Dogma

12 Born to be mine


Notas iniciais
YOOOOO! Olá para as pessoas mais cheirosas desse mundo ♥ Feliz de ter voltado hoje com capitulo novo como eu tinha planejado, da até um orgulho ;-; Capitulo um pouco menor do que eu queria mas foi necessário, por alguns motivos, Senpai precisa conversar com vocês e espero que todos escutem com muito amor e carinho. Primeiro, PAN LINDA, obrigada por quebrar o galho no cap passado e ter postado, e por ser tão linda e mandado aquela recomendação mais chorosa pra Dogma. Para quem não sabe, a Senpai aqui não vive só de Narutagem (infelizmente, veja bem.) e além de trabalhar ela também faz faculdade (que já esta de saco cheio) enfim, mas com a gloria de Madara eu finalmente cheguei no final do meu curso, porém, o que me impede de pegar o canudo ( ͡° ͜ʖ ͡°) e finalmente me formar é uma coisa muito lindinha e amor chamada Trabalho de Conclusão, TCC para os íntimos, sim e cara já to querendo chorar porque esse negocio não é de Deus. Enfim, Dogma já passou da metade, não sei dizer quantos capítulos ao certo faltam para concluir a fic, acredito que no máximo dez certamente, mas não sei como vai ser minha rotina a partir de agora. Tenho datas especificas para algumas entregas do meu projeto e bem, logo minhas madrugadas escrevendo vão ser cortadas por madrugadas fazendo fundamentações teóricas e outros pesadelos de estudantes universitários, o que consequentemente irá atrasar as postagens dos próximos capítulos ( Ou não, realmente não sei, mas é muito provável). Deixo bem claro que não vou abandonar Dogma, não pretendo passar pelo menos um mês sem postar, mas acho que por respeito a todos vocês que me acompanham a algum tempo e aos que conheci a pouco também para que não se preocupem! Dogma será concluída e após o TCC já tem novos projetos para começar 2017 enchendo o saco de vocês um pouco mais ♥ Queria agradecer a todos vocês mais uma vez por todo amor, carinho e apoio que recebo a cada postagem ou até mesmo as mensagens em inbox, serio vcs melhoram muito a minha vida, é bom saber que tem pessoas que gostam dessas loucuras da minha mente sabe? De coração, obrigada a todos! As comentários não respondidos, minhas desculpas, eu tento por tudo responder todos vocês mas realmente é bem complicado, mas por favor não desistam de mim, eu leio tudo o que vocês me mandam e fico sorrindo que nem retardada HAHAHAHA Espero que compreendam e torçam por mim (Porque já fiz até promessa de usar a bandana de Konoha no dia da apresentação do projeto, não é brincadeira) Espero que gostem do capitulo que fiz especial para vocês, quis pelo menos aproveitar meu ultimo dia de “folga” para escrever pra vocês. ~boa leitura

2 anos atrás

Sasuke abriu a porta e logo a encontrou em meio a malas enquanto arrumava cada peça de roupa nos cabides transparentes não percebendo ele ali ainda.

Colocou a mão no bolso sentindo a pequena caixa de veludo ali e a apertou entre os dedos, uma mistura de raiva e dor, os olhos negros não desviavam da imagem da mulher que começava a trazer seus pertences para o apartamento que agora dividiriam.

Passou o dedo acariciando o veludo do objeto no bolso da calça mas o deixou lá indo ao encontro de sua rosada a puxando para um beijo esperando que ali ela sentisse tudo o que ele tinha por ela.

oOo

Quando acordou não abriu os olhos e não se moveu. Não tinha se deslig

ado ainda do seu lado profissional, mas na verdade ele era parte de si nas vinte e quatro horas do dia.

Ouvia o som do trânsito distante junto ao pequeno ruído do ar condicionado, o edredom não tinha cheiro de amaciante, assim como ela gostava, o colchão era macio e recebia seu corpo perfeitamente o que a fez se aconchegar mais ali.

Estava em casa.

Abriu os olhos apenas para constatar o que já sabia, estava em seu quarto, o ambiente totalmente escuro sem nenhum ponto de luz como preferia. Tentou se virar, mas o gemido escapou por sua boca ao sentir cada músculo de seu corpo parecer que havia se rasgado com aquele movimento simples.

Suspirou resignada, tentando calcular seu verdadeiro estado no momento. Fechou os olhos para tentar ouvir algo além do seu quarto, algo como Tsunade a amaldiçoando aos sete ventos, Ino tentando acalmá-la ao mesmo tempo em que queria subir até seu quarto e enforca-la, Gaara tentando acalmá-las e Shikamaru fazendo nada.

Silêncio.

Quis sorrir, ao mesmo tempo em que daria tudo para evitar o olhar da sua equipe e mentora. Não estava pronta e nem com paciência para encarar Tsunade. Oh como seria difícil fazê-la a ouvir.

Tateou até o criado mudo e acendeu a luminária, a luz machucou um pouco seus olhos, mas logo em seguida pôde ver a garrafa de água e as quatro capsulas de remédios organizadas, Ino certamente. Ajeitou-se até estar mais próxima de sentada do que deitada e pegou as cápsulas na mão colocando-as na boca junto com um gole de água, percebendo como sua garganta estava seca acabou tomando todo seu conteúdo.

Limpou a boca com as costas da mão, mas parou o movimento quando a mente a levou a alguém, certamente quem a trouxe até ali, sentiu aquela agitação por todo seu corpo levando a sonolência embora… Sasuke.

Jogou o edredom para o lado e apoiou-se no colchão para se levantar. Sentiu os pés tocarem o chão, mas antes de levantar escutou a movimentação atrás de si. O som das molas de uma poltrona que tinha do outro lado da cama que não era usada para nada além de jogar suas roupas, os passos que estava esperando não vieram, mas, sim, a sensação do colchão movimentar-se com o novo peso.

— Onde pensa que vai, chère?

Puta merda! Precisava o coração disparar daquele jeito ridículo ao ouvi-lo?

— Preciso de um banho – A sua voz era rouca pelas horas de sono e pela falta de hidratação.

— Deixe-me te ajudar – Sasuke disse mantendo o tom baixo na voz, o que fazia seu sotaque mais forte aos ouvidos de Sakura.

— Eu estou bem.

Mas ali estava ele, a sua frente, como não tinha percebido a presença dele antes? Usava uma calça jeans escura e uma camisa de algodão com mangas ¾ branca. Levantou o rosto até encontrar-se com o dele, o cabelo preso para trás como usava quando estava em casa, mas os fios mais curtos e rebeldes desprendiam-se caindo sobre seu rosto e olhos junto com a franja.

Em silêncio, ele estendeu as mãos para ela como apoio e engolindo seco ela colocou as suas sobre as dele sentindo aquele toque aquecê-la. Os dedos dele entrelaçaram-se aos dela antes que Sakura levanta-se apenas para encontrar com o peito dele quando perdeu o equilíbrio.

— Merda – Segurou-se nele quando a panturrilha tornou-se o maior foco da dor e lembrou-se do tiro que Hidan a acertara.

— Cuidado – Sasuke depositou um beijo no topo dos cabelos rosados – Eles te pegaram de jeito, petit. Me desculpe por isso.

— Paguei pelo meu erro, não precisa se desculpar – respondeu não se movimentando, sentiu os braços dele a circularem e não pôde evitar de aconchegar-se mais ali, naquele calor único.

— Queria ter chegado mais cedo, mas você foi para tão longe em tão pouco tempo, chère, não sai mais daquele jeito – Sasuke fechou os olhos deixando-se inebriar por aquele perfume de pêssego de seus cabelos.

Ela era como uma gata manhosa em seus braços, aninhando-se como a felina que era, sua pele macia, os olhos fechados, mas que quando se abriam mostravam a ferocidade daquela mulher. As mãos que o surpreenderam ao subirem até seu pescoço também eram como armas escondidas naquela delicadeza que poderia se esvair a qualquer momento quando ela julgasse necessário.

— Eu preciso de um banho... – Sakura disse quando não sabia mais dizer a quanto tempo estava ali.

Sem dizer nada ele a ajudou a ajeitar-se e a mão de Sasuke a segurava firme na cintura enquanto caminhavam até a porta da suíte, quando girou a maçaneta e a abriu, Sasuke posicionou-se atrás de si para que ela passasse.

Encostou-se na pia e encarou o grande espelho da suíte e não conteve a careta ao encarar seu estado. Acima do olho esquerdo um curativo provavelmente feito por Ino, que até então não tinha percebido, abaixo do olho a mancha colorida marcava sua pele, aquela imagem a desagradava tanto quanto a Sasuke que observava tudo em silêncio.

— Filhos da puta — Sakura resmungou quando levantou a camisa e pôde ver a barriga e a lateral do corpo totalmente cobertos por hematomas, enquanto se analisava encarou Sasuke pelo reflexo, os olhos negros focados no seu corpo e sentia a intensidade deles ali, as mãos cerradas ao lado do corpo, o rosto não continha mais nenhuma linha gentil, sentia a raiva dele faiscar.

Abaixou o tecido tapando a visão infeliz o fazendo levantar o olhar para si.

— Vou tomar banho – Avisou.

— Consegue sozinha? – Ele perguntou ainda com a voz séria.

— Sim, preciso lavar o curativo da perna provavelmente... – Encarou a panturrilha enfaixada.

— Tem certeza?

Sakura virou-se para encarar dessa vez o Uchiha encostado no batente da porta com as mãos no bolso, mas com um sorriso sacana no canto dos lábios. Ela levantou uma sobrancelha em resposta antes de virar-se de costas para ele e tirar a camisa.

— Feche a porta quando sair, Uchiha.

O som não veio e estava pronta para repreendê-lo quando o braço forte circulou sua cintura a puxando, fazendo suas costas baterem no peito dele, fechou os olhos quando a mão jogou seu cabelo para o lado e um beijo foi depositado em seu ombro nu.

— Estarei ali fora.

Abriu os olhos apenas quando a porta fora fechada, o ar voltando para os seus pulmões e em seguida abriu o registro deixando a água quente cair.

Passou todo o banho em silêncio, uma conversa particular com sua mente, com tudo o que viveu e descobriu, passou o sabonete pelo corpo como algo automático já que sua mente se encontrava fora daquele quarto, em Sasuke.

Mordeu o lábio inferior, como agiria com ele agora?

— Cristo, pareço uma adolescente.

Resmungou para si tirando a espuma dos cabelos, mas essa era a verdade, sempre soube como agir com ele, sendo para mata-lo, para se entregar e mais atualmente ignora-lo.

Perguntou-se se ele sabia que ela havia descoberto tudo, talvez Ino contara algo, pois duvidava que Tsunade o permitisse entrar no seu apartamento novamente.

Lembrava do tal Tobirama e mais ainda do roubo que realizara. Foi naquela noite que se beijaram pela primeira vez, antes de ser lançada por uma janela e fora ali onde tudo o que não havia planejado para sua vida teve início.

Tentou repassar tudo o que Ino lhe disse, e ao imaginar cada situação que Sasuke passara e o que ela foi obrigada a encarar nos últimos meses. Era bom que o filho da puta estivesse morto porque ela certamente colocaria uma bala no meio da testa do maldito.

Fechou o registro sentindo o corpo relaxado e seus músculos agradeceram já que sentia mais facilidade para andar agora. Enrolou-se na toalha vermelha e tratou de fazer o resto de sua higiene matinal.

Abriu o armário e pegou o hidratante com essência de flores de cerejeira e começou o processo de massagem pelas pernas cuidando do ferimento, estava passando pela barriga quando parou dando-se conta do que estava fazendo e deixou um sorriso mínimo escapar pelos lábios. Ela usava aquela essência apenas quando estava com ele, normalmente pulava aquele ritual todo, e principalmente depois que ele foi embora não utilizou mais, mas agora ali estava ela.

E do outro lado da porta estava ele.

oOo

Sasuke estava deitado na ponta da cama encarando o teto de gesso, deixando-se levar pela presença dela ali naquele quarto. Sorriu. Não havia mudado nada ali, pequenos detalhes que mostravam a personalidade de sua chère.

Não havia dormido ainda, seu corpo não permitia o cansaço chegar até ele. Quando recebeu a ligação de Gaara já estava rodando a cidade atrás dela, xingou-se por não ter percebido antes, mas naquele momento pensava apenas em encontra-la o mais rápido possível.

Ela apagou assim que ele a colocou no carro, chegara em Tokyo em três horas e a Yamanaka já o aguardava quando trouxe Sakura no colo.

Enquanto a loira realizava os cuidados com Sakura, sabia que receberia olhares não muito contentes da equipe dela, mas quando percebeu que todos apenas seguiam suas funções, não o excluindo daquele momento e o permitindo ficar ao lado da rosada, Tsunade ecoou sua voz pela sala silenciosa e o chamou até o escritório que tinha acesso pela sala.

Trocou um olhar com Shikamaru, um dos que sempre teve mais afinidade ali e o Nara apenas lhe deu um aceno positivo.

Quando entrou pela porta que Tsunade entrou a loira não teve rodeios para ir ao ponto principal da conversa.

— Nós sabemos Uchiha.

Saiu dos seus pensamentos quando ouviu a porta se abrir, a fumaça de vapor invadiu o quarto, sentou na ponta da cama observando Sakura entrar no cômodo enrolada na toalha, os cabelos róseos penteados e o conhecido perfume que mexia tanto com seus instintos.

Em silêncio ela veio até ele e sentou ao seu lado segurando o nó que prendia a toalha, ela encarava algum ponto do quarto nunca o direcionado os olhos verdes para ele, as bochechas coradas pelo calor da água davam a ele mais uma imagem de Sakura que ele guardaria para si.

Viu ela passar a língua nos lábios, sabia que ela queria dizer algo mas estava receosa.

O toque em sua mão foi mínimo, mas quando abaixou o olhar ali estava, a mão menor e feminina roçava na sua e ele entrelaçou os dedos dela nos seus. A franja que caia sobre seus olhos negros não impediram que ele visse o pequeno sorriso nos lábios de Sakura e levou seus lábios até o ombro onde havia beijado anteriormente sentindo a pele feminina arrepiar-se ao seu toque.

Sua boca percorria seu ombro até chegar no pescoço perfumado que tanto lhe fazia falta, sorriu contra a pele dela ao ouvi-la arfar e mordiscou ali sentindo-a apertar sua mão.

Chère.

Sakura fechou os olhos quando ele a chamou sussurrado em seu ouvido, apertava a toalha como se aquela ação a permitisse não perder a consciência sobre seus atos, tentava organizar seus pensamentos para terem finalmente uma conversa, mas seu corpo lhe traia já estando tão entregue a ele.

E como estava com saudades daquilo.

Não havia ninguém a enganar ali, não havia mais nada a ignorar, nada para julgar, nada para impedir.

Quando abriu os olhos estava no colo dele, as pernas o circulando e o rosto em suas mãos a encarando surpreso o que a fez dar um sorriso de canto, sentiu as mãos dele apertar suas coxas e Sakura sentiu-se quente.

Aproximou-se dele o suficiente para sentir sua respiração em si, ele apenas a observava tão envolto naquilo quanto ela. Passou a língua pelos lábios, mas ao invés de beija-lo sua boca foi até a mandibula enquanto as mãos se espalmavam pelos braços do Uchiha, os lábios roçaram na pele sentindo a barba que iniciava a crescer até chegar no ouvido dele.

Très beau.

Sasuke sorriu sacana ao ouvi-la, a cueca já o incomodava e ouvir Sakura falar daquele jeito, o chamar daquela maneira quando há tanto tempo ficou afastado dela daquela forma, a tirando de perto de si quando o que mais queria era ter finalmente ter sua vida com a mulher que escolhera.

Segurou firme na cintura fina e a puxou contra si a fazendo sentir seu estado roubando um gemido de sua rosada.

— Precisamos conversar, petit… Não torne tudo mais difícil do que está — Sasuke mordeu o ombro dela ouvindo uma risada maliciosa.

— Só faça o que me prometeu em Nara — Sakura levou uma mão até o nó da toalha e o desmanchou deixando o tecido cair revelando seu corpo — Eu preciso de você agora.

Putain! — Sasuke grunhiu a puxando para si e finalmente beijando-a.

O beijo não era gentil. Sakura segurava os cabelos dele com força enquanto as mãos dele percorriam todo pedaço de pele revelado a ele, gemidos eram arrancados da boca de Sakura que buscava a barra da camisa do Uchiha conseguindo puxa-la e jogando em algum canto.

Sasuke sentiu sua pele arrepiar quando sentiu os peitos de Sakura contra seu peitoral, emaranhou uma das mãos nos cabelos molhados dela e puxou os fios deixando o pescoço exposto para seu deleite, afundou-se ali enquanto seus corpos já procuravam um ao outro, Sakura rebolava em cima de seu membro incendiando aos dois ali.

As mãos habilidosas de Sakura logo estavam descendo a calça de Sasuke arrancando um suspiro dos dois quando os sexos se tocaram sem nenhuma barreira.

— Nunca houve outra, chère— Sasuke mordeu o queixo dela — Sempre, sempre foi você.

Sakura abriu a boca, mas nada saiu por sua garganta. Sasuke a penetrava lentamente sentindo cada centímetro seu a invadir em uma deliciosa tortura para ambos, não havia tempo para muitas preliminares, era agonizante demais para ambos.

Sasuke segurou com força cintura dela a trazendo para si enquanto ela segurava com força em seus ombros, os olhos verdes tão profundos não fugiam dos negros que nublavam com o prazer que traziam um para o outro, não precisavam conversar, as palavras ali não precisam ser ditas para que se compreendessem, tudo era uma troca mútua de sentimentos que por dois anos os machucou.

Sakura deitou a cabeça no ombro dele deixando-se levar pelas sensações inesquecíveis e que apenas ele a dava, seu interior se contorcia a cada estocada e seu corpo ia contra o dele em busca de mais. A respiração dele estava pesada e misturava-se com os gemidos que ele mesmo não continha.

— Fique — Sakura disse entre um gemido quando ele a tocou mais fundo, sentiu as mãos dele a levantarem para ela movimentar-se sobre ele e assim ela o fez — Ah… Sasuke!

— Não vou em lugar algum — Sasuke caiu de costas na cama apenas para vê-la em cima de si rebolando sobre si — Irei apenas mais fundo em você.

— Deixe vir — Sasuke grunhiu sentindo as unhas dela cortarem sua pele.

Aumentou o ritmo, o som dos corpos se encontrando misturava-se aos gemidos de Sakura que abria a boca, mas as palavras soltas entre os gemidos não eram compreendidas. Deixou-se levar por aquele momento até que o clímax foi atingido sentindo Sasuke bombear dentro de si atingindo o próprio prazer.

Sakura caiu em cima do Uchiha que a abraçou roçando seu nariz em seu rosto embriagando-se do perfume e cheiro do sexo sentindo-se completo ali. Saiu de dentro dela ouvindo a respiração dela em seu pescoço e a ajeitou em seus braços.

— Da próxima vez… Eu vou atrás de você — Sakura murmurou sentindo o corpo extasiado.

Sasuke sorriu ao ouvi-la, e puxou o edredom para tampá-los. Sabia que no andar de baixo todos os esperavam, mas não ligou. Sabia que ela também não se importaria, finalmente estava com ela ali.

Agora sim havia voltado para casa.



Notas finais
*Très beau - bonitão *Putain - Corresponde ao nosso “Porra!” , “Caralho”. Aiai ♥ Quando estava decidindo a "reconciliacao" deles, nao consegui simplesmente imaginar eles frente a frente conversando como um casal normal faria, eles são tão intensos e tem uma sincronia que eles não precisam questionar o que foi feito, porque afinal, já aconteceu. Tentei passar isso na cena que ela toma banho, essa coisa de não saber como agir, mas no final, aquilo ali é eles, essa entrega que por tanto tempo ela negou a ele e a si mesma. Foi do jeito deles, como sempre foi, a trancos e barrancos. E TEM MUITA COISA PRA ACONTECER. Sei que tem muita pergunta na cabecinha de vocês, mas no proximo vamos saber algumas delas. Afinal, cade as joias? ;) Espero que tenham gostado, do fundo do coração. Não me abandonem, quero ler os comentarios de vocês ta? UM BÊJO PRA VOCÊS ♥