Doce Pesadelo

26 Capítulo 26


Notas iniciais
Hey sweets, demorei muito? Desculpe se demorei é que ultimamente nao estou muito bem, era pra mim ter postado ontem, mas é que acabou a energia aqui ¬¬
Mas é isso, boa leitura :)

- Acorda Rainha das Trevas!!! – berrou Ethan.

Meu coração acelerou tanto, que pensei que ele viria a boca.

— Seu ... – nem terminei, meu coração batia tão forte, o susto foi grande.

— Ethan seu retardado, ela podia ter tido um infarto – Audrey disse dando um tapa estalado no braço de Ethan.

— Ai doeu! – gritou ele.

— Era pra doer mesmo idiota! – disse ela.

Comecei a rir.

— Vai o palhacita, para de rir e vai se arrumar que hoje você sai daqui – respondeu ele.

— Finalmente! – disse entusiasmada.

— Vamos esperar aqui fora! – disse Audrey

— Okay. – disse.

Me levantei e fui ao banheiro me trocar, e antes de ir embora, Pixel entrou em meu quarto.

— É hoje finalmente saí daqui, o momento tão esperado chegou – sorriu.

— Ah Pixel, vou sentir sua falta! – ri.

— Que coisa meiga, nem parece a Madson – riu.

— É... Vou indo, até mais Pixel – falei.

Ela veio até mim e me deu um abraço e depois disse no meu ouvido:

— Vê se cuida menina, precisando sabe onde me encontrar... E não esquece: Corre atrás de quem te ama! – falou.

Dei um sorriso, e acenei.

Minha mãe já havia falado com o médico, e ele já tinha receitado tudo e falado de todos os cuidados.

Finalmente eu havia saído daquele lugar horrível! Não que o hospital tivesse em precárias condições, era até bom. Mas eu sempre odiei hospitais desde pequena, só Johnny que ainda me convencia de ir...

Audrey e Ethan também foram comigo no carro, meu pai já estava chegando em casa, se não fosse pelo trânsito.

Depois de uns quarenta e cinco minutos, enfim chegamos.

Meus pais abriram a porta e Ethan e Audrey me ajudavam entrar, não que eu não precisasse, mas eles quiseram.

— Manaaaaaaaaaaaaa – gritou Caio.

— Oi irmão – sorri.

Ele me levantou no ar por uns minutos, eu não consegui esconder a risada.

Depois de me colocar no chão, Ariel correu até mim.

— Nunca mais faça isso! Nunca mais me deixe sozinha!! – disse ela.

— Eu não vou deixar, jamais! Sempre independente do lugar, sempre mesmo estarei do seu lado – sorri.

Ela me abraçou com algumas lágrimas, limpei-as e depois sussurrei em seu ouvido:

— Não importa o que aconteça, eu te amo, minha pequena.

— Te amo também Madson – respondeu.

— Okay gente sessão tristeza acabou, vamos é sorrir, porque nossa garota das trevas está bem – disse Ethan.

— Ué cadê o Rainha? – perguntei.

— Sei lá, tem que inovar os apelidos – deu de ombros.

Demos risadas e eu sentei-me no sofá.

***

Passamos a tarde inteira rindo, jogando vídeo-game.

— Poxa injustiça isso, eu tinha ganhado, vocês não sabem jogar, só roubam! – falou Ethan.

— Vixi não sabe jogar, e fica chorando, bebê chorão – riu Audrey.

— Sei não esses dois, brigam demais – falou Caio.

Ethan e Audrey jogaram suas almofadas nele, que me fez rir mais ainda.

— Calado – disse os dois.

— Okay, não tá mais aqui quem falou – disse Caio logo dando de ombros.

— Bom é melhor irmos indo, já está ficando tarde Mad – disse Audrey.

— Ah já? Passou tão rápido, só porque estava sendo legal – disse fazendo bico.

— Vixi acho que eles colocaram alguma coisa no seu soro, você pedindo para nós ficarmos mais? Okay essa não é a Madson! Vamos levá-la novamente ao hospital – respondeu Ethan.

— Ah não enche – joguei-lhe uma almofada.

— Ela voltou! – gritou.

Rimos, e depois eu revirei os olhos.

— Vamos Ethan, amanhã ainda tem aula – disse Audrey.

— É verdade, ainda bem que amanhã é sexta-feira! – disse ele.

— Se vemos amanhã então – respondi.

Abri a porta e eles foram embora.

— Vou subir, lembrei que tenho dever de casa! – disse Caio.

— Eita menino, ainda vou pedir pra mamãe comprar pílulas para esquecimento viu! – ri.

— Como se você nunca tivesse esquecido de fazer né? – riu.

— Meu caso é diferente Caio, e não discuta! – respondi.

Então ele subiu. Ariel já tinha um tempo que estava lá em cima e meus pais tinham saído para comprar algumas coisas.

Deitei no sofá e zapeei os canais, não tinha nada de bom, resolvi fechar os olhos e descansar um pouco.

A campainha toca, deveria ser meus pais, devem ter esquecido a chave.

— Já vai! – gritei.

Calcei meus chinelos e fui abrir a porta.

— Oi..

— Luke!

Notas finais
O que acharam? Quero reviews please, eu já não estou muito bem, então faça o coração de uma autora feliz okay?
Beijinhos até o próximo cap.