Notas iniciais
Acabei de postar o capítulo 58 já que havia me enganado e postado primeiro o 59, agora corrigi e peço que voltem para o anterior e leiam o correto. Desculpem novamente! Por favor lembrem de confirmar se leram certo só para que possamos ter uma base dos afetados.

Capítulo 59

Crowley tinha deixado as coisas por um instante nas mãos de Amy e Berith. Teve problemas no inferno, a questão é; o rei do inferno não pode fazer algo bom que já acham que ficou "mole", mas era uma questão fácil de resolver, dois demônios idiotas que estavam colhendo almas antes do tempo, um ele explodiu em um estalar de dedos, para dar exemplo e o outro, bem o outro o que teve a ideia ia preferir ter tido o mesmo destino de seu amigo.
Nádia olhava para o rei de um jeito estranho.
— Que foi? – Perguntou estreitando os olhos entretanto ganhou um sorriso em troca.
— Nada meu rei, só que eu pensei que o senhor não faria mais essas coisas. — Responde sincera.
— Minha querida Nádia, ainda sou o rei do inferno e continuarei meu reinado exemplar por isso tenho que aplicar minha “democracia” sempre que exigido – comunicou com uma falsa doçura e uma certa nota de irritação.
— É muito bom saber disso. — Falou sem deixar de sorrir.
Crowley revirou os olhos, chamou o próximo problema que teria que resolver, porém não demorou muito para que recebesse uma ligação. Agora ele tinha problemas na obra.
— Nádia, anote tudo e remarque todas as reuniões. — Disse o rei.
— Sim senhor! — Respondeu sorrindo o outro demônio.


Enquanto isso em Sioux Falls, uma situação desconfortável ocorria, estava dentro dos planos de Amy e Berith chamar Rowena ali para conversar com Crowley, mas a morena nunca pensou que se sentiria tão incomodada por estar perto da mulher.
Entretanto a garota não estava fazendo isso pela bruxa mas sim por Crowley, a quem ela deve muito por ter a procurado quando estava no purgatório e também por Berith, isso parecia importante para o demônio.
— O que ela faz aqui? — Perguntou a ruiva com desdém.
— Eu estou ajudando Crowley em algo importante, mas eu duvido que saiba sobre isso....
— Cuidado garotinha, não vejo nenhum anjo aqui para te salvar no momento. — Rowena advertiu.
— Não preciso ser salva querida! – Respondeu sorrindo desdenhosa.
— Que tal a gente parar com isso? — Propôs o demônio presente. — Qual é Amy? Achei que você devia me ajudar e você Rowena está bem grandinha para esse tipo de discussão não é mesmo?
— Berith, tome cuidado com o que diz. — Disse a rainha mãe se sentando em uma das cadeiras da cozinha. — Mas vem cá? Quem decorou essa casa? Não foi Fergus por ele tende a gostar de luxo, pelo menos isso puxou para mim.

— Ele não decorou e só refez como era, por que existem coisas que tem um significado bem maior luxo e dinheiro. — Amy diz em tom complacente como se explicasse algo a uma criança pequena.
— Quer saber? Você é igual ao seu pai, impertinente e petulante. — Rowena comenta. — Por sorte você não tem nada de Cassie, até por que é uma menina inteligente.
— Isso foi um elogio? — Perguntou Amy levantando uma sobrancelha.
— Pode ser! — Disse a ruiva que depois de olha-la da cabeça aos pés inquiriu. — Por que você não tentou voltar a sua idade.
— Por que o seu feitiço não mudou apenas meu corpo, mas também minha mentalidade, só que acho que você sabe disso não é? — Diz a cacheada.
— Sim. Mas não foi isso que eu perguntei. — Sorriu a Bruxa.
— Acho que as coisas acontecem por um motivo e se isso aconteceu foi para o melhor.
— É realmente não há nenhum traço de Cassie em você, é esperta, corajosa, seria uma grande bruxa se um dia se dedicasse a isso. — Diz a mulher mais velha que parece pensativa.
— Eu passo, não preciso se uma bruxa, mas se precisar de um feitiço te ligo, pode deixar. — Sorri a menina e Rowena não pode deixar de sorrir também, sinceramente parece ter achado algo interessante nos Winchester.
— Que bom que se entenderam. O rei está chegando. — Diz Berith que havia saído para fazer a ligação para Crowley.
Foi apenas o moreno terminar sua fala, que o Rei apareceu ao seu lado.
— Entendo por que disse que havia um problema. — Crowley falou olhando fulminante para a mãe.
— Bom te ver também Fergus. – cumprimentou a ruiva.
— Então, Crowley tá tudo certo, já está tudo prontinho, agora tenho que ir para casa. – A Winchester se explicou rapidamente já indo em direção a porta.
— E eu vou leva-la em casa enquanto vocês dois tem um lance mãe e filho. – O Demônio milenar avisa rapidamente seguindo a morena.
E em um zap Amy estava na porta do bunker, diferente do pai, ela acha muito útil o tele porte sobrenatural.
— Prontinho, entregue. – O demônio sorri para a jovem, ele seriamente gostava muito dessa pequena humana, que parecia atrair todos ao seu redor com sua luz e bondade.
— Obrigada!

Era obvio que seu pai anjo já havia descoberto de sua escapada e por isso teve que responder muitas perguntas, mas pelo fato de estar bem e nada de ruim ter acontecido Castiel logo ficou mais tranquilo.
Amy sabia que com seu outro pai, as coisas não seriam tão fáceis, porém tinha que saber o que deu na cabeça de Emma para ir caçar com a "motoqueira selvagem", entretanto seus planos são interrompidos por Michael que precisa conversar.


Evelyn esforçava-se para não gritar e assim chamar atenção indesejada, estava com dores absurdas a cada minuto entretanto faria o que fosse possível para manter seu bebê bem, estava sendo difícil mas conseguiria.

— Meu Deus! Estou vendo, continua. — Disse Dean, que não fazia ideia do que estava fazendo, mas enquanto Sam dava apoio moral a Evelyn, ele tentava amparar a criança que iria sair dali.
— Eu sei... imbecis. — Gritou a selkie.
Mais alguns empurrões e logo um choro pode ser ouvido e a pequena menina foi entregue nos braços da mãe que se esforçava muito para segura-la.
— Ela é linda. — Disse Sam, era sua filha e não importava como havia sido gerada ou sua aparência.
— Sim. — Disse com esforço enquanto olhava para a pequena estava ficando cada vez pior e era visível por isso Dean apanhou o bebê. — Não vou aguentar muito tempo, tive sorte de tê-la sem problemas, nossa espécie não foi adaptada para gerar mestiços por isso somos tão raros já que existem tão poucos machos, mas não se preocupe você é humano e ela não vai ter que passar por tudo que eu passei. Quero que saibam, nunca fui do tipo monstro e só estava fazendo isso agora por que queria um pai humano para minha pequena Alexandra.

— Alex Winchester. — Dean fala, ele já amava a sobrinha.
— Um belo nome. — Evelyn diz respirando entrecortando e parecendo mais aflita. – Cuidem dela, nossos instintos são apurados, ela pode ser treinada e caçará também quando tiver idade suficiente, por favor não a abandonem, logo saberá se disfarçar, não a deixem.

— É claro que não! – Exclamou Dean olhando para o irmão e esperando que o idiota concordasse, o mais alto assentiu rapidamente e Evelyn forçou-se a sorrir.

— Obrigada. – Respondeu em meio a um profundo suspiro e logo fechou os olhos. Foi instantâneo assim que repousou a cabeça no travesseiro, seu corpo morto transformou-se em pó.

Notas finais
Espero que tenham gostado dos capítulos!