Doce Pesadelo
8 Capítulo 8
Notas iniciais
Oi sweets sentiram minha falta?
Sei lá to com preguiça de escrever, e eu nao consigo escrever uma coisa e achar legal, entao to sempre reescrevendo. Desculpe a demora.
Aos leitores fantasma e os novos, bem vindos *--*
Boa leitura ;)
Sei lá to com preguiça de escrever, e eu nao consigo escrever uma coisa e achar legal, entao to sempre reescrevendo. Desculpe a demora.
Aos leitores fantasma e os novos, bem vindos *--*
Boa leitura ;)
Depois de atacarmos Ariel, deitamos um do lado do outro e começamos a cantar Someone like you, tudo desorganizado, mas estava divertido e continuamos.
— Ainda bem que hoje é sábado – disse Ariel. — Por quê? – perguntamos em uníssono. — Porque se hoje ainda fosse sexta, eu teria prova de história, eu odeio história – disse ela mostrando a língua. — Eu odeio matemática – disse Caio. — Puff, eu não gosto de nenhuma matéria e aí? – disse revirando os olhos e arrancando risada dos dois. — Seria uma novidade se você gostasse de algo Mad – disse Ariel. — Verdade! Nem sei como consegue passar de ano – riu Caio. — Sei lá suborno os nerds – ri. — Safada! – disse Caio. E lá estávamos nós três novamente rindo. Eu não ria assim há muito tempo. — Quem vai fazer o almoço? – disse Ariel. — Mad – gritou Caio. — Caio – gritei. — Tirem ímpar ou par, quem perder faz o almoço – sugeriu Ari. — Ímpar – gritei. — Par – gritou ele. Por minha sorte deu ímpar, então Caio dirigiu-se a cozinha emburrado por ter perdido para mim, enquanto eu e Ariel ríamos. Sentei no sofá e Ariel deitou em meu colo, passava clipes agora. Eu fazia cafuné em seus cabelos louros escuros. — Mad, eu queria ter a mesma cor dos seus olhos – disse ela. — Por quê? – perguntei curiosa. — Sei lá, acho linda... Não é tão comum, quanto verde , azul ou castanho.. É simplesmente lindo seus olhos acinzentados – ela deu um sorriso fraco. E eu também sorri, nunca ninguém havia dito isso pra mim antes. Fiquei ali pensando sobre a cor dos meus olhos, e é raro ter olhos cinzas, pelo menos na região que eu moro é. — Mad... – suspirou Ariel. — Fala meu anjo – disse bagunçando seus cabelos. — Você já se sentiu com o coração acelerado, as mãos suando, as pernas trêmulas, gaguejando ou não conseguindo falar com um menino? – disse ela envergonhada. Sorri, Ariel já não era mais uma criança... Já tinha seus 13 anos, e pelo jeito teve seu primeiro amor. — Na realidade... Não! Mas pelo que dizem, isso são sintomas... – disse, mas fui interrompida por ela. — Eu tô doente? – perguntou ela apavorada. Como eu, ela odeia ir em hospitais. — Está sim, doente de amor... – sorri – Ariel, amor, amor, Ariel – apresentei-os. — É sério Mad! – ela disse desconfiada, e me fitou. — E você acha que eu to brincando? Isso significa que está se apaixonando, quem é o garoto? – perguntei. — É... Hmm... Hã, Nathan... – disse ela envergonhada, colocando as mãos sobre o rosto. — Não precisa ficar com vergonha, isso acontece com todo mundo. E sempre que quiser desabafar, pode contar comigo pequena – pisquei. — Obrigado Mad, apesar de você ser louca, você é a melhor irmã do mundo, te amo – ela me deu um beijo no rosto. E lhe dei um abraço, foi tão bom. Ariel era tão amorosa, que me enchia de ternura aquele abraço. Voltamos a assistir, e logo Caio nos gritou. — Meninas venham comer a comida que o gostosão fez aqui – disse ele. — Puff convencido! – Ariel e eu dissemos em uníssono. — Vocês me amam, fala a verdade? – disse ele. — Na real? Não – dei de ombros. — Madson, você me emociona viu – disse ele revirando os olhos. Eu e Ariel caímos na gargalhada, e depois eu dei uma mordida na bochecha do meu irmãozinho querido. — Você sabe que eu te amo sim haha – respondi. — Ai Madson, sua pirigótica selvagem – ele massageou o local. Ariel e eu rimos mais ainda, e ele nos serviu. Só mesmo meus irmãos para me deixarem feliz.
Notas finais
O que acharam? Espero rewies kk
Beijinhos, bye bye *-*
Beijinhos, bye bye *-*
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