Doces Sonhos
1 Doces Sonhos
Doces Sonhos
Uma doce menininha, sonhadora, Maria era seu nome, 10 de brincadeiras para lá e para cá. Belo dia voltando da escola, dia em que mudou o caminho para casa, encontrou uma casa abandonada que misteriosamente chamou seu nome.
Curiosa e inocente entrou na casa. Portas e janelas quebradas, cacos de vidro pelo chão, mesmo assim, era um lugar lindo. A garotinha correu alegremente pelos corredores brincando com as criaturas imaginarias de sua mente, tomou chá com bonecas e ursinhos, montou quebra-cabeça encantados, passou à tarde em meio aos seus sonhos naquele lugar perdido e secreto que daquele dia em diante seria só seu.
À tardinha foi para casa. Por trabalhar muito, os pais da garota nem repararam que a mesma passara o dia fora. Ao entrar em seu quarto fechou a porta e se jogou na cama, fechou os olhos por um instante e pensou no lugar mágico em que havia passado a tarde brincando, adormeceu logo em seguida, naquela noite teve lindos sonhos.
No dia seguinte a historia se repete, Maria vai á casa abandonada depois da escola, brinca, corre, dança e canta, volta pra sua casa á tardinha. Mas desta vez ao dormir não teve lindos sonhos, mas sim um pesadelo onde era mordida por um cão raivoso. No dia seguinte a historia se repede novamente e assim foi por um tempo, porem os pesadelos iam piorando, o cachorro mordia e arrancava seus braços e pernas, facas eram cravadas em seu corpo monstros saiam de seu armário e de baixo de sua cama para lhe fazer mal. Cada dia em que ia para seu lugar encantado Maria sonhava algo pior.
Até que em um dia algumas coisas mudaram! Quando chegou á casa velha abandonada, ela não estava velha e abandonada, pelo contrario, estava nova, linda, a casa dos sonhos.
Ao entrar viu inúmeros brinquedos e todos os seus "amigos" estavam lá. Foi o dia mais feliz de sua vida.
À noite, voltou a ter lindos sonhos, que há muito tempo não tinha.
Dia seguinte a ansiedade de ir para seu lugar secreto se sonhos não a deixou prestar atenção na aula. Mal tocou o sinal para a saída e ela se pôs a correr. Maria estava radiante, mal podia esperar para reencontrar seu amigos, amigos que sua imaginação criou para habitar a casa que era palco de suas aventuras. Mas ao chegar lá, não encontrou a casa de seus sonhos, somente a velha casa destruída de antes. Estava vazia. Seus amigos imaginários não estavam lá, haviam á abandonado, estava sozinha, correu pela casa, tudo parecia triste. Tudo estava estranho, mas não sentia medo, somente tristeza.
Voltou-se então para a porta, lá parada como uma boneca havia garota á encara-lá, aparentemente 15 anos, cabelos longos e castanhos escuros, quase pretos que caiam por suas costas, olhos castanhos, castanhos escuros, quase pretos, pele levemente bronzeada. Alto e magra, vestia uma saia preta rodada e uma blusa de um tom de amarelo vivo, nos pés calçava sapatilhas pretas, aparentemente uma adolescente normal.
— Quem é você?Perguntou Maria quase assustada.
A garota deu um sorriso malicioso e falou:
— Você é uma garotinha muito sonhadora, tem que acordar, sou seu despertador!
Maria deu um passo para trás, agora estava assustada.
Logo em seguida a garota fincou suas unhas rosa neon compridas no braço da pequena, até deixá-lo sangrando, repetiu o processo, pernas, pescoço e rosto da mesma.
Maria não reagiu, pois estava paralisada, por algum motivo lembrava-se doa pesadelos que já havia tido.
Uma faca, no chão ao lado da porta, a doce menininha ferida podia jurar que não estava ali antes.
A outra garota, agora estava com as suas unhas cheias sangue, pegou a faca e começou a esfaquear a pequenina, esquartejou-a viva. Durante o processo da tortura Maria se deu conta de que seus pesadelos estavam se tornando reais.
Com sua vitima desmembrada, a outra garota soltou uma gargalhada e disse, antes de seu golpe final:
— No fundo, todo sonho é um pesadelo. Após isso atravessou a faca no pescoço da pequena, doce, inocente, e sonhadora garotinha,cortando-lhe a cabeça fora.
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