Notas iniciais
Capítulo curtissímo, talvez um dos mais pequenos que já fiz.
Não ficou muito bom, nem teve muita ação, pois achei meio desnecessário sendo que muitos se lembram da invasão no castelo no filme, sendo assim só coloquei o importante ^^
Espero que gostem e me perdoem caso não gostem ;*
Desculpem erros...

Quando Christian e Suzana saíiram para fora da torre vitram à batalha que estava sendo travada dentro de todo o castelo.

O coração da menina doeu ao ver eles, seus amigos, que à pouco tinham lhe condenado.

Christian correu e saíu em direção à um telmarino que estava com flechas atirando em todas direções.

Suzana acordou de repente do transe temporário e começou a duelar também.

Ela nem via quem acertava, só sabia que muitas vezes feriu e centenas foi ferida, mais sempre saira vitoriosa ao final de cada duelo.

_Suzana cuidado!_ela ouviu a voz de Pedro, mas não o olhou, pelo muito o contrário, apenas interceptou o golpe de um guarda que tentava ataca-la pelas costas.

_Não me divertia assim à tempos.

Suzana começou a rir quando Christian, empolgado, bateu às cabeças de dois guardas uma na outra.

Ela se sentiu contagiar pela animação de Chris e começou a duelar com mais agilidade, mais precisão e sentia felicidade a cada guarda caído.

_Recuar!_Suzana não precisava ouvir para saber que era Pedro gritando, ele andava muito acostumado à fazer isso ultimamente.

_Fala sério, agora que estou começando a sentir animação.

Suzana gargalhou enquanto Christian pulava de uma das torres derrubando dois guardas que miravam arcos.

_Recuar, andem! Recuem!

Ela não sabia porque Pedro estava fazendo tal alvoroço, eles estavam vencendo, ao que tudo parecia a fúria dos narnianos estava os impulsionando a lutar com mais facilidade.

Foi quando ela ouviu centenas de correntes despencando, como se tivessem chocandossem juntas.

Neste instante Suzana entendeu o que Pedro queria dizer, e se sentiu aflita por isso.

Mirraz, apesar de ver quer os narnianos lutando brilhantemente bem, percebeu também que estes se encontravam em menor número, tanto de armas quanto de guerreiros, ele queria os encurralar, queria faze-los duelar dentro de território inimigo, e apesar que muitas mortes telmarinas aconteceriam, era mais óbvio ainda que ao final da luta não sobrasse praticamente nenhum narniano.

Suzana olhou para os lados, o coração desparado, principalmente pelo fato de tê-los metido nesta enrascada, ela se sentiria responsável se alguma morte ocorresse.

_Vamos!_gritou para todos ao seu redor, enquanto várias láminas tentavam perfurar-lhe.

Viu que todos haviam perdido a facilidade de lutar, estavam, neste momento, tomados por medo.

Suzana viu o portão com um último estralindo ceder rapidamente, um dos minotauros do exército narniano conseguiu segurar o portão antes que este cedesse por completo.

O minotauro estava com grande dificuldade de segurar o pesado portão, uma vez que flechas atiradas de todos os lados o acertavam.

Suzana viu Pedro passar junto à Edmundo, ambos num mesmo cavalo, vários centauros, inclusive Ciclone conseguiu ultrapassar para fora do castelo.

Suzana encarou novamente o minotauro, este fez a máxima força para que muitos outros conseguissem passar para o outro lado.

A garota viu Christian passar e olhar para os lados, quando este lhe viu fez sinal para que corresse, mais Suzana sabia que o tempo estava acabando e sabia que era seu dever ficar e ajudar aqueles que colocara em perigo.

Christian arregalou os olhos quando Suzana negou com a cabeça e virou-se partindo novamente para a luta.

O garoto correu, ele não a deixaria sozinha, mais quando Christian se aproximara do portão o minotauro cedeu juntamente com o portão.

Christian antes que pudesse ter qualquer reação foi arrastado por um centauro que lhe puxou pelas vestes.

Ele sabia que não tinha como voltar, ele viu claramente isso no rosto de Pedro quando este abaixou a cabeça e acentiu para ele em sinal de afirmação.

Muitos narnianos ficaram para trás, e muitos morreram naquela noite nebulosa, mais o espírito deles era claramente vísivel à luz do luar, pois o céu começou a chorar deixando claro que Aslam também chorava em algum lugar...

Notas finais
Desculpem e não deixem de comentar, sei que haverá críticas mais afinal, críticas são construtivas ;)
Beijos e obrigada por lerem!