Notas iniciais
Ehhhhhhhhhhhhh!! Uru Take-hime na area, postando mais uma One-shot do Bleach: Doces Lembranças!

Essa fick me veio do nada... Sentei no pc e ela começou a vir naturalmente... Até estranhei! >.< E bom, o casal é JuushirouxShunsui. ^^ Espero que gostem.

Sem mais delongas: Boa leitura!

“Andava tranquilamente entre as arvores naquela gostosa tarde de primavera, aspirando o perfume das flores que estavam espelhadas por todos os lugares. Vestia meu kimono Shinigami, no auge de minha adolescência, com os cabelos castanhos curtos e ondulados. Os olhos castanhos vasculhavam tudo ao redor, enquanto ia ao encontro de meu mestre...

Cheguei à clareira onde o velho Genryuusai me pediu para encontrá-lo e sorri ao sentir um vento forte vir contra mim, levantando as folhas e deixando o ar muito agradável... Porem, quando olhei melhor para a clareira, vi uma pequena figura sentada sobre uma grande pedra.

Estava de costas para mim... Só podia ver os longos cabelos brancos soltos sendo levados ao sabor do vento e o kimono de Shinigami contrastando fortemente com a pele alva. Me aproximei lentamente, curioso por tal figura estar ali. Não demorou muito para eu ser notado, então ganhando sua atenção.

Os olhos cor de ônix focaram os meus castanhos de imediato, cintilando sutilmente. Fiquei espantado com a delicadeza de seu rosto, de traços finos e bem feitos. Não demorou para um sorriso tímido e gentil aparecer nos pequenos lábios e eu senti o mundo a minha volta parar de girar...

Uma sensação tão estranha me invadiu. Eu tinha vontade de fazer milhões de perguntas e ao mesmo tempo ficar calado, só apreciando aquele contato visual. Vontade de me aproximar e ao mesmo tempo me sentia preso no mesmo lugar. Um nó subia a minha garganta e meu peito estava acelerado... O que diabos estava acontecendo comigo?

- Ora, vejo que ambos já chegaram... – disse uma voz baixa, mas imponente. Imediatamente olhamos na direção da voz e logo reconheci o mestre Genryuusai.

- Velho!! – eu disse em alto e bom som, sorrindo de modo zombador.

- Mestre. – disse a figura na pedra, me deixando surpreso.

- Bom que vocês estejam aqui. A partir de agora, vocês dois serão meus discípulos. Espero que ambos consigam superar minhas expectativas e que possam se tornar bons companheiros. – dizia o velho, nos observando.

Voltei a olhar a pequena figura na pedra e a mesma logo desceu, vindo ate mim com passos pequenos, passando a mão pelo rosto para retirar os fios brancos que voavam com o vento. Logo abriu um sorriso doce e fez uma pequena reverencia.

- Prazer em conhecê-lo. Meu nome é Ukitake Juushirou. – o menor se apresentou.

- A-ah! – fiquei meio sem jeito e passei a mão pelos cabelos, nem notando meu rosto levemente corado – Eu sou Kyouraku Shunsui. Também é um prazer conhecê-lo... Juushirou.”

- Taichou!! Por favor, acorde!! Como pode ficar aqui dormindo enquanto tem um Esquadrão pra comandar??!

Ouvia a voz de minha Fukutaichou ficando mais nítida à medida que despertava. Ela adorava estragar meus momentos de paz e tranqüilidade, tentando me arrastar para dentro do Esquadrão e ficar sentado o dia todo, só verificando e assinando papeis. Essa era a parte ruim de ser um Taichou... Sorte que eu sempre dava um jeito de escapar.

- Não precisa gritar Nanao-chan. Já acordei... – informei, me sentando no telhado onde estava tirando uma soneca, ajeitando minha roupa.

- Mas é claro que preciso gritar com o senhor! O senhor vive fugindo de seus deveres, fica dormindo e bebendo pelos cantos! Taichou, você devia ser um exemplo para os outros Shinigamis, mas não se esforça pra isso nem um pouco!

- Não quero ser um exemplo para os outros... Os Shinigamis devem se esforçar por si só e alcançar seus desejos por mérito próprio. – sorri de canto, observando o céu azul – O máximo que posso fazer é dar umas orientações... Apenas isso.

- Francamente Kyouraku Taichou! Você deveria tentar ser um Taichou exemplar como o Ukitake Taichou. – bufou a jovem, ajeitando os óculos.

Ukitake... Sonhei com ele agora a pouco. Na verdade, não era um sonho e sim uma lembrança. A lembrança do dia em que o vi pela primeira vez... Sempre estivemos juntos, por sermos discípulos do velho Genryuusai e tenho um prazer muito grande em chamá-lo de amigo. Na verdade, gostaria de dizer que ele é mais do que isso...

Enquanto Nanao-chan me arrastava de volta ao Oitavo Esquadrão, eu acabava me perdendo em lembranças novamente...

“Numa noite fria de outono, sai de casa e caminhei um pouco ate chegar no alto de um morro. Ali me deitei e me pus a observar a lua majestosa e as pequenas estrelas... Tão lindas e brilhantes, exatamente como o sorriso do Juushirou...

Logo corei com tal comparação, fechando os olhos e suspirando profundamente. Desde que comecei a treinar com o pequeno, ele já não saia mais de meus pensamentos. Tudo acabava me lembrando ele... Pensava seriamente que tinha ficado maluco. Por que estava pensando tanto no meu companheiro?

- Kyouraku? – ouvi alguém me chamar, me sentando rapidamente e olhando para trás, me surpreendendo ao ver o dono dos meus pensamentos...

- Juushirou? – indaguei, surpreso – Olá, o que faz aqui?

- Ah! Gomen... Estava indo te visitar, mas imaginei que estaria observando o céu aqui perto. – o menor sorriu gentilmente, se aproximando. – Posso me sentar?

- Claro! Fique a vontade.

Meu coração estava completamente descompassado e não deixava de observá-lo um segundo, enquanto o mesmo se sentava ao meu lado. Os longos cabelos brancos agora presos em um rabo de cavalo e ainda tendo o sorriso preso aos lábios. É o garoto mais delicado que já encontrei e mesmo assim, isso não afeta nem um pouco a masculinidade que o mesmo exibe.

- Tenho um presente pra você. – ele falou, me deixando confuso.

- Presente? Por que?

- Hoje não é seu aniversario, Kyouraku? – Juushirou inclinou um pouco a cabeça ao perguntar.

- Ah, sim! É verdade... – com a chegada dele, ate esqueci que era meu aniversario... – Como sabe disso?

- Você mesmo que me contou. Está muito distraído... – ele riu, fazendo me sentir aquecido por dentro – Espero que goste do presente.

Juushirou me estendeu um pequeno pacote que ele carregava em mãos, sendo amarrado caprichosamente por um laço de fita. Admirei o embrulho por alguns segundos, o abrindo em seguida e arregalando os olhos ao retirar dali um manto rosado com flores pintadas à mão. O manto até era bem grande, com certeza chegaria até os meus pés...

- Eu comprei o manto e pintei as flores. – o menor informou, fazendo-me encará-lo de imediato.

- Mesmo? Nossa Juushirou! É lindo demais... Adorei! – sorri sinceramente a ele, me levantando.

- Gostou mesmo? – o menor pareceu animado.

- Sim, muito! – vesti o manto e como suspeitava, cobria ate os meus pés.

- Mas esta muito grande não é? – ele fez um bico que me deu vontade de morde-lo – Acho melhor eu escolher outra coisa...

- Não!! Imagina! Eu adorei esse manto. E você teve todo o trabalho de pintá-lo... Ele ficou muito lindo e eu vou crescer! Logo esse manto ficara perfeito em mim. – sorri, verdadeiramente emocionado – É o melhor presente que já recebi.

- Não exagere Kyouraku! Não é nada demais... – percebi um leve rubor nas bochechas alvas.

- É verdade Juushirou... Mas por que teve tanto trabalho por minha causa?

-Não foi trabalho nenhum. Gosto de pintar... E queria fazer algo especial pra você. – ele sorriu docemente – Afinal, você é meu melhor amigo!

É... Eu era. Mas não sei por que, eu não queria ser só aquilo. Ate doeu um pouco ouvi-lo dizer aquilo. Mas disfarcei, sorrindo enquanto dobrava a capa com todo o cuidado e deitava novamente, com um sorriso alegre no rosto. Sorriso que aumentou quando notei que Juushirou deitou ao meu lado, apreciando a noite comigo...”

- Taichou!! Pare de ficar olhando o seu manto enquanto sonha acordado e assine logo esses papeis! – Nanao-chan gritava novamente, me tirando de meus pensamentos.

Era verdade... O manto que eu vivia usando foi o primeiro presente que ganhei de Ukitake. Vou pra todos os lugares com ele, é algo que tenho muita estima e cuidado. Será que ele notava isso? Será que ele notou alguma vez todo o cuidado e carinho que tenho por ele? Seja que algum dia ele vai reparar o quanto eu o amo...?

Sim... Depois que cresci e envelheci, eu finalmente me dei conta de todos os meus sentimentos. De tudo o que cresceu comigo ao longo dos anos. Tudo o que eu queria e desejava... Tinha um nome: Ukitake Juushirou. Porem, eu creio que ele nunca notou isso. Mas ia me lembrando de dias que eu já sabia o que eu sentia por ele, enquanto ainda assinava os benditos papeis.

“Andava tranquilamente pelos corredores do prédio do Primeiro Esquadrão, me direcionando até a sala de reuniões. Meu velho mestre Genryuusai finalmente iria me apresentar como novo Taichou do Oitavo Esquadrão... Aposto que vai brigar comigo pelo meu atraso, vou ser o ultimo a chegar... Mas nunca gostei de correria. Gosto de fazer as coisas com calma...

Finalmente cheguei ate a porta da sala de reuniões, que estava fechada, e bati na mesma, logo vendo ela se abrir. Como eu previa o velho já me fuzilava com o olhar pelo meu atraso. Pedi licença e desculpas, logo me encaminhando para o meu lugar. Enquanto isso ia olhando os outros Taichous que estavam enfileirados, seis de cada lado... Só faltava eu mesmo.

De repente, meus orbes focalizaram apenas uma pessoa... Estava na mesma fileira que eu, só que era o ultimo, com a postura perfeita e as vestes impecáveis... Bem diferente de mim, que estava meio desajeitado e com meu adorado manto rosado e florido por sobre as vestes de capitão.

Fiquei tão feliz de ve-lo ali... Juushirou também havia conseguido o posto de Taichou de um dos Trezes Esquadrões da Soul Society. Seu longo cabelo branco estava preso naquele costumeiro rabo de cavalo, caindo por seu ombro, com apenas duas mexas soltas, caindo ao lado do rosto de aparência delicada. Os olhos cor de ônix cintilavam como os meus e um sorriso gentil brotava em seus lindos lábios... Poderia continuar ao lado da pessoa que amo.”

- Finalmente!! Achei que o senhor nunca terminaria de assinar isso... –bradou Nanao-chan, recolhendo a pilha de documentos que eu havia acabado de assinar.

- Você sabe que eu faço as coisas sem pressa alguma, inclusive meu trabalho. – sorri como criança, recebendo um olhar severo de minha Fukutaichou – Já que terminei isso, vou indo...

- Nem pensar! Ainda tem um monte de coisas para o senhor fazer, Taichou!

- Mas eu não quero. – disse com simplicidade, escapando com meu Shumpo logo em seguida, ouvindo Nanao-chan gritar.

Iria ate o Décimo Terceiro Esquadrão para visitar Ukitake... Já fazia algum tempo que eu não fazia isso e estava com saudades dele. Muitas saudades! Queria estar ao lado dele sempre, mas não posso... Queria poder cuidar dele, principalmente agora que está tão doente. Por que uma pessoa tão boa como ele tinha que sofrer de Tuberculose? Ele não merecia isso... Lembro-me tão bem da angustia que senti ao descobrir isso...

“Corria desesperadamente ate o Quarto Esquadrão, usando toda a força de meu Shumpo. As pessoas que me viam ficavam surpresas, já que eu jamais me apressava pra nada. Mas dessa vez eu tinha que me apressar... Juushirou estava sob os cuidados de Unohana Taichou e eu precisava saber o que tinha acontecido com ele!

Chegando ao Esquadrão, logo me informei de onde meu amado estava e corri para seu quarto, logo o encontrando em uma maca, ligado a aparelhos e uma mascara respiratória. Não pensei que fosse algo tão serio... Unohana Taichou estava no quarto e logo sorriu.

- Ora Kyouraku Taichou... O que ouve para você estar tão agitado?

- Como ele esta? – ignorei a pergunta da outra, sentindo um nó na garganta.

- Fique tranqüilo, ele vai ficar bem... Ukitake Taichou esta sofrendo de Tuberculose.

- Tuberculose?! – arregalei os olhos e a angustia me dominou – Ele ficara curado, não é?

- Bem... A doença já esta em estado avançado, acho que ele não vai ficar curado totalmente... Mas vivera bem se seguir o tratamento. – Unohana sorria gentil, parecendo entender meu sofrimento.

Ela logo me deixou na sala com Juuchirou e sentei em uma cadeira ao lado da maca. Sem pensar muito, segurei uma das mãos do menor, fazendo um leve carinho com o polegar. Eu não podia perde-lo... Meu precioso Juuchirou não! Ele era tudo pra mim, mesmo que não soubesse... Preferia eu estar naquela maca do que ele.”

Cheguei a frente do Décimo Terceiro Esquadrão e fui recebido pelos dois atrapalhados Fukutaichous de Ukitake: Kyone e Sentarou. Eles brigaram por um tempo pra decidir quem me levaria ate Juushirou e decidi sair de fininho, eu mesmo indo até os aposentos do outro.

Logo que cheguei perto de seu quarto, pude ve-lo sentado na frente da porta, admirando o pequeno lago que havia em frentes, com aquela expressão suave e calma no rosto. Aquilo me aliviou e muito. Detestava quando ele tinha uma recaída da doença e ficava terrivelmente preocupado.

- Por que não se senta ao meu lado, Kyouraku? – ouvi a doce voz sugerir, sentindo minha reatsu e sorrindo.

- Adoraria! Se tiver um sakê ai pra bebermos, estará perfeito. – brinquei, retirando meu chapéu enquanto me sentava ao seu lado.

- Claro! Irei buscar...

Juushirou se levantou, não demorando muito em voltar com uma garrafa de sakê e copos. Ficamos o resto da tarde apreciando a vista, conversando e bebendo. Adorava ficar assim com ele... Só nós dois, dizendo bobagens ou relembrando velhos tempos. Eu sentia uma vontade enorme de me declarar, mas tinha certeza que seria rejeitado. Para que destruir essa amizade?

- Espero poder viver mais alguns anos para desfrutar momentos como estes... – comentou Ukitake, suspirando ao admirar o por do sol.

- Não fale assim Juushirou. Você ainda é jovem, vai viver muito ainda!! – retruquei.

- Mas com essa doença tão forte que tenho, não sei como ainda estou vivo! – senti minha garganta secar com aquele assunto e tomei um copo de sakê de uma vez.

- Você é forte e segue corretamente o tratamento da Unohana Taichou. Por isso está aqui... E vai continuar aqui.

- Será mesmo Kyouraku? – ele abaixou os olhos para o lago – Às vezes penso que seria bom eu partir de uma vez. Assim não sofro mais com a doença e também poderão escolher um Taichou melhor para o meu Esquadrão. Eu vivo tendo crises, acabo adoecendo e sou uma ajuda incerta em campo de batalha. Me sinto tão... Inútil e frágil às vezes.

- Nunca mais diga isso!! – contrapus num tom elevado, fazendo Ukitake arregalar os olhos e me encarar – Você é um ótimo Taichou, independentemente dessas crises ou não. Você é muito forte, um dos Taichous mais fortes da Soul Society mesmo nas condições atuais. – não resisti e acabei puxando-o contra mim, num abraço desesperado e protetor – Você não pode desistir da vida assim Juushirou... Queria poder sentir as suas dores, para que não sofresse mais com a doença. Eu tenho tanto medo de...

- De...? – ele me incentivou a falar, surpreso com o abraço e curioso.

- Medo de perder você. – fui direto, o afastando um pouco do abraço e encarando seu rosto. Seus olhos ônix estavam arregalados de surpresa e um leve rubor nas bochechas – Onegai, não pense em partir e me deixar aqui...

- Mas... Kyouraku, por que tem tanto medo de me perder? Você tem muitos amigos, não só a mim...

- Você não é um simples amigo pra mim. – rebati.

- É... Somos melhores amigos, nee? – ele disse num tom estranho, mas sorriu.

- Não... – novamente uma expressão surpresa por parte dele e eu me enchendo de coragem. Não sabia de onde aquilo havia surgido... Talvez da hipótese dele morrer e não saber de tudo o que eu sentia por ele – Você é muito mais que um amigo pra mim Juushirou...

- E o que eu sou pra você? – os olhos dele cintilavam.

- Eu te amo... Eu sempre te amei! Desde o primeiro instante, desde a primeira troca de olhares, meu coração se tornou única e exclusivamente seu. Eu não consigo pensar em mais ninguém alem de você! O meu maior desejo é que um dia você pudesse retribuir tudo o que eu sinto, mas eu sei que isso é impossível... Você só gosta de mim como amigo e...

Eu fui calado... Calado da maneira mais inesperada e deliciosa da minha vida. Um beijo! Juushirou estava me beijando!! Um beijo tímido e calmo, que eu fiz questão de intensificar depois que o choque passou. Apertava sua cintura delicadamente contra mim enquanto sentia os braços dele passarem por meu pescoço.

Parecia um sonho... Os lábios macios dele completamente colados aos meus e nossas línguas travando uma batalha onde ambos venciam com o delicioso sabor que conseguiam extrair um do outro. Só encerramos aquele beijo por falta de ar e eu mal podia acreditar no que tinha acontecido. Minhas mãos estavam tremulas!

- Juushirou... Por que...?

- Eu também te amo. – respondeu rapidamente, corado e ofegante – Não sei desde quando, mas eu percebi que já não te via mais como um simples amigo. Eu só tinha medo de dizer, pois pensava que você não fosse me corresponder.

- Ahh, se eu soubesse disso, teria me declarado muito antes... – sorri, totalmente feliz – Eu juro que vou te fazer muito feliz! Quero lhe ajudar no que eu puder e não vou sair do seu lado a partir de hoje!

Juushirou deu um sorriso lindo para mim, mais brilhante que todas as estrelas do céu juntas... Ainda trocamos muitos beijos apaixonados, saciamos todas as vontades que tínhamos e eu nunca vou esquecer do dia em que pude te-lo em meus braços e o amei com todas as minhas forças. Ele era só meu e eu era só dele, desde de o momento em que cruzamos nossos olhares.

Notas finais
Reviews?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!