Doce Trapaça
4 Capítulo 3
Notas iniciais
Bem ai vai mais um capítulo...
Quero aproveitar e agradecer as travessas Elispreta e BiaDantas, que indicaram essa fanfic ainda em seu inicio, obrigada pelo credito!
Travessas, dedico esse capítulo a vocês duas, por demonstrar tanta confiança nessa autora, sstresada, e sem tempo para escrever!!!!
Kkkk
Beijão no coração de todas!
Boa leitura!!!
O que fazer quando se é humilhada dessa forma? — Isabella vagava em seu amplo quarto, inconformada com as reações que seu corpo ainda sentia. — Tenho que arrumar uma forma de sai dessa enrascada, onde estava com a cabeça quando aceitei essa ultrajante proposta? — voltou a pensar. — Se bem que não tive alternativa alguma, seria eu, ou a Alice.
Começou a chorar.
Estava desesperada, não sabia como agir e não tinha a quem recorrer. Suas mãos estavam atadas e se sentia encurralada, tinha que seguir com o plano do seu pai, mesmo sabendo que no final sairia machucada e mais humilhada do que estava se sentindo no momento.
— Deus! Onde fui me meter? E o pior como conseguiria resistir a esses dois irmãos tão... Tão... Tão...
Seu pensamento vagou para momentos antes, e seu corpo voltou a responde de uma forma desavergonhada no mesmo instante, deixando-a ainda mais constrangida.
— Um banho frio!— Murmurou.
Isso um banho frio iria acalmar seu corpo e espírito. Com esse pensamento seguiu para o banho, passaria um bom tempo debaixo da ducha fria, na esperança que a água gelada, levasse consigo todos os males (desejos) que seu corpo estava carregando.
***
— Assim... Por favor, não parem...
Sua voz ecoava pelo quarto, desconhecida até mesmo para ela. Seu corpo vibrava devido às investidas da língua voraz de Edward em sua gruta. E as mordidas que Anthony estava dando em seus seios a deixava extasiada. Estava à beira de seu terceiro orgasmo.
— Isso bebê, rebole bem em minha boca. — Disse Edward, voltando a morder seu clitóris.
— Edwa... Antho...
— Grite por nos, desse jeito carinho. — Falou Anthony. — Deixe que todos escutem a quem você pertence.
— Eu...
— Goze na boca de Edward — Voltou a falar Anthony, observando o rosto vermelho de Isabella, ela estava linda, seu rosto refletia todo desejo que ela sentia pelos irmãos. — Ele está louco por isso, — o deixe senti seu mel, como a pouco eu senti.
Isabella sentiu o fogo queimando por sua espinha, descendo até seu dedo mindinho, e voltando com força total para sua vagina, ela já conhecia essa sensação, sabia que faltava pouco... Na verdade muito pouco.
O intenso desejo a dominou, ainda mais forte que o anterior e sem conseguir mais segurar deixou-se levar por essa gigantesca onda de prazer, que a fazia flutuar e ver estrelas ao mesmo tempo, até que seu grito ecoou por todo quarto e seu corpo se desfez em mil pedacinhos.
Seu corpo tombou e ela caiu, na sua inconsciência momentânea ainda lutava por respirar, quando começou a sentir sua cabeça latejar, tateando ao seu redor com as mãos tremula, ela começou a se assustar quando percebeu que estava no chão duro e frio, e o pior sozinha.
Com muita força de vontade Isabella conseguiu abrir os olhos, mais seu corpo não tinha forças para se mover, a escuridão do quarto a deixava alarmada, não que tivesse medo do escuro, mas nesse momento estava assustada.
O único som que era possível ouvir naquela escuridão era o bater acelerado de seu coração e sua respiração que aos poucos estava ficando pesada. Reunindo as ultimas forças que restavam em seu corpo ela conseguiu se levantar, e com esforços chegar ao abajur do outro lado da cama.
Quando o ambiente foi iluminado por essa escassa luz, ela pode localizar sua bolsa e jogando tudo por sobre a cama conseguiu visualizar sua bombinha e logo em seguida inalar, aos poucos sua respiração foi voltando ao normal, um pouco, mas calma ela pode se observar melhor...
O que diabos havia acontecido? Porque ela estava totalmente nua?
Aos poucos a lembrança foi invadindo sua mente. Havia ido ao banho na esperança de mandar todo aquele desejo por água a baixo, tinha esperança que a água fria em contato com seu corpo quente, conseguisse no mínimo apaziguá-lo.
Tola imaginação, no banho só conseguia lembrar-se daqueles dois depravados irmãos! Ou a depravada seria ela? Porque sentir desejos por esses dois não seria nada normal... Ou seria? Não, não seria, e a conseqüência disso tudo foi esse sonho obsceno que acabara de ter, com os Masen... Santo Deus o que seria dela? Se até seus sonhos estavam povoados por eles... Seu corpo já estava entrando em combustão novamente, sua própria mente já lhe pregava peças.
Estava definitivamente perdida, foi ingênua ao imagina que poderia levar esse maldito plano a diante, como ela conseguiria essa proeza? Seduzir um dos Masen e depois sair ilesa? Se ela conseguisse chegar o mais próximo dos planos do Charlie sairia quebrada... Isso até descobrirem a verdade, por que conhecendo a reputação deles, com toda certeza ela e o pai seriam totalmente massacrados pelos irmãos Masen.
— Toc... Toc...
Alguém bateu a sua porta tirando-a de seus devaneios.
— Isabella, tudo bem com você. — Era uma voz feminina. — Isabella, pode abrir a porta?
— Só um momento. — Conseguiu falar depois da pessoa voltar a insistir. — Já estou indo.
Ainda um pouco desnorteada pelos últimos acontecimentos ela procurou por um roupão que havia visto antes de ir ao banho e depois de se vestir foi até a porta, respirando fundo para tentar manter a calma e enfim abriu.
— Tudo bem com você Isabella? — Era a senhora da casa, vestida em um deslumbrante, sobretudo negro. — Estava passando, quando escutei um grito e depois uma pancada, fiquei preocupada.
— Está tudo bem...
— Rosalie? — Ao escutar a voz dele seu corpo se arrepiou no momento.
Embora não soubesse a qual dos dois pertencesse àquela voz seu corpo traicoeiramente se arrepiou.
— Já estou indo. — Ela respondeu e depois com um sorriso nos lábios se despediu de Isabella. — Já que está tudo bem, fico tranquila.
— Esta tudo em ordem.
Rosalie se virou e deu dois passos, depois parando voltou a olhar para Isabella e sorrindo falou:
— Estamos em uma festa lá dentro, se quiser se juntar a nos será bem vinda.
— Obrigada...
— O casal Black gostou muito de você, quem sabe...
Pouco tempo depois já deitada, a cabeça de Isabella ainda dava voltas, o que aquela loira estaria querendo dizer? Só de pensa seu estomago embrulhava. E quem diabos era esse casal Black? Isabella não era tão ingênua ao ponto de não saber que tipo de festa seria essa, com toda certeza seria as orgias que as revistas de fofoca tanto falavam.
Sem conseguir ficar mais ali deitada, resolveu ir para a varanda de seu quarto, ao abrir a porta o vento frio a saudou, caminhou até uma das cadeiras que estavam bem posicionadas junto à sacada e deixou seu corpo repousar.
Passou a admirar a noite, o céu estava estrelado e o vento parecia soprar uma suave canção, fechou os olhos apreciando o momento e quando voltou a abri-los, admirou o belo jardim que se estendia até perder de vista.
Tantas vezes se imaginou secretamente ali, naquele lugar. Todas as vezes que folheava uma dessas tão conhecidas revistas, que sempre trazia algo de novo sobre os irmãos Masen se perdia imaginando como seria esse lugar.
Sua imaginação nem chegava perto da realidade, sabia que a casa seria grande, com muitas poupas e circunstâncias, até por que a atual senhora da casa (como era conhecida a ex-modelo) gostava dos holofotes e se manter na mídia e nunca perdia uma oportunidade de se mostrar ou mostrar alguns dos ambientes de “sua nova casa”.
Mas pouca eram as fotos a serem publicada do interior da mansão, uma ou outra do belo jardim, outras de sua suíte, que deixava qualquer uma morrendo de inveja.
A dona da situação!
A ex-modelo Rosalie Hale conseguiu fisgar, não um, mas dois dos solteirões mais cobiçados...
Essa foi uma das reportagens que Isabella havia lido a respeito do trio, e a que fez sua mente viajar, ela passou a se perguntar como uma mulher permitiria ser dividida entre dois? Na época ela ficou escandalizada com á noticia... Isabella sorriu, há um tempo atrás ela condenava essa situação e agora a pouco havia sonhado justamente estando entre os dois.
E o pior... Seu corpo havia gostado e muito de sentir aquelas mãos vagando sobre ele, de sentir os hálitos quentes em contato a sua pele... A língua de ambos fazia seu corpo convulsionar...
— Isabella... Isabella mantenha-se controlada, — ela falava consigo mesma sentindo o corpo se esquentar, sua nuca estava arrepiada e um frio percorria sua espinha.
Levando suas mãos aos cabelos os prendeu, em um coque frouxo, em seguida levantando-se espreguiçou, alongando-se bem, na esperança de que a tensão que estava sentindo no corpo melhora-se, apoiada sobre o beiral passou a observar melhor a dimensão do jardim, olhando no sentido contrario avistou uma enorme piscina.
— Um mergulho agora não seria nada mal. — Ela pensou. — Como posso chegar àquela piscina sem passar por dentro de casa?
Isabella passou a olhar detalhadamente e viu que ao lado esquerdo tinha uma espece de escadinha, por onde uma roseira estava toda enrolada, pegou nos galhos e percebeu que os espinhos que ali existiam não chegariam a lhe ferir.
Então decidida, voltou para seu quarto só para colocar um biquíni e logo já estava descendo a escadinha e caminhando para a piscina, o local estava pouco iluminado, o que facilitaria sua vida, pois poderia dar seu mergulho e depois voltar pelo mesmo trajeto e dormir. Simples e fácil.
Abandonou o robe em uma espreguiçadeira e entrou na água gelada, no principio seu corpo protestou, mas logo se acostumou com a temperatura, e passou a dar suas braçadas. Graças a sua governanta Isabella hoje sabia nadar, esse foi mais um de seus esforços mesmo contra as ordens de seu pai.
O mergulho estava tão bom, que Isabella perdeu a noção do tempo, ora ela mergulhava, ora ela ficava apoiada nas bordas apreciando o silencio da noite. Era possível ouvir ao longe uma suave melodia, deveria ser da “festinha”.
Voltou a mergulhar, esse seria seu ultimo mergulho antes de voltar a seu quarto, quando estava emergindo se assustou com um barulho e se apoiando na borda, percorreu o local com os olhos, ficou um bom tempo olhando e nada, resolveu nadar até junto à borda que estava seu robe, e se assustou com um vulto que passou por perto das arvores.
Tem alguém ai? — Pensou em perguntar, mas achou melhor se manter em silencio e sair o mais rápido possível dali e voltar a seu refúgio.
Mergulhou e foi surpreendida por outro barulho, esse agora, mas próximo, a deixando alarmada, parou no meio da piscina e ficou olhando, mas o véu negro da noite ao redor não possibilitava enxergar nada, deu a volta pronta para cortar caminho e ir correndo até a espreguiçadeira, mas foi surpreendida.
Braços fortes ao redor de sua cintura a impedia de continuar, seu corpo foi esmagado de encontro a outro, mas estranhamente não sentiu medo quando foi virada para ficar de frente ao seu misterioso invasor.
A pouca luz do ambiente, há deixava um pouco protegida, pois não seria possível ele ver o desejo que deveria estar evidente em seu olhar... Pelo menos assim pensava ela.
— Sempre acabamos sozinhos. — Sussurrou ele aproximando perigosamente seus lábios do dela.
Isabella tentou se soltar, mesmo sabendo que contra aqueles braços de aço não teria sucesso.
— Só pedir Isabella, que eu lhe solto.
— Por favor. — Sussurrou Isabella, embriagada pelo hálito de menta dele.
Ele passou sua língua venenosa levemente pelos lábios dela deixando-a totalmente arrepiada e sem perder tempo mordeu seu queixo.
— Temos algo inacabado. — Sussurrou ele e logo em seguida desceu suas mãos até as nádegas dela e pressionou de encontro ao seu quadril, deixando-a consciente do seu estado de excitação.
— Eu... eu não posso...
— Shii, temos um caminho todo pela frente Isabella. — Ele tomou sua boca em um beijo dominador, não deixando margem a qualquer duvida. — Temos todo tempo.
— Edwa... — Ela iniciou, mas foi impedida por outro beijo devastador, que só chegou ao seu final quando ele percebeu que ela estava lutando por ar.
— Como você sabe quem sou eu?— Ele perguntou ainda sustentando-a em seus braços e sutilmente a levando de encontro à parede mais próxima. — Poucas são as pessoas que consegue nos distinguir e isso depois de um bom tempo de convívio.
Como ela iria dizer que seu corpo havia dado a informação? Como dizer que sua pele, havia reconhecido seu toque.
Edward ficou observando-a, parecia travar uma batalha interior, mas seu corpo estava confortável ao seu toque, e isso o deixou ainda mais seguro.
— Eu não consigo tirá-la de meus pensamentos. — Quebrou o silencio por fim. — E tenho a certeza que o Anthony deve estar no mesmo estado que eu.
— Isso não pode...
— Calma Isabella. — Falou ele calmamente, — Não estamos brincando com você. — Ele voltou a beijá-la, porem de forma suave, sentindo cada canto de sua boca e saboreando seu gosto.
Isabella começou a tremer.
— Frio? — Ele a carregou nos braços até as escadarias e continuou até colocá-la sobre a espreguiçadeira e com toda calma aparente pegou seu robe ajudando-a a vestir. — Pronto isso deixará você mais aquecida.
— Obrigada.
Isabella levantou a vista e pode admirar o magnífico Homem a sua frente, seu porte não deixava duvida que ele era um dominador por natureza. Edward se sentou próximo a ela e a puxou de encontro ao seu corpo.
— Você ainda está tremula. — Constatou, — acho que sei como posso ajudá-la. — E sem aviso prévio tomou mais uma vez sua boca, demonstrando o quanto a desejava, seu corpo foi tombando por sobre o dela e suas mãos passaram a vagar por seu corpo.
Isabella se agarrou a ele, entregando-se totalmente aos seus beijos e caricias nada mais importava nada era errado ou pecaminoso, tudo parecia tão certo.
Em questão de segundo seu busto havia sido afastado e a boca ávida dele sugava seu seio.
— Lindos!
Ele mordia, e sugava deixando-a embriagada.
— São perfeitos.
Ele parou por alguns instantes e ficou fitando-a.
— Esperamos tanto tempo por você.
— O que? — Essa afirmação a deixou confusa. Será que ele já conhecia os planos do Charlie e estava ali para aproveitar a situação? Esse pensamento deixou-a alarmada... Não, e se seu pai tivesse ido mais longe do que ela pensava se já tivesse adiantado as coisas e tivesse feito algum tipo de acordo com eles?
— Me deixe lhe saborear. — O sussurro dele tirou-a de seu estado de confusão. — Preciso sentir seu doce sabor Isabella, você permite?
Ele foi acariciando as pernas dela até chegar a suas coxas e sem perca de tempo introduziu um dedo em sua tanga molhada.
Isabela queria dizer que não... Queria sair correndo dali para ficar a quilômetros de distancia desse Homem que tinha um poder incomum cobre ela. Mas sua voz rouca fazia miséria com sua mente.
— Posso Isabella? — ele acariciava sua buceta, passando a ponta do dedo em sua entrada. — Posso sentir essa maciez, posso sentir esse sabor? — Ele passou a brincar com sua boca, mordiscando e lambendo enquanto seu dedo aos poucos ia ganhando terreno.
Ambos gemeram quando enfim ele introduziu um de seus dedos em sua gruta, macia, quente e totalmente molhada.
— Céus! Você está queimando bebê. — Ele passou a movimentar suavemente seu dedo estimulando-a e instintivamente ela agarrou os cabelos acobreados dele e foi em buscar por sua boca. — Você gosta do que está sentindo?
— Hunrum...
Isabella não tinha forças para falar e ele não dava oportunidade, deixando sua boca constantemente ocupada.
— Toque-me carinho. — Ele falou em seu ouvido. — Toque-me, deixe-me sentir essas mãos maravilhosas em mim.
Isabella não sabia o que deveria fazer, mas mesmo assim levou suas mãos ao seu peitoral e gostou da sensação que o toque lhe proporcionou. Depois foi descendo por sua barriga até chegar a sua virilha.
— Isso carinho explore meu corpo.
Isabella hesitou por um tempo até tocar por sobre a sunga seu membro, e mesmo assim se surpreendeu, com o volume que pressionava a pequena peça de roupa querendo arrebentá-la.
Edward permaneceu saboreando a sensação que cada toque dela o proporcionava, fazendo um esforço sobre humano para não pega-la no colo e caminhar com ela até seu quarto e jogá-la naquela cama e fazer-la dele.
Mas cabia a ela decidir...
— Isabella...
Ele gemeu quando sentiu as mãos dela em seu membro nu.
— Está quente. — Ela falou corada.
— De desejo por você carinho.
Ele se afastou um pouco a deixando a vontade para fazer o que bem quisesse com seu pau. Timidamente ela observou e passou a alisá-lo. Vê-la daquela forma era uma tortura, tão linda toda corada, mas ao mesmo tempo tentando vencer a vergonha.
— Isso! – Ele gemeu quando ela movimentou suas mãos para baixo e voltando a cima. — Assim... — Seu corpo todo estava em alerta, as mãos pequenas dela brincava com seu pau, torturando-o.
— Lindo. — Sussurrou ela, como se falasse para si mesma. — Tão grande e grosso. — E paca acabar com ele Isabella passou a língua por entre os lábios. — Posso Edward?
Céus ele iria ao inferno se ela fizesse o que ele estava pensando. Se só de sentir o contato de suas mãos ele estava quase explodindo imagina se ela chegasse há...
— Isaaaaaaa
Isabella levou seus lábios ao membro dele beijando-o, depois passou a língua por seu comprimento descendo e subindo, e para acabar de vez com a sanidade que ainda restava em Edward ela colocou toda sua glande em sua boca e chupou como se estivesse deliciando-se com um delicioso sorvete de chocolate.
— Carinhoooo
Ele conseguiu falar por entre os dentes, pois estava lutando para não gozar naquele momento. Sentir a maciez de sua boca e a sucção de seus lábios em seu pau estava fazendo pedacinhos com sua resistência.
Ela continuou explorando seu membro, maravilhada com as sensações que estava sentindo, até aquele momento o único pênis que ela havia visto tinha sido através das revistas ou em algum filme, mas nada se comparava com a sensação que estava sentindo naquele momento.
— Pare Isabella. — Ele conseguiu por fim.
Ela continuou por mais algum momento, mas por fim parou sentindo-o tremulo.
— Não gostou?
— Pelo contrario. — Ele falou puxando-a para seu colo, sentando-a de frente pra ele, e gemeu quando sentiu a quentura de sua buceta e embora ela ainda estivesse com o robe em seu corpo, deixava seus seios à mostra já que estava totalmente aberto. — Adorei tudo que você fez.
Edward pressionou seu pau de encontro à gruta dela fazendo ambos gemerem.
— Só confie em mim. — Ele sussurrou antes de arrebentar sua tanga deixando sua boceta em contado com seu membro. Com as mãos no quadril dela deu impulso ajudando-a a se movimentar levemente por sobre seu pau.
Seu pau pressionava o clitóris de Isabella, à medida que ela se movimentava, fazendo ambos gemer e aumentarem os movimentos.
— Beije-me Isabella... Beije-me.
Eles estavam perdidos nos caminhos do prazer, para Isabella era uma descoberta maravilhosa, nunca tinha sentido algo parecido e jamais pensou que seria capaz de sentir.
Edward lutava contra a vontade que sentia de tomá-la ali, como sua. Seu lado dominador gritava dentro do peito ordenando que ele a possuísse ali naquele momento. Ele se perdia só de imagina, afundando-se nela. Só de imagina o veludo de sua gruta envolvendo seu pau.
Se ele estivesse em seu quarto, com toda certeza estaria fodendo-a da forma mais voraz que as forças dele permitissem, pois sentia essa urgência vibrando dentro dele, de marcá-la como sua.
Mas ao invés disso estava ali como um adolescente, na descoberta do sexo com sua namorada, em um simples sarro. Ele Edward Masen, um predador na cama estava totalmente entregue, sentindo a quentura da boceta esmagando seu pau e isso o deixava a ponto de explodir.
Com mais firmeza ele sustentou nos quadril dela e a fez sentir a rigidez de seu pau, de encontro a sua gruta e ambos gemeram e com mais dois movimentos ela já estava gritando através dos beijos sufocados deles.
— Isso bebê...
Isabella permanecia frenética rebolando de encontro a ele levando-o a loucura e em poucos minutos ele estava explodindo, melando a ambos.
Permaneceram colados perdendo a noção do tempo, enquanto suas respirações voltavam aos poucos ao normal.
Isabella aninhou seu corpo ao dele, sem se importar com nada, sua cabeça apoiada em seu ombro. Edward alisando suas costas e beijando seus ombros a estava deixando ainda mais sonolenta.
Ao perceber que ela estava ressonando ele sorriu.
— Minha! — Ele sussurrou em seu ouvido e sem esforço algum conseguiu ficar em pé e caminhou com ela em seu colo.
Fez o percurso de volta a seu quarto. Quarto esse que nunca havia permitido mulher alguma entrar.
Quando saiu da sala aquela noite havia decidido se recolher em seu quarto, e Rosalie já o conhecia o suficiente para saber que ela não tinha permissão de entrar lá.
Desde que os irmãos Masen descobriram os prazeres do compartilhar haviam decidido encontrar uma mulher que aceitasse viver no mundo deles, aceitando a ambos.
A procura tinha sido prazerosa, mas a espera maçante. As mulheres que já haviam passado por eles não era a quantidade que as revista de fofoca costumava falar, mas nenhuma até aquele momento havia sido a deles.
Os irmãos Masen gostavam de participar de alguns clubes, e de freqüentar algumas festinhas particulares, isso gerava rumores sobre os gostos sexuais deles e que alguns consideravam obscuros, mas o que ninguém sabia era que estava m em busca da parceira perfeita para eles.
Não eram todas que aceitavam o estilo de vida deles... Algumas, até se escandalizavam quando eles propunham alguma coisa, mas as que se interessavam não tinham do que reclamar. E quando achava uma parceira que se adaptava ao estilo de vida deles as esperanças eram renovadas.
E tentavam levar uma vida juntos, por isso tinham ficado um tempo com Jessica, mas essa só queria esbanjar o dinheiro e o prestigio que o nome deles podia proporcionar-la.
E agora existia Rosalie, que já estava com eles a um bom tempo, era uma pessoa divertida, sempre disposta e havia tomado às rédeas da casa. Ela era uma companhia agradável e soube cativar o carinho de ambos, mas eles sempre souberam que ela não era a que estava ali para ficar.
Por esse motivo eles tinham seu espaço, mantinham um quarto comum para os três, mas Edward sempre fez questão de ter seu próprio espaço. Onde ele passava a maior parte de seu tempo, pois o ambiente era dividido com seu escritório particular.
O fato de se manterem fiel à companheira do momento era uma decisão dos dois, talvez sofresse a influencia de seus pais...
Por isso naquela noite depois que viu Isabella, não conseguiu mais se manter distante dela. Não só ele, Anthony também sentiu a mesma coisa. E depois de senti-la no banheiro e de provar de seus beijos e sabor não conseguiu nem seque se aproximar de Rosalie.
Por isso tomou a decisão de se retirar, iria fazer sua caminhada e depois seu mergulho no intuito de acalmar seus ânimos e não fazer nenhuma besteira. Mas ao avistar Isabella ali, não se conteve.
Havia prometido a Anthony não meter os pés pelas mãos, para não correr o risco de assustar Isabella e magoar Rosalie, mas fazer o que quando o destino esta ao nosso favor?
Continuou caminhando até o lado oposto, e entrou pela varanda de seu quarto, caminhou até a enorme cama no centro e depositou Isabella no meio. Depois foi ao seu banheiro e molhando uma toalha na água norma voltou ao seu lado e retirou com cuidado o robe e a parte superior de seu biquíni e em seguida a limpou, pegando uma coberta limpa a cobriu e foi ao banho.
Conhecendo seu irmão como ele conhecia sabia que era questão de minutos para Anthony invadir aquele quarto e isso aconteceu quando ele estava entrando na ducha.
— O que diabos você fez Edward?
— Sair para caminhar e encontrei-a no caminho.
Anthony estreitou os olhos, ele havia sentindo... Seu pau ainda estava duro e dolorido nem um banho frio havia aliviado e Edward estava dizendo que simplesmente a encontrou?
— O que você fez? — Ele voltou a perguntar cruzando os braços.
— Nada que você não tivesse feito.
— Mas combinamos não fazer nada para não assustá-la e tem a Rosalie concordamos em não magoá-la.
— Eu não assustei Isabella, por acaso você está vendo-a gritando?
— Não é hora de ser engraçado Edward!
— Calma, Anthony, eu a encontrei na piscina e terminamos...
— Ela consentiu... Vocês.... — Ele perguntou afobado.
—Calma... Uma pergunta por vez!
—Edward! — Anthony passou a mão pelos cabelos agitando-os ainda mais.
— Até parece que você não me conhece... Desde quando forcei a uma mulher? —, a pergunta de seu irmão realmente o tinha ofendido. — Nunca fiz, por que iria fazer justamente com ela?
— Desculpa... Estou em um estado...
— Percebo.
— O que aconteceu entre vocês Edward?
— Sai para espairecer, pois não estava suportando ficar naquela sala, e você sabe que gosto de mergulhar antes de dormir, e Isabella estava na piscina... Terminamos que...
Edward saiu do box e pegou uma toalha para se secar, a demora estava torturando o Anthony.
— Termine...
Edward sorriu diante da impaciência do irmão, ele sabia como Anthony se sentia nesse momento, ele temia que Edward tivesse feito algo errado e que Isabella partisse sem ao menos conhecê-los direito, sem saber que ela era a mulher que ambos esperavam.
— Está tudo bem, pode acreditar.
— Você conversou com ela? Ela entendeu?
Os dois havia combinando de se aproximar de Isabella e aos poucos ir conquistando-a, explicando o que ambos sentiam por ela.
— Ela não é imune a nos, ela nos deseja.. Acredito que da mesma forma que nos..
Anthony olhou carinhosamente para Isabella inerte na cama de seu irmão ela havia se mexido e com o movimento o lençol escorregou deixando parte de seu seio a mostra, o pau do Anthony vibrou dentro da causa de moletom e o fez suspirar.
— Você pode ficar aqui também Anthony. — Edward terminou de secar os cabelos. — Sei o quanto será difícil para você ficar distante.
— Sei, vou dormir aqui para ela acordar no meio de nos dois e sair gritando assustada.
Edward olhou ao seu irmão, ele era o mais centrando dos dois, sempre pensava antes de fazer qualquer coisa ao contrario do Edward que águia no momento.
— Ela me reconheceu. — Falou Edward sorrindo. — Quando a surpreendi na piscina ela soube na hora que era eu.
Anthony ficou olhando seu irmão caminhar enrolado na toalha até a cama e o seguiu.
— Não podemos perdê-la Edward.
— Não vamos. — Ele falou com tanta convicção e Anthony sorriu.
— Ela parece tão tranquila dormindo. — Disse Anthony sentando-se perto dela e tocando em seus cabelos. — Será que ela não estranharia dormir entre nos dois?
— Ela nos aceitou tão bem logo sedo. — Edward sorria bobamente olhando-a dormir. — Enfim encontramos Anthony.
— Encontramos.
Edward jogou a tolha na cadeira ao lado da cama e nu deitou ao lado dela. Anthony se despiu também e se posicionou do outro lado.
— Espero que ela não acorde durante a madrugada e suma assustada. _ sussurrou Anthony. — Eu não nos perdoaria por isso.
Isabella se aninhou nos braços deles, fazendo-os sorrirem Anthony acariciavam seus cabelos e Edward alisava seu rosto, ela ressonou e soltou um baixo gemido fazendo os irmãos suspirarem.
Eles estavam entrando em uma nova fase, o destino havia permitido o encontro entre eles e eram responsabilidades deles fazê-la permanecer em suas vidas, e de uma coisa eles tinham plena convicção... O amor que ambos sentiam por Isabella iriam guiá-los até chegarem a seu coração.
A espera estava terminada... Ela havia chegado e o que dependesse deles seria para ficar!
Notas finais
Desde já agradeço a todas pelos comentários e recomendações que essa fanfic venha a receber!!!
Não se esqueçam de passar no nosso site!
http://marymasen.no.comunidades.net/index.php
Uma xerão no coração de todas e até o próximo capítulo!
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