Doce Inverno

11 Capítulo 11


Notas iniciais
Oii Geeeeeeeeeeeente eu acabei de ver o ep. novo de TVD *0* Sem legenda! (Eu estou mais emocionada porque entendi tudo sem legenda *-* Tipo, sou foda *-* ) MEU DEUS, DAMON-ELENA, MEU DEUS, TO SURTANDO. MEU DEEEEEEEEEEEEEEEEEUS. *-* Não vou contar nada, já que não devem ter visto ainda... Ah, alguém aí também está assistindo Believe? Nova série da WB? Meu Deus, ó série boa *0* Bom, é isso. Boa leitura lindos *-*

O dia no parque foi o mais agradável. Sol, música, diversão. Isabella se divertiu tanto que assim que se sentou no carro, adormeceu. Tive que levá-la no colo pra dentro de casa e a deixei deitada no sofá.

Os outros dias foram igualmente deliciosos. A levei pra sair, brincamos no mar – e a levei pra o fundo, onde ela pegou uma concha gigantesca, apenas para que jogasse fora quando a lula saiu em sua mão – e até saltamos de uma ponte. Foram encontros, brincadeiras e beijos á escondidas, ela estava feliz, e eu me apaixonando cada vez mais rápido por ela.

Estávamos na casa que eu tinha “comprado”, um terreno velho no qual pretendia reformar. — Uma ideia que me ocorreu depois que ela falou como planejava sua casa dos sonhos – ao longo de um tempo...

Eu estava sentado, com ela encostada em mim, entre minhas pernas. Era tão confortável ficar assim. Mesmo que o lençol do chão esteja grudento e o chão seja duro.

– Aqui é tão incrível. – ela suspirou. – É calmo, sem vizinhos. Tem um quintal enorme e uma vista linda das arvores. O acesso aos morros. É tudo tão perfeito, tão... tão encantador.

Beijei sua cabeça. Pelo menos, a escolha impulsiva de qualquer terreno “barato” e vazio não foi tão mal.

– Eu preciso de um emprego, não dá pra se viver á custa dos outros. — disse. Porém ela achava que eu vivia á custa da herança de meu pai, que antigamente trabalha como vereador. Há décadas atrás, é claro.

– Hum... você trabalharia de quê?

– Carros. Motos....

– Pensa em fazer faculdade?

Se você me quiser na faculdade...

–-Acho que posso esperar você fazer faculdade primeiro...

Ela riu e se ajeitou melhor em mim, colocando os cabelos em meu ombro, ficando com a cabeça mais próxima.

– Como imagina essa casa?

– Eu?

– É, você. Preciso de ideias para como reformá-la.

– Bem, imagino... com dois andares. Não, três. Melhor três. E imagino que no ultimo andar seja um quarto. Nada de sótão ou porão, é assustador. O que ficaria embaixo seria uma garagem subterrânea, para termos bastante carros. E assim teria como você mexer nos seus carros.

– Continua. – beijei sua cabeça.

– Hum... a casa teria que ter um cercado, só para um pouco mais de segurança, e teria um quartinho com banheiro separado no fundo, mas seria para ter os cachorros lá, você disse que gosta. E... bem, um espaço para jardinagem. Com o terreno daqui, dá pra plantar frutas, verduras e tantas flores!

Ela se virou um pouco pra mim, mas sem conseguir me olhar. Entrelacei nossas mãos.

– Teria uma entrada bem bonita e decorada. Coberta, com um banco que balança, sabe? Aqueles de velhos? – assenti. – Então, e o hall seria bem decorado. A sala seria incrivelmente enorme, e a divisa da sala com a cozinha teria um aquário bem grandão, cheio de peixes coloridos. A porta da cozinha teria que sair para os fundos.

– Poderíamos trocar os cachorros para frente e ter uma piscina deliciosa e enorme no fundo.

– Sim, sim. É melhor.

– Continua.

– A escada ficaria na sala. Ah, e teria um banheiro no andar de baixo. No andar do meio seria os quartos. 4 quartos, e um escritório. E... um quarto suíte, sabe? Com banheira, é claro. Hum...

– O ultimo andar poderia ser aberto..

– Isso! Um pequeno quarto lá, mas fora isso, um espaço aberto para... apreciar. Mas... isso é o que eu imagino na minha casa e...

– Não fará diferença se um dia você quiser vir morar comigo.

De onde saiu essa merda clichê? Não que seja mentira, mas que piegas cara!

– Uau, que coisa.. fofa, vindo de você.

– É, até eu estranhei. Mas é a verdade.

Ela se virou completamente pra mim.

– Não sei se você faz o gênero apaixonado. Você do nada muda. Uma hora está incrivelmente romântico e então, age distante.

– É que... bem. Não é nada. – revirei os olhos.

– Tá vendo.

– Eu só não estou acostumado com isso. – fiquei de pé. – Eu tenho que procurar emprego. – dei de ombros. Ela suspirou.

– Minhas aulas começam amanhã. Isso é tão... horrível. – suspirou.

Olhei para ela.

– Bom, me deixa em casa?

– Não vai agora.

– Tenho que me arrumar pra escola. Cabelo, unha, separar roupa...

– pra que ir tão arrumada? – fiz uma careta, ela se aproximou de mim.

– Pra passar uma boa impressão. Sei lá, é melhor.

– Para as garotas ou garotos?

– Eu prefiro o sexo oposto, Damon. Meu Deus!

– Pra que? Já me tem.

– vai que eu acho um loiro...

Fiz uma careta ainda pior, colocando a língua pra fora.

– Que cara feia! – ela gargalhou, jogando a cabeça pra trás. Passei o braço por sua cintura e fui a empurrando até encostar na parede poeirenta. – Ei.

– Eu vou te levar e te buscar.

– Isso estraga minha chance, sabia? Agora que eu estou mais bonita, vão pensar “nossa, que gostosa, quem sabe consigo namorar com ela.Ah, já tem namorado, perdi essa” – ela revirou os olhos.

A puxei, fazendo com que ficasse mais alta e passasse as pernas por minha cintura.

– Eu falava isso toda vez que via um garoto lindo na rua. Sempre usando uma maldita aliança de namoro! E, bem, eu sou livre. – ela ergue as duas mãos. – então.... tenho chance.

– Mas você já namora um cara bonito. – Revirei os olhos. – um cara muito, muito lindo. Que está construindo uma casa e que vai te buscar de moto.

– Você tem uma moto? – Não, mas isso ela não sabe.

– Tem tanta coisa que você ainda não sabe. – como, por exemplo, que mato pra me satisfazer e que roubo as coisas. Nada demais, só.... besteirinhas.

– Ui, que mistério. – eu ri e a beijei.

Quando as coisas estavam esquentando cada vez mais, ela pulou do meu colo e me empurrou.

– Não.

– Porque? – fiz bico.

– Primeiro, essa casa é nojenta. Segundo; Eu não namoro contigo. Terceiro;Não sou puta. Quarto; não estou pronta.

– Não tem problema. – sim, tem problema. Mas vou fingir que não.

– Sério?

– Não.

Ela riu e recolheu o lençol do chão. Saímos de dentro da casa e fomos para o carro. Olhei para ela enquanto ligava o carro.

– Hoje a noite. Para começar as aulas bem. Me leve para um... hum...

–--Motel? – perguntei, trocando a primeira letra.

– É. Com hidromassagem. E... me busca as 21h.

Acelerei até a casa dela, coisa que ela sequer se importou. Parei o carro na porta da casa dela, antes de sair, ela subiu em meu colo e me agarrou. A buzina soou sem querer, minha camisa acabou sendo rasgada e acho que mordi seu ombro com um pouco mais de força.

– Eu tenho... que ir me arrumar.

– Agora não. – mordi seu pescoço de leve. Ela riu.

– Hoje á noite, ok? Hoje. – com mais um beijo, ela saiu do carro e entrou correndo em casa. A ouvi ainda encostada no portão, só depois que ela decidiu entrar que eu corri com o carro para ajeitar tudo.

(…)

Eu estava ansioso. Ansioso como um adolescente virgem. Eu estava andando sem parar na porta de Isabella, esperando que ela descesse.

Talvez eu deveria ter vindo com ma roupa mais formal...

Não, elas não ficarão no corpo por muito tempo.

Mas jeans camiseta e jaqueta de couro não parecem exatamente agradável.

O telefone tocou, bufei ao ver que era Stefan.

– Não é um bom momento para matar a saudade.

– Damon... já faz um tempo.

– Ficou com saudade? – bufei, batendo o pé no chão.

– Não, só queria saber se estava vivo.

– Agradeço a preocupação. Mas é desnecessária.

– Parece ansioso...

– Boa percepção.

– Onde está? Elena e Eu estamos de férias, pensei em lhe visitar.

– Não interessa.

– Sei que é na Califórnia...

– Olha, como eu disse, não é um bom momento. Te ligo amanhã.

– Estamos em Los Angeles, Damon. Elena e Caroline quiseram conhecer todo esse negócio de famosos e aquela estrela no chão.

– Uma coisa bem interessante de se fazer. Marcamos um encontro amanhã, mas agora, eu já estou em um. Boa noite.

Desliguei em sua cara e prendi a respiração ao ver Isabella abrir o portão.

– Só de pensar que isso não fica no corpo...

Olhei para ela. Dos pés á cabeça. Um salto, as pernas de fora e um vestido preto elegante, aberto nas costas e extremamente curto. O laço era no pescoço. E, pelo que vi, ela não usava sutiã. O cheiro bom de seu perfume invadiu o ar, e me deixou completamente nervoso enquanto ela se aproximava de mim.

– E ai, gostou?

– Agradeço por não ser um encontro público. Ninguém vai olhar pra você.

– É, até porque não seria tão legal se batesse um vento... Porque... bem. --- ela encostou os lábios em meu ouvido. – Eu só estou com esse vestido.

Antes que eu realmente a agarrasse, ela se afastou e me indicou a porta. Extremamente cavalheiro, abri a porta pra ela e corri para o outro lado.

– Tem hidromassagem, né?

– tem. – sorri pra ela. – e muita coisa boa....

O caminho parecia longo demais, demorado demais. Enfim, chegamos ao motel.

– Uau, parece muito...

– bom.Muito bom. – dei de ombros.

Ela entrou, tímida.

– Todo mundo que me olha sabe o que eu vou fazer! – Ela colocou a mão no rosto quando a porta do elevador fechou. Eu a abracei por trás, beijando seu ombro.

– E?

–-É vergonhoso!

Eu ri e beijei seu rosto. Logo chegamos no quarto. Ela ficou de boca aberta ao ver o quarto.

– Gostou? – perguntei trancando a porta e tirando a jaqueta.

–-Hidro.-- ela fez uma carinha de pidona. Revirei os olhos.

– ok.

Tirei os sapatos, a camiseta... Ouvi ela suspirar.

– Gosta do que vê? – perguntei sorrindo, abrindo a calça.

–-Me responde você.

E, com um único puxão do pescoço atrás, o vestido dela caiu. E ela só estava com os sapatos e um colar.

– Hidro. – ela se virou e afundou na enorme banheira dali. Eu terminei de tirar a roupa e a acompanhei na água.

Fiquei olhando pra ela, que se abaixava cada vez mais na banheira.

– Que foi?

– Isso é estranho...

– Isso o que?

– Isso. – Apontou para nós dois. – É... sei lá, to nervosa. Só isso.

– Quer... desistir? – ela negou com a cabeça e se aproximou de mim.Beijei sua cabeça.

– Dói? Como normalmente dizem?

Dei de ombros.

– Eu não sinto nada. – ela me beliscou. Eu ri e a beijei. – vou ser beeeeeeem romântico.

– Duvido.

– É sério.

– Já foi romântico em alguma transa?

– Bom, primeira vez, não?

Ela revirou os olhos e me beijou de novo.

Sou tipo... um adolescente virgem também, agora. Estou tremendo, com medo de fazer alguma coisa errada, e ansioso. Virei mais idiota que Stefan. Completamente apaixonado por uma garota humana. Mas me sinto tão bem que não quero ligar pra isso..

Notas finais
Então, eu acho que consigo atualizar no Domingo, ok? *-* Eu quero avisar que estarei reescrevendo a fic "Meu Eterno Amor" que é Katherine-Edward e Bella-Damon. Ok? E... Eu estou escrevendo outras fics, algums originais... Enfim, é isso. Comentem, por favore. *-* Até Domingo