Notas iniciais
Desculpem à demora do capítulo.
Queria agradecer novamente à todos os comentários e agradecer a Nath que me deixou uma super, mega e maravilhosa recomendação.
Eu fiquei tão feliz em ler ela que concluí o capítulo logo em seguida ^^
Sem falar que ao ver os comentários do último capítulo o desbloqueio na minha mente se desfez com uma rapidez impressoinante, juro, não estou brincando O.O
Amo vcs leitoras, espero que o capítulo agrade.
Beijo grande!

Suzana encontrava-se escondida atrás de algumas colcheiras observando o castelo, ela sentia que precisava proteger Caspian, apesar de não saber como tal sentimento protetor aparecera e se infiltrara com tamanha intensidade em seu ser.

Suzana havia se certificado de deixar Aslam amarrado entre algumas árvores num lugar bem escondido na floresta, se algo desse errado ele se soltaria em busca de comida, e quem sabe até volta-se para as cavernas.

A garota estava tentando achar um jeito de passar pelos guardas sem ser percebida, seu intuito era salvar Caspian e certamente lutando sozinha ela não conseguiria.

Suzana sentiu animação e náusea ao mesmo tempo, ela havia tido uma ideia um tanto quanto estapafurdia, porém que talvez à levasse para as torres.

Suzana rasgou seu vestido verde, o que a fez lamentar-se, o vestido era realmente muito belo para ser destruído de tal forma.Quando o tecido rasgou-se até mais ou menos à altura de sua coxa mostrando as pernas torneadas da garota ela sentiu-se muito encabulada.

Tentando não se sentir mais rídicula do que ela já estava se sentindo, Suzana soltou os cabelos e os bagunçou, fazendo com que ficassem extremamente desgrenhados, o que lhe dava uma certa beleza selvagem.

Reunindo toda a força que tinha para não se sentir envergonhada e para não demonstrar isso, Suzana se levantou de trás das colcheiras e expôs mais o decote do vestido.

Nessa hora ela se sentia uma biscate, uma rapariga, mais era o único jeito daqueles idiotas a deixarem entrar, e apesar da frustação de mostrar-se dessa forma o coração da garota gritava mais do que nunca pela salvação do jovem príncipe.

Quando Suzana aproximou-se dos guardas estes a olharam com malícia visível nos olhos

._O Rei Mirraz está à minha espera._mentiu a garota, Suzana adquiriu um tom sensual em sua voz tentando disfarçasse como uma boa atriz.

Os dois guardas à olhavam de cima à baixo, Suzana tentou não transparecer a indignação que estava sentindo passando-se por uma qualquer.

_O Rei não nos avisou nada._disse um guarda magricela que tinha a voz esganiçada.

O outro o olhou rindo.

_E ele precisa falar algo?_disse o guarda ao lado, este tinha uma voz profunda e rouca, não era tão magro quanto o primeiro, mais tinha um corpo bem definido.

Suzana sorriu de lado fingindo está contente com o comentário do guarda.

_Pode entrar moça..._disse o guarda rouca, seus olhares se demoravam no corpo de Suzana, esta queria esgana-lo até seus olhos soltarem das órbitas.

Suzana se controlou enquanto eles abriam o portão, eles à estavam olhando como loucos, como se à devorassem apenas com os olhos.

Ela tentou dizer à si mesma que precisava ajudar Caspian, era como se algo a consumisse por pensar no rapaz desprotegido.

Finalmente o portão fora aberto e Suzana entrou com olhares à consumindo.

Ela sabia que estava realmente muito vulgar, e isto à encomodava demais, odiava ser o centro das atenções quando a atenção era refletida por sua beleza.

Suzana subiu para a torre onde achava que talvez estivesse estalado o calabouço, lugar onde ouvira, uma vez, seu pai comentar com sua mãe que os prisioneiros eram mantidos.

Ela olhava para todos os lados, a espada firme embaixo de seu vestido, infelizmente era a única arma que passaria despercebida pelos guardas.

Suzana sentia uma saudade enorme de seu arco, era ótima com uma espada mais era ainda melhor com seu arco.

As luzes das tochas espalhadas pelo corredor ocilavam com a corrente de ar que entrava na torre, o que fazia tudo ficar mais difícil para se enchergar.

Haviam dezenas de portas, a garota não ousou abrir nenhuma delas, afinal de contas, não fariam um calabouço num lugar tão óbvio.

Suzana seguiu o corredor, no fim do mesmo pode ver um buraco no chão.

A garota aproximou-se e percebeu que era uma grade, ao que tudo parecia, feita de ferro e esta tinha como tranca um cadiado gigantesco.Suzana não pensou duas vezes.

Arrancou sua espada tirando-a pelo rasgo de seu vestido e com toda sua raiva amontoada arrancou com um único golpe o cadiado.

Ela, sem hesitar, sabendo que à poucos minutos os guardas viriam ver a causa do barulho, pulou para dentro do mesmo, caindo no solo frio e úmido do calabouço.

Estava muito escuro, quase indefinível, mas Suzana alegrou-se ao ver uma figura sentada às mãos algemadas uma à outra.

_Caspian!_gritou Suzana correndo ao encontro do rapaz.

Sem perceber Suzana abraçou com todo o carinho o prisioneiro._Desculpe a demora, vamos temos que sair daqui depressa.

O rapaz não se moveu mesmo com a insistência de Suzana para que ele levantasse.

_Caspian, você está ferido?_perguntou preocupada examinando sem nada conseguir enchergar, devido à falta de iluminação.

_Eu não sou o Caspian.

O coração de Suzana paralisou-se ao ouvir aquela voz.

Notas finais
Támmmmmmmmm!!!!!
Façam sua apostas, quem será nosso prisioneiro????
Desculpem os erros no capítulo, e não esqueçam de comentar ^^
Beijos!