assim era tão fundo. Eu agarrei seu peito perfeito com as unhas e as cravei. Jogando o pescoço pra traz e gemendo de prazer. – Vem princesa, goza comigo, vem. – E eu gozei, descontando tudo nas unhas em seu peito. Ele gozou junto, com o quadril tremendo dentro de mim. Eu deitei em seu peito e vi o estrago que havia feito. Olhei minhas unhas e elas tinham pele.

– Oh Meu Deus, Cadú, levante, deixe ver você. – Sobre os arranhões, começavam a minar pontinhos de sangue. – Me perdoe, me perdoe. – Eu disse, beijando onde havia o machucado.
Ele acariciou meu rosto. – Isso foi a coisa mais erótica que já me fizeram. Você está doida? Fui eu quem pedi de novo, Bia! – Então eu lembrei e era verdade. O sacana havia gostado! Minha leoa estava afiando as garras para a próxima rodada. Mas eu estava realmente exausta. Virei de costas pra ele e aninhei-me em seu peito. Ele puxou as cobertas e beijou minha cabeça.

– Durma meu bem.

Notas finais
Meninas, estou tão feliz com os comentários!!! É muito legal receber um feedback de vocês.Aproveitem este capítulo que o próximo virá só na segunda.Um lindo feriado pra vocês.Fê