Notas iniciais
Oi sweets sentiram minha falta?
Sei lá to com preguiça de escrever, e eu nao consigo escrever uma coisa e achar legal, entao to sempre reescrevendo. Desculpe a demora.
Aos leitores fantasma e os novos, bem vindos *--*
Boa leitura ;)

Depois de atacarmos Ariel, deitamos um do lado do outro e começamos a cantar Someone like you, tudo desorganizado, mas estava divertido e continuamos.

— Ainda bem que hoje é sábado – disse Ariel.

— Por quê? – perguntamos em uníssono.

— Porque se hoje ainda fosse sexta, eu teria prova de história, eu odeio história – disse ela mostrando a língua.

— Eu odeio matemática – disse Caio.

— Puff, eu não gosto de nenhuma matéria e aí? – disse revirando os olhos e arrancando risada dos dois.

— Seria uma novidade se você gostasse de algo Mad – disse Ariel.

— Verdade! Nem sei como consegue passar de ano – riu Caio.

— Sei lá suborno os nerds – ri.

— Safada! – disse Caio.

E lá estávamos nós três novamente rindo. Eu não ria assim há muito tempo.

— Quem vai fazer o almoço? – disse Ariel.

— Mad – gritou Caio.

— Caio – gritei.

— Tirem ímpar ou par, quem perder faz o almoço – sugeriu Ari.

— Ímpar – gritei.

— Par – gritou ele.

Por minha sorte deu ímpar, então Caio dirigiu-se a cozinha emburrado por ter perdido para mim, enquanto eu e Ariel ríamos.

Sentei no sofá e Ariel deitou em meu colo, passava clipes agora. Eu fazia cafuné em seus cabelos louros escuros.

— Mad, eu queria ter a mesma cor dos seus olhos – disse ela.

— Por quê? – perguntei curiosa.

— Sei lá, acho linda... Não é tão comum, quanto verde , azul ou castanho.. É simplesmente lindo seus olhos acinzentados – ela deu um sorriso fraco.

E eu também sorri, nunca ninguém havia dito isso pra mim antes.

Fiquei ali pensando sobre a cor dos meus olhos, e é raro ter olhos cinzas, pelo menos na região que eu moro é.

— Mad... – suspirou Ariel.

— Fala meu anjo – disse bagunçando seus cabelos.

— Você já se sentiu com o coração acelerado, as mãos suando, as pernas trêmulas, gaguejando ou não conseguindo falar com um menino? – disse ela envergonhada.

Sorri, Ariel já não era mais uma criança... Já tinha seus 13 anos, e pelo jeito teve seu primeiro amor.

— Na realidade... Não! Mas pelo que dizem, isso são sintomas... – disse, mas fui interrompida por ela.

— Eu tô doente? – perguntou ela apavorada.

Como eu, ela odeia ir em hospitais.

— Está sim, doente de amor... – sorri – Ariel, amor, amor, Ariel – apresentei-os.

— É sério Mad! – ela disse desconfiada, e me fitou.

— E você acha que eu to brincando? Isso significa que está se apaixonando, quem é o garoto? – perguntei.

— É... Hmm... Hã, Nathan... – disse ela envergonhada, colocando as mãos sobre o rosto.

— Não precisa ficar com vergonha, isso acontece com todo mundo. E sempre que quiser desabafar, pode contar comigo pequena – pisquei.

— Obrigado Mad, apesar de você ser louca, você é a melhor irmã do mundo, te amo – ela me deu um beijo no rosto.

E lhe dei um abraço, foi tão bom. Ariel era tão amorosa, que me enchia de ternura aquele abraço.

Voltamos a assistir, e logo Caio nos gritou.

— Meninas venham comer a comida que o gostosão fez aqui – disse ele.

— Puff convencido! – Ariel e eu dissemos em uníssono.

— Vocês me amam, fala a verdade? – disse ele.

— Na real? Não – dei de ombros.

— Madson, você me emociona viu – disse ele revirando os olhos.

Eu e Ariel caímos na gargalhada, e depois eu dei uma mordida na bochecha do meu irmãozinho querido.

— Você sabe que eu te amo sim haha – respondi.

— Ai Madson, sua pirigótica selvagem – ele massageou o local.

Ariel e eu rimos mais ainda, e ele nos serviu. Só mesmo meus irmãos para me deixarem feliz.

Notas finais
O que acharam? Espero rewies kk
Beijinhos, bye bye *-*