Notas iniciais
Kely Cheguoooooouu!!! Atrasada, mas estou aqui... Foi mal gente, o capítulo está pronto desde quinta, mas não consegui postar... Mas, até que foi bom, me deu tempo de dar uma mudada no final, que eu tenho certeza que vocês vão gostar =) Vão parar de me odiar depois desse capitulo Hahaha #Seddie! Boa Leitura!

Socos e mais socos, eles estavam descontrolados. Rolavam no chão como dois animais. Tentei me aproximar para separa-los.
Apesar do meu ego estar gritante, tinha que acabar com essa briga. Mesmo que dois homens tão gostosos estavam se socando e isso por mim.

— PAREM COM ISSO! — Gritei e novamente eles me ignoraram. Continuaram trocando socos e xingamentos.

— VOCÊS VÃO SE MATAR! — Tentei mas uma vez e o que mais parecia é que eu estava gritando com à parede.

Me aproximei tentando apartar a briga, mas eles estavam impossíveis.
Tentei de tudo: Puxei seus cabelos, dei socos nas costas deles, os empurrei, mas nada adiantava.
Fui me aproximar novamente, estava ao lado do Ryan, quando senti uma pacada forte, me fazendo ir ao chão, soltei um gemido de dor e eles pararam a briga.

— Sam, você tá bem? — Ryan se ajoelhou ao meu lado, com o semblante preocupado.

Levei à mão ao meu lábio e escorria um filete de sangue. Coloquei a mão no meu cabelo e percebi um líquido vernelho, eu havia batido à cabeça na quina da mesa. Droga!

Olhei atrás de Ryan e o Benson continuava imóvel. Ele tinha me acertado, era óbvio, eu não tinha visto, mas era ele que estava na minha frente.

— Você me deu um soco! — Acusei.

— Eu...eu... Desculpa Sam, foi sem querer. — Ele foi se aproximar de mim, mas recebeu um empurrão do Ryan.

— Fica longe dela — Ordenou com o maxilar trincado e punhos cerrados.

— E quem é você pra decidir isso? — O enfrentou dando um passo à frente.

— Parou os dois! — Disse baixo, mas em bom som, quando vi Ryan levantar o braço, sabia que eles iriam começar tudo de novo.

— Vamos te levar ao hospital! — Freddie se aproximou de mim, me estendendo a mão.

— Que bobagem, não precisa — Levantei me apoiando nele.

— Esse idiota acertou a sua cabeça, ele podia ter te matado — Gritei em tom de repreensão.

— Se você não...

— CHEGA! — Gritei fazendo-os se calar.

— Vamos no hospital logo! — Freddie suspirou.

—Vem comigo, Sam! — Ryan colocou as mãos em volta de mim e me ergueu, soltando um gemido de dor.

— Precisa mesmo de tudo isso? Eu machuquei a cabeça e não as pernas. E o que foi esse gemido, isso é uma insinuação de que eu estou gorda? — Bufei.

— Não é isso, é que as minhas costas estão doendo, acho que me cortei quando caí — Gemeu estalando as costas.

— Ou melhor, quando eu te derrubei — Sorriu debochado — Deixa que eu levo ela! — Freddie me pegou do colo do Ryan, ouvindo ele resmungar.
— " Pensando bem, não seria nada mal ir no colinho do Benson" — Ri comigo mesma.

[...]

— Como tá o machucado? — Ele se dirigiu à mim pela primeira vez, desde que entramos no carro. E eu o ignorei, viu dar um "gelo" no Benson.

Ele estava sendo gentil, gentil até demais, mas com toda razão, minha boca estava inchada e sangrando por causa dele. Mas não era esse o problema.

Eu sei que ele não me deu um soco de propósito, mas com certeza suas palavras foram.
Eu tentei disfarçar e fingir que não me abalou nada do que ele disse.
Não que eu não seja, assumo as coisas que faço, mas é duro ouvir alguém te chamar de vadia.

Eu sabia que meu comportamento não era o "correto", mas eu nunca fui correta.

O certo é chato e o errado é divertido.

Freddie não passa disso pra mim, quanto mas eu penso o quanto errado isso é, mais me dá vontade de errar.

Chegamos ao hospital, mesmo eu achando aquilo uma bobagem, estava mesmo me sentindo tonta.

— Vamos Sam, eu te ajudo! — Freddie disse, abrindo a porta do carro e me ajudando à sair.

— Deixa que eu ajudo ela! — Ryan entrou na sua frente, e me puxou pelo braço direito com violência.

— Ai! — Gritei e ele aliviou a pressão da sua mão.

— Você tá machucando ela — Freddie entrou na nossa frente e me puxou pelo braço esquerdo.

— Ah, me desculpa. Só você que pode fazer isso — Disse irônico.

Senti Ryan puxar meu braço direito novamente. Seguido do Benson que puxou o esquerdo. Sério mesmo? Eles estavam brincando de cabo de guerra comigo?

— Parem os dois! — Gritei os fazendo parar — Estão agindo como duas crianças.

— Desculpa! — Sussurarram juntos ambos envergonhados.

Consegui soltar meus braços e comecei a andar para dentro do hospital.

— Sam, espera! — Senti um puxão e vi Ryan atrás de mim.

— O que foi? -Disse irritada.

— Desculpa, realmente não estamos nos comportando corretamente.

— Tudo bem. Mas vamos entrar, não sou eu que tá precisando de médico e sim vocês. — Disse olhando para os dois. Estavam acabados, olho roxo, boca sangrando, o Ryan estava com uma mancha de sangue nas costas e o Benson com um corte profundo na testa.

— Vocês se detonaram, estão horríveis. Portanto, eu vou ficar na sala de espera enquanto vocês fazem curativos.

— Mas eu acertei você, pode ter se machucado, e também, você bateu a cabeça na mesa — Freddie disse.

— Não venha fazer o preocupado agora — Disse com raiva. — E eu sou Sam Puckett, não me machuco tão facilmente, é só um cortezinho. Agora vocês estão acabados, precisam de um médico.

— Tá bom! — Ryan concordou — Mas desde que você também passe pelo médico.

— Okay, eu vou!

[...]

PDV Freddie

Estávamos na sala de espera do hospital, esperando a Sam. Ryan e eu já fomos atendidos e já estamos com curativos. Mas como a Sam havia batido a cabeça, foram necessários alguns exames

— Responsável por Samantha Puckett? — Escutamos o doutor chamar e nos levantamos.

— Eu! — Ryan e eu nos levantamos. E o doutor nos olhou com confusão.

— Eu, sou o namorado dela. — Ryan me encarou com um sorriso irônico.

— Muito bem. A Senhorita Puckett está bem, só foi preciso alguns pontos, e ela logo será liberada, só estamos esperando o resultado dos outros exames, mas pelo que vejo ela está perfeita — Ele sorriu simpático e se retirou.

— Eu vou ver ela! — Avisei, começando a sair da sala de espera.

— Não vai mesmo — Ele segurou meu ombro, me fazendo virar.

— Qual é a tua Ryan? — Perguntei sem paciência.

— Depois conversamos, eu vou ver a Sam. A Melanie deve estar chegando, porque não fica com a sua ESPOSA — Ele gritou dando ênfase na última palavra.

— Como assim? Melanie está chegando? — Perguntei alarmado.

— Ela estava com uma amiga e ligou dizendo que elas vinham pra cá. Já é quase meia noite. A Mel estava preocupada com o "marido maravilhoso" que ela tem. — Disse irônico fazendo áspas. — Ela ligou pra mim, porque o seu celular estava desligado. Você devia ter vergonha de ser o canalha que é com uma mulher maravilhosa como ela que te ama e você não à respeita!

A culpa pesou em mim. Ele tinha razão. Não era certo entrar no jogo da Sam, mas eu não consigo resistir, preciso senti-la, toca-la nem que seja uma única vez.

— E o Sr. e Sra. Puckett também estão vindo! — Suspirou jogando-se na poltrona.

— O que vamos falar pra eles? — Perguntei alarmado, a Sam recebendo pontos na cabeça e nós cheios de curativos. O que eles vão pensar?

— Sei lá — Respondeu indiferente.

— Como assim, sei lá? Estamos todos machucados, eles vão estranhar.

— Não me importa! — Respondeu carrancudo e fechou os olhos, esticando-se na cadeira.

Ele estava me ignorando. Ele realmente gostava tanto de Sam? Ao ponto de acabar uma amizade que começou na infância?

Lhe dei às costas, indo até a recepcionista, lhe perguntei o número do quarto de Sam, caminhei até o elevador, olhei para Ryan e ele parecia cochilar.

Precisava conversar com Sam, antes que Melanie, Pam e John chegassem.

E elevador parou e eu caminhei em passos rápidos até o quarto "8".

— Sam... — Dei duas batidinhas na porta e entrei.

— Ah, é você? — Disse indiferente. E virou-se massageando a cabeça, com certeza estava dolorido por causa da batida e dos pontos que ela levou.

— Você tá bem? — Perguntei me sentando na poltrona ao lado da cama.

— Estou! É Benson, não conseguiu acabar comigo — Riu, sem graça.

— Eu não queria, Sam me descul...

— Não começa de novo, eu já perdoei. Por isso eu te perdoei... — Suspirou e eu pude perceber seu tom magoado

— E desculpa pelas coisas que eu disse — Sussurrei envergonhado — Eu não tinha o direito de te cobrar por isso. Você é livre e pode fazer o que bem entender da sua vida — Disse e ela assentiu sorrindo.

— Mas isso não vai fazer eu te perdoar — Sorriu marota.

— E o que eu posso fazer pra você me perdoar? — Perguntei e ela sorriu maliciosa.

— Você sabe o que eu quero! — Ela se endireitou na cama e subiu à saia.

— Eu vou te dar o que você quer — Me inclinei sobre ela colocando meus lábios em seu pescoço. Ela tentou levar seus lábios aos meus e eu me afastei.

— O que foi? — Ela perguntou ao ver que eu recuei.

— Não vou beijar você! — Afirmei.

— Por quê? — Perguntou confusa.

— Você acabou de colocar o pinto do meu melhor amigo na boca. Não vou te beijar! — Falei com uma cara de nojo e ela riu.

— Mas então o que vai...- Ela começou mas eu a interrompi colocando um dedo em seus lábios.

A deitei na cama, colocando meu corpo em cima do seu, apoiando meus cotovelos na cama.

— Tenha calma Sam, eu vou te beijar! — Sussurrei em seu ouvido, seguido de uma mordidinha — Mas não na boca — Sorri malicioso e ela deu uma risadinha.

PDV Sam

Senti suas mãos descerem, apertando com força minha cintura. Ele fechou os lábios no meu pescoço e sugou com força, passando suavemente os dentes pelo local e logo depois a língua, iria ficar marcado. E era isso que ele queria.

Gemi um pouco mais alto quando ele subiu meu top Cropped, liberando meus seios, os contornando com os dedos, numa carícia torturosa.

— Você quer que eu te toque, Sam? — O hálito quente dele bateu em meu pescoço novamente.

— Sim — Gemi.

Ele sorriu com minha resposta e prendeu o lóbulo da minha orelha entre os dentes, enquanto sua mão deixava meus seios e descia por minha barriga.

Senti seus dedos afastarem minha calcinha e tocarem meu clitóris.

— Já está pronta, loira? — Riu malicioso, enfiando rapidamente dois dedos em minha intimidade, me fazendo gemer de surpresa. — Completamente molhada!

Freddie foi descendo enquanto ainda me estimulava, passou pelas minhas costelas, não sem antes deixar uma mordida.

— Pede Sam, eu preciso saber. O que você quer que eu faça?

— Me toca! — Sussurrei tão baixinho que nem ao tive certeza se ele ouviu.

Freddie riu e desceu os lábios até minha intimidade passando a língua uma única vez pelo meu clitóris, me arrancando tremores. E um gemido frustrado por sua lentidão.

— Eu não vou fazer nada se não souber o que você quer — Provocou dando dando mordidinhas em minha coxa.

— Que droga, Freddie! — Me irritei e ele riu — Preciso que me chupe, agora!

Ele sorriu malicioso e desceu a cabeça até o meio das minhas pernas. Fechei os olhos e joguei a cabeça para trás, sentindo ele me lamber, agora sem nenhuma lentidão.

Ele chupou com força meu clitóris, no mesmo momento em que introduziu dois dedos dentro de mim.

— Ahh... Freddie... Ohh — Meus gemidos podiam facilmente ser confundidos com gritos.

Com as pernas tremendo incontrolavelmente, eu gozei, sentindo minha intimidade apertar os dedos do Freddie.

Mas ele continuou lá, me chupando e prolongando o orgasmo mais intenso da minha vida.

Quando minha respiração começou a se controlar, ele saiu e subiu dando beijos por minha barriga. Baixando meu top, cobrindo meus seios.

Freddie subiu os lábios até meu pescoço, continuando com mordidinhas.

Tomei um susto ao ver ele sair de cima de mim rapidamente. Olhei para a porta e havia um par de olhos nos observando.

Notas finais
E aí gostaram?? Queremos, comentários!! Se vira, Juliezinha... Hahaha E aí quem flagrou? Lembrem: Estavam no hospital o Ryan, Melanie estava chegando, Pam e John Puckett também, e quem sabe até a Carly, já que ela estava com a Melanie... Quem vocês acham que vai ser? Eu não faço a mínima ideia Hahaha Bjos...