Doce Pecado

23 Novos sentimentos & Ménage à trois!


Notas iniciais
Olá povo! Estou viva *O* Sei que demorei. Sinto muito, estou viajando ;) Bom, aproveitem! Boa Leitura *-*

P.O.V Melanie

Já estava bem tarde, Freddie está demorando, eu estava entretida fazendo alguns desenhos, mas nada saia bom. Já cansada de esperar Freddie, resolvi ir para cama. Tomei um banho quente, vesti uma camisola rosa, e desci até a sala novamente pra pegar meus óculos. Como o sono não vinha, e Freddie estava demorando, decidi ler um pouco. Me preparei para voltar ao quarto, mas a campainha me fez voltar. Quem seria a esta hora?

— Oh... Carly, você aqui? Que supresa! — Disse, ao ver minha amiga parada na porta, vestida com pijama de coelhinho. Havíamos nos visto a poucas horas, era estranho ela estar aqui.

— Espero não estar te incomodando! — Se desculpou, envergonhada.

— Imagina. Pode entrar, só não esperava te ver à esta hora, já é um pouco tarde! — Disse abrindo passagem para ela entrar.

— Desculpa, não quero incomodar. Só que, estava sozinha lá em casa, daí passei na locadora e aluguei uns filminhos. Além de comprar pilhas de barras de chocolate e doces. Só que eu não queria ficar sozinha. Então, imaginei que minha melhor amiga podia me fazer companhia! — Disse a morena sorridente, apontando para a sacola em suas mãos.

— Legal, vai ser muito bom. Estava entediada aqui. Mas dispenso os doces! — Falei e ela riu, jogando-se no sofá.

— Que nada, você tá ótima! — Disse mirando-me com um... Olhar diferente. Se eu não conhecesse bem a Carly, diria que foi uma secada.

— Preciso me cuidar. Afinal, tenho um marido muito bonito, deve ter milhares de mulheres caindo em cima dele! — Disse e me aproximei da sacola, pegando os filmes.

— Você nem imagina! — Carly disse num sussurro, parecendo estar longe.

— O quê? — Perguntei sem entender.

— Nada. Desculpa, eu estava pensando em outra coisa. E aí? Escolheu algum? — Carly perguntou, se aproximando de mim.

— Um Amor Para Recordar? Acho tão romântico. Pode ser este? — Falei, e ela riu concordando e pegando a capinha com o filme da minha mão.

[...]

Já havia passado algumas horas, eu estava preocupada com Freddie. Carly e eu já estávamos no terceiro filme e nada do meu marido aparecer, ou atender o celular. Já tinha ligado para a casa de papai e mamãe, mas nada deles ou de Sam atender.

— Quer parar de olhar esse celular! — Carly me repreendeu pelo enésima.

— Carls, eu estou preocupada. O Freddie tá demorando. Ele foi entregar este vestido pra Sam à mais de duas horas. — Disse encerrando outra ligação. Seu celular tocava, mas ninguém atendia.

— Ele deve estar ocupado, muito ocupado! — Disse sugestiva. Não entendi.

— Como assim?

— Nada, Mel! — Revirou os olhos, parecendo brava — É só que você deve estar se preocupando à toa. Talvez ele esteja preso no trânsito, ou esteja com algum amigo! — Disse impaciente.

— Mas ele teria me avisado! — Falei inconformada.

— Isso não significa que aconteceu algo de ruim. Para de ser paranóica! — Carly disse, me dando um abraço de lado. — Eu estou aqui com você, sempre vou estar!

Seu sorriso apareceu novamente, aquele sorriso que sempre me fazia sentir paz, segurança, confiança. Eu me sentia cada vez mais feliz desde que conheci Carly. Ela, sem dúvidas, tem sido alguém muito especial em minha vida.

De repente, sem me dar chance de pensar, recuar ou fazer qualquer outro movimento. Senti lábios serem pressionados aos meus, lábios doces e macios. Mãos pequenas também rodearam minha cintura, tentando aumentar o selinho demorado, senti sua língua tentar invadir minha boca.

Não sei onde estava com a cabeça. Mas, parei de relutar e permiti que nossas línguas se encontrassem, num beijo mais intenso.

— Não! Não! Não! — A empurrei, transtornada. Minha cabeça parecia rodar. Eu estava ofegante, meus lábios formigavam.

— O que foi? Você não gostou? — Carly perguntou, calmamente. Ela tentou se aproximar de mim e eu dei dois passos para trás.

— Meu Deus! Carly, o que foi isso? Eu sou casada! — Disse mais pra mim que para ela. — E eu não sou lésbica, nunca havia beijado uma mulher! — Minha voz saia fraca e ofegante.

— Mel, vamos conversar. Há tempos quero te falar qu...

— Eu acho melhor você ir embora! — A interrompi, nervosa.

— Eu vou. Mas não quero que nossa amizade acabe por causa desse beijo. Você é muito importante para mim, Mel! — Sorriu confortante. Seus dedos tocaram minha bochecha, acariciando-a.

Sem falar mais nenhuma palavra, Carly saiu, dando um pequeno aceno. Que eu, nem ao menos consegui corresponder.

— Droga! Eu estou suando!

Percebi que ainda estava estática, parada no mesmo lugar a uns dez minutos, desde que Carly saiu.

O que foi isso?

Nunca me senti tão apavorada assim. A sensação de pavor, medo e arrependimento rodeavam meu corpo.

Por que Carly me beijou? Por quê? Por que ela fez isto? Carly tem sentimentos em relação à mim?

Oh! Por que é tão confuso?

Por que eu deixei acontecer?

Por que tantos porquês?

Por quê...?

[...]

P.O.V Freddie

Eu simplesmente travei, parado em frente a porta. Que proposta absurda, fazer um ménage, aqui, na casa dos meus sogros com meu melhor amigo e minha cunhada? Que maluquice.

— O que foi, Benson? Proposta irrecusável! — Sorriu maliciosa, provocante, enquanto continuava a cavalgar em Ryan, lentamente.- Sei que a ideia te deixa excitado, todo homem, deseja pelo menos uma vez na vida foder uma mulher com outro cara. Ou foder duas mulheres, mas aí é outra história! — Disse debochada, e se remexeu fazendo o banana do Ryan soltar gemidos sôfregos.

— Você bebeu? — Perguntei percebendo sua voz mole e as garrafas de bebida em cima do criado-mudo.

— Bebi! — Riu, e levantou-se saindo de dentro de Ryan — Mas a minha oferta não tem nada a ver com isso, sempre tive vontade de transar com dois homens! — Veio até mim, segurou a barra da minha camisa e forçou para cima.

— Não! — Relutei. Mas admito, ela tinha razão, eu estava muito excitado. Bom, ela me deixa excitado, de qualquer maneira, em qualquer lugar, a qualquer hora.

— Ah, vamos lá, para de ser chatinho! -Riu e insistiu para arrancar minha camisa, acabei cedendo. E você, Ry? Não se importa, né? — A loira voltou-se para o moreno, que estava sentado na cama.

— Claro que não, Sammy. Vem pra cá, cara! — Disse Ryan. Os dois estavam embriagados. Mas realmente, não que isto influenciasse muito, conhecendo a personalidade deles. Ryan, não seria a primeira vez e Sam, não me surpreende nada que ela queira uma noite à três.

— Eu não... Eu não... — Esqueci completamente o que eu iria falar ao sentir a loira abrindo o zíper da minha calça, deixando-a cair.

— Você não, o quê, mesmo? — Perguntou provocante.

Sam ajoelhou-se, sua boca começou a percorrer meu membro, com leves beijos e mordidinhas, me provocando. E ela sabia muito bem fazer isto, suas mãos iam e voltavam bem lentamente, mas sem escostar a língua.

— Chupa logo! — Num movimento brusco, empurrei sua cabeça fazendo ela soltar uma risadinha.

Ela abocanhou meu membro com mais vontade, empurrando-o quase todo para dentro da boca.

Merda! Por que ela tem que ser tão boa nisso. Para minha surpresa, e decepção, Sam se levantou e me puxou para a cama.

— Vem, nerd! — Disse manhosa.

Sam se posicionou na cama, ficando de quatro, ao lado de Ryan. Que sem perder tempo, foi para trás dela. Sam soltou um grito ao ser penetrada por Ryan.

— Anda, Freddie. Para de ser frouxo, e vem logo! — Disse emendando num gemido.

Seu corpo balançava, conforme os movimentos de Ryan dentro dela. Eu não queria participar disso. Quer dizer, eu queria, quero, até demais.

Sam mordia seus lábios com força, me provocando, com um sorriso safado no rosto. Suas mãos passeavam sensualmente por seus seios.

— O que foi, baby? Têm medo de não dar conta? Tudo bem, se não quiser. Já tenho um homem de verdade, comigo nesta cama! — Sorriu debochada. Enquanto aumentava seus gemidos pra lá de forçados. Ryan nem estava metendo com tanta força para aqueles gemidos escândalos, de quem está quase tendo um orgasmo.

— Eu vou fazer você ocupar está boca gostosa com algo útil!

Sem dar à ela tempo para responder, prensei meu membro duro em sua boa. Fazendo- a automaticamente abrir e me engolir com vontade.

Sam estava me torturando, me chupava lentamente, alguns segundos depois, sua boca passeava por meu pau, enquanto apertava minhas bolas com a mão esquerda.

Cansado de sua estrema lentidão. Enrosquei meus dedos em seus cachos, formando um rabo de cabelo desgrenhado. Obrigando-a, à me engolir por inteiro. Senti meu pau encontrar na sua garganta, fazendo-a quase engasgar.

Um vai e vem maravilhoso começou. Ela estava me deixando louco. Mais alguns segundos e senti o orgasmo vir.

— Vou gozar... — Sem nem conseguir terminar a frase, senti meu líquido deslizar por sua garganta.

Ryan também soltou um gemido de alívio, caindo ofegante na cama. Sem dar tempo da loira respirar, a virei de costas para mim.

— Algo me diz que você não teve um orgasmo! — Sussurrei no seu ouvido e ela deu uma risadinha.

— Então, acho que você pode me dar ele! — Disse maliciosa e levou a mão até seu clitóris, se estimulando.

— Nada disso! — Puxei suas duas mãos até a cabeça, e empurrei seu corpo para frente, fazendo sua bunda se empinar para mim.

— Mete logo! — Disse brava e eu continuei provocando-a. Ela também masturbava Ryan, que já havia se recuperado do orgasmo, e pedia atenção à loira.

Esfreguei meu membro em sua entrada, fazendo-a suspirar de desejo. Logo, a penetrei com força, Sam soltou um grito abafado. Com a mão livre segurei um de seus seios, apertando o bico, enquanto continuava estocando com força, escutava nossos corpos se batendo.

— Aahh, Freddie – Gemeu alto – Mais rápido! – Suplicou e com isso não consegui me segurar, lancei un tapa em sua bunda. Sua pele tomou uma coloração avermelhada na hora.

Seus gemidos comprovavam que ela queria mais. Dei outro tapa e senti minha mão arder. Seu corpo se sobressaltava a cada tapa. Seus músculos vaginais apertavam meu membro, comprovando que ela estava perto.

Escorreguei minha mão de sua cintura, acariciando seu clitóris, que estava ainda mais molhado. O prendi entre os dedos, enquanto metia forte nela.

— Caralho! – Gritou quando belisquei os mesmos – Freddie, não para – Seus gemidos estavam cada vez mais constantes e altos.

Quando senti seu corpo desabar, a soltei, deixando-a cair. Enquanto continuava a estocar frenético, até que sentir uma onda de prazer me atingir. Urrei, sentindo todo meu esperma preenche-la de forma rude.

Sem dá-la tempo para respirar, Ryan puxou Sam direto para seu membro. Fazendo-a sentar de frente para ele. Voltando a posição que estavam quando eu entrei no quarto.

— Vem, Freddie! — Sam virou a cabeça, para olhar para mim. — Quero você dentro de mim!

— Hã? — Perguntei.

— Quero vocês dois dentro de mim!

Notas finais
E aí? Gostaram? CELANIE *-* Gostaram? Nossa gêmea boazinha, está beeeeeem confusa :/ E os safados? Hahaha Não sei o que vai dar esta história! Sei que a Julie aprontou comigo, terminando o capítulo "naquela cena". Hora da vingança... Te vira, Julie Haha :") Comentem, baby's! Bjokas! Ps. Eles não estão " tão bêbados", apenas mais animados. Okay?