Notas iniciais
Heeeeey! Pessoas! *u* #feliz Consegui postar "rápido" dessa vez! Nhow~~ agradecimentos especiais a Cupcakeglambert, yamyam ♥ , Queen Vee, DetonatorThreatAngel, Tabata Barreto, Princesa Bonnie (renata), Ophelia... Meus Deus, são tantas pessoas especiais que estão me ajudando e incentivando (principalmente Emily aqui do meu lado me chamando me chamando de frango, viado, e uke,mas me ama -3- #Irmã #preta #Diwa #poderosa #perigosa pelo menos, foi o que ela disse -3- ) HUSAHUASHU Espero que gostem do capítulo ♥ Obrigada por tudo gente! ♥

Não demorou para que a gente chegasse na caverna. Ficava um tanto distante do meu Reino, mas quando Marcy me trazia pra cá nas nossas fugas durante a madrugada não parecia tão distante. Talvez o fato de passar meu tempo com ela diminua a intensidade das coisas ruins. Durante o trajeto inteiro Marcy e eu conversamos sobre o que houve comigo, sobre como me tornei uma “garota chocolate” e tudo o que aconteceu até então. Fiquei com medo que ela se chateasse por eu ter feito uma poção pra stalkear ela de longe, até pensei em inventar uma desculpa do tipo "a verdadeira função da poção era usar nos soldados do reino doce e entrar no território inimigo para poder ver suas fraquezas" Mas.. foram mentiras que causaram toda essa situação, então acredito que seja a hora de contar toda a verdade.

Ao contrário do que pensei, ela riu da minha justificativa em querer observá-la no show e veio se gabando o caminho todo do "quanto eu não consigo viver sem ela" Vampira idiota..

É. Eu estou revirando os olhos nesse exato momento. Mas, quer saber?

Fico feliz por ela não ter ficado brava, nem triste por eu ter mentido. No fim de tudo ela simplesmente me disse “Eu entendo” e sorriu. É estranho... Em outra ocasião ela teria explodido em berros fazendo aquela assustadora cara de morcego transformado que ela usa pra fazer o Jake marcar território, se é que me entende. Será que ela está me escondendo algo..?

— Pronto Bonnie. Estamos em casa! -Perdi a linha de raciocínio quando pousamos sob o chão de madeira que dava na pequena área antes da porta. Marceline foi um amor comigo. Me levou nos braços até chegarmos no sofá, onde com cuidado, ela me deixou sentada. — Sua perna ainda dói? — Ela parecia preocupada.

— Er.. Na verdade não. Só arde um pouco, mas vai ficar tudo bem. — Sorri e ela me retribuiu o sorriso.

— Vou fazer um curativo! -

— N-Não precisa Marcy! — Corei um pouco nervosa. Não queria dar trabalho.

— Tudo bem Bonnie, não vai doer, ta bem? — Marceline sorriu mais uma vez, deixando a mostra uma de suas presinhas e logo em seguida me deu um selinho demorado — Quero cuidar de você, será que eu posso Princesa "Jiloba"? — Errando meu nome, de novo?! Argh!

Fiz bico e cruzei os braços irritada.

— É JUJUB.. — Antes que eu pudesse terminar a frase mais um selinho me fez ficar calada corando até as orelhas. E eu... Adoro quando ela faz isso!!

— Eu sei, bobinha — Marceline sussurrou baixinho antes de piscar e ir até a cozinha, flutuando. Ela procurava o kit de primeiros socorros no armário enquanto um sorriso bobo se mantinha em meus lábios. É como conhecer uma pessoa totalmente diferente da que estou acostumada e... confesso que estou adorando!

— Bonnie.. — Marcy chamou minha atenção ao sentar-se no chão, com uma pequena maleta branca que.. Eu tenho certeza que era vermelha, mas né. — Me dá sua perna aqui.. — Ela comentou baixinho segurando meu tornozelo e colocando-o sob um de seus joelhos. — Já sei! — Um sorriso novamente se formou em seus lábios acinzentados, o sorriso mais lindo. Marcy abrira a maleta pequena e com um cuidado incrível começou a limpar e por o curativo em minha perna. Estava sendo tão gentil, tão atenciosa.. O que aconteceu pra a Marcy mudar assim de repente? Isso definitivamente está me deixando com um chiclete atrás da orelha...

Enquanto isso, na floresta negra...

— Não adianta cara, não vamos encontrá-la!! — Finn comentou frustrado chutando mais um galho aleatório. Já estava ali há horas e nenhum sinal da princesa. Chegava a ser desesperador.

— Calma irmão! Nós vamos encontrar! E depois trazer a princesa sã e salva de volta pra o castelo! Não tem erro, cara! — O cão mágico comentou com entusiasmo, mesmo sabendo que, no fundo até ele já começara e perder as esperanças. Mas não podia deixar que o menino percebesse isso. O garoto precisava dele, era seu apoio, seu “irmão”, seu melhor amigo. E acima de tudo a Jujuba era a garota que o Finn amava, sabia que se não a encontrassem a dor do humano jamais teria um fim e.. consequentemente, a dele também não.

— Eu não sei Jake.. Já procuramos em todo canto.. Em cada lugar da Terra de Ooo. Escalamos montanhas, atravessamos rios, viemos parar na floresta negra! E nem sinal da Princesa Jujuba!! — O humano continuou com voz alterada. — Queria tanto ser o herói dela, mas agora nem sei onde encontrá-la. — Disse por fim, cabisbaixo, com o rosto coberto pelas duas mãos e os olhos bem apertados, criando em sua mente a imagem de uma rosada sorrindo pra ele. Se perguntava como a deixou escapar daquela forma.. E jurou pra si mesmo que daria a maior surra no responsável pelo desaparecimento da princesa.

— Nós vamos conseguir, irmão. Eu prometo. — O cão sorriu de leve envolvendo o corpo do garoto com um braço mole que nem gelatina e com seu braço livre e elástico formou três miniaturas. Uma era ele, a outra o Finn e por fim Jujuba. Todos sorrindo felizes. Isso fez o garoto humano sorrir também. Mesmo que não tivesse seu amor, sem dúvida tinha um grande amigo

— Obrigada cara... Então, vamos! Temos muito que procurar — O loiro comentou empunhando sua espada para cortar um galho grande que estava no caminho.

— Isso aí! — O cachorro amarelo comemorou ondulando seus braços numa dancinha adorável. Continuaram o trajeto sem destino pela floresta. Por sorte nenhum monstro havia cruzado seu caminho. Isso era meio inédito de se acontecer logo naquela parte da terra de Ooo.

— Ei Jake, não acha que está tudo calmo demais..? — Finn estreitou os olhos ainda empunhando sua espada reluzente, cortando algumas plantas de aparência estranha que haviam pelo caminho.

— É. Você também percebeu? — O cão olhava ao redor.

— Sim, é como se todos tivess.. JAKE!! — o humano gritou em desespero quando pisou em falso no chão,caindo por uma ribanceira e rolando por uma ladeira cheia de plantas e galhos que se espalhavam na grama seca.

— Finn!! — O cão pulou sem pensar duas vezes, agarrando um dos braços ao tronco de uma arvore próxima. Finn continuava rolando em direção a uma enorme pedra posicionada no ponto mais baixo da ribanceira . Por um segundo achou que ficaria inconsciente, mas antes que o corpo do loiro atingisse a imensidão rochosa, Jake o segurou com um dos braços, envolvendo Finn num casulo amarelo formado por sua pele, evitando assim um impacto maior quando chocou-se com a pedra.

— Finn, você ta legal?! Fala comigo cara! — O cão gritava fazendo seus braços voltarem ao tamanho normal, enquanto Finn se mantinha deitado no chão, numa tentativa dificultosa de ficar de pé.

— Eu to bem, foram só uns arranhões — Disse tirando algumas folhas que haviam ficado presas em sua touca branca. — Obrigada Jake! Nossa, essa foi bizarra, cara. — O menino comentou observando a distância que estavam do topo da ribanceira por onde desceu rolando, era bastante alta.

— Nem me fale! — Concordou o cão.

— Cara, o seu braço! — Os olhos azuis do menino se dilataram com a surpresa de ver que um dos braços de seu amigo estava bastante machucado. — Desculpa Jake, eu.. -

— Tudo bem Finn! Quando a vida de um amigo está em perigo, devemos protegê-lo com a nossa! – Jake afirmou fazendo o garoto abraçá-lo forte – Chega pra lá! Oh! Não gruda não hein! – O humano não pôde deixar de rir. Era claro que tinha o melhor amigo de todo o mundo. E sabia que no fundo, faria o mesmo por ele. – Finn.. – O cão amarelo chamou-lhe a atenção – Ta sentindo isso? – Jake farejava alguma coisa no ar, fungando umas duas a três vezes.

— Não! Eu não nasci com nariz de cachorro! O que ta sentindo?! – O garoto perguntou preocupado já se preparando caso algum monstro resolvesse aparecer.

— Cheiro de.. – Os olhos do cão pareciam brilhar — Jujuba!! – Aquele nome nunca soou tão doce aos ouvidos do Finn.

— ONDE?! –

— Por alí! Vem! – O cachorro mágico usara suas quatro patas para correr mais rápido naquela direção onde algumas árvores estavam caídas no chão. Era como se algo grande o suficiente para destruir uma cidade tivesse passado por lá. – Olha Finn! Alí!! – Jake parou apenas para apontar um pedaço de tecido rosa que havia preso em um galho das muitas arvores que haviam no chão. O humano correu eufórico até lá, pegando o tecido em mãos e analisando-o por alguns segundos antes que um sorriso enorme se firmasse em seu rosto corado de emoção.

— É DELA JAKE! É um pedaço de vestido, dela! Eu reconheceria esse vestido em qualquer lugar! Jake! Ela esteve aqui! Ela ainda está na terra de Ooo! – O garoto pulava como uma criança sem tirar os olhos do pedaço de pano rosa e sujo de lama em suas mãos. Suas esperanças estavam voltando pouco a pouco.

— Da hora!! Eu te disse que iriamos encontrar! Estamos perto! Mas Finn.. – O cão fez uma pausa séria.

— O que foi Jake? – O sorriso não saia do rosto do menino nem um milésimo se quer. O cão engoliu as palavras que estava prestes a dizer e simplesmente ondulou o corpo.

— Vamos procurar mais pistas! –

— Isso! É hora de Aventura! – Finn gritou entusiasmado. Jake apenas gritou um “yeah!” com sua voz rouca. Mas em sua mente uma ideia não muito agradável se formava. Pelo estado daquele lugar.. Provavelmente algum monstro havia aparecido, isso era óbvio devido as árvores. Mas Finn estava feliz demais para perceber isso agora. Jake decidiu que não seria ele a dar aquela opção, o menino estava tão feliz.. Queria deixar ele aproveitar cada segundo sem preocupá-lo.

— Jake? – A voz do loiro lhe tirou de seus pensamentos. – Me ajuda com essa pedra aqui! –

— Okay! – O amarelo se aproximou enterrando de vez aqueles pensamentos. Pelo menos agora tinham um ponto por onde começar, isso já facilitava bastante.

— Princesa.. Eu com certeza vou te achar.. – Finn sussurrou baixinho sem tirar os olhos do tecido rosa o qual apertou forte entre os dedos e guardou no bolso de sua bermuda azul. Não desistiria agora.

~ x ~

— Terminei! — Marcy sorria de forma orgulhosa. Nunca vi um curativo com tanta fita em toda minha vida. Estava torto e mais parecia que ela estava enfaixando uma múmia, mas não posso negar que achei adorável.

— Olha, até que você leva jeito Marcy — Comentei sorrindo como uma boba. Ela parecia muito feliz depois de ouvir aquilo. Não custa ser gentil. Não é?

— Eu sei, sempre que meus brinquedos quebravam eu cuidava deles. Mas geralmente eu usava agulhas, facas, se você quiser eu.. -

— Entendi! Entendi! Deixe assim como está! Está perfeito! — Abri um sorriso nervoso e me inclinei para frente, abraçando a Marcy com força. Owwn.. Morro de medo de agulhas..

Choraminguei em silencio, fazendo careta.

— Tudo bem então. Quer que eu te leve até o quarto? Também posso trazer algo pra a gente comer, se quiser. E .. -

— Marcy — A interrompi, olhando em seus olhos. Pude notar que suas bochechas pálidas ficaram um tanto rosadas. — Posso te perguntar uma coisa? —

— Er.. Claro.. —

— Você.. Está diferente.. — Comentei com receio.

— Como assim, diferente? -

— Mais.. Gentil, sabe? N-Não que eu esteja reclamando! — gaguejei um pouco nervosa — É só que.. Eu não conhecia esse seu lado e.. Eu estou muito feliz por poder conhecer.. — Notei as bochechas da Marcy ficarem ainda mais vermelhas, ela olhava pra cima, para os lados, para o baixo ao lado do sofá, para a poeira cósmica, menos pra mim.

— É só que.. — Enfim ela resolveu olhar um ponto fixo... O chão — Eu estava com medo Bonnie. Quando eu soube que você havia desaparecido, fiquei desesperada.. Achei que nunca mais te veria de novo, que nunca mais conseguiria implicar com você.. E nem poder dizer o quanto você era importante pra mim.. — Marceline estava mais nervosa do que em todas as outras vezes, eu podia notar que ela raspava de leve as unhas no chão, talvez estivesse tentando apenas arrumar coragem ou algo parecido. — Então.. Agora eu quero poder te mostrar o que eu sou.. E não o monstro que todos me fazem parecer.. — Com um sorriso meigo levantei seu rosto apenas para beijá-la de forma carinhosa, um beijo calmo e cúmplice..

— Você não é um monstro. Nunca foi.. É apenas uma vampira tímida.. que tem a voz mais sexy que eu já ouvi — Ao ouvir aquilo ela deu uma risadinha provocante e nossos olhares se encontraram. Mordi o lábio inferior sem quebrar o contato visual e como resposta Marceline me puxou pra perto unindo seus lábios aos meus, que ela chupou numa mistura de carinho e malícia.

— Tenho é ? —

— Com certeza.. — Sussurrei levemente em seu ouvido antes de mordiscar a pontinha de sua orelha de vampira. Toda aquela proximidade me causava sentimentos e vontades estranhas.. Era como se.. Fosse uma necessidade estar ali com ela, fazendo aquele tipo de coisa que em outra ocasião eu estaria me culpando por cada toque. Mas agora... É tão diferente e.. Bom.

— Bonnie... — Marceline sussurrou baixinho em meu ouvido antes de apertar minha cintura com um pouco de força, arranhando ali com suas unhas afiadas e negras..

— Eu quero.. — Suspirei.

— O quê? -

— Você — Falei sem pensar, puxando-a para um beijo intenso onde as línguas estavam em busca de cada vez mais espaço. Nossos narizes roçavam um no outro em meio ao beijo sempre que uma das duas deixava a cabeça pender para o lado. Era a primeira vez que lhe beijava assim.. E dessa vez.. Eu não quero e nem vou parar.

Notas finais
Opas... Próximo capítulo promete ;3 Espero que tenham curtido e aguardo suas opiniões felizes *u* Beijinhos em todos, beijinhos especiais pra YamYam ;3 E mordidas na Tyna ;3 HUASUHASH tentativa de mordida fail na Glambert ;-; Beijinhos purpurinados para a Queen ♥ e MIL ABRAÇOS DOCES em todos ♥ Beijinhos~ e para aqueles que estavam afim de ver o meu cosplay da Marcy é só me add no facebook :3 Que está no meu perfil, tem um cover também, cantando "Sou seu problema" espero que gostem. Beijinhos~ (de novo) -q Fui que tem uma preta aqui, #Bostando imagens ♥ HUSAHUASHU