Do Princípio...
57 O primeiro de outros beijos...
Notas iniciais
Pois é pessoas lindas, não é que eu me machuquei, de verdade, não gosto de usar faixas mas encontro-me com uma na mão agora mesmo! Definitivamente eu não sei cozinhar, por aí vcs já podem imaginara história... ^^
Enfim, escreve esse capítulo com uma certa dificuldade por conta da dor na mão, mas eu consegui O/O/O/O/
Bom, eu queria agradecer à todo mundo que me mandou comentários, eu amei *---* E sim, teve muitos puxões de orelha, mas eu agradeço por todos eles, pois graças aos mesmos eu estou aqui hj postando de novo (Amo vcs! Desculpem a demora :/)
Outra coisa, estou modificando algumas coisas no capítulo novo de Até que me coração pare de bater (eita título grande ^^) então vou postar provavelmente amanhã, também pretendo entrar em dia com as respostas dos comentários amanhã (sim, amanhã eu serei totalmente do Nyah *----*)
Se der, e minha internet não enlouquecer, também quero ver se posto mais um capítulo de Do princípio >>> tô empolgada com uma nova ideia que tive (imaginação trabalhando finalmente ;D
E tudo isso eu devo à vcs, minha amadas e amigas leitoras ♥
Queria agradecer a Kaka, quase tive um treco quando ela dedicou o sub do msn pra fic *-* (chorei litros, assim como chorei quando vi os comentários de vcs)
P.S: eu tava com medo de ter sido abandonada por vcs :'(
Enfim, vou parar de encher o saco e deixar vcs lerem o capítulo;
Leiam as notas finais, por favor ;]
Desculpem o capítulo e qualquer erro que esteja contido no memso...
P.O.V Edmundo
_Então é isso?_perguntou Caspian novamente, ele parecia querer certificar-se de que tudo ocorreria do jeito planejado.
Assenti sorrindo, não que estivesse contente em ter de atravessar o acampamento ao encontro do inimigo mortal, porém estava começando a ficar engraçado o jeito como o nervosismo parecia tomar conta de Caspian e Pedro.
_Fique calmo, tudo ocorrera devidamente bem._disse convicto, nos últimos minutos sentia-me mais revigorado graças à minha adoravel guardiã, vê-la sorrir tão espontâneamente em minha direção era como se milhares de sentimentos tivessem misturados dentro de meu ser.
Era fantástico o controle que essa guardiã tinha sobre mim, e também era inacreditável o modo como eu havia deixado apaixonar-me por tais belos olhos, chegava a ser repentino, porém era tão verdadeiro que nem eu conseguia explicar.
_Edmundo, não deixe que eles percebam qualquer vestígio de nervosismo. Eles precisam acreditar que estamos certos do que fazemos._Pedro havia andado até minha direção com sua famosa postura de Rei.
Apenas revirei os olhos, deixando claro o quanto aquilo havia abalado meu ego.Pedro sorriu, porém seu sorriso não era verdadeiro, era triste, carregado de culpa e remorso...
Engoli em seco, nunca fora o mais chegado à Pedro, mas ver meu irmão naquela situação era muito desconfortável.
_Deixe comigo, serei o mais convincente o possível!_falei irônico, por quê Pedro sempre imaginava que eu tinha medo de tudo e todos? Eu tornara-me um homem! E, agora mais do que nunca, havia conhecido o combustível que direciona a vida e a razão de uma pessoa: eu havia encontrado o amor, ou melhor dizendo, Natália, nada mais poderia me acontecer enquanto meu sentimento fosse verdadeiro e recíproco.
Pedro deu-me leves batidas nas costas e Caspian imitou o gesto de meu irmão.
Em poucos minutos eu já estava me direcionando para além da floresta, onde, segundo Ripchip, os telmatinos levataram tendas para auxiliar na Guerra.A fortaleza começava a ficar para atrás, assim como meus amigos...
Respirei fundo, antes que adentrasse na floresta, Pedro até tentou mandar mais homens comigo, porém eu pestanejei, afinal era para demonstrar confiança e isso eu certamente não conseguiria transparecer se viesse munido de soldados.
_Espere!_uma mão repousou em meu ombro fazendo-me levar um susto.
A primeira, e mais sensata coisa que pareceu-me certa no momento, fora retirar minha espada e apontar para a garganta da figura.
_Não acredito que vou morrer pelas mãos do Rei Edmundo._ela disse sorrindo, os olhos brilhando magicamente.
Abaixei a espada, o coração correndo dentro do peito.Como ela conseguia ficar mais bonita a cada minuto? Isso era possível, ou era apenas meu amor incontestável que fazia-me ter essa impressão?
_O que você está fazendo?_disse tentando soar chateado, mas não consegui, simplesmente era impossível na presença dela.
Natália sorriu, sua expressão com uma espectativa que não entendi no primeiro momento.
_Eu não deveria dizer isso, na verdade não deveria nem tê-lo seguido..., mas como Aslam mesmo disse, o amor não pode ser visto como algo pecaminoso, e por mais que está não seja a hora oportuna para fazer e dizer o que estou sentindo, serei obrigado a fazê-lo, pois meu coração súplica por tal demonstração.
Não posso realmente entender o que estava acontecendo dentro de mim, talvez uma esperança mais do que forte irrompe-se por todas as minhas veias num ritmo frenético.
As coisas pareciam apenas piorar quando Natália aproximou-se, linda e resplandecente, e colocara seus braços em volta de meu pescoço.
Face com face...
Olhar dentro de olhar...
Eu, apesar de não entender e nunca ter praticado tal sentimento com outra pessoa, não tive problemas quando entendi qual atitude tomar à seguir.
Aconcheguei seu rosto em ambas as mãos, tentando guardar cada detalhe em minha memória, cada traço do rosto de Natália...
_Romantismo é bom Edmundo, mas acho que essa hora pede algo mais feroz!_disse ela em meio aos sussurros, seu hálito adocicado me acertando..., inebriando-me com seu poder de persuasão.
_O que você quer dizer com isso?_perguntei com a voz fraca, no mesmo instante pude ver os olhos que antes pareciam semicerrados se abrirem com um brilho notável.
Natália sorriu de um jeito que eu nunca imaginara vê-la sorrir, embora não tenha tido nenhuma experiência neste ramo eu sabia que ali continha malícia.
_Isso meu amor._depois de arrastar sua voz com aquelas palavras ela rompeu a distância entre nossos lábios.
Fora um beijo muito mais do que esperado para mim, desde que meus olhos cruzaram-se com os dela eu sabia que tínhamos nascido um para o outro, não havia explicação, havia apenas o destino.Nós continuamos assim por alguns segundos, saciando nossa sede se assim dizer, era medo que envolvia nossas almas, medo da guerra, medo da morte, e principalmente medo das diferenças..., que ao nosso ponto de vista eram insignificantes, mas eram complexas demais para serem ignoradas.
Quando o ar fez-se necessário nossos lábios separaram-se contrariados, mesmo assim continuei a traçar uma linha de beijos por toda a extensão dos mesmos.Nath ria feliz enquanto acariciava meus cabelos.
_O romantismo no primeiro beijo é essêncial._disse tentando ver sua reação.
Natália não sorria mais, seu olhar tinha algo escondido, algo doloroso e só ficara ainda mais concreta minha tese quando ela pronunciara-se segundos depois.
_Pessoas que já passaram por tantas coisas juntos não necessitam mais de romantismo, apenas entregar-se ao momento é o que importa..._ela sorriu, mais seus olhos não sorriam.
Acho que ela notara o quanto suas palavras não fizeram sentido algum para mim, pois no segundo seguinte, antes que eu perguntasse algo, ela abraçou-me fortemente e desvencilhou-se de meus braços.
_Onde você vai?_perguntei espantado, observando suas asas abrirem-se e erguerem seu corpo no ar.
_Vou tentar conseguir uma ajuda extra para a batalha._ela disse virando-se para mim.
Pude sentir as perguntas se formulando em minha cabeça, e ela pareceu ter a mesma opinião.
_Cuide-se, eu preciso de você!_e, mais rápido do que jamais imaginara vê-la voar, ela sumiu por entre as nuvens me deixando só e com um questionário de perguntas sem obtenção de tais respostas.
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P.O.V Natália
Eu não podia negar que uma felicidade mais do que previsível estava sob controle de meu corpo.
Era tão intenso o que acontecera que eu não conseguia deixar de sorrir ao repassar o filme de minutos atrás em minha cabeça.
Eu havia beijado Edmundo!
E, por mais que eu tentasse enganar minha percepção, eu consegui sentir algo diferente das demais vezes que nos beijamos no passado.
Não era a mesma coisa.
Era muito melhor!
Sem dúvida nenhuma Edmundo havia mudado, talvez fosse porque passara-se muito tempo após a morte de Jhuliano e, de certa forma, as caracteristícas e sentimentos foram mudadas.Sorri sozinha em meio à lembranças.
Edmundo, Edmundo, Edmundo...
Como eu o amava!
Chegava a ser quase insuportável não ficar perto dele cada segundo, mas neste momento eu precisava fazer algo.
Tentei ignorar meu lado apaixonado neste momento e concentrar-me em minha ideia repentina.
Talvez, quem sabe, apesar de suícida a ideia poderia funcionar.
Aslam havia dito que eu seria uma chave fundamental para salvar uma vida, e quem sabe, até mais...
Então, enquanto observava Edmundo ir ao encontro de telmarinos, a ideia surgiu, uma lenda..., talvez um mito..., mas ainda sim algo dentro de meu peito pareceu iluminar-se, como se Aslam estivesse tentando me avisar que eu estava no caminho certo...
Dias atrás eu chamaria-me de impulsiva, mas após reencontrar Jhuliano, conversar com Aslam e presenciar o surgimento de três antigos Reis, eu estava certa que nada mais era impossível.
Afinal, estavámos falando de Nárnia.
Voei mais velozmente, eu sabia que a lenda dedicava-se à uma pessoa, e se minhas suspeitas estivessem corretas, está pessoa estava entre nós, mais viva do que nunca.
P.O.V Victoria
Sentei-me em uma pedra, tentando absorver o que estava se passando.
Era tão profundo e involuntário que acabava por tornara-se encomodo.
Não que os olhos do Rei fossem sacrifícios azulados para se mergulhar, mas porque o sentimento não era recíproco.
Eu não poderia estar encantada com o Rei Pedro, de maneira alguma!Suzana era minha amiga, eu não poderia trair sua confiança, eu percebi durante nossa curta conversa enquanto estavámos à caminho, que só em falar o nome de Pedro seus olhos tornavam-se tristes, como se a saudade a golfeasse por dentro com toda a força possível.
Sem falar em Natália.
Ela havia deixado-me confusa ao deixar claro que o retorno de Suzana não poderia ser comentado com ninguém.
E, por mais que eu não tivesse entendido de imediato, meu cerébro parecia encontrar, agora, às respostas sozinho.
Certamente Natália não queria preocupar os demais, principalmente Pedro!
Uma dor cutucou-me no peito.
Ciúmes não eram de meu feitio, já que eu era conhecida como a "caça dotes" do vilarejo, e por mas que muitos tivessem essa opinião sobre mim eu tinha que descordar.
Não era interesse sobre os bens dos homens que eu possuía, meu defeito era amar a pessoa errada, e sempre ficar com fama de mal falada, quando na verdade a única coisa que eu realmente queria caçar era um amor verdadeiro...
_Posso lhe fazer companhia?_perguntou-me uma voz à alguns passos longe de mim.
Notas finais
E como eu sei que nem todo mundo entra todo dia no Nyah, sem falar que acho que não vou conseguir mandar mensagens para todos (eu sempre esqueço de alguém gente -.-') Ela me veio com uma ideia,
Então eu vou deixar meu twitter aki embaixo (lugar onde eu mais ando atualmente, pois sigo uma banda britânica que amo, apresentada pela Nath, minha miguxa aqui do Nyah,( te agradeço todos os dias por ter me mandado o link da One Direction *-*), é gente, sei que tô velha pra curte esse estilo de música mais eu amooooo♥♥♥
Então o meu nome de usuário é Vany Myuki (assim como aqui no Nyah), quem quiser eu vou anunciar os capítulos lá, ok?! ;D
Mil beijos, e desculpem o capítulo!
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