Notas iniciais
*renasce das cinzas*
Como posso dizer... eu gostei desse capítulo *---* /qq
Sério, mais que o último o/
Esse tem até fotinhas :D Ainda bem que avisei e
Espero que gostem 8D
Boa Leitura.
Na manhã seguinte.
— Bem, eu estou indo buscá-la agora, não façam nada vergonhoso onegai. – falou Kai, saindo de casa.
— Por que ele acha que faríamos algo assim? – perguntou Aoi.
— Nem imagino. – respondeu Ruki.
— Gente, é sério, não façam nada pra atrapalhar o Kai! É a primeiro vez que o vejo tão animado. – disse Reita.
— AAAAAH NÃO! Falar que é a primeira vez é apelação! O Kai sempre está animado e apaixona fácil. – indagou Ruki.
— Lembro daquela vez que o Kai falou que a menina que ele estava saindo era Universitária, eu imaginei uma NERD asmática e ele chegou aqui com “A” gostosona da faculdade. – disse Reita.
— Pra falar a verdade, todas as namoradas do Kai são assim. – disse Uruha.
— Nem ligo, quero comer e sair daqui. – disse Ruki.
— Já percebeu que você sempre acaba com o clímax da história?
— Eu sei Reita, é um dom particular.
— Gente, por favor, não comecem de novo! – falou Uruha.
— Fiquem espertos que logo o Kai chega ai com a guria e temos que mostrar todo o nosso amor e carinho por ela. – disse Aoi.
— Se eu mostrar todo o meu amor e carinho o Kai não vai gostar... – comentou Ruki.
— Eu desisto! Se alguém aqui aprontar alguma vai ficar de castigo! – falou Uruha, novamente com as mãos na cintura.
— Uruha ta se sentindo o pai do the GazettE ultimamente... – disse Reita.
— Ta mais pra mãe. – disse Aoi, rindo.
— Muito engraçadinho Aoi! – falou Uruha.
— Gente, o Kai chegou com o carro ai e parece que a tal de Meg está com ele. – falou Ruki, sentando-se na mesa e fingindo ser um anjo.
— Ah se você fosse assim todo o dia... – falou Reita.
— Era pra rir? – ironizou Ruki.
A Companhia toca.
— São eles, todo mundo senta e comportem-se!
— Sim, mamãe. – brincou, Aoi.
Uruha abriu a porta e viu Kai, também viu que tinha alguém estava escondido atrás dele.
— Não precisa se envergonhar, por favor Kai, fale para sua amiga entrar! – falou Uruha.
Ao dizer isso, Uruha foi até a cozinha deixando a porta aberta. Todos os outros e Uruha estavam esperando Kai aparecer com Meg...
— Pessoal – começou a falar, Kai – Essa é a nossa convidada especial! – sorriu.
Meg apareceu, arrumando sua touca na cabeça.

Os membros do the GazettE ficaram chocados com a aparência da garota.
— CREEDO! – gritou Aoi, que levou um pisão de Uruha por baixo da mesa.
— Errr... “Ele quer dizer CREEEEDO, que dia feio”, né Aoi? – perguntou Uruha sorrindo, mas com seus olhos vidrados no de Aoi.
— E-E-E-É... É isso mesmo Uruha... – disse Aoi, com medo de Uruha – Seja bem vinda Meg!
— Obrigada. Mas o dia lá fora ta lindo, como o de ontem. – falou Meg.
— É que Aoi não gosta de dias claros e “lindos”. Ele é o obscuro machão da banda, sabe? Ele tortura esquilos, bebe pinga no gargalo, peida sem pedir licença e descasca laranja com os dentes! – disse Ruki.
— Eu faço isso? – disse Aoi se apoiando em Ruki, com os olhos cheios de lágrimas.
— Sim, seu animal! – disse Ruki.
— Ta, então, eu sou assim mesmo Megu-chan!!! – disse Aoi, num berro de criança chorando.
Kai deu um forte tapa em sua própria testa.
— Então, Kai-san, me falou muito de vocês. – disse Meg, sorrindo.
— Tenho certeza que sim. – disse Uruha, sorrindo.
— Então, eu trouxe torta de morangos, para a sobremesa! – disse Meg.
— Muito obrigado Meg! – falou Reita.
— Com licença Kai, onde fica o banheiro? – perguntou Meg, com uma voz doce.
— No andar de cima, é só subir as escadas na sala. – respondeu Kai.
— Obrigada.
Meg foi para o banheiro, e Kai logo conversou com os companheiros.
— PODEM ME DIZER QUE ENCENAÇÃO FOI ESSA DO AOI?
— Kai, relaxa, ela engoliu essa. – respondeu Ruki.
— O que? Que o Aoi é um monstro? Só de olhar pra ele me dá pena. – falou Reita.
— Fica na sua ai, man. – disse Ruki para Reita.
— Gente, ela não é linda?
— Linda, não é bem a palavra, sabe... – disse Ruki.
— Kai, responde uma coisa? – perguntou Aoi, que falou antes de Kai responder – Ela já foi atropelada?
— Não. POR QUE AOI? – perguntou Kai, zangado.
— Nada, foi só queria uma explicação para a cara dela estar inchada...
— AOI! – gritou Kai, pronto pra arrancar o coro do amigo.
— Gente, gente, RELAXA! – falou Uruha.
— Aoi, dá pra você buscar o açúcar extra lá na sala no armário da sala de estar? – perguntou Ruki.
— Por que é que está lá? – perguntou Aoi.
— Quando fomos acabar com as formigas deixamos lá. – disse Ruki.
— Vou lá, já volto.
— O assunto mudou rápido de novo. – disse Reita, baixo.
Aoi foi buscar o saco de açúcar, passou pelo banheiro para poder pegar as chaves do armário, reparou que a porta do banheiro estava aberta e Meg não estava lá. Correu no quarto, pegou as chaves, desceu as escadas, mas antes de continuar seu trajeto até a cozinha para avisar que Meg havia sumido viu um morango caído no chão em direção ao corredor.
Aoi dirigiu-se para o corredor, que ia para a sala de estar. No canto da sala havia um pequeno sofá branco, que ficava do lado de uma estantes de livros... Meg estava sentada lá...

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Aoi: Hiper Sangramento Nasal.
— O que foi Aoi-san? Não gosta do que vê? – perguntou Meg, com uma voz sensual.
Não sabendo o que fazer Aoi saiu correndo, derrubando tudo o que tinha pela frente, pulando cadeiras, mesas, ou qualquer outra coisa em seu caminho, saiu atropelando tudo.
Chegou abafado na cozinha.
— Aoi, o que aconteceu? Viu um fantasma? – perguntou Uruha.
— Só se foi o fantasma do açúcar, CADE ELE? – perguntou Ruki.
— Eu preciso de açúcar para fazer milk-shakes, a Meg gosta.
— M-M-M-M-M-M-ME-E-E-E-E-E-E-G-G-G-G-U... – Aoi estava nervoso demais pra falar.
— O que tem ela? FALA LOGO AOI! – disse Kai.
— E-E-EL-A-A-A...
— Eu o que?! – perguntou Meg, aparecendo na cozinha, vestida como chegou a casa.
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!! – gritou Aoi, que saiu correndo balançando os bracinhos.
— O que deu nele? – perguntou Meg.
— Bem vinda Meg, você acabou de conhecer o Aoi. – falou Reita.
— Parece que nunca viu mulher. – falou Ruki, dando uma golada no toddynho.
— Espero que não tenha se ofendido, Meg. – falou Kai, se aproximando da garota.
— Tudo bem Kai, isso foi muito engraçado. – disse rindo graciosamente.
Os outros quatro gazeboys sentaram-se para tomar o café, não podiam ir atrás do Aoi, se não envergonhariam Kai, ainda mais. Meg sentou-se entre Kai e Ruki.
Eles começaram a conversar e a comer biscoitos feitos pelo Kai. Enquanto eles estavam distraídos conversando entre si, Meg continuou sorrindo enquanto sua mão andava na perna do Ruki.
Ruki, por sua vez engasgou com o Toddy.
— Eita! – falou Reita.
— Algum problema Ruki-san? – perguntou Meg.
— Cof, cof. – tossiu Ruki – Errr...
Antes de falar, Ruki olhou para o rosto de Kai, que estava preocupado com ele e ao mesmo tempo, tão feliz por Meg estar ali com todos.
— Eu... Eu preciso ir ao banheiro ne. – dizendo isso, Ruki levantou-se e saiu da mesa.
— O que foi isso? – perguntou Reita ao Uruha.
— Não sei, mas acho melhor que Ruki e Aoi saiam assim do que fazendo alguma besteira.
No andar de cima, do quarto de Aoi.
— O QUE? – Ruki estava chocado com que Aoi acabara de contar.
— É verdade Ruki! Eu JURO! – disse Aoi, com a mão no peito – Ela estava só de calcinha e comendo morangos.
— Ela estava me aliciando lá embaixo! – disse Ruki.
— Embaixo em que sentido? – perguntou Aoi.
— Nos dois, lá no andar de baixo e quase que a mãozinha dela passeou nos MEUS baixos.
— Eu tenho uma palavra pra ela...
— Puta? Vadia? Vaca? Motherfucker? HellGirl?
— Eu ia dizer gostosa safada, mas essas ai também servem. – disse Aoi com uma grande gota.
— Aquele rostinho de bolacha engana todo mundo, cara. – disse Ruki.
— É por isso que eu gosto de você Ruki, você tem cara de bolacha, mas nunca escondeu seu verdadeiro ser.
— CALA A BOCA AOI! – gritou Ruki.
— O problema é que se a gente falar isso para os outros vamos ser linchados pela galera.
— Eu sei, mas não podemos deixar o Kai com essa garota, ela é perigosíssima pra ele.
— Temos que fazer algo! Porque o Kai deve ser o prato principal desse cafezinho ai. – disse Aoi.
— E vamos Aoi, e vamos! Deixa só ela ir embora...
Notas finais
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Man, e ai? Gostaram? :D
Me deixem um review, onegai *carinha de cachorro abandonado*
Eu preciso deles para ser feliz [?]
HSAUHSUAHSUAHSUAH' qq
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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