Doce Sacrifício
6 Capítulo sexto – O quente tempero do Kazekage
Notas iniciais
#Tentativa fracassada de criar suspense off...
Genteeee!!! Capítulo passado eu esqueci de deixar a bibliografia, pois como eu disse, eu pesquisei sobre o clima desértico para fazer a Hinata nerd, e acabei encontrando o que procurava no yahoo respostas... ridículo eu sei... Mas eu já disse que pesquisei sobre o assunto para ter certeza e não colocar qualquer informação besta, então podem confiar... ou não... Beijos!!! Boa leituraaa!!!
acho que o link é esse aqui:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20061009124845AAFdc4I;
Bem, eu acabei de acessar, mas parece que a pergunta foi excluída... Mas vou deixar mesmo assim.
Capítulo sexto – O quente tempero do Kazekage
Antes que pusessem os pés no restaurante, um garçom reconheceu a herdeira Hyuuga e prontamente os atendeu.
– Boa noite, Hyuuga-sama, Senhor. – Cumprimentou-os com muita submissão. Gaara achou engraçado o fato de Hinata ter ficado nervosa por ser tratada com tanto respeito. Mas na verdade ela ficara constrangida por que o homem não reconhecera o Kazekage e não o tratara com o devido respeito. Mas ele nem podia tê-lo reconhecido, já que era um civil. – Eu irei servi-los esta noite. – Depois de dizer isto os guiou até uma mesa mais reservada.
O ruivo estava impressionado com a elegância do local. A iluminação era muito fraca, deixando o clima relaxante.
– É agradável, não? – Comentou Hinata ao perceber que Gaara estava admirando o lugar. – Cada tipo de iluminação provoca sensações diferentes no usuário do ambiente, mesmo que sejam inconscientes; as redes de fast-foods, por exemplo, costumam ter uma iluminação "mais fria", o que faz com que o público faça refeições mais rapidamente, o que já não ocorre em restaurantes convencionais. – Disse ela um pouco empolgada de novo, mas mesmo assim falava suavemente e de um jeito muito modesto. Ela parecia mesmo uma enciclopédia ambulante de vez em quando. Mas isso era uma mania que ela pegara de Neji. – A arquiteta responsável pelo projeto de luminotécnica deste restaurante disse que o intuito da iluminação era fornecer um caráter dramático ao ambiente, privilegiando o conforto visual dos clientes.
– Você a conheceu? – Disse um pouco impressionado, mas não duvidando muito. Já que o clã Hyuuga era tão estimado, ele não estranharia se ela conhecesse esse tipo de pessoas.
– Ah...? – Ela demorou um momento para entender o que ele queria dizer, e riu um pouco em seguida. – Claro que não, Kazekage-sama, eu li num artigo de uma revista quando este restaurante foi inaugurado.
Depois disso o garçom lhes ofereceu o cardápio e uns aperitivos.
– O que vai beber? – Perguntou Gaara. Ela olhava o cardápio distraidamente e ainda distraída respondeu-lhe:
– Algum suco natural... E você?
– Eu também. – Disse com um pouco de estranhamento. Ele estava esperando que ela pedisse um vinho chique, champanhe ou fosse o que fosse o que os ricos costumavam beber. Ele não entendia muito de bebidas alcoólicas, já que ele considerava mais prudente não experimentar coisas que pudessem fazer com que ele ficasse viciado e/ou pudessem induzi-lo a fazer coisas das quais se arrependeria. Mais tarde Gaara descobriu que os membros do clã Hyuuga não podiam fumar nem beber, pois isso era prejudicial à reputação e à saúde.
Feitos os pedidos, ambos pensavam em como puxar assunto.
– E então, – começou Hinata, sempre muito tímida, mas sempre lutando contra isso. – Como é Suna? Quer dizer... Já fui para lá diversas vezes, mas nunca pude conhecer de verdade o lugar. Muito menos as pessoas. – Gaara sorriu satisfeito com a curiosidade dela. Hinata percebeu isso e imaginou que isso havia lhe acrescentado alguns pontos.
– A Vila da Areia situa-se perto de um imenso rio de água potável que fica no meio do deserto do País do Vento. A vila inteira é feita basicamente de areia.
– Areia? – Perguntou Hinata muito intrigada. Ela não tinha percebido que tudo por lá era feito de areia, até por que nem parecia.
– Sim.
– E é seguro?
– Por quê não seria? – Ele perguntou extremamente sério. Hinata assustou-se. Talvez ele tivesse ficado ofendido.
– Bem..., a areia deveria sofrer erosão devido ao vento e às tempestades... – Respondeu com um pouco de receio. Pelo que percebera, Gaara não reagia nada bem quando contrariado e isso a assustava.
– Há minerais nas construções tão compactos que fazem com que sejam mais fortes do que o normal. Os antigos da Vila dizem que a ideia de construções de areia fora do Primeiro Kazekage, que tinha um controle anormal sobre a areia. Ele era capaz de criar fortes e seguras construções em qualquer lugar.
– Uhm, que ótimo... – Disse ela pensando numa maneira de se consertar. – E... As pessoas? Como elas vivem?
– Os habitantes não saem muito, devido às frequentes tempestades de areia. – Respondeu Gaara analisando a expressão um pouco decepcionada de Hinata. -- Eles realizam suas atividades diárias no interior de suas residêcias.
– Oh... Que solitário... – Comentou sem conter sua tristeza pelas pessoas. "Então elas não conviviam umas com as outras?", pensou ela. Gaara não gostou daquilo. Ela ia acabar pensando que Suna não era um bom lugar para se viver e se sentiria infeliz.
– O primeiro Kazekage também construiu túneis subterrâneos para que os civis pudessem andar pela vila sem se ferirem. Todos os túneis levam a um túnel principal que é o caminho para o meu gabinete. Assim, precisando de alguma coisa, qualquer um pode recorrer a mim sem correr riscos por enfrentar uma tempestade de areia.
– As pessoas podem se visitar também? – Perguntou com os olhos brilhantes. Gaara achou a pergunta muito esquisita.
– Mas é claro. – Respondeu tranquilamente. – As casas que digo são na verdade como apartamentos dentro de prédios. Há várias famílias vivendo em cada prédio. Os habitantes podem se relacionar uns com os outros.
– Ah, que bom. – Sorriu e com bastante alívio. O Kazekage a encarou com estranhamento. Ela estava parecendo um pouco com Naruto. – Você quase me fez ter uma ideia ruim, Kazekage-sama. – Ele ficou olhando para o sorriso tímido e simpático, incomodado por que todo o tempo ela o chamava de Kazekage. Isso lhe parecia muito frio e distante. – Suna parece um lugar incrível.
– É sim, Hinata. – Ela corou quando o ouviu pronunciar seu nome daquela maneira tão informal. – Eu prefiro que você me chame apenas de Gaara. – Exigiu cruzando os braços, demonstrando seu descontentamento.
– Há-hai... Gaara-sama. – Ela estava totalmente constrangida. Mal conseguia olhá-lo nos olhos. Mas ainda podia analisá-lo, como seu primo Neji lhe ensinara. E Gaara ainda não parecia muito satisfeito com o sufixo “sama”.
– Não consegue ser coloquial comigo, já que ainda não temos intimidade. E além do mais você foi educada rigidamente. – Concluiu ele. – Vou permitir isso por enquanto. Sei que ainda sou apenas o Kazekage para você. Mas quando nos casarmos... – Inclinou-se ele aproximando seus lábios do rosto de Hinata. Ela estava tensa. Gaara conseguia ser charmoso, mas ameaçador simultaneamente. – Espero que isso mude, já que minha visão de você é a de uma mulher forte e independente. E não é assim que esse tipo de mulheres dirigem-se ao marido. – Ela o encarou surpresa, virando o rosto na direção do dele, fazendo com que seus lábios estivessem muito próximos, mas ela não se dera conta disso. Nunca ninguém lhe dissera que ela era uma mulher desse tipo. Sem contar que ela não esperava que o Kazekage pudesse ter este tipo de pensamentos feministas. Estaria sendo sincero ou era só fachada para atraí-la? – Afinal, você foi treinada para liderar um clã muito respeitado, não é? – Sussurrou.
– Gaara-sama... – De todos os modos ela estava muito feliz. Nem sabia o que dizer. Gaara não sabia em que ela estava pensando. A expressão dela continha surpresa, e um bonito sorriso.
Hinata não disse mais nada. Mas continuou sorrindo belamente e Gaara contentou-se com isso. Ele pousou lentamente suas mãos sobre as dela, que estavam juntas e começou a acariciá-las.
Ela tinha várias cicatrizes nas mãos, provavelmente devido às lutas e aos treinos, como qualquer outro ninja. Exceto o próprio Gaara, é claro, já que sua areia sempre o protegera. Mas mesmo tão marcadas ainda se notava que ela tinha uma pele muito bem cuidada, pois era muito macia.
Se eram tão macias, Hinata com certeza usava cremes hidratantes para que tivessem tal textura. Então ele teve uma súbita vontade de saber o cheiro delas e não hesitou nem um segundo em levar uma das pequenas mãos ao rosto para cheirá-la.
O coração de Hinata ficou disparado quando sentiu os lábios e o nariz do Kazekage sobre sua mão. Ele inspirou lenta e demoradamente, apreciando o cheiro fresco da pele dela e depois ficou admirando o rosto de traços angelicais.
Como ela podia ser tão bonita? A vontade que ele tinha de abraçá-la e apertá-la com muita força, de beijá-la e tocar a pele delicada e macia começava a torturá-lo.
Hinata estava completamente atraída pelo ruivo. Não podia negar de modo algum. A proximidade dele lhe provocara uma coisa estranha no ventre e teve um pouco de calor, sentindo vontade de tirar o sobretudo de Gaara, o qual ainda vestia. Talvez fosse o nervosismo. Mas mesmo assim sorriu, já que a sensação era agradável.
Eles soltaram as mãos disfarçadamente quando o garçom se aproximou da mesa deles com o Sukiyaki tradicional que haviam pedido. Eles agradeceram e começaram a comer.
Foi então que Gaara lembrou-se do principal motivo pelo qual decidira convidá-la para jantar. Ele queria saber se sua família não a estava obrigando a casar-se com ele só por que ele era o Kazekage. Se ela dissesse que sim, que estava sendo obrigada, então ele retiraria a proposta de casamento. E assim Hinata voltaria a ser apenas um desejo que nunca estaria ao seu alcance.
Hinata notou que seu companheiro parecia um pouco afligido, e tinha parado de tocar a comida.
– Kazeka... Quer dizer... Gaara-sama, Você está bem? – Perguntou preocupada pousando sua mão gentilmente sobre a dele. – Parece pensativo.
Gaara tentou disfarçar, ajeitou sua expressão e decidiu abrir o jogo de uma vez por todas.
– O real motivo por que te trouxe aqui foi para que eu pudesse te perguntar, longe de seu pai, se você está sendo obrigada a isso. Se na realidade você não preferia ficar aqui e esquecer que algum dia foi minha possível noiva.
– Kazekage-sama... – Hinata sussurrou surpresa. Essa era a última coisa que ela esperava. Mais uma chance de esquecer tudo, viver sua vida normalmente, tornar-se líder do clã Hyuuga e casar-se com Neji, por quem nutria algum tipo de sentimento. Tentador. Mais uma vez uma tentadora oferta surgia diante de seus olhos. Seu coração acelerado. Ela tinha o direito de aceitar e fazer as coisas do jeito que queria. Tinha o direito de pensar em si mesma pelo menos uma única vez em sua vida.
Além do mais, o casamento com Gaara iria provocar muita dor de cabeça em seu pai, já que o conselho do clã era totalmente contra, apesar de que, ele queria muito que o casamento acontecesse para livrar suas filhas da cruel tradição de seu clã. E ela já havia ido longe demais. Não podia simplesmente desistir no meio do caminho. Sua irmã contava com ela.
Até por que , se Gaara estava preocupado com a possibilidade de ela não querer casar-se com ele, então significava que ele na verdade era uma pessoa boa e que valia a pena seguir em frente sem medo, pois ela estaria bem. Todos estariam bem.
– Não estou sendo obrigada. -- Gaara ficou desconfiado. A menina levou um bom tempo pensando naquilo antes de responder. Mas ela tinha um sorriso leve e um ar meditativo. – Estou muito grata pela sua gentileza ao preocupar-se com isto. Eu tenho meus motivos para aceitar a proposta, isso é verdade, mas não fui obrigada. Eu tomei essa decisão sem a influência de ninguém. Por isso eu espero que você cuide de mim.
Gaara a encarou por um tempo. Estava processando o que acabara de ouvir. Ela tinha aceitado seu pedido por vontade própria. Ele não entendia o porquê. Algum dia ele perguntaria isso a ela. Mas por enquanto ele preferia contemplar os olhos claros com aquela particular nuance lilás.
Sentindo o olhar interrogativo do kazekage sobre si, Hinata sentiu-se intimidada. Aquele olhar penetrante parecia poder enxergar através dela e ela não queria que o noivo soubesse que só estava aceitando casar-se com ele para impedir que a irmã fosse para a bunke, não importando alvoroço que os anciões de seu clã fizessem por causa disso. Mas ela também não queria causar nenhum problema para a vila da Areia por causa de seu clã. Seria terrível, já que as duas vilas tinham um belo histórico de confrontos.
Mas não era só por isso que Hinata estava nervosa. O efeito que Gaara tinha sobre ela era inacreditável. A maneira como ele a olhava lhe deixava constrangida. Sua respiração descompassou e pelo nervosismo sentiu-se esquentar, resolvendo por fim livrar-se do sobretudo dele, dobrando-o e pousando-o sobre seu colo.
Gaara observava tudo muito atentamente. Ele ficou contente ao perceber a maneira como ela se sentia em relação a ele e decidiu provocá-la um poquinho, alisando lentamente o braço nu fazendo-a arrepiar-se e desviar o olhar quase para o lado oposto ao que estava o Kazekage. Depois disso ele arrastou habilmente a cadeira, sem qualquer ruído, aproximando-se ainda mais.
Enquanto com uma mão acariciava o braço de Hinata, com a outra ele tocou o rosto dela fazendo com que ela o olhasse. Tudo com muita delicadeza e charme. A garota sentiu-se boba por sempre cair nesses joguinhos que Neji e, agora Gaara, faziam com ela. Movimentos tão simples e bobos que, feitos pela pessoa certa, podiam ser hipnotizantes.
Ele apenas aproximou seu rosto do dela, restando poucos milímetros de distância e acariciou a bochecha corada, esperando que com isso ela fechasse os olhos, como costumavam fazer as meninas com quem já estivera. Elas sempre faziam a mesma coisa, como um reflexo esperando pelo que estava por vir. Mas em vez disso, ela suspirou desejosa olhando-o nos olhos, e o beijou. Gaara não esperava que ela o beijasse, mas correspondeu prontamente. Hinata não acreditava no que acabara de fazer. Era óbvio que o Kazekage ia beijá-la, mas mesmo assim ela ficou com um pouco de vergonha por ter tomado a atitude.
O selinho longo e úmido foi seguido por outros iguais, com intervalos mais curtos um após o outro, até que o beijo ficou cada vez mais intenso, molhado e quente. Fora o gostinho dos lábios do Kazekage. Era de novo aquela candura que Hinata sentira na voz dele. O sabor doce e quente dos lábios de Gaara. Ela ainda não entendia como ele podia ser cândido. Mas isso não importava. O gosto da boca dele era doce e pronto. A pele dele, a voz dele exalavam doçura. Ela não queria que o beijo acabasse, (nem ele é claro) ela podia ficar diabética com todo aquele doce, mas morreria feliz da silva. Contudo o fôlego foi se esgotando e o beijo profundo e molhado voltou aos selinhos de antes, só que agora ainda mais quentes e mais úmidos. Logo, com os lábios ainda muito próximos, eles só respiravam.
Depois disso, eles não conversaram sobre nada além do necessário. Estavam encabulados, porém muito satisfeitos. De vez em quando seus olhares encontravam-se, mas Hinata logo desviava e, por causa do constrangimento, as mãos tremiam vez ou outra, derrubando um pouco de comida. Gaara assistia a cena com muita satisfação, mas não dizia nada, apenas sorria orgulhoso.
Depois do jantar e da sobremesa, eles saíram do restaurante e ficaram perto do carro que Gaara alugara. Ainda faltava um tempo até o horário que haviam marcado com o motorista para se encontrarem. E assim ficariam juntos um pouco mais.
Hinata escorou-se no carro como se estivesse aliviada por estar em pé outra vez. A noite não estava tão fria, mas tornara a vestir o sobretudo de Gaara, já que tinha o perfume dele, o que ela não havia percebido até o momento do beijo. Um perfume masculino, suave e doce. Parecia que a doçura era mesmo a essência do Kazekage.
Ele parou diante dela, um pouco... “perto demais”. Hinata deu um sorriso constrangido e baixou um pouco o rosto, colocando as mãos sobre o abdômen de Gaara.
Não sabia se era como uma forma de construir uma barreira entre os dois e impedir que ele se aproximasse mais, só que de uma forma delicada, já que ele estava realmente muito perto ou se ela queria mesmo apenas manter contato físico sem ser tão atirada dessa vez.
Se era uma tentativa de construir uma barreira, não havia funcionado. Gaara aproximou-se mais e ela nem oferecera resistência. O tecido fino do vestido permitia que ela sentisse como se as mãos quentes do Kazekage, que envolviam sua cintura por baixo do sobretudo, estivessem mesmo tocando sua pele. Hinata arrepiou-se dos pés a cabeça quando sentiu a respiração quente dele em seu ouvido, como se estivesse querendo gravar o cheiro dela, baixando lentamente até o pescoço, onde deixou alguns beijos molhados, roçando os dentes suavemente, simulando mordidas.
Hinata nunca teria imaginado que o encontro podia acabar sendo... Sendo desse jeito... Mas eles nem se conheciam e ela estava com medo que as coisas esquentassem. O que Gaara pensaria dela dando tanto mole para ele? Era tarde demais para bancar a difícil, mas mesmo assim ela não deixaria que as coisas passassem daquilo.
–- Gaara-sama... – Murmurou ela com a voz um pouco falhada. Ela não previra que sua excitação poderia ser denunciada pela sua voz. Gaara deu um sorriso no canto dos lábios ao escutar a voz dela, mas disfarçou seu contentamento e a olhou nos olhos esperando que ela continuasse a falar. – Eu sei que não parece, mas... – Disse Hinata muito corada. – Eu não estou me sentindo muito à vontade com isso. Mesmo sabendo que iremos nos casar em breve... Isso não elimina o fato de que não nos conhecemos direito.
–- Tem razão. – Concordou Gaara não muito feliz, mas também não se afastou muito dela. Ficou com a mão apoiada sobre o carro, bem encostada na cintura de Hinata. Ele não costumava agir assim, mas não podia se conter estando com ela. Era como se a qualquer momento aquilo pudesse acabar; como se fosse um desperdício não estar o mais perto possível dela a cada segundo.
Depois disso, eles conversaram um pouco sobre coisas pessoais, sobre o dia a dia e sobre suas missões. Até que o motorista chegou bem na hora marcada. Eles se olharam com pena. Estava quase na hora de se despedirem, então entraram no carro depois que o motorista lhes abriu a porta e passaram um bom tempo sem conseguir puxar assunto.
Com o ar-condicionado ligado, o clima no carro foi ficando mais frio. Hinata foi se encolhendo pouco a pouco, abrigando-se no sobretudo do noivo, que ficava grande em seu corpo. Gaara, percebendo o desconforto de Hinata, segurou sua pequena mão gelada, o que ela encarou como uma permissão para aproximar-se dele. Rapidamente, não havia qualquer distância entre os dois. Gaara a abraçou, passando o braço sobre os ombros da noiva.
Ela podia dormir daquele jeito por cem anos, com a cabeça recostada no peito dele, sentido o perfume adocicado que ele emanava, sem reclamar.
No fim do trajeto, quando o carro parou eles ficaram se olhando por alguns segundos. Se já estavam tão próximos... Um rosto quase tocando o outro... Por que não outro beijo? Foi o que ambos pensaram quando os lábios já com saudades voltaram a se encontrar, só que agora com muito mais liberdade, já que estavam tão juntinhos nos braços um do outro no carro pouco iluminado.
Depois do beijo, despediram-se. Hinata entrou na mansão e Gaara foi levado de volta ao hotel em que estava hospedado.
Notas finais
Então espero que vocês tenham gostado e que o que vocês leram compensem a demora!!!!
Quem quer um Gaara desse de presente levanta a mããããooo!!!
o/
rsrrsrsrssrsrrs Beijinhooooos!
E aqui o link de onde eu tirei essa outra nerdice da Hinata:
http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2007-1/luminarias/Topico5.htm
Ah!!!! Já ia me esquecendo!!! Todas as informações sobre Sunagakure foram retiradas da Wikipédia, exceto o lance dos túneis subterrâneos, pois foi macaquice minha mesmo...
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