Dolce Passione
12 Vozes Alteradas
Notas iniciais
Povs Bella...
Deus... Eu não acredito que tinha aceitado vir com Edward falar com meu papai sobre a gravidez, meu nervos estavam à flor da pele, isso parecia surreal, afinal papai sabe que não vou com a cara do conde, e agora apareço grávida dele? Isso é muito louco! Edward se acomodou no grande sofá, e parecia calmo como nunca, porque ele sempre tinha que ser assim? Tão dono de si? E ainda zombou de mim pelo meu nervosismo e discutimos de novo, afinal ele não via a gravidade da situação.
E quando sentei no mesmo sofá que ele, o conde me abraçou e me inebriou com suas caricias, e dei graças a deus por papai aparecer, só assim pra sair de seu feitiço, então abracei papai e estava disposta a lhe dar a noticia, mais a coragem me faltou, e pra não ficar pior Edward contou tudo, e pensei que desmaiaria de tensão, mais papai adorou ideia de ser avó e ter o conde como genro, não acredito! Ele não vê como Edward é? E o quanto posso sofrer nas mãos dele? Então sem mais aguentar aquela situação deixei a sala, fui pra cozinha papai me seguiu e disse:
- Ele não é Jacob... Bella.
E disse mordendo os lábios a ponto de chorar:
- Não... Ele é muito pior.
— Você se apaixonou, e pela primeira vez está gostando de alguém que vale a pena.
O encarei enxugando as lágrimas:
- Como pode dizer algo assim? Claro que não me apaixonei... Nem ele.
Ele sorriu e disse:
- Sim... Se apaixonaram... E esse pequeno que espera terá muita sorte, pois nascerá em uma família cheia de amor.
E disse num tom baixo e sincero:
- Estou com medo papai... Nunca senti por ninguém o que sinto por ele, nem por jake... O que faço?
Ele me abraçou e disse:
- Diga a ele, chegou a hora de deixar o passado pra trás.
E quando voltamos à sala pedi pra Edward me levar de volta, não sei se teria coragem de contar o que sentia, pois sei que ele não sentia o mesmo, e se ele risse de mim? Oh deus... Não sei o que fazer... Não sei... Já sofri tanto por amor, não sei se aguento outro baque, no carro o clima era tenso, e no meu ap não foi menos pesado, ele me pressionou e quando dei por mim falei que o queria aos prantos, não! Não! Mais era tarde, já tinha falado. o que ele vai pensar? Que sou louca com certeza.
Ele pareceu surpreso, mais logo deu um meio sorriso se aproximando de mim devagar e disse:
- Então é louca por mim?
Deus... Tinha ido longe demais pra desmentir agora, e não sabia o que fazer, e fiquei muda diante do seu olhar quente, ele tocou meu rosto e meu coração disparou... Sim estava apaixonada, loucamente apaixonada.
Ele então sussurrou em meu ouvido, seu tom rouco e seu sotaque italiano faz minhas pernas amolecerem, ele me enlouquecia.
- Também tenho algo pra lhe contar principessa... Mais não aqui, e sim... Em seu quarto.
Então ele me tomou nos braços e me deixei envolver na magia do desejo que nos assolava, e na cama ele me brindou com beijos e caricias que me faziam suspirar e gemer num abandono cego e apaixonado, no final na noite depois de tanto prazer ele disse às palavras que jamais esperei ouvir dele:
- Te amo... Amore mio.
Dei um suspiro bobo em meu escritório, isso já tem duas semanas e desde então nosso noivado se tornou publico e oficial, e tinha que lidar com olhares invejosos, raivosos, e estarrecidos de algumas mulheres, e tinha que lidar também com irina e suas gracinhas ao dizer que já sabia, que eu tinha tirado a sorte grande etc... olhei pro grande anel de diamantes em meu dedo que foi presente dele , ele parecia pesar algumas toneladas agora, alise meu ventre e disse baixinho:
- tomara que tenha feito às coisas certas meu amor, tomara que seu pai nunca me faça sofrer.
Então lembrei de jake, coisa que não fazia a muito tempo e me dei conta eu já não doía lembrar dele, ele já não significava nada pra mim, o que sentia por ele não é nem um terço do que sinto por Edward, talvez papai estivesse certo quando disse: “diga a ele”. Então peguei minha bolsa passava das dez da manhã e tinha que ver alguns vestidos de noiva, na saída irina sorriu e me desejou boa sorte.
Fiquei apenas de calcinha e coloquei o robe por cima do corpo, a sala do ateliê era grande, espero que a moça que vai me ajudar a escolher os vestidos não demore muito, suspirei e olhei em volta, a sala era grande e espaçosa, havia espelhos por todo lado, e um sorriso bobo se espalhou em meu rosto ao lembrar de Edward, deus... Que loucura estou fazendo! Ouvi o barulho da porta e me virei esperando que fosse a vendedora, mais não era, e sim Edward impecavelmente vestido num terno cinza, estávamos no meio da manhã, ele devia estar trabalhando, ou não? Bom... Acho que sim.
Respirei fundo sentindo meu coração disparar. E minha boca secou como sempre só de vê-lo, os cabelos bronze revoltos e brilhantes, os olhos como duas esmeraldas flamejantes me fitavam com desejo, e sua boca se curvou num sorriso quente, então me dei conta de meus trajes e disse engolindo em seco com a voz falha:
- Edward! O que... Que faz aqui?
Ele mordeu os lábios carnudos e tentadores e disse com falsa inocência:
- Vim ver minha noiva, não posso principessa?
Então ele fechou a porta e começou a se aproximar lentamente e fiquei nervosa, deus... Meu corpo já começava a me trair, tremendo levemente e disse mentalmente: “aqui não! se controle Bella”! E falei:
- Vou... Experimentar os vestidos de noiva Edward... Não pode ver, dá azar.
Ele avaliou meu robe, e disse num tom rouco e baixo:
- Estou mais interessado em ver o que tem embaixo desse rob, mi tesoro.
Então ele o abriu de vez, deixando meus seios amostra e os acariciou, de forma lenta e sensual, arfei e mordi os lábios e disse num tom fraco, inebriada de desejo, pela sua voz, pelo... Seu cheiro e toque:
- Oh... Edward.
Em seguida ele me beijou e disse sem fôlego:
- A vendedora... Ela...
E ele completou com um sorriso malicioso:
— Ela não virá... Ainda.
Ele me tomou sob o pequeno sofá que havia ali, meus gemidos eram uns choramingos baixos:
- hummmm... Ahhhhh...
Ele segurara firmemente meus quadris enquanto sua língua acaricava meus seios e pescoço, e disse:
- Oh... Tão linda... Bella mia.
Seu ritmo era lento, mais logo suas investidas ficaram implacáveis e atingimos o ápice de maneira plena, depois ele me ajudou a colocar minha calcinha e robe que ele havia tirado, e fiquei rubra ao ver que ele não tinha tirado nada, apenas abriu a braguilha da calça, deus... O que fizemos foi tão quente e proibido, só ele pra fazer isso comigo, se me dissessem que um dia faria algo assim não acreditaria, me sentia uma devassa, mais confesso me sentia também feliz e satisfeita. E ele disse num tom divertido:
- Agora é melhor eu ir principessa, ou não escolherá seu vestido.
Sorri pra ele, trocamos mais um beijo e disse de forma tímida:
- Isso foi... Diferente.
Ele me deu um olhar quente e disse:
- Sim... Bem diferente amore mio.
Ele acariciou minha cintura e disse de forma terna:
- Mio bambino.
E com mais um beijo ele se foi, e mais uma vez fiquei com um sorriso bobo nos lábios, a moça entrou em seguida e roguei a deus pra ela não ter percebido o que houve antes aqui, e alguns dias depois me encontrava no quarto de hospedes da casa de Edward já vestida de noiva me olhando no grande espelho, combinamos que a festa seria aqui , pois era aqui também que pretendíamos morar depois do casamento, e que seria uma festa discreta, pelo conde a festa de casamento seria bem maior mais consegui o convencê-lo do contrario, meu vestido era bordado num estilo tomara que caia, e meu cabelo estava preso no alto com algumas pontas soltas.
Deus... Estava nervosa, mais dizem que toda noiva ficava assim antes do casamento, não é? Era hoje também que conheceria o famoso tio do conde, Aro vulturi e esperava sinceramente que ele gostasse de mim e aprovasse essa união, alise meu ventre ainda plano e disse:
— Deseje sorte pra mamãe, ok!
E do nada comecei a ouvir vozes alteradas vindas da biblioteca que ficava ao lado, minha curiosidade foi maior e me aproximei da porta entre aberta, e vi Edward discutindo com uma mulher alta e loira, que usava um vestido verde bem ousado, e ele disse a ela:
- Cale a boca! Bella está no quarto ao lado, quer que ela nos ouça? Dio santo!
E ela disse descontrolada:
- Por mim que ouça, quero que ela saiba o que me disse, porque não diz a ela o que me disse? Que fui à única que lhe dei prazer, a única que sei lhe dar prazer.
Ele lançou um olhar mortal a ela, e meu peito se apertou, e meus olhos se encheram de lágrimas, deus... Isso só podia ser um pesadelo, então era mentira? Tudo que ele me disse era mentira? As lágrimas escorreram e um soluço baixo saiu de minha garganta.
CONTINUA...
Notas finais
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