Notas iniciais
Olá queridos!

Capítulo 55


Daniel estava encantado com o céu, olhava para todos os lados, era tão diferente do que imaginava. Pois não era somente bonito, tinha paz e amor enraizados em todo o recinto. Estavam em um lugar que o pai dele chamou de O Jardim, o pequeno anjo estava maravilhado com a luz e beleza indescritíveis, olhava para tudo admirado até que passaram por um anjo que se chamava Joshua, o guardador do local, ali conversando com o ser luminoso estava seu tio Gabe, tão lindo como todos os arcanjos.


Seu papai Castiel segurava-o tão firme em seu colo, parecia temer que algo acontecesse, mas o pequeno só queria andar e explorar, tinha tantas coisas para ver, era tão diferente de sua casa.


— Acho que entendem o que estão fazendo aqui, certo? — Perguntou Joshua.
— Onde está o Pai? — Lúcifer retrucou.
— Ele não pôde estar aqui no momento. – O Jardineiro acrescentou. — Estou retirando-me, vocês sabem o que fazer.


Desapareceu num piscar de olhos deixando apenas os seis mais Daniel lá no jardim.


— Todos sabem suas obrigações por isso ao meu comando. — Raphael preparou-se e olhou para os demais.
— Daniel, você vai fazer exatamente como nós, não é difícil e eu sei que você puxou o lado esperto da família, ou seja, Lúcifer, Balth e eu. — Gabriel falou, se lembrava de quando Castiel era um bebê entretanto a verdadeira primeira infância do serafim, não a que ele esteve aos cuidados de Dean. O arcanjo mensageiro respirou fundo e mesmo não estando no melhor estado de espírito no momento, um sorriso terno se desenhou em seus lábios.


— Feche seus olhos e sinta sua graça, sinta-nos. — Raphael diz, esse momento, essa época de sua existência foi a que melhor vivenciou em milênios, e agora estando novamente junto se seus irmãos, sem brigas, sem dor foi tudo o que a arcanjo da cura sempre quis.


Michael não podia deixar de sorrir também olhando para Daniel, tudo estava indo tão bem, ainda era complicado conviver com os humanos, mas cada minuto valia a pena pois não estava mais sozinho.


Castiel foi o primeiro a mostrar seus imensos dois pares de asas negras como um céu sem estrelas, nas asas do Serafim havia um brilho azul que lembrava olhar para imensidão do universo. Log foi seguido pelos enormes quatro pares de asas douradas de Gabriel, delas emanam um brilho quente, um conforto que rodeou a todos.
Em seguida foi a vez de Balthazar, o Serafim também possui dois pares de asas, elas são mescladas entre o branco e um tom areia, seu brilho é intenso. A arcanjo da cura, Raphael e seus raios vieram logo em seguida. E assim fez Miguel e seus seis pares que eram peroladas e lembravam exatamente a luz do luar, eram enormes, acolhedoras, imponentes, as asas da primeira Espada Celeste. Por último Lúcifer mostrou seus seis enormes pares, elas que um dia já tiveram a mesma coloração do ouro, hoje o lembram de seu pecado, são negras, porém o calor, luz e beleza emanados delas são inconfundíveis.


Eles podiam sentir o contentamento de boa parte do céu ao sentir tamanha felicidade e então Daniel por último mostrou as suas, ainda pequenas, porém a força e poder que elas apresentavam eram enormes, são azuis escuras e delas vem um brilho verde.


Neste momento radiante Deus apareceu, o sorriso caloroso nos lábios do grande criador era algo tão reconfortante, em suas mãos ele trazia uma caixa branca, andou até Daniel e entregou ao pequeno menino que agora tem seis anos.
— Essa é sua Espada Celeste. – Abaixou-se ao nível dos olhos do pequeno, bagunçou seu cabelo e voltou a sua posição normal. — Mas você vai ter que pedir permissão aos seus pais para usar.

— Papai eu..
— Não acho que seja prudente Daniel. — Castiel falou serio mas sorria.


O Magnânimo não ficou muito tempo com os filhos, mas os seres celestes ali presentes, pretendiam mostrar o céu para o pequeno anjinho e também relembrar os velhos tempos.


Casar era cura para qualquer problema, pelo menos os faziam esquecer do problema momentaneamente, e era assim que estavam os dois Winchester no carro, um pensando em seu amado anjo e em seu filho que havia ido embora para céu e ele estava morto de preocupação e o outro que estava com a cabeça em seu arcanjo e na possível traição que só aconteceu mesmo na cabeça dele.
Quando Dean parou o carro no hotel, percebeu que seu irmão não estava bem, mas perguntar alguma coisa agora seria inútil, decidiu que depois eles teriam uma conversa e se fosse o Trickster que tivesse aprontado algo ao Winchester do meio, o primogênito iria frita-lo em óleo santo, já tinha avisado então por hora iria resolver este caso e depois cuidar de seu irmãozinho. Arrumaram suas coisas e logo depois foram até delegacia, que por ser na grande cidade de Nova York, era grande e um pouco bagunçada, era mais arriscado no entanto era isso ou deixar pessoas se machucarem e preferiam arriscar-se, mais uma vez como agentes do FBI, dessa vez usando os sobrenomes de Stark e Banner.
Eles pegaram informações sobre o caso e voltaram para o hotel.
— Bem nós já vimos isso antes. — Sam fala e Dean demora um tempo para se lembrar.
— Sereias! – Disse o mais velho.
— Vamos averiguar as rotinas recentes das vítimas, lugares onde poderiam ter frequentado.

Notas finais
Nossos anjinhos reunidos! Não estou com um bom pressentimento sobre esse caso dos Winchester e vocês???