Do que o amor é feito
3 Tudo voltando para seu lugar
Notas iniciais
O dia começa cedo e Emma ao acorda percebe que Regina não está na cama e ao mesmo tempo em que fica aliviada fica pensando em onde ela poderia está tão cedo, afinal nem eram oito horas da manhã de sábado.
Emma puxa a cadeira a trava e senta nela, e sai de seu quarto pra vê Bianca antes de descer e ao entrar no quarto da menina abre um sorriso enorme ao vê ela dormindo com o bumbum pra cima e os cabelos pretos jogados no seu rosto, parece um pequeno anjo, então Emma volta para o corredor e encosta a porta da filha e vai vê Henry, que por incrível que parece está na mesma posição que Bianca e ela faz o mesmo e resolve descer e tomar seu café, pensou a noite antes de cair no sono que talvez precisa-se melhorar o humor com sua esposa e que teria que se esforça quem sabe ela melhora-se mesmo e poderiam viver a mesma vida feliz que viviam antes do acidente, com esse pensamentos Emma desce para a cozinha com um sorriso no rosto que se desfaz ao vê a cena a sua frente, Regina estava sorrindo lindamente para Robin, aquele ladrão de meia tigela e ele estava segurando sua mão, como se estivesse cortejando ou roubando seu anel de casamento com a boca.
–Atrapalho. Diz Emma soando mais alta e mais irritada do que gostaria.
–Claro que não querida, acordo cedo hoje não? Pergunta Regina tirando as mãos da de Robin e indo até Emma da um selinho nela.
–Cedo? Queria que eu viesse mais tarde? Pergunta Emma irônica.
–Não é isso, vai querer o que pro café? Pergunta Regina indo para geladeira
–Não precisa consigo fazer sozinha pelo menos isso, o que faz cedo na minha casa com a minha mulher Hood? Pergunta Emma indo em direção a geladeira evitando olhar para os dois.
–Vim trazer as madeiras que ela pediu para a lareira. Diz Robin
–E por acaso estava colocando elas aqui na cozinha ou no decote da minha esposa? Pergunta Emma, não queria sentir ciúmes, não queria demonstrar, mais era mais forte do que ela Robin era passado de Regina e parecia que as vezes ele queria ser um futuro e Emma não admitiria isso de jeito nenhum.
–Emma não seja boba, ele estava apenas sendo cavaleiro. Diz Regina seria, mais adorando o fato de Emma está com ciúmes.
–Boba eu não sou mesmo, ele que vá ser cavaleiro com a esposa Marian não com você. Diz Emma olhando para Regina pra verificar se ela ia mesmo defender aquele homem novamente.
–Robin podem ir, obrigada pela lenha. Diz Regina acompanhando Robin até a porta, mas o mesmo para antes de ir e diz a Emma.
–Ela te ama somos apenas amigos ok. E depois de dizer sai, claro que ele não pensava exatamente nisso quando olhava pra Regina só não queria causar mais problemas na vida de Regina.
–Blá, blá, blá moro da na floresta... blá, blá,blá, sou machão..blá, blá, blá... Diz Emma fazendo careta e imitando o Robin e ao perceber que Regina a olhava divertida pergunta. – O que foi?
–Nada, nada mesmo, o que pretende fazer hoje? Pergunta Regina a Emma com um sorriso enorme no rosto.
–Manda meu pai ir dar uma volta na floresta e eu vou junto. Diz Emma pensando em como pode se aproveitar de ser xerife e vasculhar as coisas daquele tonto do Robin.
–Não vai mesmo, ele não estava me cantado, só me elogio, Emma não pode ser tão ciumenta. Diz Regina rindo.
–Eu te elogio ele elogie a mulher dele. Diz Emma fazendo bico.
–Querida você não me elogia a um tempo, então deixe que alguém faça. Diz Regina se aproximando de Emma.
–Então você quer que ele repare em você? Está interessada nele não é? Claro como sou idiota até parece que ia.... IA dizendo Emma revoltada para Regina
–Não fale besteiras Swan, eu não quero ninguém que não seja você, nem ligo pra ele, mais você precisa me deixar entrar novamente Em, precisa por mim, por você, por nós. Diz Regina se sentando no colo de Emma e falando próxima aos lábios da esposa.
–Não tem como deixar, o que posso da pra você? Nem da um ponta pé naquele cara consigo. Diz Emma olhando nos olhos de Regina e encostando testa com testa.
–Você pode fazer o que quiser, tem que parar de se limitar você sabe disso, cadê aquela Emma com quem me casei? Pergunta Regina
–Ela morreu Regina e agora só restou essa. Diz Emma num fiz de voz e desviando dos olhos de Regina.
Regina segura o queixo dela com delicadeza e olha em seus olhos novamente e diz- Não morreu não, está ai dentro dormindo, só precisamos acorda ela, você precisa acorda ela. Diz Regina olhando nos olhos da loira.
–Eu quero muito isso, mas e se for definitivo isso? Se eu nunca mais pode andar? Como posso te oferecer algo? Pergunta Emma com os olhos vermelhos segurando as lagrimas que teimavam em cair, queria que Regina tivesse o melhor, não podia a prender a ela.
–Você estando aqui comigo e me deixando ser sua esposa, já me dá tudo o que eu quero e preciso Em, só isso e se não andar mais, vamos fazer uma adaptação e vamos fazer isso juntas, não foi o que me prometeu quando me pediu em casamento? Fazer tudo juntas? Pergunta Regina
–Foi. É tudo que Emma consegue fazer e ao terminar essa pequena palavra beijou Regina de um jeito que a muito tempo não beijava, o beijo tinha gosto de saudade e amor e era o que as duas sentiam no momento.
–Argh. Se ouve esse ruído da porta e Regina e Emma olham para Henry e a menina que estava em seu colo.
–Não podem fazer isso em um lugar mais reservado? Pergunta Henry rindo e se sentindo realmente feliz que as duas estavam bem hoje.
–Não, estou namorando sua mãe o que é raro, por que você não vai da uma volta. Diz Regina rindo e ainda permanecia no colo de Emma.
–Não amor, quero tomar café com todos. Diz Emma sorrindo e já estendendo os braços para a Bianca.
–Ok. Diz Regina contrariada e se levantando, não acreditava que agora que Emma tinha cedido e a beijado depois de longo meses eram atrapalhadas, amava seus filhos e com certeza adoraria tomar café reunida com eles, mais precisava ser justo agora.
–Mamãe ta brava? Pergunta a menina sentada no colo de Emma e brincando com os cabelos de sua mãe loira, enquanto olha para Regina que está com uma cara seria.
–Não querida, por que ficaria brava. Diz Regina abrindo um pequeno sorriso para sua pequena princesa.
–Tá seria. Diz a menina.
–Ela é seria amor. Diz Emma olhando pra menina e rindo e junto Henry também cai na gargalhada.
–Muito engraçada, muito engraçada. Diz Regina tentando segurar o sorriso, mais não consegue afinal estava feliz de vê novamente a mulher feliz.
Eles tomam café em meio a brincadeiras e risadas e Regina repara em como sua mulher está mais relaxa e descontraída, como sentiu falta dessa mulher nesses quatro meses que ela tinha perdido a esperança e perdida em pensamentos não ouve Henry.
–Mãe, mãe, MAMÃE. Grita Henry atraindo a atenção da morena.
–Querido não grite, não é de bom tom isso. Diz Regina repreendendo o rapaz.
–Você não estava respondendo, estou falando e você ai viajando. Diz Henry sorrindo de lado.
–Desculpe querido, estava pensando em algumas coisas, mas me diga o que deseja. Diz Regina olhando pra ele.
–Queria pedi pra passear com Bianca no parque ela sempre pede e nunca podemos leva-la. Diz Henry, ficou um tempo pensando em como deixar as mães sozinhas para que possam aproveitar esse momento bom entre elas e foi ai que lembrou que a irmã havia pedido para ser levada ao parque a um bom tempo e com toda cofusão e depois do problema com Emma eles acabaram deixando isso de lado.
–Claro se ela quiser, ué cadê elas? Pergunta Regina que só agora estava vendo que sua mulher e Bianca não estavam na mesa.
–Estava viajando mesmo hein, saíram um tempinho, Bianca queria que a mãe trocasse ela hoje. Responde Henry
–Mais ela já foi se arrumar pra sair? Pergunta Regina, afinal era difícil Emma não ficar chateada sempre que Bianca queria fazer algo que ela julgava não poder fazer.
–Sim e antes que pense, a mãe está bem com isso, acho que ela quer aproveitar você hoje, só não façam nada na sala por favor. Diz Henry gargalhando para uma Regina vermelha e envergonhada.
–Não seja atrevido rapaz. Fala Regina envergonhada.
–Serio mãe aproveita esse tempo pra vocês e acertarem finalmente. Diz Henry serio, mais depois da um sorriso de lado.
–Obrigada meu príncipe. E se levanta e da um beijo na topo da cabeça de Henry e vai para as escadas.
–Onde vai? Pergunta Henry a Regina.
–Vê aquelas duas estão aprontando. Diz Regina rindo e subindo as escadas indo até o quarto da Bianca e ao olhar pra dentro resolve parar e dar uma olhada nas suas meninas preferidas.
–Amor, a mamãe já falou que não consigo andar. Diz Emma insistindo na mesma resposta a cinco minutos.
–Mais já tentou? Tentou mesmo? Pergunta Bianca e recebe um aceno da sua mãe loira.
–Então vou da um beijo em cada perna e tentamos mais uma vez. Diz Bianca seria em cima da cama e já descendo e se dirigindo a loira.
–Querida não vai da certo, por que não vamos lá e você vai no parque com Henry? Pergunta Emma não querendo vê a frustração da menina tenta mudar o foco.
–Deixa eu tentar se não der certo, eu faço amanhã novamente o que acha? Pergunta a menina sem perde a animação então ela resolve assentir e deixar a menina fazer o que ela queria.
–Ok, mais tem que prometer que se não der certo você não vai ficar chateada. Diz Emma olhando para a menina
–Melhor jurado, juradinho. Diz a menina sorrindo e se aproximando e deu um beijo na perna direita e depois esquerda e se afastou e fez sinal para ela tentar.
Emma pegou uma perna e colocou no chão e depois fez o mesmo com a outra, e tentou firma, no começo não sentiu firmeza, mais depois olhou espantado para a menina, quando sentiu um formigamento que não sentia e forçou novamente a perna sentiu firmeza e tentou se levantar, mais no meio do caminho não sentiu nada e preferiu se sentar, para não cair na frente da filha.
–Mamãe por que desistiu? Choraminga Bianca
–Filha eu senti, senti minhas pernas, mais depois passou, mais eu senti. Emma tinha lagrimas nos olhos e um sorriso no rosto.
–Serio mamãe, então podemos tentar amanhã novamente? Pergunta a menina esperançosa e pulando na sua frente.
–Podemos, podemos, por que eu senti minhas pernas, amor eu senti elas, um pouquinho mais senti, obrigada, filha obrigada. Diz Emma sorrindo e puxando a filha para seu colo.
Regina que estava na porta ficou emocionada e viu que agora Emma poderia realmente tentar algo e ter uma esperança no que se agarrar e nesse momento resolve entrar e participar daquele momento, mais é interrompida por Henry.
–Deixe ela te contar, deixa ela vir até você, assim você voltam a ter uma ligação. Diz Henry baixo para a mãe que acena com a cabeça e desce com ele, minutos depois eles veem uma Emma sorridente e uma Bianca pulando na frente dela descendo, Emma pela sua área que foi feita para ela e Bianca pelas escadas, podia vê o sorriso enorme em cada uma.
–Podemos saber o motivo da felicidade. Pergunta Regina abrindo mais o sorriso e indo em direção as duas.
–Segredo não é minha pequena? Diz Emma não queria colocar esperança a mais em Regina e Henry então combinou de ser o segredo das duas.
–E eu não posso saber? Pergunta Regina fingindo ficar chateada mais soltando um sorriso pra elas.
–Não mamãe, é só nosso, mais você vai gostar. Diz a menina sorrindo e já indo segurar a mão de Henry. – Vamos mano? Quero chega logo no parque, para poder voltar logo. Diz ela e todos riem, por que por mais que ela adore brinca sempre quer está perto de suas mães, principalmente da loira que via como cúmplice para as sapequices dela.
Beija o rosto de ambas e vai para o colo de Henry, que a leva para o carro deixando as duas com sorrisos enormes no rosto.
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