Doce Inverno

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Oi Sweety's *-* Como vão? Sentiram minha falta? Ah, nem demorei, vai u.u Eu deveria estar atualizando Forgive Me, (Afinal, será o último capítulo) Mas como teve pouquíssimos comentários eu vou esperar até sexta, aí atualizo e já no sábado eu posto Smile *-* Hum... gente, eu vou arrumar a fic Make Me Wanna Die, tipo, eu não vou excluir e postar de novo porque eu não vou apagar Bring Me To Life, mas eu vou mudar algumas coisas na fic, pequenas coisas, então... Enfim, eu estou terminando de me arrumar, hoje vou fazer uma entrevista de emprego e é beeem longe de casa e eu estou animada (Espero passar, weee) Então, I have to go. Boa Leitura! ^.^

– Bom dia. – saudei ao me sentar ao lado de Isabella, na lanchonete. – Já ouvi dizer que essas lanchonetes só fingem serem saudáveis.

– É, mais ou menos. – ela deu de ombros e abaixou o livro.

– O que acha de comida Italiana?

– Gordurosa.

– Mas é gostosa.

– Sim, sim.

– Bom, dê-me uma cozinha que te dou seu almoço.

– Hum... engordar 2 kg mas te der na minha casa, ou ficar aqui mesmo e continuar magra.

– Podemos ir correr, se quiser.Queimar caloria sempre é bom.

– Arram. – ela sorriu e se encostou na cadeira de novo. – foi só um beijo, não é assim que funciona?

– Não quero que seja só um beijo. Podem ser mais e mais beijos.

– você não faz do tipo que namora.

– Você não me conhece. — dei de ombros. – mas e então, comida falsamente saudável ou uma deliciosa comida Italiana?

– Vai querer na minha cozinha?

– bom, a minha casa é um grande terreno abandonado de paredes caindo aos pedaços. Não acho que os ratos vão gostar...

– E onde você dorme? – ela arregalou só olhos.

– Num hotel. É só por pouco tempo, eu vou reformar a casa...

– Como vou deixar um desconhecido como você entrar em minha casa e cozinhar?

O sorriso dela me deixou sem palavra. Ela apoiou a cabeça na mão, com o cotovelo na mesa. Os olhos dela brilhavam em uma inocência que eu nunca tinha visto antes. Era tão... humano. Comparado ao show de horrores pelo qual passo desde que Katherine entrou em minha vida. Era tão puro olhá-la desse jeito, que desejei ser humano também, que desejei não ter raiva de mais ninguém. Ser inocente para acompanhá-la nisso.

– Que foi? – perguntou, passando a mão no rosto. – tem algo em meu rosto?

Eu ri e neguei. Não tinha nada em seu rosto.

– Só vamos cozinhar. – dei de ombros. – mas precisamos comprar as coisas antes.

Ela ficou de pé.

– OK, mas você paga. – e saiu da lanchonete, corri atrás dela. Sorrindo.

(…)

– você disse... só cozinhar. – apertei a coxa de Isabella, enquanto descia os lábios pro seu pescoço.

– É uma forma de fazer o tempo passar enquanto tudo cozinha.

– Sei. – suas pernas se apertaram em minha cintura.

A cozinha estava uma bagunça total, farinha pra todo lado. Mas pelo menos, estávamos cozinhando direito.

– Ai – ela começou a rir. – isso faz cócegas... Damon!

Ela me empurrou, rindo. Enrosquei os dedos em seu cabelo e a beijei de novo. Até sentir que o molho já estava no ponto, então simplesmente a deixei sentada na bancada e fui mexer nas panelas.

– Vou buscar um pano para limpar isso.

A ajudei limpando todas as coisas. Terminamos de preparar a comida e então, ela decidiu tomar um banho antes de comer. Fiquei na cozinha, esperando que ela voltasse. E, enquanto isso, ajeitei tudo.

– Hum... Polenta é uma delícia.-- ela fechou os olhos na primeira garfada. EU ri. – onde aprendeu a fazer isso?

– Visitei a Europa por uns tempos... meus pais... eram descendentes.

– Nossa, isso é simplesmente.... perfeito!

Sorri e comi mais uma garfada, a observando.

Sua gata pulou em seu colo e miou até conseguir comida, e depois, foi embora. Bella começou a falar de todos os seus animais, de todos que já teve e os planos que queria fazer com os animais. Ter sua ONG, tirar animais de rua... Ela era incrível. Sonhadora, tranquila... Humana.

Ela gostaria de ser veterinária. Depois de comer, me mostrou os livros que comprou pra estudar pra faculdade, me mostrou seus livros de romance, suspense, terror. E então, fomos para o quintal, onde havia uma piscina.

– Hum.... parece uma delícia. – olhei para a água.

– Bom, eu vou entrar. Quer alguma roupa do meu pai emprestada?

– pode ser. Mas você vai entrar de biquíni, não vai?

Ela revirou os olhos e entrou em casa, sem me responder.

Depois de alguns minutos, ela me entregou uma bermuda azul escura. Me troquei no banheiro e, quando cheguei na piscina, paralisei ao vê-la em minha frente, de costa. O biquíni verde e roxo que ela usava era muito atraente. E, é claro, eu olhei pra sua bunda.

–-Vai pular ou não? – perguntou, se virando pra mim.

– Ham...vou. – corri até a piscina, e no meio do caminho agarrei sua cintura e a joguei na água comigo. Ela tirou a cabeça pra fora rindo.

– Idiota! Eu ia me preparar! – ela riu e jogou água em mim.

Fizemos guerrinha na água, apostamos quem mergulha mais rápido, a ajudei a boiar... Até jogamos alguns brinquedos antigos dela na piscina, para brincar.

Ficamos tanto tempo na água, que suas mãos se enrugaram, e ela saiu para tomar um pouco de sol. Fiquei sentado ao seu lado, apreciando seu corpo estirado no chão, em cima da toalha.

– Me conta sobre você. – ela pediu.

– Hum... não há o que contar.

– Qual é, tem sim. Fale dos seu irmão, de onde veio exatamente... Da escola... As namoradas. Essas coisas.

– Interessada em minhas ex-namoradas?

Ela riu.

– Admito que sim. Alguém com você deve ter tido várias. Ainda mais no colégio. Você era jogador?

– Hum.... jogava futebol. – dei de ombros. O que não era uma mentira. – mas, não. Eu nunca namorei. Eu só... “fiquei” com as garotas.

– Igual está ficando comigo?

– Mais ou menos. Com você é diferente.

– Porque sou inocente, ingênua, burra?

– Você é sim, inocente. Mas burra e ingênua... não. Mas... não é diferente por isso. É... não sei, só é diferente.

– Está sentindo aquele negócio que colocam em livros? Amor rápido... alma gêmea... de repente você olha pra pessoa e é ela que fará sua vida completa...

Olhei pra ela. Mas olhei bem fundo de seus olhos.

Todas essas coisas de Alma gêmea e amor á primeira vista... Enfim, todas essas baboseiras não me passavam de contos para atiçar as pessoas, iludir as pessoas. Achei que acharia minha esposa e teríamos dois filhos quado eu era humano, então Katherine apareceu e fez isso de mim. Achei que Elena me concertaria, mas, no final, não.

E então aparece Isabella. Uma humana, inocente, com o olhar que simplesmente me cativa, me atrai. Ela me deixou abismado, perdido. E, de uma forma completamente insana, eu sentia isso novamente. Sentia os desejos humanos se aflorarem em mim, sentia algo como Alma Gêmea, Amor da minha vida, etc.

Me debrucei sobre ela e a beijei, sentindo seu suspirar contra meus lábios. Me ajeitei até estar deitado ao seu lado também, debruçado sobre ela enquanto a beijava. Me afastei para olhá-la.

– Sinceramente, eu não sei. Espero que não, mas acho que sim.

– E isso é ruim? – ela perguntou, mordiscando meu lábio. Eu estremeci forte e ela sorriu. – ou você gosta.

Eu queria reprimir tantas palavras, queria sufocá-las dentro de mim, pois não sabia o que aconteceria. Meu ego iria se ferir. Mas, mesmo assim, eu decidi que eu precisava falar. Seria melhor do que esconder.

– Eu estou com medo de me apaixonar por você. – escondi o rosto em seu pescoço.

– Por quê? – Ela acariciou meus cabelos.

– Por quê.... eu só fui magoado. E eu nunca me senti assim antes.

– Assim.... como? – beijei seu ombro, seu pescoço, seu colo... fui descendo até o busco. – Ei, não fale com a boca entre meus peitos!

Eu ri e ergui o rosto para encará-la.

– Assim. Feliz. Sei lá.

– Apaixonado? Você nem me conhece!

–-Se sente assim?

Ela se calou. EU sorri.

– Mas é porque eu sou carente, normal que eu me sinta assim.

–ótimo, então seja carente pra sempre. – beijei ela novamente. Mas decidi cortar o clima meloso e nos levei novamente pra piscina.

(…)

– Quer sair comigo? – perguntei em seu ouvido. Ela riu

– Sair pra onde?

– Bom, você lê romances. Me diz como se deve ser um encontro. – Me afastei para olhá-la. Ela se encostou no portão.

– Deve ser romântico. Um jantar.

–-Descreve o que faríamos.

– Bom, você deveria me buscar de noite... eu usaria vestido e você todo formal. E me daria uma flor.Me levaria em um restaurante bem chique, comeríamos algo gostoso, beberíamos vinho...E depois você me levaria pra dar uma volta e eu ficaria com frio, e aí você me emprestaria seu casaco eme beijaria... bem, provavelmente na beira da praia. E depois me deixaria em casa.

– Então, vamos fazer isso? – perguntei enquanto beijava sua bochecha.

– Praticamente já fizemos, então vem a segunda parte...

– Hum?

– Não sei como é a segunda parte, só sei que parei nisso aqui.

– Então eu sei. Vamos em algum parque.

– E vamos nos brinquedo, você me dá um ursinho, me compra algodão-doce...

– É, pode ser.

– Ok, quando?

– Amanhã você tem aula?

– Férias de verão.

– ótimo. Te busco umas dez. – a beijei várias vezes, depois fui embora.

Tentei não ficar com o sorriso bobo por muito tempo. Me sentia um tolo apaixonado, mas me sentia tão vivo que não conseguia me importar com a bizarrisse disso.

Notas finais
E ai, gostaram? Eu estou animada, ansiosa, tremendo até. *-* Eu quero conseguir e é em um lugar LINDO DEMAAIS *-* Nem sei se estou arrumada o suficiente, blargh. '-' Bom, meus lindos, comentem por favor. *-* Desculpe por não responder, estou com tanta coisa pra fazer, mas eu consigo ler - pelo celular - e... comentem, por favor. É importante *-* É isso, até.... Quinta! *-*