Doce Implicância

10 A gasolina acabou é?


Notas iniciais
Genteee, tem mais aiii. Espero que gostem.
' Brigado pelos reviews povo lindo. E deixa mais em! Beijãooo.

(...)

O Caminho para entrada da casa dos Blacks para passagem de carros era do outro dado da propriedade. Sempre quando ia lá, entrava pela passagem da clareira, então tive que dar uma volta enorme. Parei em frente à propriedade, e vi ao longe os rapazes brincando e rindo.

- Será que ele está lá? – Perguntei ainda no carro olhando pelo retrovisor.

- Não sei dizer. – Falou seca.

- Vamos lá dentro, se ele não estiver lá, voltaremos para falar com eles. – Botei a primeira macha e virei o volante, direcionando o carro para o caminho de pedras.

- Bella, esquece essa história de plano Jacob. – Sorri, balançando a cabeça em negação.

Estávamos em frente a casa de madeira. Sai do carro e bati a porta, ainda olhando para a casa. Alice fez o mesmo. Olhei para o lado e vi Jake vindo em nossa direção correndo, com as mãos sujas de graxa.

- Bells! Que bom que veio. – Sorri e fui ao seu encontro para abraça-lo. – Vou te sujar.

- E isso importa? – Dei um abraço forte e ele retribuiu afastando as mãos para não me sujar.

Olhou em meus olhos quando nos afastamos e me senti bem. Olhou em direção a Alice e ficou meio serio.

- Olá Alice. – Ela sorriu sem graça.

- Oi Jake. – Acenou com a mão.

- Como vai a família? – Ela ficou seria, sem graça na verdade. “Como assim? ele está perguntando sobre a família Cullen”?

- Arrependida. – Agora é que eu não tinha entendido. Fiz uma cara confusa, e eles se entreolharam. Senti algo no ar. Mas não fiz questão de perguntar. Notei algo diferente em Jacob, pois ele agora olhava para o chão e parecia estar envergonhado.

- Billy, está ai? – Rompi o silêncio.

- Está sim! Entrem. – Andou, subindo a varanda, e abrindo a porta.

- Billy! – Ele estava sentado na mesa. Olhando o noticiário.

- Olá destrambelhada. – Olhou sorridente para nós. Se moveu com a cadeira. – A filha de Carlisle aqui? Que surpresa boa. Entrem meninas.

- Olá seu Billy. Como vai? – Ele abaixou os olhos e fez uma cara triste. Prendi o riso, já olhando para Jake, que fazia o mesmo.

- Bem menina, eu estou aqui sentado nessa cadeira. Um velho cadeirante, não é muito feliz. – Alice estava pálida e depois de um tempo corou. Sabia que ela estava se sentindo mal.

- Alice, fala serio. Ele faz isso com todo mundo que vem aqui. – Depois de Jacob dizer isso, Billy explodiu em uma gargalhada contagiante.

- Valeu Billy. Por fazer eu me sentir horrível. – Billy gargalhava sem parar.

- Jovens dramáticos. – Sorri.

- Eu vou lavar as mãos. Entrem. – Sentei-me no sofá.

- Então, meu pai te pagou? – Perguntei. Ele sorriu.

- Ele nunca vai me pagar, aquele pilantra não sabe perder. – Gargalhei.

- Renée voltou. – Disse e ele abriu um sorriso.

- Charlie deve estar uma pilha de nervos. – Assenti. Jake veio de dentro da casa secando as mãos.

- Bella, por que deixou a janela do carro aberta? – Perguntou Alice.

- Eu não deixei. Deixei? – Perguntei confusa. O tempo estava com cara de temporal, e eu fiquei preocupada, poderia encharcar o carro se a janela estivesse aberta.

- Vai lá ver. – Levantei deixando Alice para trás, desci as escadas da varando e olhei o carro que estava todo fechado.

Subi novamente as escadas e entrei. Jacob e Alice estavam cochichando e olharam para a porta quando a soltei fazendo um barulho. Lancei um olhar ameaçador para minha amiga. Queria interroga-la. Porque aquilo agora?

- Estava todo fechado. – Cruzei os braços ainda de pé.

- Eu devo ter me enganado. – Ela sorriu amarelo.

- Vamos dar uma volta lá fora meninas. – Disse Jacob. Assenti já saindo pela porta.

Afastamo-nos um pouco da casa, e caminhamos olhando a grande clareira. Ficamos em silêncio por uns instantes, quis socar a Alice por ainda estar lá.

- Então, por que esta em casa e os meninos andando sem você? – Era uma surpresa não ver Jake com os meninos.

- Bem... Bella eu vou esperar no carro estou com uma dor estranha no tornozelo. – Alice deu meia volta e eu sorri agradecendo-a mentalmente.

- Eles não são mais os mesmos. Estão envolvidos em coisas estranhas. Todos nós nascemos para proteger a reserva, mas agora, estamos tendo de se proteger deles. – Fiquei surpresa e curiosa.

- Proteger? – Andávamos sem saber para realmente onde estavamos indo.

- É uma superstição boba. – Deu uma pausa. – Nossos pais, nos contam que nossas famílias, eram as famílias dos guerreiros Quileutes. É meio engraçado, mas faz parte da nossa cultura. Cada geração em nossa tribo tem o seus guerreiros, e nós somos os protetores da tribo. De que a protegemos? Eu não sei. Mas protegemos.

- Que interessante. – O assunto me chamou mesmo atenção.

- Agora eu estou isolado e só fico em casa. – Disse meio tristonho.

- Que pena, nunca pensei que os meninos fosse fazer essas coisas estranhas. – Ficou em silêncio.

- Mas então Swan, porque veio? – Eu tinha que ter coragem. Como iria dizer que precisava sair com ele.

- Só saudade. – Ele sorriu.

- Que bom que sentiu saudades. – Sorriu abaixando a cabeça.

- Na verdade eu queria... – Me aproximei para poder juntar meu corpo no dele, precisava testar. Precisava arriscar. Ele reagiu bem, e se aproximou tocando sua mão na minha. A agonia tomou conta do meu peito. “Eu quero mesmo fazer isso”? Perguntei para mim mesma. “Preciso”. Ouvi algo então olhei para trás e Alice vinha correndo igual louca.

- Bella, pode me levar? Mamãe ligou e pediu para ir para casa. É urgente. – “Droga ALICE”.

- Ahm... Tudo bem. – Olhei para Jake que sorria.

- Eu vou fazer uma visita um dia desses. – Disse sorrindo. – Eu prometo.

Queria matar Alice, eu iria beija-lo, testar para ver se essa loucura saisse de uma vez. Alice iria ouvir.

Já na estrada ela ficou em silêncio. Eu olhava para a estrada pensativa. Gostei de ver Jacob, mas não senti aquela sensação, a sensação boa de querer estar ao lado de alguém. Senti uma agonia, e o estômago gritou. Enjoada só conseguia ver a estrada vazia. As árvores gigantes deixavam a estrada um pouco escura, e dava um belo toque a paisagem, era bonito. O carro deu um solavanco e começou a falhar. Estava parando pouco a pouco, acelerar já não estava adiantando. Olhei para o painel e vi no indicador de gasolina que estava no branco. “DESGRAÇA”.

- AAAH, SEU IRMÃO É UM BABACA MESMO! – O Carro parou dando o ultimo salavanco e morrendo no meio da estrada.

- O que ouve? – Abri a porta com um ódio mortal.

- O que ouve? Simplesmente o ignóbil, não encheu o tanque depois de dar umas voltas no carro. – entrei no carro novamente e peguei o celular no porta luvas.

“numero desconhecido”, ainda estava gravado lá. Liguei e esperei no capo, pronta para xingar ele de todos os nomes possíveis.

- O que você quer? – Disse seco.

- O que o imbecil, retardado, idiota, egocêntrico, tem na merda da cabeça? – dei uma pausa para poder respira. – Como usa o carro e não enche o tanque, babaca?

- A gasolina acabou é? – “AAAARGHHHH”.

- Não Eddie. O tanque está cheio, só que eu não usa-la por que vou BEBÊ-LA NO JANTAR. – Gritei nervosa. – Vem buscar a gente agora!

- Eu? – Gargalhou do outro lado. “A miserável”. – Porque não vem andando.

O nojento sabia bem que era longe da reserva, e da cidade, não tinha como ir a pé.

- Edward. – Fechei os olhos e respirei fundo. – SE VOCÊ NÃO APARECER AQUI EM DEZ MINUTOS, EU JURO POR DEUS, QUE VOU TE DAR UM SONIFERO E TE DEIXAR CARECA! – Gritei.

- Calma jaguatirica raivosa. – Quis rir, mas me segurei. Jaguatirica? – Daqui a pouco eu apareço por ai, vou tomar um banho, comer alguma coisa, tirar um cochilo, e depois eu vejo se apareço.

- Seu filho d... – Ele desligou. – AAAARRRRRHHHHHHSS. – Grunhi.

- Você é tão carinhosa com ele, que chega a ser melosa. – Alice ria ainda dentro do carro.

- Cala a boca Alice. – Me virei pro nada.

Depois de ficarmos uns vinte minutos ali o volvo apareceu no ao longe. Afundei-me no banco. Parou o carro do nosso lado e olhou pela janela.

- Ainda viva Bellinha? – Não respondi. Nem olhar para ele eu olhei.

- Eu também estou viva Edward, obrigado pela preocupação. – Alice disse saindo do carro.

- Trouxe a gasolina? – Sai do carro, batendo a porta com força.

- Não, eu pretendia encher o seu tanque com a sua baba. – Meu rosto queimou.

- Olha aqui seu pedante ridículo. Se continuar com essas idio... – Me interrompeu.

- Vai fazer o que? – Perguntou se aproximando.

- Eu vou dar na sua cara. – Foi a única coisa que pensei.

- Ah, é claro. Só consegue resolver as coisas batendo nas pessoas. – “Ai me segura”!

- Diferente do que você pensa eu consigo sim resolver as coisas sem precisar partir para agressão. Mas isso não se aplica a animais irracionais como você. – Olhou furioso para os lados passando as mãos no cabelo.

- Interessante. Pelo que eu entendo a única animal aqui é você, que só resolve as coisas do pior jeito possível. – Alice, estava escondida atrás do carro.

- Não vou discutir com você. Dá-me logo a merda da gasolina e volta pro seu banheiro cheio de revistas da playboy. – sorri mentalmente.

- Ué? Não era você que me chamava de gay? Como assim? Mudou de opnião. – seu sorriso torto me irritou. – Ah, é verdade. Eu provei para você que não sou.

- P-Provou? – Gargalhei sem vontade alguma, jogando a cabeça para trás. – Como? O beijo? Aquilo nem foi um beijo aceitável.

- A não foi? Interessante saber disso. – Deu uma pausa ainda rindo. – Acho que não fui eu quem disse: Foi incrível, eu nunca senti essa sensação antes. – Fez aquela voz feminina de novo.

Olhei para o carro e vi Alice se encolher escondendo o rosto com as mãos. Ele sorriu, e meus nervosos gritaram. “Eu vou matar essa vagaba”.

- F-Foi... por que eu não queria te humilhar na frente da sua irmã. – Ele sorriu mais ainda.

- Sei. – Fiquei muito nervosa. Estava tremendo?

- Para mim continua sendo o mesmo gay de sempre. – Ele parou de rir e se aproximou rápido demais.

Me empurrou fazendo meu corpo bater no carro, e colou seu corpo no meu. Juro que se não estivesse escorada no carro, cairia, pois minhas pernas ficaram fracas. Segurou em meu rosto, e com toda força me beijou. Seus lábios pressionavam os meus com fúria, fazendo minha boca doer. Mesmo assim, era a sensação que senti na primeira vez. Involuntariamente, abri a boca, e ele se colou mais ainda em mim. Sua língua se entrelaçava na minha e seu coração acelerado parecia bater junto com o meu. Suas mãos passaram a percorrer meu corpo, como se fosse sua propriedade. O beijo sufocante, tirou toda a minha força e fez eu querer me aprofundar naquilo. Sua mão agora na minha nuca puxou meus cabelos de leve, o que me fez pirar. Afastou nossas bocas, e nossas testas ficaram coladas. Meus olhos ainda estavam fechados, e nossas respirações estavam alteradas. Ofegantes, ficamos assim por uns segundos, agarrados um no outro.

Do nada notei o que tinha realmente acontecido, e o empurrei.

- Falei para não fazer isso de novo. – Arfantes se distanciou.

- Desculpe. – Foi só o que ele conseguiu dizer.

Fechei os olhos, envergonhada. Desejando dar uns socos na minha cara. Aquele beijo me provou que não adiantava fugir, era aquilo que dentro de mim eu queria. Tentei controlar a respiração, mas não adiantou. Meus pensamentos faziam meu coração acelerar. Descolei meu corpo do carro e abri a porta, sentando no banco do motorista.

- A gasolina, por favor. – Minha voz estava fraca. Vi ele andar até seu carro e abrir o porta-malas pegou uma bombona de vinte litros. Andou até a trazeira e foi depositando o combustível no tanque.

- Bells, isso foi incrível. Quase que vi sair faíscas. – Queria esquecer e a mongol me lembrando.

- Esquece isso. – Pus as mãos no rosto, e senti minhas bochechas queimarem.

“Pronto”! “estou ferrada”! Queria não ter que admitir que gostei daquele beijo. Tinha acabado de chegar e fui me envolver logo com o pior cara possível. Não queria aquilo, mas o beijo era um sinal claro de que meu corpo pedia pelo dele.

“Quem manda nessa merda sou eu, e eu te ordeno, esqueça-se disso coração idiota”. Gritei para mim mesma.

- Já está cheio. – Olhei ele entrar no carro e dar meia volta.

Partiu sem ao menos se despedir. Alice, estava com cara de besta, olhando o irmão se distanciar.

- Eu juro que se tivesse esse tipo de ligação com alguém me entregaria de corpo e alma. Bells, eu vi o que aconteceu. Foi incrível. – Encostei minha cabeça no banco, sentindo meus lábios latejarem por ele ter me beijado com tanta fúria.

- Eu disse para esquecer disso Alice. – Sussurrei.

- Isabella Swan. Você não manda no seu coração. Ele quer o Edward. – “Mas ele vai me querer do mesmo modo”? Perguntei a mim mesma. “NUNCA”.

- Eu mando nessa bosta de coração, ele está aqui para me servir, não eu servir a ele. – Irritada liguei o carro, que pegou no mesmo instante.

Parti, querendo deixar naquela estrada idiota aquele episódio maluco. “Outro beijo”. “Quando isso vai parar”? Uma voz falou em minha cabeça : Quer mesmo que isso pare?

- AAARRRGH. CHEGA! – Gritei. Alice me olhou assustada.

- Me deixe em casa, antes de cometer suicídio. Por favor. – Nem fiz questão de responder.

Estava tão afundada naquela bosta daquele beijo, que não consegui ouvir nada além do barulho do motor.

POV. EDWARD.

O volvo corria mais que o normal, pensava no que tinha feito, sem ter nenhum arrependimento. Sorria olhando para o retrovisor. Nenhum Black vai conseguir tirar ela de mim... Ela é minha? Não importa. Seria! Estacionei já na casa, sai e entrei subindo as escadas. Lembrei-me de cada passo que dei e de cada palavra da pequena briga, sorria sem parar e queria repetir aquilo. Toquei com indicador em minha boca e pude sentir o gosto dela. Beija-la foi meio arriscado, eu esperava que ela me empurrasse e me xingasse, mas ela não fez. Quando forcei minha boca na dela, a resposta foi sua boca se abrir para que eu pudesse beija-la de verdade. Era estranho, tudo aquilo em poucos dias. Emoção que não senti nunca agora sentia, com a garota irritante que sempre me deixava com ódio do mundo e de mim mesmo por não mata-la, agora essa mesma garota me deixava arrepiado e fazia-me sentir sensações maravilhosas. Me forcei a sentar na cadeira perto da escrivaninha. Olhei para o tempo. Na verdade não olhava para nada. Só pensava nela.

- Preciso da sua ajuda. – Rosalie invadiu o lugar.

- Pode entrar eu deixo. – Falei risonho, ainda sentado.

- Quero que me ajude com a Bella. – Estava agitada.

- Eu vou ajudar com a festa, já falei. – Olhei para a vidraça novamente, torcendo para que ela fosse embora.

- Alice chegou agora, e esta dizendo que a Bella, quer ficar com o Jacob, para esquecer que beijou você. Ela quase o beijou hoje, mas só não aconteceu por que Alice inventou que mamãe tinha ligado para ela. Ela não pode ficar com ele. – Rosie parecia querer chorar. Levantei bruscamente, querendo enforcar a imbecil da Bella.

- O QUE? – Gritei nervoso. Nunca que aquele Black babaca iria beijar a minha Swan.

- É isso mesmo. – Alice entrou ofegante. – Eu impedi o beijo. Olha acho melhor vocês agirem de uma vez. A Bella é teimosa. Ela cismou que vai esquecer do seu beijo se beijar outra pessoa.

- Eu vou contar para ela que a Rosie ficou com ele. – Disse decidido.

- NÃO! Ela vai me odiar. – Cocei a cabeça freneticamente.

- E por quê? Ela por um acaso gosta do Jacob? Não pode mentir para ela. – Disse.

- Eles eram muito colados, e ela vai me odiar quando souber o que fiz, como o tratei. – Rosalie andou até a cama e se jogou. – Eu sou apaixonada por ele. E sei que ele nunca mais vai querer nada comigo, mas eu não vou conseguir ver a Bella com ele. Vou morrer.

- Deixa de ser dramática. O que os Cullens não podem fazer? – Alice sorria parecendo ter um plano em mente.

- O que tem em mente? – Perguntei sentando de novo na cadeira.

- Na festa surpresa da Bella, você... – Apontou para Rosalie. – Leva Jacob para o chalé, e se desculpa, se humilha. Você o ama, e então tem que correr atrás do prejuízo. E você... – Apontou para mim. – Distrai a Bella, que vai estar distraída o suficiente com os convidados, então seu trabalho vai ser moleza.

- E no que isso vai dar? – Parecia mesmo sem sentido.

- A Rosie vai se reconciliar com Jake, que visivelmente ainda gosta dela, e Jacob não vai se envolver com Bella, o que deixa o caminho livre para o românce. É simples. – Sorriu parecendo uma gênia.

- E se esse plano doido não der certo, e se ele me esnobar. – Perguntou Rosie.

- Pior do que você o esnobou não vai ser. Não custa tentar. – Ficamos pensativos.

- Que se ferre o orgulho, eu não vou deixar Black nenhum beijar minha Swan. – As duas olharam espantadas, e explodiram em uma gargalhada.

- Eu juro que esperava que um godizila saísse do lago cayuga, mais do que ouvir você falar assim. – Disse Rosalie. As duas gargalhavam como loucas.

- Se contarem isso para ela, vão perder uma mão. – Disse serio.

- Então está combinado? – Alice perguntou ainda rindo.

- Está! – Eu e Rosie falamos juntos.

Iria fazer de tudo para ter ela para mim, sabia que não ia ser fácil, mas iria até onde conseguisse.

Notas finais
Gostaram? Continue lendo. *___________*