Do It Like A Dude
3 My Worst Nightmare (part 1)
Notas iniciais
POV Annabeth
Algum lugar de Nova York, EUA, domingo 28 d abril de 2010 aproximadamente 01:00 am
Olá de novo bem agora eu estou em um escritório’’ sozinha’’ presa em uma cadeira olhando pra um garoto que parecia um elfo do papai Noel, só que latinas, com cabelos castanhos encaracolados, orelhas pontudas, uma alegre cara de bebe, e um sorrisinho maldoso que logo deixava claro que não era seguro deixá-lo perto de fósforos ou de objetos afiados. Seus dedos logos e agíeis não paravam quietos tamborilavam no braço da poltrona qual ele estava sentado me olhando fixamente, colocavam o cabelo atrás das orelhas, mexiam nos botões do casaco camuflado. Ou ele era naturalmente hiperativo ou tinha tomado açúcar e cafeína suficientes para matar um búfalo de ataque cardíaco
Vocês não sabem o que eu estou fazendo aqui certo, ah claro como podem imaginar é tudo culpa do meu querido papai, ele foge e me deixa com as responsabilidades sempre é assim
Agora eu vou contar pra vocês o que houve.
Fash back on
Bom logo após o um encontro com o cara estranho, gostoso, mas estranho eu fui encontrar a Si pra irmos ao mercado, logo que ela e viu ela saiu correndo em minha direção
-ANNIE PARABENS, GENTE HOJE É ANIVERSÁRIO DA MINHA AMIGA – Ela gritou e todos que estavam no meio do supermercado começaram a dar parabéns e me abraçar, sério eu pensei que a qualquer momento eu seria assaltada por uma daquelas pessoas
Depois disso fizemos as compras normalmente, vez ou outra uma pessoa passava pela gente e me dava os parabéns
Eu comprei os ingredientes pra fazer a lasanha me despedi da Silena e fui pra casa escutando Green Day
Quando eu cheguei em casa o Porshe não estava mais na calçada eu entrei em casa e fui fazer a lasanha depois de uma hora a lasanha já estava pronta e o meu pai não havia chego então eu jantei e fui pro meu quarto e liguei o meu note
Eu fui fazer o meu trabalho de literatura o negocio era, ler um livro e se inspirar nesse livro pra fazer uma história com 100 páginas eu abri a pagina do Word que eu havia começado afazer o trabalho, a única coisa que estava escrito era:
Um ultimo amor.
Por Annabeth Chase
Eu respirei fundi, e comecei a digitar eu tinha que terminar naquela noite e enviar por e-mail pro professor na manha seguinte pra ele revisar
Eu comecei assim
UM
Era uma noite fria e gélida de Dezembro, e Emilly estava sentada na margem de um RO qualquer de Veneza. Sozinha, como sempre, não se ouvia nada alem do assovio do vento e do gotejar de ima pequena fonte que ficava ali perto
Ela pensava nele como se conheceram, no sorriso unido que a fazia sorrir bobamente
E em algum lugar distante ele abraçava outra, sorria para outra, esquecia Emilly aos poucos, ml sabia ela que isso acontecia
Ela pensava que Thomas a amava que um dia voltário, que ela mais uma vez iria deitar em seus braços
Ás vezes ele se lembrava de sua beleza inocente que era estonteante, que ele poderia olhar eternamente aquele rosto, ele se lembrava do quanto a admirava por sua independência, quanto sentia falta de seus olhos indecifráveis, seus sorrisos majestosos
Todas as manhãs logo que acordava Thomas se lembrava da promessa que ele fizera a ela, ele prometera que a nunca deixaria, mas ele não cumpriu, Thomas sentia falta de toda asua inocência, das xícaras de chá que ela tomava antes de dormir, sentia falta da mão dela, a única que se encaixava perfeitamente na dele.
Eu parei um pouco e eu precisava descrever ela, então eu olhei pras prateleiras que ficavam em cima da minha cama e lá tinha uma foto da minha mãe quando ela tinha a minha idade com o melhor amigo da adolescência Poseidon Jackson eu decidi que o casal seriam eles dois, nessa foto eles estavam em uma cabine de fotos instantâneas então não era só uma foto eram cinco, eu as encontrei no meio do livro preferido dela
Na primeira eles estavam fazendo caretas, na segunda a minha mãe estava rindo e Poseidon estava olhando pra ela meio divertido meio serio na terceira eles se encaram com se o que ele houvesse acabado de falar fosse sério, a quarta eles estavam mais próximos que o recomendável, na quinta eles estavam se beijando, eles eram perfeitos um pro outro, as recusavam admitir isso, por orgulho e por causa de uma rixa que eles tinham coisa de família, eu conheci o filho de Poseidon, mas eu não me recordo dele fisicamente eu só me lembro que no meu aniversário quando eu fui assoprar as velas ele empurrou o meu rosto no bolo, mas não deu muito certo por que eu o puxei de uma forma que ele também caiu de cara n bolo, isso aconteceu no meu ultimo aniversário ao lado da minha mãe, eu tinha seis anos
Eu e voltei pro computador e voltei a escrever
Ele sentia falta dos seus cabelos durados ao vento, do brilho dos seus olhos que hora pareciam uma fonte de água cristalina e hora cinza como a mais fina prata Dio mundo.
Emilly por sua vez sentia falta de seus olhos verdes do seu cabelo preto desalinhado do suar arrogante das suas piadas que a fazia rir.
Os dois sentiam falta de quando caminhavam de mãos dadas pelas catedrais de quando iam ao café juntos, mas isso não será mais possível devido a um erro que os dois cometeram juntos.
E esse erro foi se apaixonar um pelo outro.
Eu terminei de escrever isso e escutei passos do andar de baixo
-Pai? – Chamei indo pra porta e não houve resposta.
Eu desci as escadas e retornei a chamar:
-Pai?
Nesse momento eu senti uma forte pancada na cabeça e tudo ficou preto
Flash back off.
Bem e foi isso que aconteceu
-Quem é você? – Eu perguntei ao garoto
-Leo Valdez – Ele me respondeu
-Ótimo – Falei – Você pode me dizer o porquê de eu estar aqui?
-Negócios garota apenas negócios – Ele me disse
- A certo, e que tipo de negocio? – Perguntei
- Do tipo que não é da sua conta – Uma voz diferente atrás de mim falou – Há quanto tempo ela esta acordada?
-Ela acordou faz uma meia hora – O tal Leo disse
-Certo, finalmente eu o encontrei – A voz disse – Tragam-no
O cara que disse isso foi se sentar em uma mesa que ficava a minha direita, o Valdez se levantou e foi pegar alguma coisa atrás essa mesa
-O que exatamente são vocês? – Perguntei virando o pescoço na direção do Don da voz e então eu vi que era o garoto que eu havia dado os cigarros
-Nós não somos nada que te interesse – Ele disse e sorriu sádico
-Se não fossem eu não perguntava – Respondi ironicamente.
O garoto me olhou e balançou a cabeça em sinal de negação
-Olhe pra você garota, você esta presa em uma cadeira sangrando e quer me desafiar? – Ele disse com uma sobrancelha arqueada
-Ah certo você queria que eu começasse a gritar dizendo ‘‘Ah não, por favor, não me mate eu faço tudo o que você quiser, mas não me mate você sabe que eu sou ma vadia eu transo com você, mas não me mate eu tenho uma família’’ – Falei afinando mais a voz e debochando dele
-É era exatamente isso que eu queria que você fizesse, pedisse pra eu foder você – Ele disse serio o Valdez olhou pro garoto que estava sentado na mesa e pra mim e sorriu
(To Be Continued)
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