Do Princípio...

37 Confusão geral


Notas iniciais
Eu queria me deculpar desde já pelo capítulo :/
E vim agradecer a uma pessoa especial:
O meu novo amigo e leitor Percy, ou Lucas ^^
Percy eu não tenho palavras para expressar o que senti na hora que vi sua recomendação...
Você conseguiu encontrar um meio maravilhoso de mostrar o que está acontecendo com nossa querida Suzana atráves do poema do maravilhoso Mário...
Não sei mais o que falar, porque pela primeira vez as palavras se perderam da minha boca ^^
Então, só me resta agradecer a maravilhosa recomendação, e dizer que estou adorando essa amizade que estamos cultivando.
Mil beijos para vc e para a Tati, que também me encantou *-*
Agradeçoa vcs e à todas as pessoas que vem fazendo dessa fic um grande sucesso e uma grande família...
Beijos e fiquem com Deus *-*
Desculpem erros...

P.O.V Suzana

Lilliandil adentrou meu corpo com tanta intensidade que meus pensamentros começaram a se misturarem aos dela.

_Pára!_eu gritei com as mãos na cabeça.

Ouvi a voz em minha cabeça falar reverbada de raiva:

_Você não entende não é? Eu preciso de meu corpo, não posso admitir o que você vem fazendo com minha imagem.

Eu continuei com as mãos na cabeça, com os olhos bem fechados. Parecia que minha cabeça explodiria de dor e confusão.

_Só tem lugar pra uma aqui, você não consegue enchergar isso?_eu gritei para ela.

Lilliandil revoltou-se dentro de mim e a raiva dela me golpeou por dentro.

_Esse é meu corpo! Eu vim atrás do meu destino!_ela disse ainda muito irritada.

A raiva de Lilliandil e meu desespero estavam fazendo a dor intensificar-se cada vez mais.

_Por favor pare, vamos conversar._falei tentando fazer que ela se acalma-se.

Lilliandil, para minha surpresa, percebeu a dor que envolvia nosso corpo e nossa alma, ela pareceu chocada com a raiva que havia deixado emanar de si mesma.

Mesmo relutante ela relaxou, pois agora a dor começou a golpea-la também.

_Tudo bem, foi um erro de minha parte tentar reinvindicar meu corpo dessa forma, peço desculpas mesmo não querendo pronúnciar a mesma para uma relis telmarina.

Reprimi com toda minha força minha raiva diante de suas palavras, eu sabia que se sucumbisse a raiva a dor seria dilacerante.

Respirei e disse mentalmente:

_Me perdoe também pelo meu comportamento, eu devia agradece-la por ter me emprestado seu corpo, sinto muito.

Ela viu que eu mentia mais não se importou, pois querendo ou não ela a típica pessoa que só necessita ouvir mesmo as palavras, mesmo estas não sendo verdadeiras.

Ouvi a voz de Lúcia gritar ao meu lado:

_Saia de dentro dela, agora! Não vê que está machucando ela?!_gritava minha pequena em desespero.

Ouvi alguém falar com uma voz autoritária: Natália.

_Lilliandil não foi pra isso que seu pai permitiu que partisse, então deixe de criancisse e devolva o corpo para Suzana._ordenou Nath, a voz firme e sem emoção.

Pude sentir a dúvida crescente em Lilliandil, ela deixou que imagens da face de Ramandu voassem por sua mente.

Devo dizer que nesta hora a face de Ramandu não tinha nada de afeição, e sim um profundo desgosto e decepção.

Lilliandil percebeu que havia exposto seu maior medo e fechou-se num canto afastado de nossa cabeça.

_Vou sair, mais não por você, que isso fique bem claro, faço isso por meu pai e Aslam, que confiaram em mim.

Assenti, deixando claro que estava tudo bem desde que ela saísse de meu corpo.

Lilliandil, com sua superioridade concentrou-se e empurrou seu espírito para fora do corpo.

Congelamos em choque quando este empediu sua passagem.

_Mais o que...?_perguntou-se a si mesmo dentro de minha cabeça.

Arfei com raiva e derrotada por essa.

_Meus parabéns filha de Ramandu, estamos presas no mesmo ser agora!_gritei estupefata com a situação que ela nos havia metido.

Lilliandil não demonstrou raiva, só o que ela tinha era receio e espanto, parecia que todo seu espírito transpassava isso para meu corpo, ou melhor, nosso corpo ao que tudo parecia.

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P.O.V Caspian

Eu não sabia o que estava ocorrendo comigo, eu amava Suzana, certamente, nunca haveria espaço maior no meu coração para outra moça.

Ela simplesmente me conquistou de uma maneira que nem eu mesmo conseguia entender.

Porém, havia alguma coisa nessa filha de Ramandu que fazia com que crescesse uma atração involuntária em meu ser.

Era como se eu conhecesse ela, como se soubesse exatamente o que ela sentia, cada parte de ser corpo eu poderia identificar mentalmente, cada curva...

O pânico assolou-me, eu amava Suzana, e me sentia aturdido por estar interessado numa moça que conhecera apenas à alguns minutos atrás.

Onde afinal fora parar o Caspian? A quem nada nem ninguém controlava, que conseguia manter-se firme em suas decisões e principalmente em suas emoções?

Lilliandil havia aguçado meu interesse, certamente ela fizera isso.

Porém, Suzana não havia apenas feito isso, ela conseguira tocar em um lugar nunca tocado antes, onde ninguém nunca arriscou tocar sem o menor dos interesses...

E hoje, quando vasculhei os olhos de Lilliandil, por mais incrível que pareça, eu consegui enchergar o brilho dos olhos de Suzana, pois só os olhos dela tinham o poder de tocar meu coração.

Notas finais
Desculpa a demora, a internet voltou a "fugir" do pc, mais eu não queria decepcionar vcs e corri nesse capítulo, acho que não ficou bem mais eu juro que tentei ;D
Vou tentar postar mas um hj ^^
Beijos e obrigada por tudo, principalmente pelo carinho que vcs vem me dando durante essa jornada que estamos passando juntos.
E se não for pedir muito (como sempre ^^) eu peço que comentem pessoal, e se algo não está agradando é só falar ;)
Beijos adoro vcs *-*