Doce Como Chocolate
12 Capítulo 11
Notas iniciais
E obrigada Jessy por ficar me cobrando xD HUSAHASHU Agradecimentos também as minhas pirralhinhas lindas Bolinho, Bels, Renata, Tyna, Tata e Aya(Que ultimamente ta me ajudando bastante) Obrigada a vocês meninas! >< E espero que gostem do capítulo o/
Até lá embaixo! E obrigada pela compreensão :c Bejinhos!
- Você vai passar o resto da eternidade deitada nesse sofá?! — Resmunguei enquanto terminava de lavar a ultima panela suja com geléia morango.
- Mas, mas.. Eu não consigo me mexer Bonnie.. — A vampira choramingou ainda largada sobre o sofá, com uma das mãos sobre a barriga estufada.
- Isso que dá ser comilona! Eu te disse pra deixar algumas panquecas pra o jantar. Mas nããão! Você tinha que comer todas as sete! — Revirei os olhos relembrando a cena. Marcy com os olhos brilhantes devorando as panquecas uma a uma como se o mundo fosse acabar depois de cada mordida.
- E que culpa eu tenho se minha namorada faz as melhores panquecas da terra do Ooo?! -
- Pare de me bajular, se pensa que vai ganhar beijinhos depois daquilo que fez comigo hoje de manhã, está muito enganada! — Afirmei de forma severa, tirando o avental branco e deixando-o dobradinho sobre o balcão. Me aproximei do sofá e fiquei encarando a tão temida Rainha dos Vampiros ter uma dor de estômago daquelas.
- Bonnie.. Se eu morrer.. Saiba que eu sempre te amei.. E que em todos esses mil anos de vida.. Nunca comi panquecas mais gostosas que as suas.. Oh! Bonnie.. Minha visão está ficando tão escura.. — Marceline agonizava cobrindo os olhos com um dos braços enquanto fingia chorar. Juro que só não vou jogar a panela na cabeça dela nela porque estou realmente preocupada, apesar do drama.
- Se morrer, enterra. Quer um remédio ? — Falei com desdém.
- Que insensível você, hein! — Marcy fez uma careta, enfim parando de tentar ganhar o Oscar como melhor atriz coadjuvante. Não pude evitar sorrir. Ela era uma graça até mesmo quando fazia essa carinha de emburrada.
- Olha só quem ta falando! — Baguncei o cabelo dela de forma carinhosa. Se bem que já fazem uns dias que ela está mais manhosa que o normal. Isso é bom, eu adoro quando a Marcy brinca de ser gentil, se é que me entende.
- Bonnie.. — A vampira segurou a minha mão, sentando-se no sofá e me puxando pra sentar ao seu lado. — Sabia que o seu cheiro me faz perder a cabeça.. ? — Marceline sussurrou em meu ouvido, arrastando a pontinha da língua por ele, soltando um breve suspiro que me fez arranhar o sofá com certa necessidade.
- Não adianta provocar, eu estou de greve! — Murmurei em um tom sério que logo desapareceu quando os dentes da Marcynha arranharam deliciosamente o meu pescoço.
- Você disse que não iria me beijar.. mas não falou nada sobre.. — A temperatura do meu corpo aumentou num ritmo intensamente excitante ao sentir as mãos pequenas da Marcy apertarem meus seios por cima da camisa lilás que eu usava. — Isso.. — Sua voz sacana ecoava em minha mente enquanto seu corpo se deitava sobre o meu e uma de suas pernas se encaixava entre as minhas.
- Hmm... — Deixei escapar um leve gemido quando o joelho da Marcy se moveu e pressionou maldosamente o ponto sensível entre as minhas pernas, mesmo por cima da calça preta.
- Ontem você foi uma garota muito má Bonnie.. Acho que merece um castigo.. — Marceline sussurrou tirando uma mexa de cabelo do meu rosto.
- Que tipo de castigo..? — Perguntei agarrando os cabelos dela próximo a nuca e puxando-a para morder sua boca, fazendo a Marcy soltar um gemidinho de dor.
- Opa.... — Comentei num tom maldoso vendo as presinhas da vampira formarem um sorriso sádico e incrivelmente sexy. Eu adoro quando ela sorri assim..
- Engraçadinha você.. Vamos ver o quanto consigo deixar minha Bonnie excitadin… -
- MARCELINE! — Um grito desesperado nos fez gritar juntas, assustando a Marcy que sem nem perceber já havia caído no chão.
- Ai, meu Glob!! — Gritei cobrindo a boca com as mãos enquanto ela flutuava revoltada até a porta, provavelmente se preparando para mandar pra o quinto da Noitosfera quem quer que estivesse nos atrapalhando naquele momento.
- O que é, desgraça?! — A vampira gritou assim que abriu a porta tomando sua forma de morcego de olhos vermelhos.
— Eu te disse que não era uma boa ideia, cara!! — Uma voz conhecida berrou. Aquilo ela.. JAKE?!
- Finn?! O que você ta fazendo aqui?! — Marcy perguntou surpresa.
- Marceline! Achamos uma pista do paradeiro da Jujuba! — Finn comentou animado já entrando em casa, parando diante do sofá quando me viu.
- Hey! Quem te deu permissão pra entrar assim?! — Marceline reclamou batendo a porta, provavelmente deixando o medroso do Jake lá fora.
- Quem é essa? — Finn perguntou arqueando uma sobrancelha. — Ela me parece familiar.. Já nos encontramos antes? — Gelei de imediato, por um segundo me senti mais morta que a Marceline.
- A-Acho que não! — Dei um sorriso desconcertado. Que droga, se ele me descobrir já era!
- Ah.. Entendo.. — Ele comentou ainda me observando. Marcy faça alguma coisa..!!
- Me diz logo o que você quer e cai fora. — Marceline flutuou até o meu lado sentando-se junto a mim no sofá. — Vai ficar tudo bem, apenas fique calma e evite falar.. — Ela sussurrou num tom que apenas eu consegui escutar. Me senti mais aliviada. Era sempre bom poder contar com ela..
- Então, eu encontrei um rastro da Princesa Jujuba! Olha! — Fiquei surpresa ao vê-lo tirar um retalho do meu vestido de dentro do bolço. Sempre achei o Finn meio.. Obsecado.
- Onde achou isso? Tem certeza que é dela? Bem.. Ela não é a única criatura que se veste de rosa no Reino Doce. — Marceline comentou tentando despistar qualquer vestígio de que sabia onde eu estava.
- Claro que é dela! Eu reconheceria esse vestido em qualquer lugar! — Ele afirmou orgulhoso — Eu e o Jake encontramos perto da floresta negra, preso a um galho de árvore, que por sinal, estava derrubada. Algum monstro enorme passou por lá, tenho certeza! Mas, é possível que ela ainda esteja viva, não podemos perder as esperanças! — Finn sorriu confiante. Posso.. Me sentir um lixo agora?
- Cara, é claro que ela ta viva! A Bonnie é teimosa demais pra morrer assim! — Marceline resmungou cruzando os braços enquanto eu fuzilava ela com o olhar. Finn soltou uma bela risada pelo que a Marcy disse. Dois bobões.
- Eu sei! Exatamente por isso que vou continuar procurando! Nem que eu tenha que passar o resto da minha vida nisso! — Ele gritou batendo contra o peito o retalho do meu vestido. Ah, Finn..
- Já pensou que.. Ela pode estar bem? — Marcy falou com certo receio fazendo Finn prestar mais atenção ao que ela dizia. Acho que ele não entendeu. E pra falar a verdade.. Eu também não. Percebendo isso, Marcy continuou. — Sabe, Finn.. E se ela estivesse feliz agora? Longe do Reino, longe das obrigações, longe de toda aquela Chatice Real… A Jiloba é muito ocupada, sempre trabalhando o tempo todo, mal tem um tempo pra ela. Fora que as “regras” não permitem que ela faça muita coisa. Já pensou que ela podia.. sei lá, só ter tirado umas férias disso tudo? E você aí preocupado em levar ela de volta pra aquele mundo cheio de obrigações e solidão constante? — Marcy..
- Eu não.. Tinha pensado nisso. — O loiro sentou-se no chão apoiando a sua espada no colo. Eu apenas observava aquilo tudo, mas minha mente estava tão turbulenta com os mais diversos pensamentos que era realmente difícil me pronunciar a respeito de algo.
- Pois é. — Marcy suspirou — Sabe que ela pode nunca mais voltar, não é? — Mas do que ela está falando? Nunca mais voltar? Ela ta louca?!
- Eu sei.. — O garoto afirmou triste. — Mas eu não posso parar de procurá-la! É meu dever, eu prometi protegê-la até o fim. Então, não vou descansar até saber o que aconteceu. Todos estão preocupados. Que a Princesa não me ouça, mas o Reino está um caus completo sem ela! Os doces andam tristes, desmotivados. O dia da visita do Reino do fogo que era pra ser amanhã foi adiado para depois de amanhã. Não é muito tempo, mas foi o máximo que conseguimos.. Eles ainda não sabem do desaparecimento da Princesa. E se souberem, não sei o que pode acontecer ao Reino Doce. O Rei do fogo sempre quis o domínio das terras da Princesa, sem ela aqui então, como posso combater uma exército inteiro sozinho? Se a Princesa não voltar, eu não sei o que vai ser daquele povo.. E nem de mim. — A melancolia na voz dele fez com que meus olhos começassem a arder e não demorou muito para que as lágrimas escorressem pelo meu rosto, fazendo uma trilha até meu queixo. Ele me olhava sem entender nada. E a Marcy parecia preocupada.
- Hey! Por favor não chor.. — Marcy já ia falar quando a interrompi. Dando um tapa na mão dela que vinha em direção ao meu rosto para secar minhas lágrimas. De fato, ela ficou surpresa, me encarando assustada.
- Eu posso ajudar a encontrá-la! — Falei decidida tentando secar as lágrimas.
- Do que você ta falando?! — Marceline indagou apavorada.
- Pode mesmo?! — Finn perguntou surpreso, com um sorriso enorme no rosto de menino.
- É claro que ela não.. -
- Posso sim! — Afirmei mais uma vez encarando a Marceline. Travávamos uma batalha silenciosa pelo olhar. Ela me olhava dizendo “O que diabos está falando?!” E eu respondia com a expressão “Sei o que estou fazendo” Demoramos um tempo para aprender a nos comunicar assim, mas pelo visto, foi útil. — Se me der uma chance, posso tentar encontrar a Princesa Jujuba. Mas vai ter que confiar em mim, rapaz -
- Claro! Toda ajuda é bem vinda! -
- Olha Finn, nós duas estávamos discutindo um assunto muito sério quando você chegou. Não quero ser chata, é que nós REALMENTE precisamos conversar. — Marceline me encarou brava e eu não deixei por isso mesmo, retribuindo o mesmo olhar.
- Ah.. Okay.. O clima ta tenso. Então eu acho que vou.. Eu vou me mandar. — Ele comentou engolindo seco. Poderia jurar que mini raios estavam fazendo faíscas do contato visual entre mim e a Marcy. — Foi um prazer te conhecer.. Ahm... ? -
- Emily — Falei com desprezo, cruzando os braços, ainda sem quebrar o contato visual com a Marcy.
- Prazer Emily. E até mais Marcy! Quando tiver novas notícias sobre a Princesa você será a primeira a saber! Não se preocupe, vamos achá-la!- Tendo dito isso Finn correu até a porta e saiu. Realmente o clima estava tenso. Mas pelo visto já era hora. Marcy flutuou até a janela para ter certeza que eles já haviam ido embora. Esperou um pouco até o Jake sair da caverna com o Finn nas costas, voltando a me encarar de forma brava.
- Mas o que porra foi isso agora?! — Esbravejou ela quebrando aquele silencio que já estava me tirando do sério.
- Do que você ta falando?! Não ouviu o que ele disse?! Meus súditos precisam de mim! — Gritei de volta.
- Quê?! Eu pensei que você estivesse feliz! Você me disse que estava! -
- Não é questão de estar ou não feliz, Marceline! Eles são meu povo, minha família! Sabe o quanto dói saber que eles estão desse jeito deplorável por minha causa?! Enquanto eu estou aqui, curtindo, ele estão la sofrendo?! Você acha que isso é certo?! — A esse ponto já estávamos gritando uma com a outra que nem dois animais selvagens em uma briga faminta por comida. Porque ela não se esforça um pouco pra entender o meu lado?!
- Certo ?! E o que é certo?! Você sofrer todos os dias, presa naquela droga de castelo, sem conhecer nada do mundo aqui fora?! Perder longos anos da sua vida assinando papéis inúteis e sorrindo falsamente para seus “súditos”?! É isso que é certo?! Pare de pensar só nos outros e pense um pouco mais em você! -
- Você não sabe do que está falando! Eu amo o que faço! -
- Então quer dizer que você ama mais suas obrigações do que a mim?! — Ela perguntou num tom de voz mais alto que o meu, fazendo-me silenciar.. Era como se meu coração estivesse dissolvendo aos poucos que nem algodão doce… Eu não.. — Diz Bonnie! diz na minha cara que isso é verdade! — Ela se aproximou de mim, olhando bem no fundos dos meus olhos — Diz.. Na minha cara que você prefere ser infeliz bancando a garota perfeita do que viver aqui comigo.. — Chorávamos juntas, mas ainda sim, não nos permitíamos dar o braço a torcer.. Desviei o olhar, soluçando. Não poderia dizer isso.. Eu definitivamente não podia..
- Olha pra mim.. — A voz da Marcy acariciou a minha alma com aquele tom carinhoso no momento em que suas mãos encontraram as minhas. — Eu não quero que você chore.. É tão difícil assim compreender que eu tenho medo..? Medo de perder você, Bonnie..? — E quando eu pensei que já não me restavam mais lágrimas para chorar, ela vem e me prova novamente que eu estou errada. Ela estava ali, bem diante de mim, me dizendo que.. Tem medo. Marceline, pela primeira vez em mil anos, me disse que tinha medo… — Por favor.. Fica comigo… — Ela suplicou.
— O meu Reino.. — Antes que eu pudesse terminar, sua voz encobriu a minha.
— Eu odeio!! Odeio.. A droga do seu Reino! — Como ela ousa?! — ODEIO AQUELE MALDITO E AZEDO REINO DOCE! -
- Deixe de ser egoísta! — Num impulso emocional gritei alto o suficiente para que alguns morcegos do lado de fora da caverna se assustassem, acordando de seu sono matinal e fazendo barulhos irritantes enquanto sobrevoavam a casa. Porque ela sempre pensa só nela!? Ainda bem que eu.. Meu Glob.. O que eu fiz…?
- … — Os olhos dela se mantinham arregalados, ela me olhava como se não me conhecesse. Parecia assustada e completamente sem chão...
Minha mão.. Havia acertado em cheio o rosto dela.. Com um tapa. As presas da Marcy agora mordiam forte seus lábios acinzentados segurando os soluços que vieram junto com aquelas lágrimas.. Me senti morrer naquele instante.
- Marcy, eu.. — Tentei me aproximar, mas ela se afastou flutuando. Seus olhos foram cobertos pelo cabelo quando ela se manteve cabisbaixa. Eu.. Oh Glob! Eu não queria..
Ela lentamente flutuou até o sofá, pegando seu baixo que estava bem ali ao lado. Tocou aleatoriamente algumas cordas antes de olhar pra mim, ainda chorando.. Em seu rosto pálido, a marca avermelhada de minha mão.. E quando pensei que ela fosse me mandar embora.. lentamente começou a cantar...
“Não posso ler seus pensamentos, porque você desvia o olhar
Me sinto como uma criança que perdeu o rumo, por isso só espero
A verdade é que sei o que você vai dizer
Mas sinto que isso não é o que você realmente quer
As suas lágrimas me dizem isso…
Não diga adeus...
Escuto ao coração que me pede para não soltar suas mãos
Você ainda me quer, não é ? Não podes esconder
Não podes mentir, não é verdade ?”
Ela flutuava pela sala enquanto cantava, ainda cabisbaixa.. Era diferente dessa vez.. Não era um Rock pesado ou um Metal cheio de gritos… Soava mais como.. Uma doce balada em meio a uma noite de luar.. Sua voz vez ou outra sendo atrapalhada pelo choro. Eu apenas me mantinha ali, parada no meio da sala, seguindo-a com os olhos, sentindo a música dela tocar a minha alma. Cada acorde, cada solfejo.. Ela conseguia expressar seus sentimentos tão bem daquele jeito.. E eu.. conseguia captar tudo. Afinal.. Ela... Era a minha garota.
“Não posso permitir essa mentira que nos separe..
Me olhe nos olhos e diga que não é verdade
Não diga adeus...
Escuto ao coração que me pede para não soltar suas mãos
Mesmo se o mundo inteiro se afaste ,mesmo que digam que o amor é difícil
Você é o meu amor ,você é minha alma
Não diga adeus, não me deixe agora
A promessa que fizemos juntas é tudo para mim…”
Agora ela já olhava em meus olhos.. Já conseguia enxergar a minha alma.. Se aproximou lentamente de mim, com os olhos fixos nos meus.. apoiando os pés no chão. Um ultimo acorde ressoou de seu baixo quando ela parou de tocar, continuando aquela canção apenas com o doce timbre de sua voz que conseguia atravessar todas as barreiras que haviam entre nossos corações..
“Não diga adeus
Você é tudo para mim ,meu dia será cansativo
Sempre a te procurar, te amarei como uma primavera, que nunca acabará
Você é o meu amor, você é minha alma..”
Suas mãos frias encontraram meus cabelos.. E seus olhos novamente estudavam os meus, enquanto aquela boca pronunciava as mais belas palavras de amor.. Que foram ditas num ultimo sussurro, bem perto ao meu ouvido...
“... Não diga adeus ,você única para mim
Se o dia de hoje passar ,como um dia que nunca existiu
Não deixaríamos nossos corações partirem, e superaríamos tudo, não é verdade ?
Porque você, Bonnie.. É tudo para mim”
Nos beijamos completamente absortas de tudo a nossa volta. Nada mais fazia sentido, apenas aquele momento. Sua boca se encaixava sobre a minha enquanto sua língua deslizava pelo céu de minha boca, me causando arrepios. Nossas mãos entrelaçadas de uma forma tão intensa que ela provavelmente conseguia sentir a pulsação do meu sangue em minhas veias. Meu calor mesclado ao seu frio. Uma mistura perfeita de coisas imperfeitas. Um ultimo beijo antes de olhar seus olhos de lágrimas dizer-lhe.. “Adeus”.
Notas finais
Eu espero que tenham gostado :c E mais uma vez, desculpa pela demora. Falei que ia postar de tarde, mas a minha internet ta me trollando e só voltou agora ;-; Obrigada pela compreensão e muito, muito obrigada a todos que ainda estão acompanhando e deixando reviews tão gentis ♥
Ah! A propósito, a música que a Marcy canta se chama "Don't say good bye" do DBSK então, seria interessante ler ouvindo ela :c Eu pelo menos, escrevi ouvindo-a T-T shaushuahsauhsuahs Obrigada mais uma vez e até loguinho meus doces ♥
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