Notas iniciais
Capítulo curto, o sono me pegou (e minha mãe também KKK)
Espero que gostem, e deculpem os erros.

O dia parecia ter se passado num fleche, e todos agora descansavam, afinal, o dia fora muito cansativo.

Suzana liderou junto com Lúcia os arqueiros durante o dia inteiro, e ficou feliz ao ver que Caspian e Pedro lideravam os duelos de espada.

Edmundo era o único que não parava quieto, ele queria aperfeiçoar sua pontaria e suas técnicas de luta, ficara o dia inteiro pedindo ajuda e conselhos de Suzana.

Os gigantes, à pedido de Pedro, reuniram vários pedaços enormes de árvores e fizeram uma grande fogueira do lado de fora da caverna.

Os centauros ficaram encarregados de juntar toda a comida necessária para um grande "banquete" na fogueira.

_Lú, Edmundo está lhe procurando, todos já estão reunidos do lado de fora para o jantar.

Lúcia nem olhou para Pedro enquanto este falava, ela ainda estava muito chateada pelo o que ele lhe fizera passar.

A garota olhou para Suzana que cuidava de um ferimento no próprio braço.

_Tem certeza que não quer um pouco disso?_ perguntou Lúcia mostrando o frasquinho com o líquido vermelho.

Suzana sorriu para a pequena enquanto passava um pano úmido no braço.

_Obrigada Lúcia, mais acho que precisaremos disso em casos de urgência, não podemos desperdiçar.

Lúcia acentiu, Suzana estava certissíma, teriam muitos feridos na batalha que estaria para ser travada.

_Tem razão, mais é que ele está tão feio!

Lúcia fez uma careta ao encarar o braço de Suzana onde estava inchado e com uma fina, porém dolorida cicatriz vermelha.

_Não se preocupe, agora vá comer algo, vou precisar de ajuda amanhã.Lúcia sorriu e levantou-se passando reto por Pedro sem sequer encara-lo.

Suzana ainda molhava o braço, tinha que admitir que estava bem dolorido, nada que já não tivesse sentido antes.

A garota olhou para cima, certificando-se que Pedro já tinha ido embora, porém quando esta levantou o olhar encontrou o par de olhos azuis que ela evitara a tarde inteira.

Pedro não quebrou o contato visual com Suzana, ele não queria o fazer, na verdade queria que este fosse eterno.

Suzana estava com o coração ritmado, não deveria ter olhado, sabia que não conseguiria desgrudar o olhar assim tão facilmente, e ela precisava fazer isso.

Pedro ainda com o contato sentou-se ao lado de Suzana, esta não aguentou a aproximação, na verdade agora não conseguia nem sentir a dor do machucado, os batimentos do seu coração era a única coisa que ela conseguia sentir.

Reunindo toda a força que Pedro ainda não tinha lhe tomado num simples olhar, ela conseguiu desviar os olhos novamente para seu machucado.

_Talvez devesse conversar com Lúcia.

Suzana soltou rapidamente, tentando livrar-se daquela situação.

Pedro não esperava por isso, na verdade pensou que talvez Suzana enchergasse o quanto ela estava mechendo com seus sentimentos e talvez correspondesse ao mesmo.

_Sim..., Lúcia._falou aturdido.

_Acho que é uma ótima hora para conversar com ela.

Suzana engoliu em seco, limpando, ainda, o machucado que a está hora estava totalmente limpo.

_Talvez outra ho...

_Acho que não há hora mais propícia do que está Pedro.

Pedro magoou-se profundamente com as palavras de Suzana, ele esperava que ela criasse coragem e admitisse que estava acontecendo alguma coisa com os dois.

Pedro sentiu um turbilhão de emoções quando imaginou que ela talvez estivesse lhe tratando assim por causa de Caspian, será que ela era dessas que se jogavam para qualquer um?!

Pedro tentou reprimir a fúria que estava lhe dominando, Suzana definitivamente estava lhe deixando louco, tanto de ciúmes quanto de amor.

Ele sentia-se muito mal por pensar coisas erradas de Suzana, mais tinha que haver uma explicação coerente que a fizesse mudar tanto de uma hora para outra.

Pedro levantou-se em um salto e falou já caminhando para fora:

_Talvez ELA esteja interessada no que eu tenho à dizer.

Suzana notou a amargura e a dor na voz dele, e na verdade a indireta foi bem direta.

Suzana amaldiçoou-se por sentir-se tão insegura e não tomar partido de nada, mais ela ainda estava muito abalada com a morte de Chris, não queria repetir a história novamente e desta vez com Pedro, ela o queria muito bem, não queria que se machucasse e que principalmente botasse sua vida em risco por ela.

Ela era dona do próprio nariz, e grande e teimosa o suficiente para proteger-se sozinha.

Tentando convencer a si mesma que estava fazendo a coisa certa ela rumou para fora da caverna para o jantar ao qual novamente a dor de Pedro à mataria por dentro.

Notas finais
Algumas pessoas vão querer me matar, e aposto que terá muitas críticas sobre este capítulo.
Me desculpem qualquer coisa :/
Bjs e não esqueçam de mandar comentários.